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	<title>realcolaboracao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/realcolaboracao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "realcolaboracao"</description>
	<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 11:39:08 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Para que viver num mundo de números e métricas?]]></title>
<link>http://diegomonteiro.wordpress.com/?p=104</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 18:02:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Diego</dc:creator>
<guid>http://peoplebased.net/2008/05/13/para-que-viver-num-mundo-de-numeros-e-metricas/</guid>
<description><![CDATA[Vivemos num mundo em que todos ficam atentos a números e pesquisas. Matéria boa na mídia é a bas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos num mundo em que todos ficam atentos a números e pesquisas. Matéria boa na mídia é a baseada em números, investidor só entra em mercados com números crescentes, gestão boa é a gestão por métricas a la <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Balanced_Scorecard">Balanced Scorecard</a>. O que me lembra de uma história:</p>
<blockquote><p><em>Um jovem perguntou para um amigo: "O que é lua?". E o amigo apontou com o dedo para cima. Foi então que ele respondeu: "Agora entendi. Lua é a mesma coisa que dedo".<br />
</em></p>
<p><em>Outra comparação seria como ir a um restaurante e comer o cardápio, o que não daria certo porque o cardápio indica a comida, mas não é a comida em si! </em></p></blockquote>
<p>Esse negócio de calcular, matematizar tudo pode ser bacana e ter seus benefícios. O problema é quando de uma ferramenta, um recurso para a eficiência se tranforma numa visão de mundo e inevitavelmente uma miopia.</p>
<p>Nas empresas essa "visão relatório"  do mundo é a prática comum. Poucos são como o Steve Jobs que não está nem aí para pesquisa de mercado, ou fica acompanhando as vendas e o retorno das propagandas. Mas inova como um alucinado, olha as pessoas no dia-dia e pensa: "as pessoas precisam de um Ipod e de um Iphone"... as vendas, o retorno do investimento, os indicadores, os relatórios é tudo uma conseqüência natural e administrativa. Coisa para o pessoal de operações cuidar! Aí não se trata de uma "visão relatório" mas de uma "operação por relatório" o que combina muito bem.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://diegomonteiro.files.wordpress.com/2008/05/reports.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-112 aligncenter" src="http://diegomonteiro.wordpress.com/files/2008/05/reports.jpg" alt="" width="480" height="320" /></a></p>
<p>O resultado disso é a "troca de bolas", pensa-se que é possível criar algo, ter visão a partir de relatórios! Porém, as grandes inovações e produtos matadores não ocuparam espaços em mercados quantificados por algum instituto como o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ibope">Ibope</a>. Mas sim porque criaram mercados novos, o Google é o Google hoje porque criou o mercado de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Link_patrocinado">links patrocinados</a> dentro do faturamento de publicidade, e não porque ficou procurando espaços no mercado de banners ou anúncios na TV.</p>
<p>O aspecto pesquisa é o que mais podemos ver isso, como eu disse no <a href="http://peoplebased.net/2008/05/08/baboseiras-em-pesquisas-edicao-1/">post anterior</a>. E atualmente saiu uma polêmica no blog <a href="http://midiasocial.wordpress.com">Midia Social</a> sobre o faturamento do mercado de publicidade online. A questão é que foi divulgado um faturamento recorde nesse setor <a href="http://www.poucas-e-boas.com/2008/03/527-milhes-e-28.html">mais de 500 milhões de reais</a>. O questionamento da Ceila nesse post é que 80 % dessa grana vai para apenas 7 empresas como o Terra, Uol e IG. E o restante para onde vai?</p>
<p>Porém, mais interessante do que a "visão relatório" de como é gasto o dinheiro hoje. É pensar nas possibilidades dos mercados que podemos gerar. E mesmo porque nesse caso essa mídia tipo banner tende a acabar, dificilmente tem futuro.</p>
<p><strong>Por que as pessoas usam a "visão relatório"?</strong></p>
<p>A minha idéia aqui, foi ir além da questão matemática do relatório e pensar no porquê as <strong>pessoas </strong>usam esses relatórios, por isso o blog se chama <a href="http://www.peoplebased.net/">People Based</a> né!</p>
<p>O que leva a gente a se comportar assim é por dois motivos:</p>
<p>1) Esse é o caminho mais fácil. O jeito inovador / Steve jobs de fazer as coisas é complicado. Precisa de muita coragem para assumir uma intuição, uma aposta! Com a "visão relatório" pode dar errado que você terá todas as justificativas do mundo para comprovar isso. E aí nisso vem o segundo motivo...</p>
<p>2) O ambiente valoriza e reforça esse comportamento de "visão relatório". Ao entrar no mundo das empresas, negócios e etc. É impossível não se deparar com isso 100% do tempo no mínimo. Você vai ser medido por metas, será exigido que seus projetos sejam fundamentados em análises de mercado e etc.</p>
<p><strong>A esperança no fim do túnel<br />
</strong></p>
<p>Uma solução para isso pode ser a de não sermos radicais contra essa "visão relatório" e procurar espaços nas empresas e  nos negócios para pensarmos por nós mesmo e assumirmos riscos em cima do que acreditamos. Sempre aos poucos, nada radical.</p>
<p><strong>Importante:</strong> Esse post é uma colaboração ao Post da Ceila sobre os <a href="http://midiasocial.wordpress.com/2008/05/02/quem-e-a-midia-online-da-publicidade/">números da mídia online</a>.</p>
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