Ser, criar, ou a jornada: uma paleta mutável, viva, intemporal; sem que os pincéis (ou os passos) receiem o que quer que seja, mesmo as telas brancas… ou os horizontes turvos. - © Alexandra Oliveira (… mais →
Caderno de Exercícios & Outras FacetasAlexandra Oliveira wrote 3 months ago: Ser, criar, ou a jornada: uma paleta mutável, viva, intemporal; sem que os pincéis (ou os passos) re … more →
Alexandra Oliveira wrote 3 months ago: Deste lado, há muito que não se escreve. Muito, em momento que não, não assoma, porque não provém do … more →
Alexandra Oliveira wrote 3 months ago: Não corro; para quê, se já me corre o tempo em rio, para onde, se AQUI é, e será sempre, o limiar e … more →
Alexandra Oliveira wrote 3 months ago: (Para o meu vizinho Chousa de Alcandra) I Vergam, as nogueiras. Como se a abundância se fizesse lasc … more →
Alexandra Oliveira wrote 4 months ago: (Ou “movimentos para visões não estáticas” – Dedicado ao amigo e poeta Argentino C … more →
Alexandra Oliveira wrote 4 months ago: Não, não durmo. Percebo-me e percebo. Quietamente viva. Como um lago que considerasse o reverso da f … more →
Alexandra Oliveira wrote 5 months ago: (ao meu amor) Assim advimos. De um só rasgo, de uma só pele, de uma só refulgência. Com um soluço, c … more →
Alexandra Oliveira wrote 6 months ago: (Carregar na imagem para visualizar em tamanho maior) - Texto, imagem e formatação © Alexandra Olive … more →
Alexandra Oliveira wrote 6 months ago: Nem é um limbo. É uma pedra, e às vezes uma flor. Uma flor com algo de pedra, rompendo de alturas co … more →
Alexandra Oliveira wrote 7 months ago: (Para o Joseph) ~ I – Caminhos na tarde Abres, na tarde, um caminho de cerejas. Podem ser poem … more →
Alexandra Oliveira wrote 7 months ago: (Para os meus amigos Jorge Vicente e Chousa de Alcandra) Não passa, o tempo. Paira, com cheiro de fr … more →
Alexandra Oliveira wrote 8 months ago: Às vezes, limito-me a colher paragens no tempo de semeados poemas ao acaso nem sei de quê. Não de mi … more →
Alexandra Oliveira wrote 8 months ago: A manhã parecia ter rolado suavemente para longe, envolta em folhas de chuva, enquanto ela flutuava … more →
Alexandra Oliveira wrote 8 months ago: I Há pequenos toques de uma desarmonia talvez harmónica; talvez aquele instante de casulo quase a de … more →
Alexandra Oliveira wrote 8 months ago: Há esta concepção de pólen entre o que os teus lábios guardam e o lóbulo da minha orelha, a milímetr … more →
Alexandra Oliveira wrote 8 months ago: Cambiantes furtados, a curva – puro descaminho de seio polido por dedos de madrugada. E o augú … more →
Alexandra Oliveira wrote 8 months ago: Há estros tão fundamentais como cores. Cismava nisso, enquanto encharcava as mãos em amarelos secos … more →
Alexandra Oliveira wrote 9 months ago: Se realmente flutuas intentos ocultos no bojo das pétalas, para mim não são, que me chegas simplesme … more →
Alexandra Oliveira wrote 9 months ago: Perpassam-me, em farrapos dispersos, na memória dos olhos. Como se fossem esquecimentos, deliberadam … more →