<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>radio-na-internet &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/radio-na-internet/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "radio-na-internet"</description>
	<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 21:41:06 +0000</pubDate>

	<generator>http://wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Lusitânia online]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/?p=746</link>
<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 15:54:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/?p=746</guid>
<description><![CDATA[Foi ontem apresentada a nova estação de rádio online do grupo RTP. Trata-se da primeira iniciativ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Foi ontem apresentada a nova estação de rádio online do grupo RTP. Trata-se da primeira iniciativa de uma estratégia multimédia definida no grupo e cuja implementação está sujeita às condicionantes e aos condicionalismos que naturalmente existem num grupo desta dimensão e características.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p style="margin-top:0.1cm;margin-bottom:0.1cm;line-height:150%;widows:2;orphans:2;" align="justify" lang="pt-PT"> Muito embora a reestruturação do sector tenha definido como missão do serviço público de radiodifusão, o acompanhamento das inovações tecnológicas que pudessem melhorar o serviço de radiodifusão, tal não tem tido grandes repercussões ao nível das regras estabelecidas no Contrato de Concessão. Tem-se verificado essencialmente pela decisão política de reconversão digital do operador, e menos no que respeita à adopção de novas técnicas que reconvertam metodologias de trabalho, ou na diversificação de plataformas de difusão e extensão da rádio pública para a Internet.</p>
<div align="justify"></div>
<p style="margin-top:0.1cm;margin-bottom:0.1cm;line-height:150%;widows:2;orphans:2;" align="justify"> 	As limitações para o desenvolvimento da relação entre os vários canais do operador público e a Internet derivam da ausência de uma decisão estrategicamente definida de desenvolvimento da rádio online que avança lentamente, na dependência de decisões administrativas para a sua implementação. Contudo, parece que, actualmente, revela uma nova dinâmica. Apesar da fusão entre os websites da rádio e da televisão - com a natural perda de identidade no URL das estações de rádio -, a presença online do operador público conheceu melhoramentos a partir de 2006, momento em que, para cumprir os objectivos a que se propôs, a rádio pública começou a desenvolver conteúdos multimédia exclusivos para a Internet.  Nesta altura os canais estão todos disponíveis para escuta através da Internet, e os canais com emissão nacional têm igualmente podcasts disponíveis, pelo que o próximo passo será a disponibilização de podcasts de programas dos canais RDP África, RDP Internacional, RDP Madeira e RDP Açores, ao mesmo tempo que a oferta on demand para os canais nacionais vai sendo ampliada.</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">Assim, no quadro da estratégia do serviço público para o digital, desde 1997 que a RDP vem investindo no processo de digitalização da rádio, ao nível da produção, emissão e difusão. Contudo, tem-se notado que o processo vai sofrendo impasses, avanços e retrocessos, sendo que, finalmente, parece existir uma estratégia definida que se pretende cumprir. As mais recentes novidades dizem respeito à introdução do sistema de gestão de emissão - Dallet - que já existia nas rádios privadas à tempo suficiente para provocar dificuldades ao nível da concorrência, e à criação de um novo canal inteiramente dedicado à música portuguesa com emissão exclusivamente online.</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><a href="http://ww1.rtp.pt/radiosonline/index.php?headline=1&#38;visual=1" target="_blank">Lusitânia </a>é o nome deste canal, com emissão 24 horas por dia, atendendo à memória e ao património musical português, representando a primeira iniciativa dos canais temáticos da rádio pública na web. Paralelamente a este canal, outros irão surgir, bem como canais específicos para determinados acontecimentos, como será o Euro 2008.</p>
<p>Para ouvir em: radiolusitania.rtp.pt/</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[RDP Online]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/2008/04/02/rdp-online/</link>
<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 14:33:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/2008/04/02/rdp-online/</guid>
<description><![CDATA[Para amanhã, novidades nos canais online da RDP&#8230;
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Para amanhã, novidades nos canais online da RDP...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Leituras]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/?p=738</link>
<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 23:52:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/?p=738</guid>
<description><![CDATA[ 	  	 El futuro del periodismo está en la tecnología y los usuarios: &#8220;&#8230; escenario futu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><b> 	  	 El futuro del periodismo está en la tecnología y los usuarios</b>: "... escenario futuro donde la tecnología y los ciudadanos van por delante del periodismo".</p>
<p><b>Fonte</b>:<a href="http://periodistas21.blogspot.com/"> Periodistas 21</a> [<a href="http://periodistas21.blogspot.com/2008/03/el-futuro-del-periodismo-est-en-la.html" target="_blank">ler</a>]</p>
<p><!--more--></p>
<p><b>Musicians take social networking into their own hands:</b> ".. The social networking component gives fans a reason to hang out on a site and visit more often than they would a standard Web site".</p>
<p><b>Fonte</b>: <a href="http://www.reuters.com/" target="_blank">Reuters </a>[<a href="http://www.reuters.com/article/internetNews/idUSN2830064820080329?feedType=RSS&#38;feedName=internetNews" target="_blank">ler</a>]</p>
<p><!--more--></p>
<p><b>Podcasting audience to hit 50 million: </b>"That's <a href="http://www.imediaconnection.com/content/8600.asp">one projection</a>:  By 2010 we'll have 50 million folks listening to podcasts."</p>
<p><b>Is terrestrial radio missing the Internet radio boat?: </b>"...40% of those who had listened to Internet radio said they tuned in a specialized Internet Radio site, compared to only 25% or less for any of the other options".</p>
<p><b>Fonte</b>: <a href="http://www.hear2.com/" target="_blank">Hear 2.0</a> [<a href="http://www.hear2.com/2006/03/podcasting_audi.html" target="_blank">ler</a>]</p>
<p><a href="http://www.hear2.com/">Hear 2.0</a> [<a href="http://www.hear2.com/2006/06/is_terrestrial_.html" target="_blank">ler</a>]<br />
<!--more--></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tendências]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/?p=734</link>
<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 21:38:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/?p=734</guid>
<description><![CDATA[Co-Branding - Uma iniciativa interessante:
A Uzo e a RFM lançaram, em co-branding, um telemóvel lo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><b>Co-Branding - Uma iniciativa interessante:</b></p>
<p>A Uzo e a RFM lançaram, em co-branding, um telemóvel low cost com leitor de música. O Motorola W230 tem rádio FM com rds e inclui conteúdos exclusivos da rádio do grupo Renascença, tal como animações, ringtones e wallpapers.</p>
<p><b>Fonte</b>: <a href="http://www.jornalbriefing.iol.pt/" target="_blank">Briefing </a>[<a href="http://www.jornalbriefing.iol.pt/noticia.php?id=928173&#38;div_id=3421" target="_blank">ler notícia</a>]</p>
<p><b>Música gratuita - Sony BMG inova:</b></p>
<p>A partir de Abril, músicas de Bruce Springsteen, Leona Lewis e outros artistas da Sony BMG estarão disponíveis gratuitamente no site We7,  antecedidas por um pequeno anúncio publicitário.</p>
<p><b>Fonte</b>: <a href="http://www.jornalbriefing.iol.pt/" target="_blank">Briefing </a>[<a href="http://www.jornalbriefing.iol.pt/noticia.php?id=926200&#38;div_id=3420" target="_blank">ler notícia</a>]</p>
<p><b>Finalmente...</b></p>
<p>”Estamos a ponderar fazer uma carta de padrões e lançar uma directiva sobre o que é admissível e o que não é”, José Azeredo Lopes (ERC)</p>
<p>No início de Fevereiro a ERC lançou um aviso a anunciantes e directores de jornais para que deixem de confundir anúncios publicitários com conteúdos editoriais, sob pena de passarem a pagar coimas. Posteriormente o aviso foi alargado a todos os géneros de publicações.</p>
<p><b>Fonte</b>: <a href="http://www.meiosepublicidade.pt/" target="_blank">M&#38;P</a> [<a href="http://www.meiosepublicidade.pt/2008/03/25/erc-prepara-directiva-para-separar-anuncios-publicitarios-e-conteudos-editoriais/" target="_blank">ler notícia</a>]</p>
<p><b>Música nova lançada directamente na web</b></p>
<p>Os REM vão lançar o seu novo disco directamente na web, escapando à rotina das rádios e formatos de promoção tradicionais, procurando ir ao encontro dos seus seguidores nas redes sociais.</p>
<p>"La banda de Michael Stipe se lanza a buscar a sus fans donde están, en internet y las redes sociales. El 24 de marzo, seis días antes de su lanzamiento, <a href="http://www.ilike.com/REM">Accelerate</a> estará en Facebook, Bebo y otras redes sociales para crear toda la expectación posible y regalar la preaudición a sus seguidores internautas".</p>
<p>Por outro lado, Elvis Costello abandona o modelo CD e lança o novo trabalho em vinil, com um código digital para efectuar a descarga através da Internet...</p>
<p><b>Fonte</b>: Periodistas 21 / <a href="http://www.soitu.es/" target="_blank">Soitu </a>[<a href="http://www.soitu.es/soitu/2008/03/15/sociedadcableada/1205614891_283810.html" target="_blank">ler notícia</a>]<a href="http://www.soitu.es/soitu/" target="_blank"><br />
</a></p>
<p><a href="http://www.reuters.com/" target="_blank">Reuters </a>[<a href="http://www.reuters.com/article/internetNews/idUSN2041212120080320?feedType=RSS&#38;feedName=internetNews" target="_blank">ler notícia</a>]</p>
<p><b>Música na era digital: valor zero?</b></p>
<p>La ley de la oferta y la demanda es implacable con la música: hay demasiada oferta, tanta que el precio de la música se aproxima a cero. Apple negocia con las discográficas un trato para convertir la música en un commodity, en un elemento de marketing para los móviles, los iPhone, los iPod, los reyes del nuevo negocio digital.</p>
<p>Con un 15% del negocio de la música en el mercado digital, según <a href="http://www.ifpi.org/content/section_resources/dmr2008.html">datos de la propia industria discográfica</a>, la reinvención del negocio está a las puertas. Los modelos de suscripción vuelven a presentarse como alternativa a la <a href="http://www.soitu.es/soitu/2008/01/28/sociedadcableada/1201542469_310522.html">música a cambio de publicidad</a> cuando la recesión acecha el crecimiento de la inversión publicitaria.</p>
<p>Nokia lo tiene claro. Su apuesta son <a href="http://www.soitu.es/soitu/2008/01/21/sociedadcableada/1200947509_445271.html">las redes sociales</a>, los vídeos, las fotografías y la música en el móvil y en sus propios servicios de alojamiento y gestión de los contenidos de sus usuarios.</p>
<p>E a música na rádio? Continuará a fazer sentido no futuro?...</p>
<p><b>Fonte</b>: <a href="http://www.soitu.es/" target="_blank">Soitu </a>[<a href="http://www.soitu.es/soitu/2008/03/24/sociedadcableada/1206382628_196382.html" target="_blank">ler artigo</a>]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marcas e redes sociais]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/?p=733</link>
<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 21:18:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/?p=733</guid>
<description><![CDATA[Na sequência de algumas ideias previamente desenvolvidas sobre a importância das redes sociais par]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Na sequência de algumas ideias previamente desenvolvidas sobre a importância das redes sociais para a comunicação mediática e, particularmente, a rádio, fica a notícia de que a Pepsi entrou no universo das redes sociais, criando um anúncio com base nas ideias dos seus consumidores, criando igualmente um website para interagir com os admiradores da marca e os consumidores...</p>
<p><b>Fonte</b>: <a href="http://www.jornalbriefing.iol.pt/" target="_blank">Briefing </a>[<a href="http://www.jornalbriefing.iol.pt/noticia.php?id=929095&#38;div_id=3419" target="_blank">ler</a>]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Depois da identidade sonora... a identidade visual]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/?p=724</link>
<pubDate>Sun, 09 Mar 2008 19:26:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/?p=724</guid>
<description><![CDATA[
Dando continuidade ao processo de renovação, a RFM apresentou esta semana uma nova identidade vis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://netfm.wordpress.com/files/2008/03/rfm-musica.jpg" title="rfm-musica.jpg"><img src="http://netfm.wordpress.com/files/2008/03/rfm-musica.thumbnail.jpg" alt="rfm-musica.jpg" /></a></p>
<p align="justify">Dando continuidade ao processo de renovação, a <a href="http://www.rfm.pt" target="_blank">RFM </a>apresentou esta semana uma nova identidade visual.</p>
<p><a href="http://netfm.wordpress.com/files/2008/03/rfm-mulher.jpg" title="rfm-mulher.jpg"><img src="http://netfm.wordpress.com/files/2008/03/rfm-mulher.thumbnail.jpg" alt="rfm-mulher.jpg" align="right" /></a></p>
<p align="justify">A notícia é do <a href="http://www.meiosepublicidade.pt/" target="_blank">M&#38;P</a> e indica que «<i>“A nova linguagem gráfica é adaptável às várias áreas onde a RFM está presente”, justifica António Mendes, director de programas da estação. “A RFM não é só grandes músicas, está presente numa série de eventos. Apesar de diferentes, as identidades vão</i></p>
<p align="justify"><i> manter em termos de comunicação a boa disposição e a qualidade dos eventos que apoia”, acrescenta o responsável»</i>. [<a href="http://www.meiosepublicidade.pt/2008/03/06/rfm-revela-nova-identidade/" target="_blank">ler</a>]</p>
<p>Imagens retiradas da página do <b>M&#38;P.</b></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novos formatos publicitários]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/?p=721</link>
<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 20:03:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/?p=721</guid>
<description><![CDATA[No sector dos media privados, a publicidade assume um papel relevante para o financiamento da sua ac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify" lang="pt-PT">No sector dos media privados, a publicidade assume um papel relevante para o financiamento da sua actividade. No caso da rádio, a sua rentabilidade depende directamente da audiência das estações, pelo que as estações organizam a sua programação em função de interesses maioritários. Contudo, o desenvolvimento do mercado e do sector, conduziu à integração de estações diferentes em grupos de rádio ou grupos de media, criando um panorama em que, mesmo com índices de audiência que isoladamente dificilmente justificariam a pertinência económica de uma estação, prevalece uma lógica de grupo, de estações integradas que conjugam esforços para atingir segmentos diferentes e, em grupo , conquistar as principais classes sociais, escalões etários e grupos sociais, através de estações com diferentes formatos de programação que enveredam por diferentes tipos de especialização. Desta forma, a publicidade dirige-se a segmentos com perfis específicos.</p>
<p align="justify" lang="pt-PT">A evolução tem ditado igualmente a mudança nos formatos da publicidade na rádio, que assume actualmente formas muito variadas, algumas das quais próximas de géneros jornalísticos e outras, que conjugam o online com o FM, numa postura que revela maior abertura e conhecimento do mercado, e da adopção de novas formas de gestão publicitária.</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">Um bom exemplo entre nós será o da Media Capital Rádios  que tem vindo a apostar em novas formas de publicidade na rádio, integrando-a na programação (à semelhança do que também acontece nas estações do Grupo Renascença) e, acima de tudo, criando um novo conceito de publicidade online. A mais recente novidade apresenta a publicidade no player, antes de começar a emissão da estação escolhida: ao abrir o player, pode ser carregado um spot publicitário e um banner que permite ao utilizador interagir imediatamente com a marca ou o produto que está, naquele momento, a ser anunciado.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Netscope: o lugar da rádio e o método. Conclusões indefinidas.]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/?p=720</link>
<pubDate>Wed, 05 Mar 2008 12:38:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/?p=720</guid>
<description><![CDATA[O post [ler] sobre s dados do Netscope, recentemente apresentados pela Marktest suscitaram alguns co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O post [<a href="http://netfm.wordpress.com/2008/02/27/netscope-radio-em-12%c2%ba-lugar/" target="_blank">ler</a>] sobre s dados do Netscope, recentemente apresentados pela Marktest suscitaram alguns comentários aqui no NetFM [<a href="http://netfm.wordpress.com/2008/02/27/netscope-radio-em-12%c2%ba-lugar/" target="_blank">ler</a>], a propósito do lugar ocupado pelo meio rádio no ranking dos media avaliados. O erro de interpretação foi do NetFM, sem dúvida e comprova apenas duas coisas:</p>
<ul>
<li>a rádio pública nada ganhou com a fusão entre rádio e televisão num mesmo website;</li>
<li>o método usado para medir o tráfego não indica o tráfego das subpáginas de cada site.</li>
</ul>
<p>Ao que parece, a contagem faz-se pela entradano site, sem indicar a navegação que se faz no mesmo. Ou seja, sabemos que há X utilizadores no tráfego da RFM, mas não sabemos quais as páginas que, neste domínio, estes consultaram.</p>
<p style="margin-top:0.1cm;margin-bottom:0.1cm;line-height:150%;widows:2;orphans:2;" align="justify">Este tipo de informação será útil, por exemplo, para a RFM, que consegue, através da análise interna ao tráfego do site, definir picos de tráfego na sua página e uma navegação que aponta essencialmente para a escuta da emissão. Contudo, não será relevante no caso das rádios públicas, uma vez que têm a mesma porta de entrada da Televisão, pelo que havendo acessos contabilizados a programas e rubricas das diferentes estações, ao nível de descargas de podcasts ou streamings diferidos, a média do tráfego será sempre superior àquele que efectivamente é apresentado. Acrescem ainda as entradas não contabilizadas, através de agregadores de podcastsou links directos para a página respectiva da estação ou do arquivo de programas. Resta saber se se trata de um erro técnico na construção e estrutura de navegação dos próprios sites ou se a Marktest não está, efectivamente, a contabilizar mais do que a entrada pela porta principal...<font color="#000000"><font size="3"><br />
</font></font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Webradio]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/?p=716</link>
<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 19:34:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/?p=716</guid>
<description><![CDATA[No Hear 2.0, Mark Ramsey escreveu há dias sobre uma estação de rádio na Internet , surpreendendo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>No <a href="http://www.hear2.com/" target="_blank">Hear 2.0</a>, Mark Ramsey escreveu há dias sobre uma estação de <a href="http://www.hear2.com/2008/02/the-new-face-of.html" target="_blank">rádio na Internet</a> , surpreendendo-se por, finalmente, ter encontrado um projecto mais relacionado com a Internet do que propriamente com rádio ou música, sendo que, efectivamente, deveria ser essa a lógica subjacente a uma estação de rádio na Internet, mesmo quando a sua origem é o FM.</p>
<p>Como afirma Ramsey, "<i>for radio, the Internet is not a brand extension, contrary to conventional thinking.  It is the new brand",</i> ideia que o NetFm também defende, mesmo para as estações com emissão principal em FM. A prova disso são os valores crescentes para as audiências online, o tráfego por sites de media e, acima de tudo, pelos de rádio, demonstrando que a Net será seguramente a principal, ou no, mínimo, uma das mais importantes plataformas do futuro da rádio.</p>
<p>O desafio está agora em construir, manter e comunicar a marca através da rede, não numa estratégia complementar, mas numa lógica própria ao marketing da rádio em FM. E, à semelhança do que o NetFM habitualmente se questiona, também Ramsey envereda por uma lógica comunitária e multimédia associada à rádio. <i>"What community elements do we offer? What video do we provide? Can you get traffic and weather and news updates via TXT or email? How often does the content change (the answer should be "constantly")? Do listener hear everything you have when they listen to your stream or does the website add a visual and interactive component that your visitors (not listeners) can't live without? Is there a game-related element to the site? Do you encourage listeners to tell others about it via online links?"</i>.</p>
<p>A questão, nos E.U.A., é em tudo semelhante à questão que se coloca em Portugal, uma vez que não se verificam, ainda, esforços concoretos para tornar a rádio do futuro numa rádio digital, não apenas no que respeita ao canal de distribuição, mas acima de tudo, pelo contexto da sua distribuição, quando esta se faz por esta via, considerando, acima de tudo que, na Internet, a rádio enfrenta um novo tipo de competição e concorrência, onde, como Ramsey também afirma, <i>"'radio' is only a tiny slice of the opportunity"</i>...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rádio Zero - 2º aniversário]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/2008/03/03/radio-zero-2%c2%ba-aniversario/</link>
<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 16:38:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/2008/03/03/radio-zero-2%c2%ba-aniversario/</guid>
<description><![CDATA[Diz a Zero que, &#8220;por ocasião da celebração do segundo aniversário do nascimento da Rádio ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Diz a Zero que, "por ocasião da celebração do segundo aniversário do nascimento da Rádio Zero,  a Administração desta ditosa instituição radiofónica vem convidar vossas  excelentíssimas excelências, excélsios ouvintes para um evento a decorrer no  Centro Cultural O Século, no Bairro Alto, dia 5 de Março pelas 23h.</p>
<p>O  programa envolve a participação musical de alguns artistas parte constituinte  do pessoal... interno... ah... interino... ah...</p>
<p>Dia 5, às 23h, borga  no Século no Bairro Alto com concertos de: M-PeX;<br />
* Unidade Sonora;<br />
*  Bandidos Desesperados.</p>
<p>Entrada à paleta, tá tudo convidado!"</p>
<p><b>Parabéns.......</b></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Netscope: rádio em 12º lugar - ou melhor, rádio privada em 12º lugar e rádio pública em 7º - em confirmação...]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/?p=714</link>
<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 18:35:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/?p=714</guid>
<description><![CDATA[De acordo com os dados do Netscope [ler], o meio rádio, com o site Cotonete, seguido da RFM (12º e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com os dados do Netscope [<a href="http://www.marktest.com/wap/a/n/id~1012.aspx" target="_blank">ler], </a>o meio rádio, com o site Cotonete, seguido da RFM (12º e 13º lugares) não ocupa um lugar de destaque no tráfego online, sendo que os utilizadores procuram essencialmente a imprensa e a TV. Assim, o <a href="http://www.netscope.marktest.pt/" target="_blank">Netscope </a>mede a totalidade do tráfego destes sites independentemente do local de acesso e do país de origem. O jornal a Bola é a entidade web mais visitada, seguida do jornal record, pelo que se conclui que o futebol, mesmo na Internet, move multidões. Público e Correio da Manhã são os diários mais visitados e, na televisão, a RTP é a entidade mais visitada e, na rádio, as entidades organizam-se da seguinte forma: Cotonete, RFM, Renascença, Cidade FM, Comercial, Mega FM, M80, Best Rock, Romântica e Rádio Clube.</p>
<p><b>Adenda</b></p>
<p>Graças ao Atento e Vitoscano, aproveito para efectuar uma chamada de atenção ao título e ao texto de ontem. De facto, no tráfego do site da RTP deve estar incluído o tráfego das estações de rádio, pelo que a rádio passa assim para o 7º lugar do ranking Netscope. É uma informação que irei confirmar. A confirmar-se, prova uma vez mais que a junção da rádio e da televisão num só endereço de entrada não produz efeitos muito positivos para a rádio, gerando consequências negativas várias e das quais o NetFM já falou várias vezes, bem como, suscita este tipo de interpretações dúbias.</p>
<p>De qualquer forma, obrigada pelo reparo. Afinal, há quem leia este weblog. Já começava a duvidar, pela ausência de comentários...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rádio: suporte de comunicação sempre inovador]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/?p=713</link>
<pubDate>Tue, 26 Feb 2008 10:48:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/?p=713</guid>
<description><![CDATA[Não restam dúvidas: a rádio é dos suportes de comunicação comercial mais inovadores, adaptáve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Não restam dúvidas: a rádio é dos suportes de comunicação comercial mais inovadores, adaptáveis e baratos que existem.Actualmente, pode facilmente combinar o online e o offline, com campanhas que resultam num aumento de tráfego para o website da própria estação, ao mesmo tempo que canalizam o consumidor para a marca ou produto anunciado.</p>
<p>A prova disso está nas campanhas que escutamos na rádio sem prestarmos atenção e que nos atingem sem disso darmos conta. Donde, a comunicação é efectiva e eficiente. Mark Ramsey, no <a href="http://www.hear2.com/" target="_blank">Hear 2.0</a> [<a href="http://www.hear2.com/2008/02/radios-radical.html" target="_blank">ler</a>], recupera um artigo onde se contrapõem as ideias dos principais críticos da rádio, onde se aborda exactamente esta questão, defendendo que <font><font>a rádio <i>"has always had ubiquitous reach; now we also have a powerful arsenal of diverse marketing tools and increasingly creative marketing ideas for our customers"</i> (</font></font><font><font>David Field, </font></font><font><font>Entercom Communications CEO) [<a href="http://www.radioink.com/HeadlineEntry.asp?hid=141132&#38;pt=todaysnews" target="_blank">ler</a>]<br />
</font></font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ligações entre mundo real e virtual. A rádio no SL.]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/?p=712</link>
<pubDate>Tue, 26 Feb 2008 10:05:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/?p=712</guid>
<description><![CDATA[Em Espanha, já é possível enviar sms e mms entre o mundo real e o mundo virtual.
De acordo com a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em Espanha, já é possível enviar sms e mms entre o mundo real e o mundo virtual.</p>
<p><span class="txtart">De acordo com a notícia do Sapo TEK, baseada em notícias da imprensa espanhola, a <a href="http://www.telefonica.es/" target="_blank">Telefónica</a> criou, no <a href="http://www.secondlife.com/" target="_blank">Second Life</a> uma plataforma que permite enviar SMS e MMS a partir da <a href="http://slurl.com/secondlife/TELEFONICA/128/128/0" target="_blank">ilha da operadora</a>. [<a href="http://tek.sapo.pt/4N0/809228.html" target="_blank">ler</a>]<br />
</span></p>
<p>Da mesma forma, o Second Life vai passar a estar acessível a partir do telemóvel (3G), numa iniciativa da <span class="txtart"><a href="http://www.vollee.com/" target="_blank">Vollee</a> </span>, que estará disponível a partir de Maio, em fase de testes. [<a href="http://tek.sapo.pt/4N0/809228.html" target="_blank">ler</a>]</p>
<p>Os media estão ainda a descobrir o Second Life, sem dedicarem uma estratégia profissional e orientada para este mundo virtual, onde já existe um crescente número de weblogues, podcasts e outro tipo de projectos que aumentam o número de dados e informação em circulação.</p>
<p>Em Agosto do ano passado foi criada a <a href="http://www.vwrn.net/" class="external-link">Virtual World Radio Network</a>, uma rede que se dedica a manter os utilizadores informados, com notícias sobre o Second Life, ao nível das finanças e actividades culturais, bem como informação sobre aquilo que, quem não está no Second Life, relata sobre este mundo virtual, abordando igualmente questões políticas e de regulação que o possam influenciar. A equipa é constituída por jornalistas e radialistas experientes, que optaram por dedicar uma boa parte do seu tempo ao mundo virtual, criando uma voz real dos acontecimentos virtuais e reais.</p>
<p>De acordo com a <a href="https://wiki.secondlife.com/wiki/Main_Page" target="_blank">Wiki</a> do Second Life, para além da Virtual World Radio Network, existem mais três webradios, uma das quais tinha o site em baixo, por altura da visita:</p>
<ul>
<li><a href="http://austin.metaversemeetup.com/" class="external text" title="http://austin.metaversemeetup.com/" rel="nofollow">Second Jam - Always On!</a></li>
<li><a href="http://www.slliveradio.com/" class="external text" title="http://www.SlLiveRadio.com/" rel="nofollow">SL Live Radio - Second Life Live Music Previews!</a></li>
<li><a href="http://www.wildradio760.com/" class="external text" title="http://www.wildradio760.com/" rel="nofollow">WildRadio760 - webcasting from Club Wild in SL</a></li>
</ul>
<p>E, tal como acontece no Brasil [<a href="http://secondblog.blogtv.com.pt/2007/05/17/radios-no-secondlife" target="_blank">ler</a>], também por cá as estações de rádio deveriam emitir no Second Life, aumentando a diversidade mediática e os sons em circulação que, por agora, se limitam à transmissão de música. Como no <a href="http://getasecondlife.net/2007/05/historias-situacoes-second-life/radios-portuguesas-no-sl/" target="_blank">Geta </a>(blogue português sobre Second Life), também o NetFM já se questionou [<a href="http://netfm.wordpress.com/2007/06/20/qual-a-radio-que-da-musica-ao-second-life/" target="_blank">ler</a>] e ainda questiona sobre a relação entre a rádio portuguesa e o Second Life. Para quando uma estação portuguesa que emita também nesta  outra realidade?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rádio online cresce]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/?p=707</link>
<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 18:45:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/?p=707</guid>
<description><![CDATA[A rádio online continua a crescer nos E.U.A., no que respeita ao número de ouvintes e investimento]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A rádio online continua a crescer nos E.U.A., no que respeita ao número de ouvintes e investimento publicitário.</p>
<p>De acordo com a publicação <a href="//www.insideradio.com/" target="_blank">Inside Radio</a>, o crescimento do número total de horas representou um aumento de 26% relativamente a 2006, ao passo que o investimento em publicidade cresceu 194%.</p>
<p><b>Fonte</b>: <a href="http://www.insideradio.com/pdheadlines.asp?phid=534426&#38;PT=Today%27s+Top+Stories" target="_blank">Inside Radio </a></p>
<p><font><font><br />
<font size="2">Online music radio online logged 4.85 billion total listening hours last year, a 26% increase from 2006. AOL's Shoutcast remains the top destination, followed by Clear Channel Online. AccuStream iMedia Research calculates ad revenues increased 194% to $80 million last year – and that figure could jump to $150 million this year.</font></font></font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TSF online lidera ]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/?p=705</link>
<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 10:41:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/?p=705</guid>
<description><![CDATA[A notícia é do Briefing e revela que &#8220;a TSF online foi o site de rádio que registou mais vi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A notícia é do <a href="http://www.jornalbriefing.iol.pt/noticia.php?id=918209&#38;div_id=3421" target="_blank">Briefing </a>e revela que "a TSF online foi o site de rádio que registou mais visitantes durante o ano de 2007, (...) segundo o estudo Netpanel divulgado (...) pela Marktest. A edição da rádio TSF na Internet liderou a tabela de utilizadores únicos com 611 mil visitantes, tendo a RFM ficado em segundo lugar, com 489 mil utilizadores, e a Cotonete em terceiro lugar, com 429 mil utilizadores. Em termos de número de páginas visitadas, a RFM lidera a lista com cerca de 14 milhões de páginas visualizadas durante 2007. Em segundo lugar na lista de páginas visitadas aparece a Cidade FM com cerca de 13 milhões de páginas e, em terceiro, a Rádio Comercial com cerca de 9 milhões de páginas visitadas.</p>
<p>(...) O mesmo estudo adianta que cerca de 1,6 milhões de internautas portugueses navegaram em sites de rádio o que significa que mais de metade dos utilizadores de Internet acedeu a sites de rádio. O estudo da Marktest refere que, durante o ano passado, 1592 mil com mais de 4 anos e residentes em Portugal continental acederam a sites de rádio a partir de casa, o que corresponde a 52,7 por cento dos cibernautas nacionais". [<a href="http://www.jornalbriefing.iol.pt/noticia.php?id=918209&#38;div_id=3421" target="_blank">ler</a>]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Futuro da Rádio]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/?p=704</link>
<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 22:39:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/?p=704</guid>
<description><![CDATA[A partir do artigo &#8220;The Future of Radio&#8221;, publicado na Radio and Records, January 11, 20]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><b>A partir do artigo "The Future of Radio", publicado na Radio and Records, January 11, 2008</b></p>
<p><b>Audiências</b></p>
<p>No campo da medição de audiências, o futuro, do ponto de vista tecnológico poderá apresentar novidades que trarão grandes implicações para a rádio, a programação e o investimento publicitário.</p>
<p>Verifica-se  uma mudança de paradigma relativo à medição de audências. De uma metodologia que usa a recordação dos ouvintes para medir as audiências, os novos métodos tendem a obter informação sobre as sensações, opiniões, e valores dos consumidores. Da recordação do que o ouvinte escutou na rádio, passamos para um novo estádio que analisa comportamentos e procura demonstrar a forma como os ouvintes reagem ao produto. Muda igualmente a regularidade de apresentação de resultados, pois com base nos sistemas que estão a ser desenvolvidos, a informação passa a estar disponível semanal e mensalmente.</p>
<p align="center"><i>"Lifestyle and daily routine play huge roles in radio listening".</i></p>
<p>Há contudo, um problema que se mantém e que respeita ao desafio de encontrar respondentes qualificados e ultrapassar atendedores  de chamadas, listagens dos que não aceitam fazer parte deste tipo de amostra, casas sem telefone fixo, protecções várias contra a publicidade e a proliferação de junk mail. E, embora o artigo reporte ao contexto norte-americano, é óbvio que também entre nós, é cada vez maior o número de lares indisponíveis, pelo que se começaram já a desenvolver experiências que incluem lares só com telemóveis, mesmo que estes representem segmentos da população mais jovens e etnicamente variados.</p>
<p>Um dos grandes desafios quer para quem investiga audiências, quer para os operadores, é relacionar os consumidores, neste caso, os ouvintes, e o produto. E como bem fez a RFM com a iniciativa "ouvinte Mais", é importante conseguir que os consumidores entendam que a sua participação na pesquisa de mercado melhora aquilo que podem ouvir na sua rádio, explorando métodos de pesquisa baseados na web, que diminuem drasticamente os custos  e fomentam a participação, visto que o ouvinte pode responder no momento em que lhe for mais conveniente.</p>
<p align="center"><i> "Tune-outmay not have been the result of a bad song".</i></p>
<p><b>Consumidores de conteúdo</b></p>
<p>É inegável que o consumidor se está a orientar para a Internet em todos os domínios do seu quotidiano, particularmente no que respeita ao consumo de informação e entretenimento.</p>
<p>Para a rádio, a principal plataforma é a Internet, uma vez que é a fonte de informação e entretenimento para os consumidores e, como se avança no artigo, é necessário perceber qual a forma através da qual os consumidores querem receber esses dados e encontrar fórmulas para os distribuir e, sem dúvida que é o consumidor que lidera o processo. Comparando a rádio com outras indústrias e, particularmente com outros meios de comunicação, a rádio tem ainda um longo caminho a percorrer....</p>
<p align="center"><i>"A growing number of people are taking advantage of listening to us on their PC's at work, consuming some of the interviews and other on-demand and time-shifted offerings we have on our websites".</i></p>
<p align="right">(Continua)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ainda as redes sociais]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/?p=696</link>
<pubDate>Fri, 08 Feb 2008 12:19:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/?p=696</guid>
<description><![CDATA[Rogério Santos, no Indústrias Culturais, escreveu ontem sobre as redes sociais, a partir de um art]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Rogério Santos, no <a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/" target="_blank">Indústrias Culturais</a>, escreveu ontem sobre as redes sociais, a partir de um artigo do Público, no qual se contabilizam <a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/02/37-milhes-ligados-ao-hi5.html" target="_blank">3,7 milhões ligados ao Hi5</a>.</p>
<p>Como o próprio Rogério afirma, também a mim o número me parece elevado, contudo, espelha uma realidade que é já incontornável e sobre a qual nos devemos deter, não só pela forma como as pessoas se ligam entre si criando novos laços e estruturando novas formas de se relacionarem, mas também pelos interesses comerciais que podem estar associados a este contexto das redes sociais e aos quais, a rádio não poderá ficar alheia.</p>
<p><span style="font-family:arial;"></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rádio Zero - Festival Mascavado]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/2008/02/07/radio-zero-festival-mascavado/</link>
<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 21:41:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/2008/02/07/radio-zero-festival-mascavado/</guid>
<description><![CDATA[Festival Mascavado dias 8 e 9 de Fevereiro
Centro Cultural O Século | Rua do  Século nº80, Lisboa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Festival Mascavado dias 8 e 9 de Fevereiro<br />
Centro Cultural O Século &#124; Rua do  Século nº80, Lisboa</p>
<p>A rádio Zero está em directo do  Centro Cultural o Século, dias 8 e 9 transmitindo o festival Mascavado. Um festival de programação dedicada às artes sonoras e visuais a  acontecer este ano na rua do Século.</p>
<p>Programa:<br />
8 de Fevereiro<br />
# 22h-22h30 :: Gabriel  Ferrandini, Hernâni Faustino, Pedro Lopes<br />
# 22h30 &#62; vídeo: "Haunted House"  de Carlos Santos e João Silva<br />
# 22h45-23h15 :: Frango<br />
# 23h15 &#62; vídeo:  "Twin Peeks" de Ray Ganz<br />
# 23h30-00h00 :: Calhau!<br />
# 00h00 &#62; vídeo: "The  Sound of Music" de Sandra Zuzarte<br />
# 00h30 :: Pedro Gomes<br />
# 01h00 &#62;  vídeo: "Music Is Silence" de João Castro Pinto<br />
# 01h10 ::  Ristrett-O-Scopitone:<br />
audio-Grain-of-Sound-e-Ristretto-em-shuffle-no-minidisc-e-projecção-de-filmes-super-8-digitalizados</p>
<p>9  de Fevereiro<br />
# 22h-22h30 :: João Castro Pinto + Nuno Torres<br />
# 22h30 &#62;  vídeo: "Study #40" de Lia /audio: @c<br />
# 22h45-23h15 :: Whit + Travassos<br />
#  23h15 &#62; vídeo: "tba" de João Carrilho /audio: Fernando Fadigas<br />
#  23h30-00h00 :: Paulo Raposo + Francisco Janes<br />
# 00h00 &#62; vídeo: "untitled  (displacement)" de Carlos Pereira<br />
# 00h30 :: Ernesto Rodrigues, Guilherme  Rodrigues, Carlos Alberto<br />
Augusto, Nuno Morão, Hernâni Faustino<br />
# 01h00  &#62; vídeo: "tba" de Return<br />
# 01h10 &#62; vídeo: "tba" de John Klima<br />
#  01h20 ::  Ristrett-O-Scopitone:<br />
audio-Grain-of-Sound-e-Ristretto-em-shuffle-no-minidisc-e-projecção-de-filmes-super-8-digitalizados</p>
<p><a href="http://www.radiozero.pt/">http://www.radiozero.pt</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Is "Technology Killing the Radio Star"?]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/?p=691</link>
<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 17:17:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/?p=691</guid>
<description><![CDATA[Leitura interessante, no Hear 2.0:
&#8220;The days of turning on the radio to hear inane DJs ramblin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Leitura interessante, no <a href="http://www.hear2.com" target="_blank">Hear 2.0</a>:</p>
<p><i><b>"The days of turning on the radio to hear inane DJs rambling, or the same irritating adverts being repeated hour after hour, could almost be over.</b></i></p>
<p><i>A million Brits are now tuning in to personalised stations online every week, and many are also tuning out traditional radio"</i> [<a href="http://www.hear2.com/2008/02/is-technology-k.html" target="_blank">ler</a>]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mito da geração Google]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/?p=690</link>
<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 16:59:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/?p=690</guid>
<description><![CDATA[Aplicado à capacidade de pesquisa das gerações mais jovens, um estudo recentemente desenvolvido p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Aplicado à capacidade de pesquisa das gerações mais jovens, um estudo recentemente desenvolvido para a Biblioteca Britânica revela que, afinal, as gerações mais novas não são mais capazes dos que as gerações mais velhas para pesquisar na Internet, demosntrando usar o senso comum para tomar as suas decisões relativas às pesquisas que efectuam online.</p>
<p>"Segundo o estudo da University College of London, os jovens adolescentes de hoje não são necessariamente eficientes em fazer pesquisas pela internet, não permanecem mais tempo online que as pessoas mais velhas e não destoam do resto da sociedade em priorizar informação rápida e digerida" [<a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL286296-6174,00.html" target="_blank">ler notícia</a>]. E, quanto à ideia de que as pessoas mais novas passam mais tempo na Internet, trata-se de um mito que o estudo deita por terra. Donde, se não são apenas os jovens que estão online, então, a rádio terá também de se relacionar com as outras gerações que, estando online, inevitavelmente procuram a companhia da rádio para acompanhar as suas actividades...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Rádios tambem criam redes sociais"]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/?p=684</link>
<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 15:18:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/?p=684</guid>
<description><![CDATA[Via O 2º Choque, a reafirmação de ideias lançadas no NetFM há alguns dias:
«Radio jumps on the]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Via <a href="http://osegundochoque.blogia.com/" target="_blank">O 2º Choque</a>, a reafirmação de ideias lançadas no <a href="http://netfm.wordpress.com/2008/01/25/mp3-killed-the-video-the-radio-and-the-record-star/" target="_blank">NetFM</a> há alguns dias:</p>
<p><i>«<b><font color="#0033cc" size="2">Radio jumps on the social networking craze».<br />
</font></b><font color="#000000" face=" arial,verdana,helvetica " size="2">Forget Facebook and MySpace - more stations are launching a social networking component and some predict it could eventually become a solid revenue source. Clear Channel's social networking beta test has more than 150,000 registered users since its launch last April with two million page views each week» <b>Inside Radio, 22/01/08</b>.</font></i></p>
<p><b>Fonte</b>: <a href="http://osegundochoque.blogia.com/2008/012803-radios-tambem-criam-redes-sociais-eua-.php" target="_blank">O 2º Choque</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MP3 killed the video, the radio and the record star]]></title>
<link>http://netfm.wordpress.com/?p=681</link>
<pubDate>Fri, 25 Jan 2008 13:43:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://netfm.wordpress.com/?p=681</guid>
<description><![CDATA[O processo não tem retorno possível e afecta duas indústrias inter-dependentes: a da música e da]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O processo não tem retorno possível e afecta duas indústrias inter-dependentes: a da música e da rádio. Efectivamente, o negócio da música está a mudar rapidamente e as empresas destes sectores têm necessariamente de se adaptar ao novo contexto digital.</p>
<p>A produção, promoção e distribuição da música podem agora fazer-se de forma independente dos sistemas de mercado instituídos e surgiram já inúmeros exemplos que provam que o processo de mudança é irreversível, com as naturais consequências para o sector da rádio. A notícia recente, publicada pela <a href="http://news.bbc.co.uk/" target="_blank">BBC News </a> [<a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/technology/7205147.stm" target="_blank">ler</a>] sobre a <a href="http://www.last.fm/" target="_blank">Last FM</a>, revela que o site lançou o maior serviço mundial de música gratuita, promovendo artistas sem editora e remunerando-os cada vez que os utilizadores escutem as suas músicas.</p>
<p>O Last FM enquadra-se nos sites sociais de música e representa o desenvolvimento da web 2.0, uma segunda fase no desenvolvimento da web caracterizado essencialmente pela preponderância do utilizador, partilha de conteúdos e sua participação na organização do conteúdo online. Foi criado em 2002 e, entretanto, comprado pela CBS. É um espaço para escutar música, baseando-se num motor de pesquisa que gera recomendações musicais comparando as escolhas do utilizador com as dos restantes membros da comunidade Last.fm, fórmula diferente da de outros sites, que comparam analogias e atributos das músicas.</p>
<p>A notícia revela que<i> "the website has done deals with the four major record companies as well as more than 150,000 independent labels to offer access to their catalogues. Users will be able to listen to any track - streamed rather than downloaded - up to three times. (...) After that period Last.fm members will be encouraged to buy the track via links to iTunes and Amazon and other download services. A share of any resulting sales, coupled with advertising, will fund the service"</i>. [<a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/technology/7205147.stm" target="_blank">ler</a>]</p>
<p>A ideia revela claramente uma nova abordagem ao mercado e uma tentativa de recuperar a indústria musical, ameaçada com um modelo de negócio em declínio, novos hábitos de consumo e de promoção dos artistas. Efectivamente, "<i>global digital sales grew by around 40 percent in 2007, the IFPI group said, but this was not enough to offset the sharp fall in CD sales, meaning the overall market is expected to be down around 10 percent for 2007" </i>[<a href="http://www.reuters.com/article/internetNews/idUSL2336020420080124?feedType=RSS&#38;feedName=internetNews" target="_blank">ler</a>], de acordo com a notícia da <a href="http://www.reuters.com/" target="_blank">Reuters</a>. A solução não passa necessariamente pelo controlo da pirataria, embora esta seja de facto, preocupante. <i>"Global digital music sales were estimated to be approximately $2.9 billion in 2007, a roughly 40 percent increase on 2006, and single track downloads, the most popular digital music format, grew by 53 percent" </i>[<a href="http://www.reuters.com/article/internetNews/idUSL2336020420080124?feedType=RSS&#38;feedName=internetNews&#38;pageNumber=2&#38;virtualBrandChannel=10004" target="_blank">ler</a>], acrescenta a Reuters.</p>
<p>Se as vendas de discos caem, se os consumidores estão na web, se partilham conteúdos entre si, se constroem redes e comunidades em torno dos seus interesses pessoais e musicais, não faz sentido continuar a insistir no desgastado modelo offline. De facto, a notoriedade da web para promover novos artistas tem crescido à medida que cresce também o número de novos artistas a promoverem-se sem editora, através de sites sociais dos quais, o MySpace será o maior e melhor exemplo.</p>
<p>De acordo com a <a href="http://www.wired.com/" target="_blank">Wired</a>, <i>"according to MySpace, more than 240,000 artists of every kind -- from unsigned amateurs to international rock stars -- are using <a href="http://www.myspace.com/">MySpace</a> as a way to market themselves and build a fan base. Artists are using the site to build massive social networks and spread the word about upcoming shows and CD releases" </i>[<a href="http://www.wired.com/culture/lifestyle/news/2005/05/67545" target="_blank">ler</a>]. Estes artistas, sem exposição na rádio, encontram na web um meio de divulgarem o seu trabalho, criando grupos de admiradores que assistem aos seus concertos e levam a que os mesmos passem a ter a atenção da indústria. No mesmo artigo, escreve-se que <i>"'being MySpace buddies with a band is a way to stay in contact, check out new stuff and pledge your allegiance,' said David Berezin, a college student in Oakland, California. And band members often respond to fans, creating a real dialogue between artists and their followers. Even established artists like Billy Corgan use the service as a way to interact with fans"</i> [<a href="http://www.wired.com/culture/lifestyle/news/2005/05/67545" target="_blank">ler</a>].</p>
<p>Em Inglaterra, a BBC já se deu conta da importância destes sites e anunciou uma parceria com o MySpace, onde irá disponibilizar alguns dos seus conteúdos.De acordo com o  <a href="http://www.nytimes.com/" target="_blank">New York Times</a>, <i>“'This partnership continues our strategy of putting BBC content right at the heart of where audiences spend their time and watch video online,' Simon Danker, the director of digital media at BBC Worldwide" </i>[<a href="http://www.nytimes.com/2008/01/24/business/media/24myspace.html?_r=2&#38;ref=technology&#38;oref=slogin&#38;oref=slogin" target="_blank">ler</a>].  A iniciativa pretende colocar no MySpace vídeos da BBC, visto o MySpaceTV ser o segundo site de vídeos mais popular, logo atrás do YouTube. A mesma lógica poderá usar-se para a rádio, colocando podcasts de programas, excertos de emissões, retransmissões ou, simplesmente, dando espaço a locutores e programas, ligando-os aos utilizadores e às bandas que estão nesta rede.</p>
<p>E que importância tem isto para a rádio? Toda. A rádio tem de se relacionar mais com os ouvintes e seguir a mesma lógica destes sites sociais, enveredando inevitavelmente por uma lógica de web 2.0, ainda que mantenha imutável a sua presença em FM. Trata-se de olhar para a rádio sob dois prismas diferentes, uma vez que se verifica a existência de duas realidades paralelas, embora uma delas esteja claramente em desenvolvimento. Assim, entre a rádio terrestre e a rádio na Internet só poderão existir diferenças na abordagem, mantendo e desenvolvendo a rádio FM de acordo com as oportunidades de negócio, as tendências de mercado e o comportamento dos ouvintes. Esta, que está também na Internet, manterá as emissões transmitindo-as online, mas faz todo o sentido que acrescente uma nova lógica e estrutura aos seus sites, tornando-os numa porta de entrada dos seus ouvintes na Internet. Criando uma estrutura que se assemelhe aos sites sociais, a rádio só tem a ganhar, fidelizando os seus ouvintes que são também internautas, ligando-os entre si para fomentar o sentido de comunidade, num ambiente online.</p>
<p>Os ouvintes de uma estação de rádio, directa ou indirectamente, identificam-se entre si, uma vez que a estação representa também parte da sua identidade. Naturalmente - e particularmente junto do público jovem - que essa identificação se pode transpor para a web, criando espaços para que os ouvintes possam interagir entre si e com os profissionais, partilhando interesses pessoais que transcendem o domínio da rádio e enveredam por temas mais abrangentes, à semelhança do que acontece em sites sociais como o MySpace ou Hi5.</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
