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	<title>pessoalidades &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/pessoalidades/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "pessoalidades"</description>
	<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 21:52:02 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Quando eu cheguei no Rio - parte 2]]></title>
<link>http://elisacolepicolo.wordpress.com/2008/07/09/quando-eu-cheguei-no-rio-parte-2/</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 13:23:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lili</dc:creator>
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<description><![CDATA[Eu e meu pai já tínhamos procurado repúblicas e apartamentos pra alugar, mas com uma semana de pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eu e meu pai já tínhamos procurado repúblicas e apartamentos pra alugar, mas com uma semana de prazo e sem fiador na cidade fica bem difícil. Daí meu pai achou um anúncio no jornal. Era um quarto, pra moça solteira, na casa de uns velhinhos em Copacabana. Fomos lá ver e ele achou tranquilo. Não era o que eu esperava do começo da minha vida acadêmica, mas eu não tinha escolha. Acertamos o valor e as regras de convivência e eu me mudei.</p>
<p>No início aquela senhora espanhola, seu irmão e sua "amiga" venezulana me pareciam tranquilos. Como eu passava grande parte do meu dia na universidade, tudo bem. As regras de convivência eram rígidas e estranhas, como eu não poder deixar nada meu no banheiro, não poder entrar em casa pela porta da sala, só poder usar uma prateleira da geladeira, entre tantas outras. Fora que todos os dias eu acordava com cheiro de fritura, já que elas faziam salgados pra distribuir pra lanchonetes. A espanhola e a venezuelana trabalhavam nisso e o espanhol... bem, vai saber.</p>
<p>Mas depois do primeiro mês eu descobri que havia mais uma moradora na casa. E que ela fugia de mim. Era a esposa do espanhol, uma senhora muito idosa, também espanhola, que dormia no último quarto do corredor, logo depois do meu.</p>
<p>Com o tempo ela se acostumou comigo e começou até a gostar de mim. Até me chamava de boneca. Mas encontrar com ela de madrugada no corredor, com os cabelos brancos soltos até o quadril, era quase um filme de terror. Fora que ela se recusava a entender que o único banheiro da casa não podia ser ocupado eternamente justo no meu horário de saída pra universidade e que minhas ligações eram pagas por mim, então ela não deveria interrompê-las no meio. Na verdade, eu demorei pra entender que o problema dela era muito maior do que eu pensava.</p>
<p>Ela, a esposa do espanhol, não se dava com a venezuelana. Nunca entendi quem diabos era aquela venezuelana e nem como a discórdia começou, mas logo de cara entendi que era sério. As duas só se falavam aos berros, jogando na cara uma da outra coisas das mais bizarras, usando os palavrões mais baixos possíveis. Aparentemente a espanhola acusava a venezuelana de ter algo com seu marido e de viver com eles de favor. Mas a venezuelana desmentia e, numa dessas discussões, chegou a pegar o contrato de locação do apartamento para me mostrar que ela é que era a locatária. Não que eu quisesse saber, mas a irmã ficava tão desesperada quando elas começavam a brigar que acabava gritando por mim, para ajudar a apartar as brigas, que chegavam aos tapas e rasga-roupa.</p>
<p>Com essa vida, minha situação naquele apartamento na Prado Jr. foi ficando cada vez mais insustentável. Saía de manhã e não tinha vontade de voltar pra casa. Quando voltava acabava envolvida nos problemas daquela família esquisita que me cerceava, brigava entre si e nem era minha.</p>
<p>Foi quando, certa manhã, acordei com a esposa gritando na porta do meu quarto. Ela xingava a venezuelana de tudo e mais um pouco. E nem eram 8 horas ainda. Saí sem tomar café e só voltei na hora do almoço. Ela ainda continuava lá, na porta do meu quarto, gritando descontroladamente. Voltei pra rua, fui ao cinema, fiz hora até à noite. E quando, enfim, voltei pra casa, tudo estava quieto. Mas ao entrar no corredor me deparei com a esposa, ainda em fúria, completamente rouca, na porta do meu quarto. Ela não tinha mais voz mas tinha passado o dia todo ali.</p>
<p>Depois daquele dia eu comecei a procurar apartamento e acabei me mudando pra fora de Copacabana. Achei que sentiria falta, mas nunca senti. Porque a gente se acostuma com qualquer coisa? Talvez. Eu, definitivamente, aprendi a me acostumar com coisas bem melhores.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Quando eu cheguei no Rio - parte 1]]></title>
<link>http://elisacolepicolo.wordpress.com/2008/07/03/quando-eu-cheguei-no-rio-parte-1/</link>
<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 16:19:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lili</dc:creator>
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<description><![CDATA[Eu mudei pro Rio de Janeiro em 2000, pouco antes do carnaval. Conhecia muito pouco da cidade, tinha ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eu mudei pro Rio de Janeiro em 2000, pouco antes do carnaval. Conhecia muito pouco da cidade, tinha vindo passear uma vez, depois prestei vestibular pra Unirio e vim mais uma ou duas vezes, já pra procurar apartamento. E não foi nada fácil.</p>
<p>O Rio é difícil pra quem não conhece bem a cidade e procura aonde morar. Porque diferente de São Paulo, por exemplo, os arredores bons e ruins não são separados. Todo bairro do Rio tem sua área trash. E bem trash mesmo.</p>
<p>Claro que foi onde eu fui parar.</p>
<p>Cheguei de mudança, com as caixas no carro do meu pai, numa sexta no final da tarde. O quarto que a gente achou pra mim era em Copacabana e Copacabana-não-pode-ser-ruim. Pois eu não tinha a menor idéia que a Rua Prado Jr. era o centro da prostituição da zona sul do Rio de Janeiro e que um quarto lá não era o lugar mais adequado pra uma universitária de 17 anos recém-chegada. Meu pai quase surtou quando paramos o carro e ele notou as <em>moças</em> paradas nas esquinas, começando a jornada. Quase desistiu. Mas não tínhamos como, o quarto já tava pago e a mudança no porta-malas.</p>
<p>Na verdade foi menos pior do que nós pensamos. A Prado Jr. é a área mais movimentada do bairro. Funcionamento 24/7, sabe? E com as boates todas, tem leões-de-chácara por toda a região, o que faz com que a vizinhança seja segura. Diferente, mas segura.</p>
<p>Acabei me acostumando com tudo aquilo. Ia pro supermercado duas horas da manhã, comprar doces pra comer enquanto fazia os trabalhos de faculdade, sem medo. Ia passear na praia, ficava sentada nos bancos do calçadão lendo, e sabia que quem é dali "é da casa".</p>
<p>Mas o fato de acostumar com alguma coisa não faz dela boa. E, no meu caso, o apartamento onde eu morava contribuia - e muito - pras coisas não serem o paraíso.</p>
<p>(...) </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novidades]]></title>
<link>http://elisacolepicolo.wordpress.com/?p=79</link>
<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 15:25:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lili</dc:creator>
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<description><![CDATA[Duas novidades por aqui:
:: O cabeçalho mudou. E deve mudar mais, de vez em quando, já que ando co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Duas novidades por aqui:</p>
<p>:: O cabeçalho mudou. E deve mudar mais, de vez em quando, já que ando com tempo pra essas coisas. Sugestões são bem-vindas.</p>
<p>:: Terminei de configurar meu Flickr. O que significa que agora você pode ver fotos minhas <a title="Flickr Elisa Colepicolo" href="http://www.flickr.com/photos/ecolepicolo/" target="_blank">aqui</a>. (Coloquei na barra lateral, pra ficar mais fácil)</p>
<p>É isso. Aproveitem! ;)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Desordem e Progresso]]></title>
<link>http://elisacolepicolo.wordpress.com/?p=53</link>
<pubDate>Tue, 27 May 2008 19:53:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lili</dc:creator>
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<description><![CDATA[Tem certas coisas que a gente nem percebe mas atravancam a vida que só. Eu tou (re)descobrindo o qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Tem certas coisas que a gente nem percebe mas atravancam a vida que só. Eu tou (re)descobrindo o que atravanca a minha. E uma das coisas que eu descobri é que minha criação de paulistana-da-periferia-de-família-classe-média-de-comerciantes me trava. Isso porque eu fui criada para sorrir, não expressar emoções "ruins" e <em>servir bem para servir sempre</em>. E esse tipo de comportamento vai contra o "seja você mesmo", "não engula sapo gordo demais", "batalhe loucamente pelo que você quer".</p>
<p>Descobri há pouco tempo que eu não encaixo na faixa das pessoas que podem contar com o "dinheiro fácil" do trabalho em cinema publicitário. Tudo por causa de uma característica específica do meu rosto. Que, aliás, não desabona em nada a minha capacidade de trabalhar nem me deforma. Mas que não serve no geral para se passar uma imagem perfeita para um produto perfeito. E, claro, isso bateu de frente com o falso ideal de perfeição que eu sempre carreguei, resquício da criação-princesa que eu tive. E me levou pro chão sem eu nem perceber.</p>
<p>Passei os últimos meses desestimulada do trabalho sem saber por quê. O prazer simplesmente havia sumido. Ontem caiu a ficha.</p>
<p>Foi só ontem que entendi (de verdade, conscientemente) que ninguém é perfeito, que agradar a todos é impossível, não encaixar numa categoria não me desmerece em outras, que se eu não me manifestar e não sair da concha vou continuar presa dentro dela. E que sorrir e servir-bem-para-servir-sempre não podem ser regras de vida. Definitivamente.</p>
<p>É difícil romper com o que já está enraizado. Dói, dá insegurança, dá medo. Mas precisa ser feito. Senão não tem progresso. Porque dizer "eu sou assim" não encaixa numa filosofia de vida que você é o que menos incomoda os outros: assim é como os outros vêem você, não como você se vê.</p>
<p>O primeiro passo foi entender, o segundo está sendo esclarecer. Agora é efetivamente botar na prática.</p>
<p><span style="text-decoration:line-through;">Será que vai dar pé?</span> Vai dar pé.</p>
<p>**</p>
<p>PS: Não renego, de forma alguma, minha criação. Meus pais são uns fofos e sempre fizeram de tudo pra me ver feliz - um dos motivos de eu ser tão mimada. Mas tem certas coisas que estão fora da redoma. E é isso que eu tou tentado achar.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Caracol]]></title>
<link>http://elisacolepicolo.wordpress.com/?p=19</link>
<pubDate>Wed, 21 May 2008 01:41:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lili</dc:creator>
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<description><![CDATA[É o seguinte: minha irmã me perguntou como poderia fazer um site de forma fácil. Eu, usando como ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>É o seguinte: <a title="Bianca Socci" href="http://www.biancasocci.wordpress.com" target="_blank">minha irmã</a> me perguntou como poderia fazer um site de forma fácil. Eu, usando como referência a <a title="Liv Brandão - Go To Heaven" href="http://www.livbrandao.wordpress.com" target="_blank">Liv</a>, indiquei o Wordpress.</p>
<p>Mas aí fiquei pensando com meu cubo mágico: por que diabos eu não faço um pra mim também?</p>
<p>Como eu tinha acabado de montar o <a title="Sinhá Lili, o desativado" href="http://www.sinha-lili.blogspot.com" target="_blank">Sinhá Lili</a> e já tinha o meu de trabalho no <a title="Profissa, ainda em uso" href="http://www.elisacolepicolo.book.fr/" target="_blank">Book.fr</a>, resolvi botar a casa nas costas e trazer tudo pra cá. Os posts tão com a data original no começo do texto, pra não peder a referência, e aos poucos vou trazendo mais conteúdo pra cá, como as fotos e os links, por exemplo. Mas tudo ainda continua lá, mesmo assim. O Sinhá Lili vai ser inutilizado, mas o Book.fr continua firme e forte.</p>
<p>Enfim. Bem-vindos à minha nova casa. :)</p>
<p>**</p>
<p>PS: A Liv, a santa Liv, me contou que dá pra impotar tudo do Blogger pra cá. Pois foi o que eu fiz. Tanto os posts do Sinhá Lili como os do Trecos e Afins agora tão aqui, e com a data correta. É só fuçar!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Calças]]></title>
<link>http://elisacolepicolo.wordpress.com/2008/05/19/calcas-2/</link>
<pubDate>Mon, 19 May 2008 15:34:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lili</dc:creator>
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<description><![CDATA[Eu tenho um problema sério pra comprar calças. Porque eu não tenho corpo de brasileira nem de ame]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tenho um problema sério pra comprar calças. Porque eu não tenho corpo de brasileira nem de americana e nem de européia. Meu problema - sempre - é que sobra na cintura e falta no quadril e nas coxas. Fora que, teoricamente eu uso 40, mesmo tendo as mesmas medidas de uma amiga minha, alguns centímetros mais baixa, que usa 38. A diferença? Eu tenho mais coxa.</p>
<p>Aí você imagina o saco que é sair comigo pra comprar uma calça jeans. Rodo milhões de lojas, experimento todas as calças possíveis pra não ter possibilidade de escapar uma oportunidadezinha. Mas nada. Ou a bunda fica amassada, ou a cintura sobra demais, ou simplesmente não entra ou fica larga.</p>
<p>E pra complicar mais ainda tem a moda. A da vez é a skinny. Aquela calça que é mais do que uma cigarrette, é uma cigarrette fechada à vácuo. Inventada, claro, por estilistas que pensam nas passarelas e suas modelos esqueléticas. Mas o mundo - felizmente - não é esquelético e o corte dessa calça cai mal, muito mal, em 80% das pessoas que vejo com elas. Mas elas ocupam 80% das vitrines e coleções, o que complica muito a busca pela calça que sirva.</p>
<p>Enquanto rodo, fico com os vestidos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O milagre de São Twitter]]></title>
<link>http://elisacolepicolo.wordpress.com/2008/05/15/o-milagre-de-sao-twitter-2/</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 21:24:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lili</dc:creator>
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<description><![CDATA[Eu fiquei um bom tempo sem escrever. Porque minha vida mudou bastante quando eu me separei e me case]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eu fiquei um bom tempo sem escrever. Porque minha vida mudou bastante quando eu me separei e me casei de novo, e daí, com vida nova, fica difícil pensar em outra coisa que não a organização da vida nova.</p>
<p>Aí quando comecei a baixar a poeira e pensar em escrever de novo, mudei de trabalho. Na verdade a coisa não funciona bem assim já que eu sou freela e os trabalhos mudam o tempo todo. Só que eu comecei um trabalho que exige muito de mim mentalmente. Tou lendo como nunca na minha vida. E, consequentemente, digitando muito também. E essa maratona diante do computador o dia todo me tira a inspiração de escrever coisas. Quaisquer que sejam.</p>
<p>Só que o trabalho tá saindo da fase braba de ler-digitar... e bem nesse momento apareceu o <a href="http://www.twitter.com/">Twitter</a> na minha vida.</p>
<p>Pra quem não conhece, o Twitter é como aquelas frases que a gente escreve em baixo do nome, no MSN. O propósito é "O que você está fazendo agora". Ou seja, é uma frase curta (140 caracteres) que pode falar de qualquer coisa, que não requer prática nem tampouco experiência, não precisa ser profundo nem ter temática única. Resumindo: é o paraíso do escritor.</p>
<p>E foi isso que me trouxe de volta a vontade de escrever. Porque pequenas pílulas são ótimas, mas às vezes dá vontade de desenvolver um pouco mais o assunto, ser mais profunda, mais chata até.</p>
<p>E assim voltei à Blogosfera. Num esquema "Twitter de ser", sem muitos compromissos, sem temática nem uniformidade. E o que vier é lucro.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vocações]]></title>
<link>http://elisacolepicolo.wordpress.com/2008/05/14/vocacoes/</link>
<pubDate>Wed, 14 May 2008 18:33:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lili</dc:creator>
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<description><![CDATA[Eu acho muito difícil saber o que quero. Claro que o básico todo mundo sabe: eu também quero vive]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acho muito difícil saber o que quero. Claro que o básico todo mundo sabe: eu também quero viver bem de saúde, ter dinheiro sobrando, um amor pra chamar de meu e diversões mil. Isso é evasivo demais e o problema tá muito mais embaixo.</p>
<p>Eu acho realmente muito difícil saber o que eu quero. Realmente, sabe? Especificamente. Isso está claramente ligado à insatisfação intrínseca dos seres humanos, de nunca estarem contentes com o que têm, e com a insegurança de falir nos planos futuros.</p>
<p>O meu x da questão ultimamente é "o-que-eu-vou-fazer-quando-eu-crescer". Porque escolher eu já escolhi, de alguma forma tou botando em prática, mas sempre tem aquela pulguinha atrás da orelha que não me deixa seguir com os planos calma e tranquilamente. Fico achando que talvez não seja realmente minha vocação, ou que talvez eu nem queira fazer o que eu faço, ou milhares de outros "quês" possíveis. Insatisfação + insegurança, claro.</p>
<p>Acho que a minha vocação era ser livre de vocação, não ter que trabalhar pra ganhar dinheiro, fazer o que me desse na telha no momento e ir vivendo. Trabalhar por esporte.</p>
<p>Pensando bem... todo mundo quer isso, não quer não?</p>
<p>Acho melhor voltar ao trabalho.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Blogosfera - O Retorno]]></title>
<link>http://elisacolepicolo.wordpress.com/2008/05/11/blogosfera-o-retorno/</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 01:15:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lili</dc:creator>
<guid>http://elisacolepicolo.wordpress.com/2008/05/11/blogosfera-o-retorno/</guid>
<description><![CDATA[Mais uma vez, cá estou eu.
Sei que já disse que voltaria pra blogosfera mais vezes, mas acho que m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez, cá estou eu.</p>
<p>Sei que já disse que voltaria pra blogosfera mais vezes, mas acho que me faltava motivação, ou um tema que fosse interessante falar sobre. O que eu não tinha entendido é que essa coisa de blog temático só funciona pra quem é profissa do ramo: eu, como simples "amadora" (no sentido original da palavra, que faz isso por amor), preciso de mais área de expansão.</p>
<p>Logo, o <a href="http://www.trecoseafins.blogspot.com">Trecos &#38; Afins</a> deve ser desativado em breve - o que não significa que vou abandonar as descobertas mirabolantes da indústria moderna. O <a href="http://www.rivotril.blog.com">Rivotril</a> morreu há tempos, e isso todo mundo já notou - o por quê é claro: a busca por informações medicamentosas é mais do que irritante quando acumulada ao longo dos anos. O <span style="color:#3366ff;">Cadê Lili</span> praticamente não existiu e o <a href="http://www.cadealuz.blogspot.com">Cadê a Luz</a> foi fácilmente substituído pela facilidade do Picasa, no <a href="http://picasaweb.google.com.br/e.colepicolo">e.colepicolo</a>.</p>
<p>Além desse novo blog, tem o Twitter - <a href="http://www.twitter.com/cade_lili">cade_lili</a> - que foi o responsável pela chama na brasa de escrever. Ele vai ficar ali do lado, pra facilitar. Tem <a href="http://www.elisacolepicolo.book.fr">meu site</a>, mas esse sim é profissa. E é só.</p>
<p>O que você vai encontrar por aqui eu não tenho a menor idéia - ainda. Mas uma hora a gente descobre e rotula. Eu acho.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Movido a álcool]]></title>
<link>http://mdmente.wordpress.com/2007/12/24/movido-a-alcool/</link>
<pubDate>Mon, 24 Dec 2007 16:50:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>lahzak</dc:creator>
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<description><![CDATA[Não! Não é sobre carros que estou falando&#8230;
Hoje será o dia, ou melhor, a noite&#8230; e de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Não! Não é sobre carros que estou falando...</p>
<p>Hoje será o dia, ou melhor, a noite... e depois da meia noite, será o dia (ainda não entendo porque chamam a noite, após meia noite, de dia). Véspera de Natal... e no Natal... vou me entupir de bebida.</p>
<p>E o presente? Serei eu! Embrulhado! Ou melhor... de estômago embrulhado!</p>
<p>Me segurem! Me carreguem! Hoje vou mostrar para alguém o significado de "mente de mente".</p>
<p>E essa é a mensagem (no mínimo estranha) de bom Natal do mente de mente.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ocupado pra caralho!]]></title>
<link>http://mdmente.wordpress.com/2007/12/17/ocupado-pra-caralho/</link>
<pubDate>Mon, 17 Dec 2007 03:56:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>lahzak</dc:creator>
<guid>http://mdmente.wordpress.com/2007/12/17/ocupado-pra-caralho/</guid>
<description><![CDATA[Pois é&#8230; tá difícil de atualizar esse brógui. A verdade é que tenho andando ocupado pra ca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é... tá difícil de atualizar esse brógui. A verdade é que tenho andando ocupado pra caralho! Uma das coisas que têm me tirado um pouco de tempo é o fórum sysadmins@work (aunit.com.br)... se vc for um sysadmin, ou pretende ser um, dá uma olhada lá, se cadastra e divirta-se. Vai valer a pena.</p>
<p>De resto... é resto. Depois atualizo, por enquanto estou com a mente vazia, desesperado para receber e fumando um cigarro atrás do outro.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Encagalhado]]></title>
<link>http://mdmente.wordpress.com/2007/05/17/encagalhado/</link>
<pubDate>Thu, 17 May 2007 12:07:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>lahzak</dc:creator>
<guid>http://mdmente.wordpress.com/2007/05/17/encagalhado/</guid>
<description><![CDATA[Veja só&#8230; tenho andando tão fodido, sem tempo, cansado, estressado e revoltado que nem tenho ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Veja só... tenho andando tão fodido, sem tempo, cansado, estressado e revoltado que nem tenho tempo de escrever aqui. Em poucas palavras: está foda pra kct.</p>
<p>E bota foda nisso! Os professores da Faculdade são meio sem noção. Tem dois trabalhos (dois mais sem graça) para desenvolver... um deles é um seminário de Ruin(paporra)dow$ e o outro inclui todas as matérias, inclusive o maldito do Janela$ (quebradas). Ainda chega um doidão e enfia no teu rabo uma lista de exercícios para entregar na mesma semana. Por sorte é de Linux (um sistema até razoável).</p>
<p>Pra foder tudo, me chega um imbecil falando: "E aquele blog que vc criou... não vai mais atualizar?". Puta merda! Assim é de foder viu! Ninguém tá a fim de vir trabalhar no meu lugar?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Segunda-feira]]></title>
<link>http://mdmente.wordpress.com/2007/04/16/segunda-feira/</link>
<pubDate>Mon, 16 Apr 2007 12:06:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>lahzak</dc:creator>
<guid>http://mdmente.wordpress.com/2007/04/16/segunda-feira/</guid>
<description><![CDATA[Mais uma semana sacal se inicia. Mais trabalho, mais faculdade, mais cansaço e menos grana. A vida ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma semana sacal se inicia. Mais trabalho, mais faculdade, mais cansaço e menos grana. A vida do brasileiro está cada vez mais embostalhada. Uns nada fazem e tudo têm, outros trabalham apenas para sobreviver. Por mais cocozento que pareça, hoje somos colonos de nós mesmos. Mas, andando de costas, seguimos em frente.</p>
<p>Depois do dia oficial da preguiça, no qual sempre sou obrigado a me conformar com a <em>ingnoransa</em> da nossa população (basta ligar a teleburrão para ver), chega o dia oficial do desânimo. Sou mais um otário que trabalha quase que na faixa para pagar a faculdade sonhando que ter um papel guardado numa pasta preta enfurnada numa gaveta cheirando mofo vai me abrir as portas.</p>
<p>Desde que eu não permaneça nesse país, isso pode até ser verdade. O problema maior é: para ter toda a papelada que o mercado está começando a exigir precisarei de aproximadamente 600 anos, tendo em vista meu abundante salário e meu excessivo tempo de folga.</p>
<p>Traduzindo em uma só palavra: <strong>fodeu</strong>!</p>
<p>E por falar em portas que se abrem... acho que vou virar porteiro. O salário não vai mudar quase nada e estarei garantido para o resto da vida, pois trabalham registrados, têm férias, 13º e não precisam de papelada de LPI, AIX, Solaris, HPUX, FreeBSD, OpenBSD, RedHat *, MS*, ITIL, Cobit, PMI etc.</p>
]]></content:encoded>
</item>

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