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	<title>paciente &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/paciente/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "paciente"</description>
	<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 17:27:38 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Carta ao Bradesco: procura-se um cardiologista! ]]></title>
<link>http://invernooanotodo.wordpress.com/?p=6</link>
<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 00:49:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>invernooanotodo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Desde o último mês, estive em três cardiologistas diferentes credenciados pelo Bradesco e estou s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o último mês, estive em três cardiologistas diferentes credenciados pelo Bradesco e estou seriamente preocupada com a qualidade de atendimento que tive.<br />
No início de junho tive uma crise de hipertensão, fui atendida na emergência do Cardiobarra, onde fui medicada e orientada a procurar meu cardiologista. Meu acompanhamento vinha sendo feito com o Dr. Júlio Lemos. Entrei em contato com ele por celular e ele me informou que estava de mudança para outro estado e eu deveria procurar um novo cardiologista. Pois bem, foi aí que começou o meu calvário, que mais parece uma tragi-comédia! Para começar a narração devo esclarecer que sou obesa há mais ou menos 10 anos<br />
Marquei uma consulta com o Dr. Roberto Guida. Ao chegar no consultório me deparei com um médico que mais parecia ser um <em><strong>pastor fanático de uma seita pró-cirurgia bariátrica</strong></em>. Imaginem que eu, abaladíssima com a minha crise de hipertensão (a primeira na vida), procuro um médico para ter algum tipo de conforto e tenho que ouvir de uma pessoa que se diz médico que, para que a minha pressão baixe, só há uma solução: cirúrgia de estômago! Sim, é verdade, foi isso que ele disse. Ele mediu minha pressão, costatou que ela ainda estava muito elevada, mas não queria me receitar remédio algum. Fez um verdadeiro sermão de como a cirurgia mudou a vida dele (com direito a levantar para dar uma voltinha e mostrar sua boa forma). Para me convencer, chegou a desafiar a citar um só obeso de 80 anos que eu conhecesse... e eu pensando que, com a pressão que eu estava, só queria chegar aos 35... No final, só me passou um combinado de medicamentos depois que eu muito insisti. Os remédios eram Aprozide 300 Mg/12,5 Mg e Concor 5 Mg. Ele me deu amostras grátis que durariam 3 dias de tratamento. Como não gostei do médico e os remédios eram muito caros, resolvi recorrer a um novo especialista.</p>
<p>Desta vez, o cardiologista escolhido foi o Dr. Paulo Moura. Como 90% das pessoas no mundo, Dr. Paulo também acha que qualquer problema que aconteça com um gordo é culpa da gordura e, por conta disso, disse que eu precisava emagrecer. Ok, qualquer pessoa minimamente normal que olhe para mim, com IMC 54 percebe que eu preciso emagrecer, mas naquele momento eu só precisava baixar a minha pressão, que andava nas alturas há uma semana. Depois do blá-blá-blá de emagrecimento, perguntei ao Dr. Moura se deveria tomar a combinação de medicamentos passada pelo Dr. Roberto Guida ou deveria seguir o que eu tomava anteriormente. A resposta do <em>ESPECIALISTA</em> não poderia ser mais leiga "tome o que vc achar melhor". Mesmo diante da minha insistência para uma escolha de remédios, não obtive resposta concreta. Saí do consultório perdida mais uma vez.</p>
<p>Eis que então minha sogra tinha uma consulta marcada com a Dra. Angélica Lourenço no dia seguinte e resolve ceder sua hora para mim. Fui muito bem atendida pela médica em questão, que finalmente conseguiu ver que, além de obesa, eu também era uma pessoa. Alterou a medicação para o remédio Lotar 100mg e pediu alguns exames complementares. O problema com a Dra Angélica começou quando eu peguei os resultados dos exames. Telefonei para o consultório para agendar meu retorno e fui informada que, independente que querer mostrar exames ou fazer primeira consulta, eu teria que marcar para o mês seguinte. Apesar de insatisfeita com a demora, marquei a hora. Hoje, um mês após realizar os exames fui levá-los para conhecimento da médica. Consulta marcada para 14h, cheguei ao local às 13h45, fui informada que não havia ninguém no consultório ainda. Permaneci EM PÉ NA PORTARIA DO PRÉDIO durante mais de meia hora até que a secretária da doutora chegasse. Quando entramos no consultório fui informada que minha consulta era um <em><strong>encaixe</strong></em> e, por isso, eu só seria atendida após a paciente marcada para 14h - vou explicar: quando marquei minha consulta não fui avisada que se tratava de um encaixe, mas independente disso analisem a situação e tirem suas próprias conclusões:</p>
<ol>
<li>médica marcou duas pacientes para o mesmo horário, 14h</li>
<li>segundo a lógica da média, a paciente menos prioritária era eu (a que só levava exames para ela ver)</li>
<li>a secretária da médica chegou ao consultório às 14h20 (com 20 minutos de atraso)</li>
<li>a paciente das 14h não havia chegado</li>
<li>Eu só seria atendida - quando a médica chegase - após esta paciente!</li>
</ol>
<p>Pois bem, a paciente das 14h chegou, a médica também (por volta de 14h30), falei pessoalmente com ela sobre o descaso de simplesmente me jogarem para depois da pessoa que chegou depois de mim quando até ela e a secretária estavam atrasadas, mas ela me deu apenas duas opções: deixar os exames para que ela analisasse sozinha ou que eu pedisse à paciente "correta" para me deixar passar a vez. </p>
<p>Acrescentei uma terceira à lista, fui embora sem atendimento e agora passo a questão ao Bradesco e pergunto, como quarta e derradeira opção: EXISTE ALGUM CARDIOLOGISTA MINIMAMENTE HUMANO, NORMAL E QUE POSSA ME ATENDER PELO PLANO?????</p>
<p>Grata pela atenção, aguardo ansiosamente por uma resposta</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Homens invadem hospital e matam paciente]]></title>
<link>http://brasilagora.wordpress.com/?p=364</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 19:19:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>baixarjogos</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dois homens invadiram um hospital em Ibiporã (391 km de Curitiba) na noite de ontem (30) e mataram ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Dois homens invadiram um hospital em Ibiporã (391 km de Curitiba) na noite de ontem (30) e mataram um paciente a tiros. Éverson Rodrigues da Costa, 30, estava internado no hospital Cristo Rei desde a última sexta-feira, quando chegou ferido à bala na perna.</p>
<p><a title="Homens invadem hospital e matam paciente" href="http://www.tudoagora.com.br/noticia/2314/Homens-invadem-hospital-e-matam-paciente.html" target="_blank"><strong>Leia a matéria na íntegra no Tudo Agora Notícias</strong></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hay que adaptarse a los pacientes que se lo merecen]]></title>
<link>http://fjnavas.wordpress.com/?p=778</link>
<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 20:40:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>fjnavas</dc:creator>
<guid>http://fjnavas.wordpress.com/?p=778</guid>
<description><![CDATA[
Adaptarse a las circunstancias
Una de las grandezas y miserias de la terapia psicológica es que el]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://www.vione.com.ar/entretenimientos/terapia.jpg" alt="" width="444" height="548" /><br />
<strong><span style="text-decoration:underline;">Adaptarse a las circunstancias</span></strong></p>
<p>Una de las grandezas y miserias de la terapia psicológica es que el terapeuta se ve enfrascado en la realidad de su paciente, de modo que los sucesos inoportunos de la vida de esta persona afectan al terapeuta. Me explico. Si al paciente con el que pasas terapia le cambian de trabajo, eso afecta al terapeuta, no directamente, pero sí <strong>indirectamente al desarrollo de las sesiones, el planning semanal de tareas, la generación de motivaciones puesta en marcha desde el comienzo de sesiones, la carga de objetivos, la relación paciente - terapeuta...</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Pacientes a los que hay que decir que no</span></strong></p>
<p>Hay pacientes que te piden una justificación o una garantía de que les podrás ayudar. A estos hay que decirles el primer día de sesión que no quieres trabajar con ellos porque si les das una garantía sólo les estarás dando un motivo para justificar que no progresan tan bien como creían <strong>(dar una garantía es muy tentador, cada paciente imagina que esa garantía le supone un efecto mágico e instantáneo en su curso terapéutico y estas expectativas jamás se cumplen).</strong></p>
<p>Existe otro caso en el que siempre digo que no quiero trabajar con un paciente. Este caso se da cuando el paciente ha dejado de venir a alguna de mis sesiones y no me ha dado un motivo justificado; o bien si me ha avisado de su ausencia en una sesión pero no se ha esforzado en cerrar una nueva fecha según mi disponibilidad. <strong>¿Traducción? Esta persona no está interesada.</strong> Esta persona no necesita terapia, no porque no le haga falta (que casi siempre es lo que necesitan) sino porque cree que no la necesita y, por tanto, acudir a terapia es una <strong>pérdida de tiempo para paciente y terapeuta</strong> porque esa persona no se esforzará en lograr un cambio, ya que según ella está bien. A estas personas hay que desecharlas, al menos, mientras mantengan un nivel de motivación tan ínfimo por los beneficios de acudir a terapia.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">A estos pacientes hay que darles todas las facilidades posibles</span></strong></p>
<p>El caso diametralmente opuesto es el del paciente que quiere acudir a terapia, que es consciente de que la necesita y que, tras un cambio repentino (lugar de trabajo, enfermedad de un familiar...) no puede acudir a terapia tal y como estaba planificada pero manifiesta la necesidad de <!--more-->no perder sesiones. <strong>A este tipo de pacientes hay que darle todas las facilidades para pasar terapia que estén en nuestra mano porque ellos mismos se autoexigen al máximo para poder acudir a las sesiones.</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">La eficacia terapéutica está al alcance del paciente que desea alcanzarla</span></strong></p>
<p>En resumen, <strong>¿eres peor terapeuta si tus pacientes te abandonan? No. ¿Eres mejor terapeuta si tus pacientes son fieles? Tampoco.</strong> ¿Quién es mejor terapeuta? En mi opinión, aquel que hace todo lo que está a su alcance y aquel que filtra a sus pacientes, es decir, que trabaja sólo con gente altamente motivada. No obstante, que tire la primera piedra el terapeuta que ha iniciado terapias a sabiendas de que esa persona no tiene la motivación necesaria pero que, de todas formas, ha intentado ayudar porque lo necesitaba.</p>
<p>Es lo que me gusta de <strong>la terapia. Es un proceso contínuo de descubrimiento propio y del paciente. Nos enseña que nunca sabremos todo.</strong> Siempre habrá pacientes que contra todo pronóstico demuestren una falta de voluntad terrible, mientras que también habrá gente que te sorprenda. Y, sobre todo, en cada proceso el terapeuta se redescubre a sí mismo y se pone en situaciones nuevas que le hacen obtener un trazo más firme sobre el trazo que es su figura profesional.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://imbraimaculadobrasilvaronil.wordpress.com/?p=5</link>
<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 19:18:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>bobdylan1</dc:creator>
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<description><![CDATA[Há alguem tempo atrás li uma sátira sobre um dentista e um governador, a comparação entre o dia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:12pt 0 0;"><span lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Há alguem tempo atrás li uma sátira sobre um dentista e um governador, a comparação entre o dia de trabalho dos dois, um na clínica odontológica e o outro no governo, enquanto um fazia implantes de dentes, o outro implantava falcatruas, enquanto um tirava a dor de dente da população, de gente comum, o outro enfiava a faca nas costas do povo. O primeiro realizava um tratamento nos pacientes, o outro tratava de roubar todo mundo.</span></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dr. House]]></title>
<link>http://darkflames.wordpress.com/?p=39</link>
<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 14:49:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>DarK FlameS</dc:creator>
<guid>http://darkflames.wordpress.com/?p=39</guid>
<description><![CDATA[House MD, ou simplesmente Dr. House, whatever, é uma série muito interessante. Aborda o tema medic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>House MD</strong>, ou simplesmente <strong>Dr. House</strong>, whatever, é uma série muito interessante. Aborda o tema medicina de forma <strong>cômica e ao mesmo tempo dramática.</strong> Levanta muitos<strong> questionamentos éticos</strong> e mostra que a <strong>maquina de ressonância magnética (MRI) é a melhor invenção do homem</strong> :P.</p>
<p><strong>A Série, em sua primeira temporada,</strong> inicia de forma simples abordando principalmente o Dr. House como <strong>um médico que não gosta de se envolver com os pacientes</strong>, mas que tenta sempre desvendar o mistério por traz de cada problema de seus pacientes. Ao longo da temporada,  é trabalhado pouco as questões dos outros personagens, mas a temporada se encerra desvendando o por quê de cada membro da equipe do House ter sido contratado. Abaixo vai o motivo da contratação e uma breve descrição dos personagens</p>
<p><strong>Dr. Foreman</strong> - Contratado por ser um ótimo médico em inicio de carreira. Ao longo da série se torna um médico muito eficiente, e é o principal a discordar de alguns métodos do Dr. House. Acaba se tornando <strong>o cara que controla os limites do Dr. House.</strong></p>
<p><strong>Drª. Cameron</strong> - Além de ser uma ótima doutora, House a contratou por ter em sua vida alguns atos de caridade excentricos (como casar com alguem simplesmente por que ele estava com cancer). É a que sempre coloca no Dr. House as partes sentimentais e éticas e <strong>é a principal responsável por tratar o emocional dos pacientes.</strong></p>
<p><strong>Dr. Chase</strong> - Contratado por que o pai dele, um famoso médico, ligou para o Dr. House pedindo que seu filho fosse contratado. É o cara que simplesmente tenta manter seu emprego, e ao longo da série <strong>é o que mais cria problemas para o Dr. House.</strong></p>
<p>Além da equipe do Dr. House, temos outros personagens importantes.</p>
<p><strong>Drª. Cuddy</strong> - A responsável pelo hospital, é a que quer que o House ande na linha, porém não tem coragem de impedí-lo por ele ter razão na maior parte das vezes. Ao longo da série é colocado seus conflitos internos como, <strong>já ter uma idade um pouco avançada, e não ter nem marido nem filho.</strong></p>
<p><strong>Dr. Wilson</strong> - O melhor amigo do House. O que tenta fazer do Dr. House alguem melhor, e o único a estar sempre por dentro do que House anda passando pessoalmente. Também é trabalhado questões como, nunca manter um casamento, e <strong>até que ponto a amizade pode ir.</strong></p>
<p><strong>Dr. House</strong> -  O ser mais sarcástico do universo. Ele é o cara que <strong>é médico não para salvar pessoas, mas sim, para solucionar as doenças.</strong> Tenta não ter um elo emocional com seus pacientes por achar que isso pode atrapalhar o diagnostico, por isso evita visitá-los.</p>
<p><strong>A primeira temporada de House</strong>, temcomo grande defeito, o fato de ninguem morrer. House, é praticamente um Deus da Medicina.</p>
<p><strong>Na segunda temporada</strong>, as questões envolvendo o relacionamento paciente-médico são mais trabalhadas, fazendo o Dr. House repensar alguns pontos de seu modo de viver. Também é mostrado mais detalhadamente o que causou o problema na perna dele e os personagens e suas influencias são mais trabalhadas além de mostrar o motivo de House ter se separado e o <strong>porque é tão forte a amizade entre House e Wilson.</strong></p>
<p><strong>A terceira temporada,</strong> coloca os <strong>problemas que House pode causar</strong>, por não tratar seriamente todos seus pacientes. Também é colocado o seu <strong>vício por Vicodim</strong> (remédio para remover a dor) em cheque, mostrando o que pode causar esse vício nele.</p>
<p><strong>A quarta e até agora ultima temporada</strong>, mostra um Dr. House que não consegue trabalhar sem sua equipe, e que tenta adquirir uma nova. <strong>Boa parte da temporada trabalha a sua contratação de novos "recrutas".</strong> Ao fim da temporada, a <strong>amizade de Wilson e House é abalada,</strong> o que deixa espaço para a proxima temporada, que estreiará em setembro.</p>
<p>Muita coisa sobre <strong>ética médica, relação médico-paciente e relacionamento profissional e pessoal, é trabalhada nesta série</strong>, o que faz dela uma série não muito tecnica e que aborda profundamente vários temas. <strong>Uma série que acaba se tornando viciante,</strong> e deixa sempre o gosto de "quero Mais". Extremamente Recomendada.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Técnica com células clonadas cura câncer avançado, dizem cientistas]]></title>
<link>http://diamondbrasil.wordpress.com/?p=395</link>
<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 12:42:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marketing Diamond Brasil</dc:creator>
<guid>http://diamondbrasil.wordpress.com/?p=395</guid>
<description><![CDATA[

Cientistas americanos afirmam que um paciente de câncer avançado ficou curado após ter sido sub]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-231 aligncenter" src="http://diamondbrasil.wordpress.com/files/2008/04/noticias_gerais.png" alt="" width="440" height="114" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-396" src="http://diamondbrasil.wordpress.com/files/2008/06/microscopio.jpg" alt="" width="400" height="246" /></p>
<h2><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">Cientistas americanos afirmam que um paciente de câncer avançado ficou curado após ter sido submetido a um tratamento com bilhões de células clonadas em laboratório.</span><!--more--></h2>
<p><span> A <span>equipe</span> do <span>Centro</span> para <span>Pesquisas</span> do Câncer Fred Hutchinson, em Seattle, <span>explicou</span> <span>ter</span> <span>usado</span> células do <span>sistema</span> imunológico do <span>paciente</span>, um <span>homem</span> <span>de</span> 52 <span>anos</span>, para <span>atacar</span> a doença, <span>que</span> <span>havia</span> <span>se</span> <span>espalhado</span> <span>da</span> <span>pele</span> para pulmões e <span>virilha</span>. </span><span>A experiência, <span>relatada</span> <span>na</span> publicação científica "New England Journal of Medicine", <span>partiu</span> <span>de</span> <span>estudos</span> <span>que</span> <span>indicam</span> <span>que</span> as células do <span>sistema</span> imunológico <span>podem</span> <span>ser</span> <span>eficazes</span> no <span>combate</span> <span>ao</span> câncer. </span></p>
<p><span> Há <span>anos</span> médic<span>os</span> vêm <span>tentando</span> <span>desenvolver</span> <span>uma</span> técnica para <span>testar</span> <span>sua</span> ação, <span>afirma</span> a <span>pesquisa</span>. </span></p>
<p><span> Os <span>cientistas</span> <span>colheram</span> <span>uma</span> <span>amostra</span> <span>de</span> células <span>brancas</span> do <span>sangue</span> do <span>paciente</span> e <span>separaram</span> as células T CD4+, <span>que</span> <span>foram</span> <span>preparadas</span> <span>especialmente</span> para <span>atacar</span> <span>uma</span> substância química <span>localizada</span> <span>na</span> superfície do tumor. </span></p>
<p><span> Em <span>seguida</span>, <span>os</span> <span>especialistas</span> <span>clonaram</span> as células <span>produzindo</span> <span>cinco</span> bilhões <span>delas</span> e as <span>injetaram</span> no <span>organismo</span> do <span>homem</span>. </span></p>
<p><span> <span>Dois</span> <span>meses</span> <span>depois</span>, <span>ultrassonografias</span> <span>revelaram</span> <span>que</span> <span>os</span> <span>tumores</span> <span>haviam</span> <span>desaparecido</span> e - <span>dois</span> <span>anos</span> <span>mais</span> <span>tarde</span> - <span>que</span> não <span>haviam</span> <span>retornado</span>. </span></p>
<p><span> As células <span>clonadas</span> <span>permaneceram</span> no <span>organismo</span> do <span>paciente</span> <span>durante</span> <span>meses</span> após o <span>tratamento</span>. </span></p>
<p><span> Os <span>cientistas</span> <span>afirmaram</span> <span>que</span> <span>esta</span> <span>foi</span> a <span>primeira</span> experiência do <span>tipo</span> em <span>todo</span> o <span>mundo</span>, mas <span>ponderaram</span> <span>que</span> a técnica <span>se</span> <span>aplica</span> <span>apenas</span> a <span>pacientes</span> com um <span>tipo</span> específico <span>de</span> <span>sistema</span> imunológico e <span>de</span> tumor, <span>podendo</span> não <span>se</span> <span>mostrar</span> <span>eficaz</span> em <span>outros</span> <span>casos</span>. </span></p>
<p><span> "Com <span>este</span> <span>paciente</span> nós <span>fomos</span> <span>bem</span>-<span>sucedidos</span>, mas <span>novos</span> <span>estudos</span> <span>ainda</span> serão necessári<span>os</span> para <span>provar</span> a eficácia <span>da</span> técnica em <span>outros</span> <span>casos</span>", <span>disse</span> o <span>coordenador</span> do <span>estudo</span>, <span>Cassian</span> <span>Yee</span>.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span>Fonte</span>: BBC <span>Brasil</span></span></p>
<p><a title="Visite o site da Diamond Brasil!" href="http://www.diamondbrasil.com" target="_blank">www.diamondbrasil.com</a><br />
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]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El Paciente Invierno]]></title>
<link>http://alberkrip.wordpress.com/?p=879</link>
<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 16:33:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alka</dc:creator>
<guid>http://alberkrip.wordpress.com/?p=879</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://alberkrip.files.wordpress.com/2008/06/cascabelliliax.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-901" src="http://alberkrip.wordpress.com/files/2008/06/cascabelliliax.jpg" alt="" width="500" height="517" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Psicólogos en el servicio de Cirugía]]></title>
<link>http://medicyafac.wordpress.com/?p=122</link>
<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 21:53:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>aldoyafac</dc:creator>
<guid>http://medicyafac.wordpress.com/?p=122</guid>
<description><![CDATA[


El abordaje interdisciplinario de la medicina es una tendencia mundial que se expande en todas la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<table style="width:486px;height:2547px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="486">
<tbody>
<tr>
<td class="noticia_desc" height="10"><img class="alignright" style="float:right;" src="http://www.duke.edu/~age2/xPsychology4a.jpg" alt="" width="207" height="277" />El abordaje interdisciplinario de la medicina es una tendencia mundial que se expande en todas las especialidades. Así, la psicología ha ingresado al equipo del servicio de cirugía. Y todo ha sido para mejor, según la especialista María Mucci y sus colegas reunidos en la IV Jornada de Psicoprofilaxis Quirúrgica realizada la semana pasada en la Facultad de Psicología de la UBA.</td>
</tr>
<tr>
<td height="5"> </td>
</tr>
<tr>
<td class="noticia_cuerpo" height="10">(<strong>Agencia CyTA, Instituto Leloir. Por Cristina Gozzi</strong>) - Afrontar una cirugía, sea programada o de urgencia, es siempre una vivencia movilizante para el paciente. En eso coincidieron los psicólogos argentinos y uruguayos (con preeminencia femenina) reunidos en la IV Jornada de Psicoprofilaxis Quirúrgica realizada en Buenos Aires el sábado 14 de junio.Conscientes de esa situación de estrés que muchas veces, comienza con los primeros estudios, hoy, psicólogos y cirujanos trabajan en equipo para hacer prevención con la mayor antelación posible.No se trata del modelo de interconsulta habitual, sino que hacemos la oferta psicológica a partir del servicio de cirugía, afirma la licenciada María Mucci, coordinadora del Equipo de Psicoprofilaxis Quirúrgica del Hospital Gral. de Agudos Dr. José María Penna de Buenos Aires. y directora del Programa de Actualización Interdisciplinaria en Psicoprofilaxis Quirúrgica -posgrado de la Facultad de Psicología de la UBA- , que organizó la Jornada.Mucci nos informa que en su servicio, pionero en la materia, hay un muy alto porcentaje de pacientes oncológicos; y que las psicólogas comparten con los<br />
cirujanos, el espacio de las recorridas de sala.Vamos con una médica clínica, un oncólogo, un infectólogo, una kinesióloga, una nutricionista y la jefa de enfermería de la sala correspondiente. Durante la presentación de los pacientes, observamos y escuchamos. Esto nos posiblita ganar tiempo para hacer el intercambio interdisciplinario con relación a las preguntas que vienen de los jefes, las sugerencias de la médica clínica y de los residentes y nuestras observaciones. Una vez que terminamos la recorrida, las cuatro psicólogas del equipo nos dividimos para entrevistar a los pacientes, relata.</p>
<p>Aceptación de la oferta</p>
<p>Nos presentamos y le preguntamos al paciente, si tiene ganas de conversar acerca de porqué está internado, qué le pasa y cómo se siente. De ese modo, tenemos un muy bajo porcentaje de rechazos. Esa es la diferencia que notamos con la interconsulta clásica, donde el psicólogo aparece por el pedido expreso de un médico o un enfermo. Admite que en esos casos, por el contrario, el rechazo suele ser algo frecuente, ya que muchos pacientes preguntan: ¿ para qué vienen, si yo no estoy loco?.</p>
<p>Los altos porcentajes de aceptación les permiten, por ejemplo, mediar respecto de la información, enterarse si el paciente considera que el médico ha sido claro o si hay algo del diagnóstico o del procedimiento quirúrgico que le suscita dudas. También detectamos conflictos o situaciones de falta de redes de apoyo familiar o social, afirma. Si la información es escasa o insuficiente, ellas hacen de puente entre el médico y el paciente y le piden al cirujano que dedique al enfermo cinco minutos más para esclarecerlo.</p>
<p>Mucci reconoce las dificultades de comunicación que existen entre médicos y pacientes. Los ingleses tienen armado un protocolo para informar los diagnósticos y las indicaciones terapéuticas. Consta de seis pasos a seguir, uno en cada sesión, donde se abordan preguntas y respuestas previstas. Así, se brinda un tiempo de reflexión para que el paciente elabore la situación entre uno y otro encuentro. De alguna manera, esto se está haciendo en el país en el Hospital Garrahan, adecuado al trabajo con los padres y con los chicos. Hay que pensar que a veces, los niños pasan un largo período en una lista de espera y hay que hacer un extenso trabajo de prevención, diferente al de la etapa de internación, aclara la especialista.</p>
<p>Si bien la entrevistada reconoce que es conveniente que al menos, dos o tres entrevistas precedan al acto quirúrgico, admite que muchas veces, la urgencia no lo permite. En ese caso, la oferta se hace ni bien se internan y sigue durante el post-operatorio. En general, rápidamente, establecemos un vínculo y muchos nos comentan cuestiones de su íntima historia personal , relata Mucci. Y reconoce que la demanda se va construyendo a través del tiempo. Tenemos muchos pacientes que, independientemente de la enfermedad, de la cirugía y del tratamiento, siguen haciendo psicoterapia en el consultorio externo, confiesa.</p>
<p>Dilución del miedo</p>
<p>María Mucci sostiene que los miedos y las preocupaciones que siente el paciente se modifican constantemente de acuerdo con la enfermedad y con la evolución que tengan. Por ejemplo, el miedo al dolor se va a constituir en una dimensión crítica en el post-operatorio y habrá que apelar a los recursos de la medicina y de la psicología para atenuarlo, sostiene. Pero, en el pre-operatorio, los miedos son necesarios, normales y esperables. Hay algunos básicos: el miedo al diagnóstico, a la anestesia, al dolor, a morir en o por la operación y al futuro - que podría englobar a todos los otros, afirma la entrevistada.</p>
<p>En lo que al diagnóstico atañe, Mucci reconoce que hay una tendencia a decirle la verdad al paciente, salvo que exprese que no quiere enterarse. Tiene tanto derecho a saber como a no saber, si esa es su voluntad manifiesta, aclara.</p>
<p>No obstante, sean informados con más o menos rigor, todos los enfermos, a partir de que reciben el diagnóstico, comienzan a hacer un trabajo interno en soledad. Se trata del rabajo de preocuparse - que fue descripto en la década del 50, por Irving Janis, un psicólogo inglés, quien había trabajado con pacientes afectados por heridas graves durante la segunda guerra mundial. Este trabajo de preocuparse sería una forma de autopreparación que posibilita tomar acciones eficaces ante el estresor, antes de enfrentar el peligro de la operación, explica Mucci. De allí que Janis planteara que no todos los pacientes necesitan psicoprofilaxis quirúrgica, sino aquellos que manifiestan altos niveles de ansiedad, cuyos miedos están muy exacerbados, tienen fantasías de muerte y hasta declaran que creen que van a morirse.</p>
<p>Si bien, de acuerdo con el estado general del paciente, ese temor puede tener visos de racionalidad, muchas veces, puede estar cargado con grandes cuotas de irracionalidad. No obstante, hasta que el paciente no nivela ese temor a algo tolerable para sí mismo, hasta que no puede expresar en palabras que va a afrontar la situación quirúrgica, si su condición clínica lo posibilita, pedimos la postergación de la cirugía porque la consideramos riesgosa, afirma la especialista.</p>
<p>Según su experiencia con enfermos oncológicos, Mucci admite que el paciente llega a ser consciente de su terminalidad. En esos casos, el rol activo del psicólogo se observa en su capacidad de crear una atmósfera de empatía, que le permita ofrecer alivio.</p>
<p>A veces, la familia niega la proximidad de la muerte. Pero esa negación, que actúa como un mecanismo de defensa, les permite seguir afrontando la circunstancia De lo contrario, correrían el riesgo de desmoronarse. Por eso, en fases terminales, es importante armar una buena red de apoyo para que no haya un único cuidador principal. Es necesario que los familiares se distribuyan las tareas. Muchas veces, en esa instancia, nuestra misión, es ayudarlos a organizarse. No es que no sepan hacerlo, sino que no están en condiciones emocionales para hacerlo, reconoce la psicóloga, quien ha condensado su experiencia en la materia en su libro Psicoprofilaxis quirúrgica - Una práctica en convergencia interdisciplinaria.</p>
<p>Mucci reconoce que la modalidad de trabajo varía de una institución a otra, pero resalta que los benéficos resultados obtenidos son un estímulo para que la práctica se extienda cada vez más. Imbuida de optimismo, concluye: “Contamos con un capital psíquico del cual muchas veces, no tenemos conciencia”. </p>
<p>– EL DESAFÍO DE LA PSICOPROFILAXIS QUIRÚRGICA -</p>
<p>(<strong>Agencia CyTA, Instituto Leloir. Por C.G.)</strong> - “Las intervenciones quirúrgicas siempre implican un riesgo y van a producir una consecuencia mediata o inmediata”, sostiene la doctora María del Carmen Vidal y Benito, psicóloga y psiquiatra, coordinadora de interconsulta del CEMIC y oradora en la IV Jornada de Psicoprofilaxis Quirúrgica realizada el sábado 14 de junio en la Facultad de Psicología de la UBA.</p>
<p>“Para cada uno, la intervención quirúrgica tiene un significado propio, que dependerá de la historia individual y familiar, del momento de la vida en que uno está inmerso, del tipo de cirugía, de la cultura y de la sociedad en que uno vive”, agrega Vidal.Y sostiene que sobre la base de ese significado, uno puede tomarlo como un desafío, una amenaza o una pérdida.Es a partir de ese significado que los psicólogos elaboran estrategias para abordar la situación.</p>
<p>Vidal afirma que frente a un diagnóstico grave y al trauma de la cirugía inminente, las respuestas son muy variables. “Puede haber sobreadaptación –adecuación exagerada a la realidad-, resignación, sometimiento, fatalismo, ausencia de lucha y pasividad; o puede llegar a superarse el funciomiento psicosocial. Es el caso de las personas que aprenden a ser mejores con la desgracia. Se habla de adaptación positiva. Y de adaptación resiliente y del florecimiento psicológico, cuando hay una superación”, acota.</p>
<p>Además, aclara que la resiliencia es esa capacidad humana para sobreponerse, para ser fortalecido y transformado por experiencias de adversidad. “Ser resiliente significa tolerar la incertidumbre y crecer hacia algo nuevo”, afirma.</p>
<p>La especialista reconoce que en la resiliencia hay cambios en uno mismo, en la escala de valores, en la red social de apoyo y en las relaciones interpersonales. “El trauma quirúrgico determina la escisión del aparato psíquico. La psicoterapia sutura esa escisión”, sostiene. Y agrega: “Funciona porque el paciente mejora sus vínculos”.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El autoengaño en el paciente]]></title>
<link>http://fjnavas.wordpress.com/?p=696</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 22:05:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>fjnavas</dc:creator>
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<description><![CDATA[Cuando una persona acude a consulta (llamémosle a partir de ahora &#8220;paciente&#8221;, en mi ca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Cuando una persona acude a consulta (llamémosle a partir de ahora<span style="color:#800000;"> <strong>"paciente"</strong></span>, en mi caso un término totalmente más que adecuado porque es rara la  ocasión en que el paciente acude a su cita conmigo y no ha de esperar a que termine con la consulta anterior en la que me he alargado más de la cuenta) ha de llegar <strong><span style="color:#800000;">extramotivada por salir de su problemática.</span></strong></p>
<p><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://estaticos03.cache.el-mundo.net/magazine/num130/imagenes/amorf.jpg" alt="" width="98" height="99" /></p>
<p>Esta dosis de motivación nace del alto grado de <span style="color:#800000;"><strong>incapacidad para disfrutar de su día a día</strong> </span>por el que atraviesa. A veces el paciente sabe qué le pasa ("ansiedad" es un término muy frecuente en labios del paciente) y en otras lo desconoce. Igualmente, siempre es labor del terapeuta hilar todos los acontecimientos para no explicar el por qué sucede sino cómo superarla.</p>
<p><strong><span style="color:#800000;">Creo en la capacidad terapéutica de las personas.</span></strong> Es algo que veo a diario. No obstante, también creo en los <span style="color:#800000;"><strong>autoboicots</strong> </span>que cada uno de nosotros mismos realizamos día a día. Sin ir más lejos, muchos pacientes acuden a consulta buscando una excusa para no cambiar y un culpable en el que personalizar este <span style="color:#800000;"><strong><em>no cambio</em></strong>,</span> que suele ser el psicólogo.<!--more--></p>
<p><strong><span style="color:#800000;">Cuando un paciente te pide garantías de que saldrá de su situación te está responsabilizando de su día a día. Te está haciendo responsable de su cambio y ahí es donde está la trampa. </span></strong>Si le dices a un paciente que le garantizas la sanación, le estás dando carta blanca para que a su criterio (tras 2, 3 ó 4 sesiones) autoconcluya que la terapia no tiene resultados porque no ha remitido su dolencia y, por ende, tiene la excusa perfecta para dejar una terapia que no evoluciona en pos de alcanzar metas terapéuticas.</p>
<p>En resumen, hay psicólogos buenos y malos y pacientes cobardes. Mi consejo para el lector es que, según corresponda, <span style="color:#800000;"><strong>sea un psicólogo bueno (y comedido) y un paciente valiente (y responsable).</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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<item>
<title><![CDATA["Dejar el manicomio no es una locura"]]></title>
<link>http://blogiii.wordpress.com/?p=70</link>
<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 01:46:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>noticiasvaras</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sobre un total de 1300 pacientes, ya se externaron 200. Siguen el tratamiento con su familia o en ca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre un total de 1300 pacientes, ya se externaron 200. Siguen el tratamiento con su familia o en casas de medio camino.</p>
<p><a href="http://www.pagina12.com.ar/diario/sociedad/3-70254-2006-07-21.html">http://www.pagina12.com.ar/diario/sociedad/3-70254-2006-07-21.html</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Psicología para la enfermedad que da más miedo]]></title>
<link>http://fjnavas.wordpress.com/?p=617</link>
<pubDate>Wed, 28 May 2008 21:07:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>fjnavas</dc:creator>
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<description><![CDATA[En las esquelas de aquellos que no logran superar su batalla contra el cáncer, es raro que se menci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>En las esquelas de aquellos que no logran superar su batalla contra el cáncer, es raro que se mencione éste como causa de su muerte. El eufemismo “una larga y penosa enfermedad” sustituye con frecuencia a un término del que, según parece, todos quieren huir.</p>
<p>Sin embargo, más allá de los médicos que consiguen a diario que el cáncer sea curable en más del 50% de los casos (y en más del 90%, dependiendo del subtipo), otros profesionales no sólo no eluden la enfermedad oncológica, sino que se especializan en ella.</p>
<p> </p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.publico.es/resources/archivos/2008/5/28/1212002482370MASTERdn.jpg" alt="" /></p>
<p>El origen de la psicooncología se remonta a la década de los cincuenta. Según explica la especialista del <a href="http://www.madrid.org/cs/Satellite?pagename=HospitalGregorioMaranon/Page/HGMA_home" target="_blank">Hospital Gregorio Marañón</a> y presidenta del próximo congreso mundial de la especialidad, María Díez Trill, surgió tras el estudio del impacto psicológico de las amputaciones de pecho, único tratamiento disponible entonces para el cáncer de mama.<!--more--></p>
<p>Cuando años más tarde se comparó el impacto entre la mutilación y la extirpación selectiva del tumor –la opción conservadora que permite a la paciente mantener el pecho–, se vio que una decisión no perjudicaba más que otra en el campo psicológico. “La mejor adaptación se daba en las mujeres que estaban bien informadas sobre las dos alternativas”, subraya Díez Trill.</p>
<p>La elección de Madrid como sede del <a href="http://www.ipos-society.org/ipos2008/" target="_blank">X Congreso Mundial de Psicooncología</a> –que tendrá lugar entre los próximos 9 y 13 de junio– es una suerte de reconocimiento a una disciplina de la que, desgraciadamente, no todos los pacientes de cáncer se pueden beneficiar. La razón es, tal y como subraya el psicólogo del Servicio de Hemato-Oncología del <a href="http://www.madrid.org/cs/Satellite?language=es&#38;pagename=HospitalLaPaz%2FPage%2FHPAZ_home" target="_blank">Hospital La Paz de Madrid</a>, Javier Barbero, que “el sufrimiento no está dentro de la cartera de servicios del sistema, está la patología”. Añade Díez Trill: “Se favorece poco desde los altos niveles”.</p>
<p>Se calcula que en el país existen más de 400 psicooncólogos. Un porcentaje importante ha pasado por las aulas del único título oficial de <a href="http://www.ucm.es/info/psclinic/masters/psicooncologia/" target="_blank">magister </a>para formarse en la especialidad: el que, dirigido por José Antonio Cruzado, se imparte en la Facultad de Psicología de la Universidad Complutense de Madrid.</p>
<p>En una de las clases de los alumnos de segundo curso, 30 licenciados en Psicología creen en la importancia de incluir esta disciplina en el tratamiento integral del cáncer. El profesor Barbero, que atiende a diario a pacientes de cáncer de sangre (como la leucemia), les traslada su experiencia durante ocho horas.</p>
<p>Algunos de los alumnos ya ejercían como psicooncólogos antes de formarse específicamente para ello, pero todos han tenido oportunidad de hacerlo en las prácticas incluidas en el máster. Por eso, en las clases se recogen ejemplos reales.</p>
<h3><strong>Ejemplos prácticos</strong></h3>
<p>El profesor Barbero hace, en un improvisado <em>role-play</em>, de psicooncólogo de una paciente de cáncer a la que su médico ha comunicado que no hay más terapias disponibles para ella. La falsa paciente es una joven alumna tan metida en su papel que apenas puede contener las lágrimas en su actuación con el profesor.</p>
<p>Barbero introduce un asunto incómodo, como es sugerir a alguien hacer el documento de últimas voluntades. “Una de mis pacientes estaba en tu misma situación”, dice Barbero a la alumna para introducir el doloroso tema.</p>
<p>Sin mencionar en ningún momento la palabra muerte, el profesor ofrece como ayuda psicológica a una enferma dejar constancia de lo que quiere que suceda con su familia una vez que ella falte. Esto, explica, le permitirá abordar una situación real con la que no quiere abrumar a su familia.</p>
<p>Pero, ¿por qué una rama específica para la oncología y no para otras enfermedades? Según María Díez Trill, “el hecho de que exista la psicooncología no quiere decir que no se necesite para otras especialidades médicas también”.</p>
<p>Cruzado, por su parte, lo tiene claro: “Es la enfermedad más temida. Aunque ahora es falso, la gente asocia el diagnóstico de cáncer a muerte. Además, tenemos el problema de la calidad de vida; en España, habrá cerca de un millón de supervivientes de cáncer, que también tiene necesidad de ayuda psicológica por los problemas de adaptación que les supone la enfermedad”.</p>
<p>Otra característica que hace del cáncer una patología que necesita de especial apoyo psicológico es la larga duración de los tratamientos.<br />
Pero el campo de la psicooncología va más allá de los enfermos. Como señala Díez Trill, “uno de sus múltiples roles es entrenar a médicos sobre, por ejemplo, cómo tratar a un enfermo moribundo o cómo responder a preguntas difíciles”.</p>
<p>¿Existe la fórmula mágica? Para Díez Trill, no: “Hay que hacer uso de la empatía y la escucha activa; no es fácil, porque no sólo es oír lo que los pacientes dicen con las palabras, sino también lo que expresan sin ellas”.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[¿Nos estamos moviendo en la misma dirección que la realidad?]]></title>
<link>http://farmaciareig.wordpress.com/?p=148</link>
<pubDate>Sat, 10 May 2008 09:55:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>ovidiov</dc:creator>
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<description><![CDATA[El otro día ya comenté lo agradecido que estaba a Gorki, por su crítica constructiva sobre mi blo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>El otro día ya <a href="http://lafarmaciadevecindario.com/2008/05/05/ordenando-un-poco/">comenté</a> lo agradecido que estaba a <a href="http://felixmaocho.wordpress.com/2008/05/09/videojoyas-honda-acord/">Gorki</a>, por su crítica constructiva sobre mi blog (sigo pensando en como mejorar la accesibilidad a la hemeroteca), pero en su comentario en el el blog de <a href="http://www.enriquedans.com/2008/05/cbo-chief-blogging-officer.html">Enrique Dans</a>, dejaba otra pregunta muy interesante sobre si era rentable o no para una farmacia tener un  blog.</p>
<p>Desde que blogueo intensamente aquí, económicamente mis únicas inversiones con dinero han sido la compra de dominios, mientras que la mayor inversión real es el tiempo que le dedico a bloguear y a leer feeds relacionados con la salud y la industria farmacéutica, en todos sus sentidos.</p>
<p>Uno empieza a <a href="http://www.enriquedans.com/2008/03/hablando-sobre-blogs-en-expansion.html">ser bloguero</a> cuando lee blogs, pero en un primer momento mis lecturas de blogs iban orientados a estar al día en temas de tecnología, luego, temas de de gestión empresarial como recursos humanos, luego mis hobbies, como el golf, el marketing , pero el verdadero cambio en mi lectura de feeds, se ha producido al empezar a escribir mi propio blog del mundo de la faramacia. Una buena ayuda ha sido <a href="http://www.alltop.com">Alltop</a> de <a href="http://www.visualcv.com/guykawasaki">Guy Kawasaki</a>, y a raíz de alltop, comenzó una "cascada de feeds", es decir, leo un blog sobre un tema que me gusta, luego empieza a leer, los que le gustan a quien te gusta, y el fenómeno se repite....</p>
<p>Para hablar de rentabilidad de blog, tendríamos que definir la propia rentabilidad. Si la rentabilidad que le pido al blog, es que lo lean mis clientes y que estos vengan en masa a mi farmacia, os puedo asegurar que por lo que me cuenta <a href="http://www.statcounter.com/">statcounter</a>, el blog es un aunténtico fiasco, ya que la lectura  de mi blog por personas que estarían dentro de área de influencia de la farmacia, es francamente insignificante.</p>
<p>Mi visión sobre la rentabilidad de este blog, está más ligada a la calidad del servicio que nuestro equipo en la farmacia es capaz de ofrecer ahora que soy bloguero farmacéutico. Tengo acceso a mucha más información fresca, de la que tenía antes, la mayor parte de esa información llega a nuestro equipo de auxiliares y farmacéuticos, por lo que la tienen disponible cuando sea necesario. La corta experiencia, ya me dice que eso es así y a largo plazo creo que será una necesidad para todas las farmacias. En cierto modo, mi padre blogosférico, Enrique Dans, siempre ha dicho el paradigma que ha supuesto las nuevas tecnologías como profesor: <em>"asumir que el alumno y no el profesor , es el que tiene la mejor información o la más fresca"</em></p>
<p>Quizás ese paradigma no ha llegado a la farmacia, porque nuestro cliente de ahora, no accede a las nuevas tecnologías como lo hace un alumno de una escuela de negocios como el <a href="http://www.ie.edu">IE</a>, pero llegará un día, en donde ese paradigma nos lo encontremos en la farmacia,  tenemos que estar preparados,  en estos momentos, creo que el ser bloguero farmacéutico esta ayudando a nuestro equipo y a mi, a estar más preparados. A lo mejor soy un incomprendido por mis compañeros de profesión, lo cual sería un gran sígno de que algo está cambiando y que ese es el camino o quizás no sea la mejor implementación posible, pero si que creo que es el curso de formación más amplio, más rentable y más barato que he cursado en toda mi vida, y que en el peor de los casos, no creo que esté haciendo ningún daño ni a mi persona ni a nuestra farmacia. La realidad se está moviendo, nosotros también, esperemos que por lo menos hayamos elegido la misma dirección.</p>
<p>Hasta ahora he dado la explicación más racional posible para ser bloguero farmacéutico, pero otra razón de peso para hacerlo, es que siento que tengo que estar haciendo esto sin medir los resultados a corto plazo, y que el tiempo me dirá la lógica o la sin razón de todo esto, como explicaba <a href="http://youtube.com/watch?v=D1R-jKKp3NA">Steve Jobs en Standord</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Necrofilia en plena acción]]></title>
<link>http://crapitolio.wordpress.com/?p=701</link>
<pubDate>Thu, 08 May 2008 06:20:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>actonauta</dc:creator>
<guid>http://crapitolio.wordpress.com/?p=701</guid>
<description><![CDATA[Amonos, en plena autopsia cachan al tipo poniendose guapo con la recien llegada:
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Sigue leyendo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Amonos, en plena autopsia cachan al tipo poniendose guapo con la recien llegada:</p>
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<h1 style="text-align:center;"><a href="http://crapitolio.com/2008/05/08/necrofilia-en-plena-accion/" target="_self">Sigue leyendo acá</a></h1>
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<p style="text-align:center;"><a href="http://crapitolio.files.wordpress.com/2008/05/necrofilia.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-714 aligncenter" src="http://crapitolio.wordpress.com/files/2008/05/necrofilia.jpg" alt="" width="468" height="314" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://crapitolio.files.wordpress.com/2008/05/necrofilia2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-715 aligncenter" src="http://crapitolio.wordpress.com/files/2008/05/necrofilia2.jpg" alt="" width="468" height="315" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://crapitolio.files.wordpress.com/2008/05/necrofilia3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-716 aligncenter" src="http://crapitolio.wordpress.com/files/2008/05/necrofilia3.jpg" alt="" width="468" height="316" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://crapitolio.files.wordpress.com/2008/05/necrofilia4.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-717 aligncenter" src="http://crapitolio.wordpress.com/files/2008/05/necrofilia4.jpg" alt="" width="468" height="311" /></a></p>
<p>A lo mejor la mujer regresará del más alla para patearle las bolas a ese <strong>necrófilo</strong>.</p>
<p>He aquí un artículo donde podrán aprender un poco sobre la <a href="http://crapitolio.wordpress.com/2008/01/22/pedofilia-necrofilia-y-demas-parafilias/" target="_blank">necrofilia y otras parafilias</a>.</p>
<p>Enlace: <a href="http://www.blogdeminah.com/2007/10/18/fotos-de-necrofilia/" target="_blank">Blog de Minah</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A PACIENTE]]></title>
<link>http://fragmentosdetempo.wordpress.com/2008/05/04/a-paciente/</link>
<pubDate>Sun, 04 May 2008 05:45:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Roldão</dc:creator>
<guid>http://fragmentosdetempo.wordpress.com/2008/05/04/a-paciente/</guid>
<description><![CDATA[
O médico toca com os dedos a barriga da mulher grávida. Seus olhos cruzam com os da paciente por ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://fragmentosdetempo.files.wordpress.com/2008/05/vidroa.jpg"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://fragmentosdetempo.files.wordpress.com/2008/05/vidroa-thumb.jpg" border="0" alt="vidroa" width="240" height="160" /></a></p>
<p align="justify">O médico toca com os dedos a barriga da mulher grávida. Seus olhos cruzam com os da paciente por alguns instantes. Ela parece estar bem de saúde; e também o bebê. A mulher segura a mão do médico, separa-lhe os dedos e entrelaça com os seus: «Doutor, uma vida quer rebentar de dentro de mim».</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Los nuevos residentes]]></title>
<link>http://cesarinterna.wordpress.com/?p=28</link>
<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 12:16:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>ceshencam</dc:creator>
<guid>http://cesarinterna.wordpress.com/?p=28</guid>
<description><![CDATA[Ya se acaba mi segundo año de residencia y se vienen los nuevos residentes. Como el año pasado, ha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ya se acaba mi segundo año de residencia y se vienen los nuevos residentes. Como el año pasado, hay una serie de charlas informativas y un curso de urgencias bastante completo. Recuerdo que cuando entré en la residencia no tuve la oportunidad de recibir la charla porque empezé la residencia con un retraso de 2 semanas. Asi que la escuché cuando era R2. Es curioso ver la cara de asombro de algunos residentes pequeños al estar en las charlas. Esa cara algunas veces cambia de expresión al de agobio cuando se empiezan las guardias en sala A y esas mismas caras cambian a una expresión de pánico cuando empiezan las guardias de planta. A todo esto debo aconsejar a los pequeños que las urgencias siempre han sido las mismas y los residentes siempre pasan por lo mismo. El que mejor se adapta es el que t¡mejor sale parado de la experiencia. Algunas residentes sueltan las primeras lágrimas cuando se ven agobiadas por el estrés de las urgencias. Mi mejor consejo es que pidan ayuda y llamen a los supervisores porque comerse el marrón solo no vale la pena.</p>
<p>Siempre existe una gran expectativa por los residentes pequeños. Lo importante para los residentes mayores, por lo que he visto, es saber que tipo de personalidad tiene el pequeño. Esto se resume en lo siguiente: cuan trabajador, inteligente, eficiente, emprendedor, socialmente aceptable y comprometido con el equipo puede ser un pequeño. No importa que sepa mucho, porque lo que no sabe lo aprenderá</p>
<p>Lo que un pequeño espera de sus residentes mayores es cuan trabajador, inteligente, planificador, socialmente aceptable, paciente y docente puede ser. Los dos últimos creo que son vitales para el pequeño porque gran parte de lo que aprenda se lo deberá a sus residentes mayores.</p>
<p>Mi mejor recomendación para un residente pequeño es que aprenda todo lo que pueda, trabaje todo lo que pueda y pregunte o pida ayuda siempre. Nadie nace sabiendolo todo y para reconocer que no sabemos algo hay que tener un poco de humildad y tener la disposición de aprender. Un consejo aunque sea de un conejo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gajes del oficio]]></title>
<link>http://cesarinterna.wordpress.com/?p=26</link>
<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 06:45:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>ceshencam</dc:creator>
<guid>http://cesarinterna.wordpress.com/?p=26</guid>
<description><![CDATA[Titulo este post a propósito de algunas situaciones divertidas, emocionantes y algunas veces agobia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Titulo este post a propósito de algunas situaciones divertidas, emocionantes y algunas veces agobiantes que me ha tocado vivir como residente en España.</p>
<p>Divertidas hay muchas, como las veces que me toca estar en UPA (unidad de primera asistencia) y me toca ver a pacientes en urgencias con las siguientes historias: "Doctor tengo un dolor de tripa de tiempo atrás (al preguntar son 7 meses de evolución) y me dije que de hoy no pasa" Claro, son 7 meses de dolor post-prandial asociado a flatulencia y tenia que venir el día que estaba de guardia para contarme el rollo de que no pudo ir a su médico de cabecera porque no le apetecia...</p>
<p>Otra situación que me parece divertida es que muchos pacientes al preguntar por la analitica que se les toma en urgencia preguntan: "¿Doctor y el colesterol?". Como si la Urgencia fuera la consulta del médico de cabecera. Es que creo que muchos pacientes piensan eso y por eso la Urgencia se satura y estamos atendiendo a las 18 horas o mas a un paciente que viene a las 13 horas. Con razón se quejan de que la seguridad social es una mierda.</p>
<p>No faltan los pobres vagabundos que llegan a urgencias en invierno simulandon cualquier cosa para pasar al noche en urgencias donde encuentran abrigo y cobijo. No tengo problem en que los vagos vayan a pasar la noche en urgencias porque entiendo que el frio es terrible en madrid pero que no me cuenten historias porque la mayoria me las se. Aunque nunca se sabe. Una tarde me llegó a la UPA un vagabundo que acostumbraba a dormir en el aeropuerto y que venia poruqe no podía caminar. Llegó traido por una ambulancia con una maleta con su ropa porque me decía que no podía valerse por sí mismo si no podía caminar y quería que lo internen o lo lleven a algún albergue. Estando en la silla de ruedas le pedí que se pusiera de pie. Me sorpendió el dolor que le producía incorporarse y al inicio pensé que simulaba para que lo ingrese. Al lograr a duras penas, por mi insistencia, que se pusiera de pie, descubrí un hematoma en la cara interna de su muslo derecho. La pregunta era obvia: ¿como se había hecho ese hematoma? El paciente me confesó que hacía una semana, al pasar la noche en un cajero, entraron unos delincuentes al cajero y le dieron una paliza. El paciente se quejó toda la semana de dolor en la pierna derecha y un dia antes de que lo viera, fue a un hospital por dolor donde le realizaron una radiografia y le dieron de alta. Le pedí una analítica y una radiografia de pelvis y le dije al celador que primero lo lleve a rayos porque si se empieza por la analitica, el celador se lleva a otros pacientes y puede pasara mucho tiempo hasta que regrese (ya conozco a mi gente). El paciente no regresó de rayos. El técnico al hacerle la radiografía se lo comunicó de inmediato al traumatologo y me fue a buscar para perdirme información del paciente porque tenia una fractura desplazada de cadera derecha y se iba a quedar ingresado con los traumatólogos. Las cosas no son siempre las que parecen.</p>
<p>Las gestantes que no son gestantes son otra historia. Una vez atendí una niña de 16 años (aunque quieran parecer mayores son niñas y actúan como tal) colombiana que venía por dolor abdominal. La pregunta de ley que siempre se hace (y no ser por que carajo la hacemos porque la respuesta siempre es la misma) es : ¿hay alguna posibilidad de que este embarazada? La respuesta esperada es: "no doctor, claro que no". Algunas veces se reponde por lo siguiente: "doctor nos cuidamos" o "siempre usamos el preservativo o la pildora"...etc, etc. La respueta de esta niña fué "no porque ya no tengo pareja y mi fecha de ultima regla fue hace una semana"...que sospechoso no?. Le pedí una beta hCG y estaba por los cielos. Diagnóstico: gestante despistada. La llevé a ginecologia.</p>
<p>Mi otra despistada estrella fué una chica de 32 años, dominicana que venía por dolor abdominal. Esta chica no era como la otra. Realmente se le veía en mal estado general, diaforetica y tenía un abdomen en tabla. Me dijo la respuesta esperada a la pregunta de siempre: "no doctor hace una seman tuve la regla y nos cuidamos con preservativo". Le pedí una beta hCG y le pedí a la cirujana que le hechara un vistazo. Al valorarla la cirujana me refirió que se lo llevaba a sala porque tenía un abdomen quirúrgico. Llegó la beta que estaba por los cielos y la llevamos de inmediato al ginecólogo con el diagnóstico de sospecha de embarazo ectópico el cual fué confirmado posteriormente en sala de operaciones.</p>
<p>Una experiencia realmente estresante fue una guardia de sala B. A veces pienso que el estrés llama a mi puerta. Ya me han dicho que mis guardias son malas y que tengo mala suerte porque atraigo pacientes "complicados". Para los que no saben cómo son las guardias de Sala B paso a explicarlo a continuación. En el Clínico tenemos una Sala B que es una sala de observación, en la que pasan pacientes de Sala A (sala de agudos  lentos) o de la Unidad de Primera Asistencia (UPA) que en otros hospitales llaman sala de rápidos (porque son pacientes que no están graves y prefieren ir a urgencias en vez de ir a sus médicos de cabecera, haciéndonos perder el tiempo y contribuyendo a que pacientes realmente mal la pasen peor en urgencias esperando que se les atienda o esperando el resultado de analíticas). Los pacientes que están en la Sala B se les da de alta o pasan a planta. La otra paticularidad de la Sala B es que la guardia empieza a las 15:00 horas y termina a las 8 del día siguiente, pero tradicionalmente no llaman desde las 00:00 horas por lo que son 8 horas en que se puede descansar con la tranquilidad de que las enfermeras no llamarán (a no ser que ocurra una catastrofe). Ese día llegué a las 15:00 horas y el adjunto se iba a comer. Esa mañana había sido especialmente liada para el adjunto y había tenido que dar altas y pedir analíticas y le quedaba aún trabajo. A las 15:30 horas un paciente empezó con dolor abdominal y fuí a valorarlo. Todo estaba bien hasta ese momento. El paciente refería un dolor abdominal muy intenso en mesogastrio tipo pinchazo irradiado a espalda de severa intensidad y asociado a hipotension: 80/0, diaforesis, pálidez. Le pedimos una analítica le pasamos hemoce y salino y remontamos la tensión a 90/40 y le pedí una radiografia de abdomen y torax. Mientras tanto me leia su historia, descubrí que este paciente habia ingresado con una historia de 7 dias de dolor abdominal. Parecía extraño que empezara con más dolor e hipotensión. Le hizimos la radiografía y no se veía el psoas izquierdo. En uno de los informes de un ingreso pasado se mencionaba el antecedente de aneurisma abdominal. Creo que el diagnóstico ya estaba cantado. Llamé al laboratorio para que me diga la Hgb y había caido de 9 a 5 por lo que llamé inmediatamente al radiólogo para solicitar un TAC de abdomen con la sospecha de aneurisma roto. Mi adjunto ya había llegado y  lo pasamos corriendo al TAC. El diagnóstico se confirmó y pasó a UVI y después a sala de operaciones. El que me diga que Sala B es siempre una guardia tranquila no le creo.</p>
<p>En fin, hay muchisimas más anécdotas que contar y conforme vaya pasando el tiempo estoy seguro que habrá más gajes que contar.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Informações sobre Admissão]]></title>
<link>http://sah4.wordpress.com/?p=53</link>
<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 21:56:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>reginaldojr</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Criamos um módulo que pode ser usado, principalmente, pelo setor de informações de um estabeleci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sah4.wordpress.com/files/2008/04/adminfo.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-52" src="http://sah4.wordpress.com/files/2008/04/adminfo.png" alt="" /></a></p>
<p>Criamos um módulo que pode ser usado, principalmente, pelo setor de informações de um estabelecimento de saúde. Neste módulo pode-se efetuar busca de pacientes pelo nome, registro, nº da admissão, RG, CPF, CNS e data de entrada. Uma tela com várias informações sobre a admissão será exibida após a seleção do paciente. Informações sobre anamnese, internamento, leito, ocorrência, etc. pode ser vista.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[[+] Erraram na dose da anestesia!]]></title>
<link>http://tvmundu.wordpress.com/?p=430</link>
<pubDate>Thu, 10 Apr 2008 18:14:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Agência MundU!</dc:creator>
<guid>http://tvmundu.wordpress.com/?p=430</guid>
<description><![CDATA[
Futuros médicos, e se o paciente espirrasse durante sua complicada cirurgia? Erraram na dose da an]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/aLEPPWOn7YI'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/aLEPPWOn7YI&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><span>Futuros médicos, e se o paciente espirrasse durante sua complicada cirurgia? Erraram na dose da anestesia!<br />
</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Victoria para quienes perseveran]]></title>
<link>http://artenara.wordpress.com/?p=248</link>
<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 23:12:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>artenara</dc:creator>
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<description><![CDATA[ Iniciar una obra es cosa relativamente fácil, basta con avivar un poco la lumbre del entusiasmo.
 ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span> </span>Iniciar una obra es cosa relativamente fácil, basta con avivar un poco la lumbre del entusiasmo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span> </span>Perseverar en ella hasta el éxito, es cosa diferente; eso ya es algo que requiere continuidad y esfuerzo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span> </span>Comenzar está al alcance de los demás, continuar, distingue a los hombres de carácter.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span> </span>Por eso la médula de toda obra grande --desde el punto de vista de su realización práctica-- es la perseverancia, virtud que consiste en llevar las cosas hasta el final.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span> </span>Es preciso, pues, ser perseverante, formarse un carácter no sólo intrépido, sino persistente, paciente, inquebrantable.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span> </span>Sólo eso es un carácter.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span> </span>El verdadero carácter no conoce más que un lema: la victoria.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span> </span>Y sufre con valor, con serenidad y sin desaliento, la más grande de las pruebas: la derrota.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span> </span>La lucha tonifica el espíritu, pero cuando falta carácter, la derrota lo reprime y desalienta.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span> </span>hemos nacido para luchar.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span> </span>Las más grandes victorias corresponden siempre a quienes se preparan, a quienes luchan y a quienes perseveran.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sonda de Crawford]]></title>
<link>http://oftalmo.wordpress.com/?p=17</link>
<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 15:06:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>medtec</dc:creator>
<guid>http://oftalmo.wordpress.com/?p=17</guid>
<description><![CDATA[A  sonda de  Crawford é disponibilizada em 2 formatos. Um com sutura e outro sem sutura.
SEM SUTURA]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A  sonda de  Crawford é disponibilizada em 2 formatos. Um com sutura e outro sem sutura.<img src="http://www.jedmed.com/assets/images/crawfordset.gif" alt="Imagem Sonda de Crawford" align="left" height="520" width="112" /></p>
<p><b>SEM SUTURA</b></p>
<p>- A intubação é conseguida com dois fios de aço inoxidáveis flexíveis, tubulação  de silicone grau médico. Os fios de aço inoxidáveis têm pontas azeitonadas, que permitem maior facilidade na extração  pela parte inferior do nariz. É particularmente útil naqueles casos onde os diversos métodos repetidos falharam (útil na reconstrução da via lacrimal e na dacriocistorinostomia).</p>
<p>--</p>
<p><b>COM SUTURA</b></p>
<p>- Foi incorporado uma linha da seda 6-0 no lúmen da tubulação. Isto permite que o silastic seja unido ponta a ponta na narina, amarrando a linha de seda, após ter descascado o silicone. Os nós de seda são pequenos e passarão fàcilmente através do canalículo permitindo ao cirurgião girar a tubulação da intubação até que o nó esteja visível a fim a cortar e remover. Isto permite que a remoção seja feita no consultório sem a necessidade de um segundo procedimento anestésico. Um mecanismo fino de retenção prende o tubo do silicone firmemente nas hastes.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bacon Free]]></title>
<link>http://okuluz.wordpress.com/2008/02/16/bacon-free/</link>
<pubDate>Sat, 16 Feb 2008 15:32:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>okuluz</dc:creator>
<guid>http://okuluz.wordpress.com/2008/02/16/bacon-free/</guid>
<description><![CDATA[ 
—————Ouvindo: NOFX-Rancid - Rancid - The Brews
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i220.photobucket.com/albums/dd161/okuluz/baconfree.jpg"> </p>
<p>—————<br>Ouvindo: <b><font color="green">NOFX-Rancid - Rancid - The Brews</font></b></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MAIS 5 MINUTOS]]></title>
<link>http://webdigerida.wordpress.com/?p=138</link>
<pubDate>Fri, 15 Feb 2008 18:14:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>jecspawn</dc:creator>
<guid>http://webdigerida.wordpress.com/?p=138</guid>
<description><![CDATA[No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem.
Ela disse:
- Aquele ali é meu filho, o de sué]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem.<br />
Ela disse:<br />
- Aquele ali é meu filho, o de suéter vermelho deslizando no escorregador.<br />
- Um bonito garoto - respondeu o homem. E completou: - Aquela de vestido branco, pedalando a bicicleta, é minha filha.</p>
<p>Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha.<br />
- Melissa, o que você acha de irmos?<br />
- Mais cinco minutos, pai. Por favor. Só mais cinco minutos!</p>
<p>O homem concordou e Melissa continuou pedalando sua bicicleta, para alegria de seu coração.<br />
Os minutos se passaram, o pai levantou-se e novamente chamou sua filha:<br />
- Hora de irmos, agora?</p>
<p>Mas, outra vez Melissa pediu:<br />
- Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos!</p>
<p>O homem sorriu e disse:<br />
- Está certo!<br />
- O senhor é certamente um pai muito paciente - comentou a mulher ao seu lado.</p>
<p>O homem sorriu e disse:<br />
- O irmão mais velho de Melissa foi morto no ano passado por um motorista bêbado, quando montava sua bicicleta perto daqui.<br />
Eu nunca passei muito tempo com meu filho e agora eu daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com ele.<br />
Eu me prometi não cometer o mesmo erro com Melissa.<br />
Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta.<br />
Na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-lá brincar...</p>
<p>Em tudo na vida estabelecemos prioridades.<br />
Quais são as suas?<br />
Lembre-se: nem tudo o que é importante é prioritário, e nem tudo o que é necessário é indispensável!<br />
Dê, hoje, a alguém que você ama mais cinco minutos de seu tempo.</p>
<p>Eu parei 5 minutos para mostrar esta mensagem a você</p>
<p>E você, pode perder 5 minutos para passá-la adiante?</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
