É a noite por fim, podes tocá-la. Também a mão, a pequena e febril música da mão, aí está a iluminá-la. Agora vê-se melhor o caminho.… mais →
O Sal da LínguaRaquel Agra wrote 2 months ago: É a noite por fim, podes tocá-la. Também a mão, a pequena e febril música da mão, aí está a iluminá- … more →
Raquel Agra wrote 6 months ago: Que trabalho exasperado, o da língua, essa em que dizes com mão insegura desvios, desacertos, desali … more →
Raquel Agra wrote 9 months ago: Mar de pequena vaga e céu azul: a irrupção das frésias na manhã faz destas ruas um jardim do sul. … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Com as quatro folhas dos trevos do verão farei uma casa sem portas sem janelas para te esconder, far … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Às vezes ia pela tarde até ao rio. Os álamos mesmo em Agosto quase de bruma. Por caminhos de cabras, … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Deixei de ouvir o mar, depois os frágeis dedos do frio, depois a luz rasteira do linho. … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: A pedra. Sou-lhe fiel pelo aroma. Vim de longe para tocar o fogo da sua geometria sem fronteiras. Pe … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Uma rosa depois da neve. Não sei que fazer de uma rosa no inverno. Se não for para arder, ser rosa n … more →