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	<title>polimero &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/polimero/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "polimero"</description>
	<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 11:47:26 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Ahorra agua en el regado de las plantas]]></title>
<link>http://pandereteira.wordpress.com/?p=207</link>
<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 11:12:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>pandereteira</dc:creator>
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<description><![CDATA[
He aquí el remedio para no tener que regar las plantas durante, al menos, dos meses. Se trata de u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-large wp-image-208" src="http://pandereteira.wordpress.com/files/2008/08/polimero_plantas.jpg?w=500" alt="" width="500" height="194" /></p>
<p>He aquí el remedio para no tener que regar las plantas durante, al menos, dos meses. Se trata de un <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADmero" target="_blank">polímero</a>, que mezclado con agua adquiere un aspecto y un tacto gelatinoso que permite la conservación de las plantas, evitando tener que regarlas durante meses. De este modo, se ahorran litros de agua que semanalmente van a parar al regadío de las plantas.</p>
<p>De casualidad me encontré este pequeño (pero potente) invento en la <a href="http://www.soitu.es/soitu/2008/08/20/info/1219242585_834620.html" target="_blank">Feria de los Continentes de A Coruña</a>. A lo mejor alguien sabe más sobre él, yo humildemente reconozco que es la primera vez que lo veo.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/xhcgJx4br_8'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/xhcgJx4br_8&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><span style="color:#808080;">El vídeo es mío, lo edité en Avid con unas cuantas tomas que hice cuando pasaba por allí. Ya veis, para que sirvió el cursillo intensivo de una semana :)</span></p>
<ul>
<li><a href="http://www.lavozdegalicia.es/fotos/2007/09/18/01101190113383663101.htm" target="_blank">Álbum de fotos de la Feria de los Continentes de 2007</a></li>
</ul>
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</item>
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<title><![CDATA[Sequestro per 1 mln di euro ad affiliato della SCU]]></title>
<link>http://ammazzatecituttipuglia.wordpress.com/?p=196</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 14:52:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marco Tarantini</dc:creator>
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<description><![CDATA[La direzione investigativa antimafia di Lecce, coordinata dal maggiore Francesco Mazzotta, ha seques]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.interno.it/mininterno/export/sites/default/it/assets/images/19/dia.jpg" alt="" />La direzione investigativa antimafia di <strong>Lecce</strong>, coordinata dal maggiore <strong>Francesco Mazzotta</strong>, ha sequestrato patrimonio per un valore di <strong>1 milione di euro</strong> riconducibile a <strong>Luciano Polimero</strong>.</p>
<p><strong>Polimero</strong>, 47 anni, di <em>Monteroni</em>, esponente del clan mafioso ascrivibile alle figure egemoniche dei fratelli <strong>Tornese</strong>, già condannato con sentenza irrevocabile il 17 aprile 1992 per essere stato inserito nell'associazione di tipo mafioso denominata <strong>Sacra Corona Unita</strong>.</p>
<p>I beni sequestrati sono un negozio di abbigliamento ed un appartamento situato in via <em>Santa Caterina</em> a <em>Monteroni</em>, quattro autovetture ed un motociclo. Il decreto del sequestro preventivo è stato disposto su richiesta del procuratore aggiunto presso la Direzione distrettuale antimafia di Lecce <strong>Cataldo Motta</strong> e dalla seconda sezione penale del Tribunale di Lecce presieduta da <strong>Vincenzo Pellerino.</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Garrafas de plástico ecológicas]]></title>
<link>http://giralda.wordpress.com/?p=598</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 10:38:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Edu</dc:creator>
<guid>http://giralda.wordpress.com/?p=598</guid>
<description><![CDATA[Sería bom que as garrafas de plástico pudessem se descompor em pouco tempo e ademais sem prejudica]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Sería bom que as garrafas de plástico pudessem se descompor em pouco tempo e ademais sem prejudicar o meio ambiente. Justamente esta é uma das investigações que está a cabo na <a href="http://www.mst.edu/" target="_blank">Universidade de Ciência e Tecnología de Missouri</a> - novos materiais plásticos que desaparecem em quatro meses e sem deixar resíduos que possam ser nocivos ao meio ambiente.</p>
<p>A equipe do <strong>Dr. K.B. Lee</strong>, estão trabalhando para encontrar uma “mistura perfeita” de materiais, entre os quais se incluí <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADmero" target="_blank">polímeros</a> biodegradáveis em recursos naturais como o azeite</strong>. Já existem plásticos similares, mas são muito caros, de baixa qualidade ou destinados a usos específicos, como as típicas sacolas de plástico do supermercado. O objectivo dos investigadores é reduzir seu custo, usando outros materiais tão naturais como o <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Amido" target="_blank">amido</a> de milho</strong>.</p>
<p>Existem <a href="http://www.resbrasil.com.br/release.htm" target="_blank">empresas no Brasil</a> que já produzem sacolas de plástico biodegradável.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://giralda.wordpress.com/files/2008/05/sacolabio.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-599" style="border:0 none;" src="http://giralda.wordpress.com/files/2008/05/sacolabio.jpg?w=224" alt="" width="224" height="300" /></a></p>
<h6>Via <a href="http://www.tuexperto.com/2008/05/06/las-botellas-de-plastico-del-futuro-podrian-biodegradarse-solas-en-cuatro-meses/" target="_blank">TuExperto.com</a></h6>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Pl&aacute;stico renov&aacute;vel com o pol&iacute;mero verde]]></title>
<link>http://ecotecnologia.wordpress.com/2007/12/10/plstico-renovvel-com-o-polmero-verde/</link>
<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 19:10:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniel</dc:creator>
<guid>http://ecotecnologia.wordpress.com/2007/12/10/plstico-renovvel-com-o-polmero-verde/</guid>
<description><![CDATA[ 
O forte aquecimento do mercado consumidor e a pressão nos custos das matérias-primas originadas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" height="64" alt="bioplastico" src="http://ecotecnologia.files.wordpress.com/2007/12/bioplastico.jpg" width="460" border="0"> </p>
<p>O forte aquecimento do mercado consumidor e a pressão nos custos das matérias-primas originadas do petróleo têm levado as indústrias de plástico a buscar, em fontes renováveis, matérias-primas substitutas para seus produtos. Plásticos feitos a partir do etanol de cana-de-açúcar, que podem ser reutilizados num processo de reciclagem, além de polímeros biodegradáveis produzidos por bactérias alimentadas por sacarose e outras substâncias estão na linha de frente de pesquisas e investimentos anunciados por gigantes petroquímicas como Dow Química, Braskem e Oxiteno, fabricantes de resinas plásticas feitas a partir da nafta e de outras matérias-primas derivadas do petróleo. A Braskem, líder latino-americana em produção de resinas, investiu US$ 5 milhões em pesquisa e desenvolvimento para chegar a um polietileno certificado a partir de álcool da cana, chamado de “polímero verde”.
<p>As pesquisas que resultaram no novo produto tiveram início em 2005, embora desde 1998 a empresa já avaliasse as propriedades de outros polímeros de matérias-primas renováveis existentes no mercado. Como naquela época não havia ainda um mercado efetivo interessado em um produto desse tipo, o assunto não prosperou. “Ao retomar as discussões, avaliamos as opções existentes e começamos a trabalhar com o polietileno verde a partir do álcool de cana”, relata Antônio Morschbacker, gerente de tecnologia de Polímeros Verdes do Pólo Petroquímico de Triunfo, no Rio Grande do Sul, responsável pelo desenvolvimento do projeto.
<p>As informações disponíveis apontavam que a empresa poderia chegar a um produto competitivo. “Ao longo de 2005, depois de estimativas de custos, vimos que seria viável fabricá-lo e, em 2006, decidimos construir a planta piloto e paralelamente fizemos um estudo mais aprofundado do mercado mundial”, diz Morschbacker. “O processo, bastante eficiente, transforma 99% do carbono contido no álcool em etileno, matéria-prima do polietileno.” O principal subproduto é a água, que pode ser purificada e reaproveitada.
<p>Na planta piloto, que começou a funcionar em junho de 2007, é feita a transformação do etanol – obtido por um processo bioquímico de fermentação do caldo, centrifugação e destilação – em etileno. A conversão ocorre por meio de um processo de desidratação, no qual são adicionados catalisadores – compostos que aceleram as reações químicas – ao etanol aquecido, que permitem a sua transformação em gás etileno. A partir daí, para chegar ao polietileno, o plástico de maior utilização no mundo, o processo de fabricação é igual ao empregado para as matérias-primas provenientes de fontes fósseis, ou seja, o etileno polimerizado resulta no polietileno. A polimerização é uma reação em que as moléculas menores (monômeros) se combinam quimicamente para formar moléculas longas e ramificadas. </p>
<p>Com o etileno produzido por essa tecnologia é possível fazer qualquer tipo de polietileno. Inicialmente a Braskem pretende produzir resinas de alta densidade e de baixa densidade, para aplicações rígidas e flexíveis em setores como o automotivo, empacotamento de alimentos, embalagem de cosméticos e artigos de higiene pessoal. Alguns clientes, do Brasil e do exterior, já estão recebendo amostras do polímero verde produzido em escala piloto. O início da produção em escala industrial, que deverá chegar a 200 mil toneladas anuais, está previsto para o final de 2009. Por enquanto a empresa ainda não definiu onde será instalada a fábrica destinada à produção do novo polímero, que deverá demandar investimentos de cerca de US$ 150 milhões.
<p>O produto, que deverá custar entre 15% e 20% a mais do que os polímeros tradicionais, será destinado, principalmente, aos mercados asiático, europeu e norte-americano. Antes mesmo de ser lançado em escala comercial, o polietileno verde já faz sucesso.&#160;
<p>O polietileno de etanol foi certificado pelo laboratório Beta Analytic, dos Estados Unidos, pela técnica do carbono-14, como um produto feito com 100% de matéria-prima renovável. A matéria-prima utilizada, no caso o etanol, é renovável, mas o produto final não é biodegradável. “O produto possui propriedades idênticas aos polietilenos produzidos a partir do petróleo. Como é um plástico bastante resistente e estável, ele pode ser reciclado e reutilizado várias vezes e, no final da vida útil, pode ser incinerado sem causar nenhum problema ambiental”, diz Morschbacker. A grande vantagem ambiental do polietileno do álcool é que, para cada quilo de polímero produzido, são absorvidos em torno de 2,5 quilos de gás carbônico, o dióxido de carbono, da atmosfera pela fotossíntese da cana. </p>
<p>Via <a href="http://revistapesquisa.fapesp.br/?art=3412&#38;bd=1&#38;pg=1&#38;lg=" target="_blank">Revista Pesquisa Fapesp</a></p>
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