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	<title>posts-letais-e-assassinos &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/posts-letais-e-assassinos/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "posts-letais-e-assassinos"</description>
	<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 06:38:09 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[OS MILHÕES DA IGREJA CATÓLICA]]></title>
<link>http://dissidentex.wordpress.com/?p=1589</link>
<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 15:41:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>dissidentex</dc:creator>
<guid>http://dissidentex.pt.wordpress.com/2008/09/24/os-milhoes-da-igreja-catolica/</guid>
<description><![CDATA[FONTE: NOTÍCIA DESTAK DO DIA 19 DE MARÇO DE 2008
CITA-SE NOTÍCIA COMPLETA
Os milhões da Igreja
1]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div id="article_title">FONTE: NOTÍCIA <a href="http://www.destak.pt/artigos.php?art=9166">DESTAK </a>DO DIA 19 DE MARÇO DE 2008</div>
<div><strong>CITA-SE NOTÍCIA COMPLETA</strong></div>
<p><em>Os milhões da Igreja</em></p>
<p><em>19 &#124; 03 &#124; 2008   10.46H</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Hotéis, urbanizações, acções e fundos de investimento são negócios que movimentam milhões de euros e que são controlados em Portugal por padres de dioceses e santuários.</em></p>
<div id="article_text">
<p style="text-align:justify;"><em>Por muito bem que corram alguns tipos de investimentos, dificilmente têm uma valorização semelhante a um grande loteamento que os salesianos possuem em Vendas Novas.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Segundo a SÁBADO, este negócio estava parado até ao Governo ter decidido transferir a construção do novo aeroporto de Lisboa da Ota para o Campo de Tiro de Alcochete, a 20 minutos de Vendas Novas. Foi uma espécie de Euromilhões.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Este negócio de 5 milhões de euros está nas mãos do padre Manuel Pinhal, um salesiano que fez voto de pobreza e que vive mensalmente de um fundo de maneio que oscila entre os 200 e os 300 euros.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Mais a norte do País, a Irmandade de Nossa Senhora da Penha, controlada pela Arquidiocese de Braga, contribuiu com cerca de 300 mil euros para a construção do teleférico que liga Guimarães ao santuário. Esta arquidiocese também controla 70% de quatro hotéis junto ao Santuário do Bom Jesus e investiu 4,5 milhões de euros num Spa da Confraria do Sameiro.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>O <strong>património global da Igreja nacional </strong>impressiona:<strong> mais de 20 mil edificios,</strong> entre santuários, igrejas, capelas, seminários, templos e museus. A Igreja também tem beneficiado de um aumento no número de contribuintes que doam 0,5% do seu IRS. Em 2007, o montante chegou aos 11,2 milhões.</em></p>
<p style="text-align:center;">♣</p>
<p style="text-align:justify;">Estamos a falar de uma empresa privada que já anda há 2000 mil anos neste negócio.</p>
<p style="text-align:center;">♣</p>
<p style="text-align:justify;">Em 21 de Setembro de 2008 temos o Boomerang que volta sempre e acerta sempre nesta empresa. Só temos que estar atentos...</p>
<p style="text-align:justify;">FONTE: <a href="http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=292EDBED-2189-4D58-A84F-506E7EC83A0D&#38;channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021">CORREIO DA MANHÃ - 21 DE SETEMBRO DE 2008</a></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-1612" title="igreja-portuguesa1" src="http://dissidentex.wordpress.com/files/2008/09/igreja-portuguesa1.jpg" alt="" width="494" height="407" /></p>
<p style="text-align:justify;">
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PERÓLAS DA JUSTIÇA PORTUGUESA]]></title>
<link>http://dissidentex.wordpress.com/?p=1582</link>
<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 12:36:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>dissidentex</dc:creator>
<guid>http://dissidentex.pt.wordpress.com/2008/09/18/perolas-da-justica-portuguesa/</guid>
<description><![CDATA[Um ilustre e digníssimo magistrado - juiz de instrução criminal - de uma comarca do Algarve decid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Um ilustre e digníssimo magistrado - juiz de instrução criminal - de uma comarca do Algarve decidiu justificar a aplicação de uma determinada sentença, a aplicação de uma medida coactiva da seguinte maneira:</p>
<p><span style="font-size:180%;"><em>"Auferindo apenas <strong>450 Euros</strong> por mês, é meu sério entendimento que a arguida deverá ser alternadeira</em> [sic]<em> uma vez que ninguém sobrevive com semelhante quantia</em>"</span></p>
<p style="text-align:justify;">FONTE: <a href="http://devaneiosdesintericos.blogspot.com/2008/09/um-pas-cheio-de-alternadeirasou-bolha.html">DEVANEIOS DESINTÉRICOS.</a></p>
<p style="text-align:justify;">Não existirá alguém que faça o acto de caridade de explicar a este incompetente, incapaz, e idiota criatura que uma das razões pelas quais existem pessoas que são "alternadeiras" se deve ao facto de auferirem bastante mais rendimento sendo alternadeiras?</p>
<p style="text-align:justify;">Não existirá alguém que faça o acto de caridade de explicar a este incompetente, a este bibliotecário  falso, a este rato de formol que 6 ou 7 milhões dos portugueses ganham ordenados próximos desta quantia e que tem que sobreviver assim?</p>
<p style="text-align:justify;">Não existirá alguém que faça o acto de caridade de explicar a este  incapaz, a este analfabeto social, a este batráquio jurídico, que são em grande parte os parcos descontos destas pessoas que lhe pagam o principesco ordenado?</p>
<p style="text-align:justify;">A fundamentação desta decisão feita desta maneira deveria dar direito imediatamente a despedimento com justa causa: <strong>incompetência e estupidez social.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Os cidadãos portugueses não tem que pactuar com a existência de classes especiais de funcionários públicos que vivem dentro de redomas de vidro completamente afastados da realidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Que o princípio jurídico da irresponsabilidade dos juízes pelas decisões que tomam seja erradicado da lei. Ontem!</p>
<p style="text-align:justify;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[UNIÕES DE FACTO.]]></title>
<link>http://dissidentex.wordpress.com/?p=908</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 11:19:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>dissidentex</dc:creator>
<guid>http://dissidentex.pt.wordpress.com/2008/07/18/unioes-de-facto/</guid>
<description><![CDATA[Em 1975, o combustível político era assim.

♦
No blog &#8220;a educação do meu umbigo&#8221; e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1975, o combustível político era assim.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-medium wp-image-909 aligncenter" src="http://dissidentex.wordpress.com/files/2008/07/mfa-povo.jpg?w=180" alt="" width="208" height="346" /></p>
<p style="text-align:center;">♦</p>
<p>No blog "<a href="http://educar.wordpress.com/2008/07/17/o-pessoal-e-muita-de-esquerda/">a educação do meu umbigo"</a> escreve Paulo Guinote (manda um míssil) o seguinte e transcreve-se na totalidade:</p>
<p style="text-align:center;">♦</p>
<div class="snap_preview">
<p><em>Há umas décadas, o então conhecido jornal </em><em>Se7e</em>, quando tinha as vendas mais em voo picado, puxava de umas raparigas de bom físico para a capa e, quando a coisa estava mesmo mal, desnudava-as um pouco para animar as audiências.</p>
<p><em>Actualmente, em política, há quem faça algo parecido.</em></p>
<p><em>No caso do PS, em situações de evidente crise de identidade, com <a href="http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#38;id=324022">patrões a elogiarem a política laboral de Vieira da Silva</a>, vai de puxar de um tema dito </em><em>«fracturante»</em> e relativamente inócuo em termos da generalidade da vida da população, apenas sensibilizando as elites <em>ajornaladas</em>.</p>
<blockquote>
<h2><em><a href="http://dn.sapo.pt/2008/07/17/nacional/ps_reforcar_direitos_unioes_facto.html">PS vai reforçar direitos das uniões de facto</a></em></h2>
</blockquote>
<p><em>É assim como que uma tentativa de fazer uma prova de vida de «Esquerda», mesmo se <a href="http://dn.sapo.pt/2008/07/17/nacional/casamentos_gay_tema_fracturante_para.html">quando é mais a doer</a></em> a malta se encolhe logo.</p>
<p style="text-align:center;">♦</p>
<p style="text-align:justify;">Em 2008, o combustível político é assim:</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-medium wp-image-910 aligncenter" src="http://dissidentex.wordpress.com/files/2008/07/unioes-de-facto-ps.jpg?w=180" alt="" width="206" height="343" /></p>
<p>PS: Obrigado à Fátima Cordeiro.</p></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[AZEDUME E AMARGURA. ]]></title>
<link>http://dissidentex.wordpress.com/?p=488</link>
<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 21:09:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>dissidentex</dc:creator>
<guid>http://dissidentex.pt.wordpress.com/2008/04/26/azedume-e-amargura/</guid>
<description><![CDATA[A PROIBIÇÃO.
Em Portugal é proibido ter azedume.
Em Portugal é proibido ter amargura.
É proibid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color:#0000ff;">A PROIBIÇÃO.</span></strong></p>
<p>Em Portugal é proibido ter azedume.<br />
Em Portugal é proibido ter amargura.</p>
<p>É proibido tudo isto especialmente em duas situações.<br />
<strong> Na primeira situação</strong> foi prometido a duas gerações de portugueses que eles não mais iriam ter azedume e amargura, se apoiassem uma revolução que mudou o país de um sistema político totalitário, para outro sistema político que se chama de... <em>democrático.</em> Não podem portanto sentir azedume e amargura.</p>
<p><strong> Na segunda situação </strong>também é proibido ter azedume ou amargura quando um dos partidos que ajudou a mudar o país para outro sistema político que se chama democrático, ganha as eleições. E forma governo.</p>
<p>Em ambas as situações as pessoas que sentem azedume, ou amargura, ou desagrado profundo pelo estado das coisas e o manifestam, são apelidadas de “inimigos da liberdade”; ou” fascistas”, ou “intolerantes”.</p>
<p>Se o outro partido que também concorre às eleições, mas não ajudou a mudar o país, ganhar eleições, o azedume e a amargura devem ser livremente expressas pela generalidade dos cidadãos.<br />
É, até, um dever patriótico.</p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>O MECANISMO.</strong></span></p>
<p>Existe um mecanismo rígido de divida e de gratidão presente na sociedade portuguesa.<br />
Chama-se a “divida do eterno agradecimento”<br />
Manifesta-se da seguinte forma.</p>
<p>Devemos estar eternamente agradecidos porque um conjunto de pessoas ajudou a fazer uma revolução; que criou um sistema político e social que está a levar o país para um completo beco sem saída.<br />
Essas pessoas estão isentas de critica. Consideram-se isentas de critica. Existe um elemento místico, quase de cariz religioso nesta crença.<br />
Com religiões não se discute. É a palavra de Deus.</p>
<p>Não admitem sequer a hipótese, tal é aquilo que julgam ser a grandeza da sua obra, que possam existir pessoas que estão insatisfeitas pelo estado das coisas.<br />
Que essas pessoas “ingratas” sintam azedume. Ou amargura.</p>
<p>As pessoas que mudaram um sistema para criarem outro a que chamam<em> democracia </em>fizeram-no, dizem, para implementar a liberdade.<br />
Mas esta nova liberdade tem limites.</p>
<p>O novo “cidadão democrático” é obrigado, em relação aos seus sentimentos pessoais, ou outros, a não ter azedume, nem sentir amargura.<br />
É proibido por lei ter azedume.<br />
É proibido por lei ter amargura.</p>
<p>O cidadão democrático está proibido de ter pensamentos impuros e de divulga-los, isto é, não pode sentir azedume e amargura, nem em publico nem em privado.</p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">O PAGAMENTO.</span></strong></p>
<p>O pagamento da divida é feito de duas maneiras.</p>
<p>Através da “não critica”, e através da gratidão eterna.<br />
Mais os efeitos secundários.<br />
Não ser autorizado a sentir azedume ou amargura.</p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>EM NOME DA LIBERDADE.</strong></span></p>
<p>Em nome da liberdade, as livres pessoas que foram libertadas da opressão de um sistema autocrático, são de forma livre, proibidas de sentir azedume e amargura; agora que se vive num regime a que se dá o nome de democrático.</p>
<p>Caso sintam azedume e amargura, pelo estado das coisas, deverão ser reeducadas e forçadas a admitir que são felizes e bem dispostas.</p>
<p>Mesmo que só sintam azedume e amargura.</p>
<p>Estranha liberdade esta que comanda toda a gente a ser feliz.</p>
<p>E a não sentir azedume e amargura.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A POUPANÇA E O TOTALITARISMO.]]></title>
<link>http://dissidentex.wordpress.com/?p=527</link>
<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 11:03:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>dissidentex</dc:creator>
<guid>http://dissidentex.pt.wordpress.com/2008/03/31/a-poupanca-e-o-totalitarismo/</guid>
<description><![CDATA[Existe uma &#8220;definição oficial comum&#8221; sobre a poupança.
Contudo, essa definição pres]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Existe uma "definição <i>oficial</i> comum" sobre a poupança.</p>
<p align="justify">Contudo, essa definição pressupõe sempre que a poupança nunca tem um valor por si só, que o acto de poupar será "natural".</p>
<p>Não.</p>
<p align="justify">A poupança viaja sempre acompanhada.</p>
<p align="justify">O acompanhante é uma camada de moral. Um <i>"subtexto moralizador".</i></p>
<p><b>Esse subtexto moralizador tem 3 funções:</b></p>
<p align="justify"><b><font color="#0000ff">FUNÇÃO 1</font>. </b>Pedir desculpa pelas desigualdades existentes na sociedade; <i>não as questionando.</i></p>
<p align="justify"><font color="#0000ff"><b>FUNÇÃO 2</b></font>. Defender argumentativamente que os mais pobres e necessitados de uma sociedade são pródigos e incapazes de poupar, porque vivem apenas para o presente e, precisamente por isso, são crianças-adultos imaturas, incapazes de controlar os seus impulsos.</p>
<p align="justify"><b><font color="#0000ff">FUNÇÃO 3</font>.</b> O que leva à função 3: os "ricos" são  virtuosos opositores ao estilo de vida descrito na <font color="#0000ff"><b>função 2</b></font> e é por isso que são ricos.</p>
<p align="justify">No discurso político "normal", isto é, percebido como "comum", isto traduz-se por, observarmos políticos e "fazedores de opinião" afirmando que a sociedade é <i>"constituída por aqueles que trabalham e contribuem para o bem estar comum,</i> identificado com a pátria <i>(Normalmente é o eleitorado que vota neste político/partido político que gosta deste discurso... )</i>; e os que vivem subsidiados <i>( geralmente os mais pobres, embora em Portugal a coisa esteja de tal forma distorcida que até ricos são subsidiados...)</i></p>
<p><b>Esta é a visão do mundo a preto e branco.</b></p>
<p align="justify">Convenientemente formatada ao gosto de quem tem "Poder".</p>
<p align="justify">A classe média, obviamente, será uma" personagem", que terá, quer os vícios, quer as virtudes dos dois protótipos simplistas anteriormente descritos.</p>
<p align="justify">Derivado destas definições simplórias retiram-se as soluções do <i>"político"</i> que produz este tipo de discurso e que são três.</p>
<p>1. Os "ricos" devem ser taxados em impostos de forma "leve".</p>
<p>2. Os pobres devem ser <i>"sempre taxados".</i></p>
<p align="justify">3. O que origina a <i>"razão racional"</i> que está por detrás  da criação de impostos sobre vendas, como o IVA, que é um imposto que poupa <i>"o que poupa"</i>e castiga o consumidor.</p>
<p align="justify">Quando o PS aumentou o IVA atacou quem era mais pobre ou de classe média e beneficiou quem tinha mais dinheiro - "quem o poupou".</p>
<p align="justify">Quem o "poupou" são os Bancos/accionistas - todo um sector financeiro.</p>
<p align="justify">Que para salvar o pobre/classe média, irá, depois, oferecer crédito a quem já é pobre <i>(argumento de venda: recuperar o seu estilo de vida; deixar de ser pobre).</i></p>
<p>O pobre/classe média mais se prejudica quando aceita.</p>
<p align="justify">Em termos reais tem menos dinheiro, mas é induzido a ir buscar mais dinheiro emprestado, a quem... mais o tem.</p>
<p>Os mesmos detentores de poder neste sistema.</p>
<p align="justify"><b>Solução:</b> <i>"não emprestar</i>" <b>gratuitamente</b>, dinheiro a ricos, ao estar-se a pedir empréstimos para consumo, (crédito) que, por via do pagamento de juros sempre artificialmente criados, apenas significam que se está a alimentar ainda mais esses, já ricos, jogadores do mercado.</p>
<p align="justify">É precisamente por isto que os Bancos ficam atrapalhados quando executando uma dívida de alguém que não pagou o credito, essa execução seja feita sobre uma casa - um imóvel, que é capital que não se pode emprestar; só vender.</p>
<p><img src="http://dissidentex.wordpress.com/files/2008/03/totalitaris.jpg" alt="TOTALITARIS" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ESTAÇÃO DO ROSSIO 2008.]]></title>
<link>http://dissidentex.wordpress.com/?p=379</link>
<pubDate>Tue, 26 Feb 2008 12:34:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>dissidentex</dc:creator>
<guid>http://dissidentex.pt.wordpress.com/2008/02/26/estacao-do-rossio-2008/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp;

Era a loucura do povo que ansiava a reabertura das portas da Estação do Rossio, queria ver]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&#160;</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://dissidentex.wordpress.com/files/2008/02/estacao-do-rossio-1910.jpg" alt="ESTAÇÃO DO ROSSIO 1910" /></div>
<p align="justify"><i>Era a loucura do povo que ansiava a reabertura das portas da Estação do Rossio, queria ver o túnel e admirar a obra socialista, cuja derrapagem financeira superou os 9,5 milhões de euros.</i></p>
<p align="justify"><i>Encontrava-se lá um comboio de alta-velocidade, o Pendular que normalmente faz Faro – Lisboa – Porto – Braga. O povo foi entrando e quando questionado por uma repórter, ninguém sabia para onde ia aquilo, mas todos entraram. Um queria ir para Roma-Areeiro, outro para Queluz. Mas de facto, aquele comboio abarrotado de gente não ia para lado algum, encontrava-se apenas em exposição.</i></p>
<p align="justify"><i>É a imagem do país: não vai a lado algum, estando apenas em exposição.</i></p>
<p align="justify">FONTE: <a href="http://www.danielmarques.net/2008/02/16/reabertura-da-estacao-ferroviaria-do-rossio/">Daniel Marques.Net </a>dia 16 de Fevereiro de 2008</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[UM SECRETÁRIO DE ESTADO OBTUSO....]]></title>
<link>http://dissidentex.wordpress.com/?p=335</link>
<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 11:30:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>dissidentex</dc:creator>
<guid>http://dissidentex.pt.wordpress.com/2008/02/21/um-secretario-de-estado-obtuso/</guid>
<description><![CDATA[Acabo de ouvir um secretário de Estado da educação a falar sobre ensino especial.
Utiliza a expre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Acabo de ouvir um secretário de Estado da educação a falar sobre ensino especial.</p>
<p align="justify">Utiliza a expressão "enigmática" de componentes " Psico-Bio-Sociais".</p>
<p align="justify">Já passaram 2 minutos e ele utiliza a expressão "Obtuso".</p>
<p align="justify">A expressão "Obtuso" é, de facto, apropriada para quem utiliza a expressão "Psico-Bio-Sociais".</p>
<p align="justify">Está a dar na TSF, mas já não posso ouvir mais...</p>
<p align="justify"><b>Correcção:</b> é um tipo chamado Fernando Magalhães de uma "plataforma de pais" pelo ensino especial ou lá o que é. Não é um secretário de Estado.</p>
<p align="justify">Mas a falar desta forma, chegará lá depressa. Presumivelmente no Partido socialista.</p>
<p align="justify">PS: e não se pode exterminar esta gente que fala assim?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO.]]></title>
<link>http://dissidentex.wordpress.com/?p=316</link>
<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 23:31:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>dissidentex</dc:creator>
<guid>http://dissidentex.pt.wordpress.com/2008/02/18/instituto-superior-tecnico/</guid>
<description><![CDATA[Qualidade made in Portugal
Lugar: Instituto Superior Técnico 
Mito: Instituição de grande calibre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3>Qualidade made in Portugal</h3>
<p>Lugar: <a href="http://www.ist.utl.pt/">Instituto Superior Técnico </a><br />
Mito: Instituição de grande calibre e profissionalismo<br />
Realidade: misto de casa de alterne e sala de tortura psicológica</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://dissidentex.wordpress.com/files/2008/02/ist.gif" alt="IST" /></div>
<p align="justify"><strong>Situação 1: </strong>Aluna chumba na primeira e segunda chamada com a mesma nota, 9. Resolve ir falar com o prof responsável. Só encontra a secretária do dito que larga a seguinte boca com, um ar de cumplicidade: quem não chora não mama. Tirem as vossas conclusões.</p>
<p><strong>Situação 2:</strong> Aluno chumba com 9 e vai à revisão de provas. O prof diz que apesar de ter metade do exame super correcto só cotou 80% dos 10 pontos porque é o máximo que dá e que as outras porque trocou um detalhe de uma pergunta para a seguinte so lhe cotou 10% do resto dos outros 10 pontos. Aluno em fúria, prof em riso semi-histérico. Tirem as vossas conclusões.</p>
<p><strong>Situação 3:</strong> Aula de revisão e dúvidas antes de exame. Prof insiste categoricamente que a matéria A é fundamental para o exame!! Chega a o exame nem sinal dessa matéria mas bastantes sinais de outras matérias que ele tinha excluído do programa. Tirem as vossas conclusões.</p>
<p><strong>Situação 4:</strong> certos alunos insatisfeitos com estado de coisas recorrente tentam organizar os colegas. Encontram uma barreira de alunos intimidados e aterrorizados por professores despóticos e vingativos sendo que estão de mãos atadas apesar de terem tido a confirmação da realidade daquilo que viveram naquela instituição.</p>
<p><strong> Nota 1: </strong>Todas as situações são reais e deste ano lectivo.<br />
<strong> Nota 2:</strong> O IST é a instituição de ensino superior com a taxa de suicídio mais elevada do país.<a href="http://inbetweenpt.blogspot.com/2008/02/qualidade-made-in-portugal.html"></a></p>
<p><a href="http://inbetweenpt.blogspot.com/2008/02/qualidade-made-in-portugal.html">INBETWEEN </a>- 8 Fevereiro 2008</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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