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	<title>poder-de-decisao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/poder-de-decisao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "poder-de-decisao"</description>
	<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 14:54:58 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Resgate do papel da mulher na sociedade africana]]></title>
<link>http://liverig.wordpress.com/?p=141</link>
<pubDate>Thu, 08 May 2008 00:01:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>liverig</dc:creator>
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<description><![CDATA[O professor de antropologia cultural e história de arte, Filipe Vidal, aconselhou em Luanda, a cama]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://coreseacordes.files.wordpress.com/2008/03/mulher_lena_1.jpg" alt="a mulher na sociedade" width="228" height="186" />O professor de antropologia cultural e história de arte, Filipe Vidal, aconselhou em Luanda, a camada estudantil a preocupar-se mais em pesquisar os aspectos tradicionais africanos, de modo a melhor entender o valor da mulher na sociedade.</p>
<p>Filipe Vidal, docente do Instituto Nacional de Formação Artística, expressou esta opinião na palestra sobre "A representação do sagrado feminino nas artes plásticas", dirigida aos estudantes da Faculdade de Letras da Universidade Agostinho Neto.</p>
<p>De acordo com o docente, a mulher foi sempre tida, na África e até em outros países do mundo, como a condutora, a poderosa, a deusa da água e da vida, razão pela qual os estudantes devem sabê-lo, para ajudar a sociedade a dar maior importância ao seu passado. "Em países como o Egito e Angola, estão notórias obras de pintura, escultura e outras que ressaltam a beleza e o poder de decisão que a mulher já teve e ainda tem em algumas comunidades africanas ao longo da história", referiu.</p>
<p>Na Angola, segundo ele, as comunidades bakongo, ovimbundo e kwanhamas ainda conservam, em certa medida, a linhagem matrilinear, o que demonstra a importância da mulher. Nestas comunidades, até as decisões do rei tinham de ter o consentimento da esposa, referiu. Filipe Vidal fez saber que a mulher, na atualidade, é muitas vezes tida, em alguns círculos sociais, como dependente do homem, pensamento que deriva da influência europeia do colonialismo, onde o regime patrilinear é dominante, fazendo com que o feminino esteja em segundo plano. "Assim sendo, uma verdadeira emancipação da mulher deve, assim, partir do nosso passado, em que os valores da solidariedade entre os conjuges constituem a base da existência", ressaltou.</p>
<p>____________________________________________________________________</p>
<p>Excelente artigo de Filipe Vidal, que li no <a title="Angola acontece" href="http://www.angolaacontece.com/full_forum.php?id=1339">Angola Acontece</a>, jornal da Angola.</p>
<p>Apesar de se tratar da mulher africana, creio que a Brasileira ou a Portuguesa, ou qualquer outra nacionalidade que seja deveria ter um papel importante na sociedade e não ser vista como submissa ou inferior.</p>
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<title><![CDATA[Intimidade é uma droga]]></title>
<link>http://dekacarvalho.wordpress.com/?p=21</link>
<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 01:25:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andrezza Carvalho</dc:creator>
<guid>http://dekacarvalho.pt.wordpress.com/2008/03/18/intimidade-e-uma-droga/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Intimidade é uma m***&#8221;, é o que diz o dito popular. Concordo. As pessoas tem uma mani]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>"Intimidade é uma m***", é o que diz o dito popular. Concordo. As pessoas tem uma mania de achar que só porque convivem com você tem o direito de tomar decisões por você.</p>
<p>E isso vai se tornando cada vez mais intenso conforme o nível de comprometimento que você tem com alguém. O seu poder de decisão já era... deixe que as pessoas à sua volta decida por você!!! Simples, fácil e rápido.</p>
<p>Aplicando isso ao nosso cotidiano, podemos criar um perfil de "gosto, não gosto, tolero e odeio" e vamos carimbando os acontecimentos. Depois enviamos para alguém processar e pronto! Seu perfil já está selecionado e adaptado.</p>
<p>Francamente, por que que eu não posso decidir por mim mesma? Sempre tomei as minhas e dificilmente me arrependo das quais tomei.</p>
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