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	<title>reencontro &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/reencontro/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "reencontro"</description>
	<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 16:53:07 +0000</pubDate>

	<generator>http://wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Tempo, relativo...]]></title>
<link>http://pequenasdigressoes.wordpress.com/?p=944</link>
<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 19:29:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>alane</dc:creator>
<guid>http://pequenasdigressoes.pt.wordpress.com/2008/10/04/tempo-relativo/</guid>
<description><![CDATA[Cinco anos depois&#8230; De diferente, a voz, mais madura. As risadas, os posicionamentos, as brinca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Cinco anos depois... De diferente, a voz, mais madura. As risadas, os posicionamentos, as brincadeiras, no entanto, são os mesmos... É como se o tempo não tivesse passado. Passaria horas ao telefone, relembrando velhas histórias, conhecendo do presente.. batendo os velhos papos de sempre...</p>
<p>Eu gosto dessa coisa do passar do tempo. Embora ele nos leve embora a juventude, o fôlego, o pique, nos recompensa com sabedoria, com tranqüilidade...</p>
<p>Bom reencontrar você. Bom bater papo com você. Bom trocar gargalhadas como nos velhos tempos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.]]></title>
<link>http://caideparaquedas.wordpress.com/?p=257</link>
<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 22:29:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>O Reverente</dc:creator>
<guid>http://caideparaquedas.pt.wordpress.com/2008/09/15/qualquer-um-pode-comecar-agora-e-fazer-um-novo-fim/</guid>
<description><![CDATA[Desde o início de nossa caminhada, logo na infância e aurora da vida, aprendemos que nós, seres h]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Desde o início de nossa caminhada, logo na infância e aurora da vida, aprendemos que nós, seres humanos, temos um ciclo de vida que se baseia em: nascer, crescer e morrer.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Crê-se que não sabemos, ao aprender esse ciclo, a dimensão exata do verbo que causa dor, sofrimento, perda e grandioso sentimento de amor. Só nos damos conta do quão sofrido é o verbo “morrer” quando nos deparamos com ele meio ao tumulto da vida.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Trabalhar a mente humana para melhor aceitação da morte se faz complexo, pois é algo que envolve ciência, fé e cultura.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">O nascer é considerado divino, o crescer é cativo e o morrer é visto como algo que além de amedrontar traz tristeza e indignação.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span> </span>Se formos observar pelo lado da ciência, veríamos que médicos, psiquiatras, laboratórios e cientistas do mundo todo, testam e tentam todos os dias formular algo que adie a tão obscura “morte”. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Filósofos já tentaram a pedra filosofal e o elixir da longa vida. Sacerdotes, revolucionários, seitas, cultos, religiões já tentaram de todas as formas criar e responder ao homem, o que é verdadeiramente a morte.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Talvez que sigamos aquela teoria de que, se formos bonzinhos vamos para o céu, onde tudo será claro e feliz, em um lindo jardim como pregado em livros, novelas e filmes. Se formos mauzinhos vamos para o inferninho, onde terá fogo, escuridão, tormento, calor e sofrimento. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Engraçado é notar que julgamos tanto as pessoas enquanto vivas, e elas passam a se tornar “santas e puras” ao morrer. Não seria lógica a pessoa levar consigo tudo o que cativou, deixando assim uma imagem concreta do que fez em vida, tanto as coisas boas quanto as ruins? Engraçado é perceber como os apontamentos e predicados taxativos mudam quando lidamos com a morte.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Poderíamos crer que só levando uma vida pura e temente é que não seríamos castigados pelo tão belo e grandioso Deus! Mas muitos se perguntam: Que Deus é esse que nos traz aqui e nos tira daqui sem ao menos perguntar se queremos? Que Deus é esse que coloca pessoas em nossas vidas e as tiram de perto de nós sem quaisquer despedidas?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Temos como um de nossos Baluartes a Bíblia Sagrada. Segundo o livro mais utilizado do mundo a morte é um fator sobre o qual, todos sem exceção nesse mundo de tribulações e desgraças haveremos de passar. Na Bíblia há vários relatos de morte e renascimento. Cada crença e cada cultura a interpreta de forma diferenciada, e assim seu povo é criado e crente naquilo que lhe é repassado. O ser humano aprende é imitando. E quando um não aceita imitar, passa a ser pensante, sendo pensante, torna-se revolucionário, e sendo revolucionário muda conceitos e adquire seguidores. Assim foi com a maioria dos pastores, líderes religiosos, exemplos de fé que até hoje são lembrados como símbolos de pureza e persistência.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:11pt;">A revolta do ser humano se torna imensa quando se depara com a idéia de “desencarne”e, é aí que ele se questiona sobre a existência Divina. Talvez sigamos àqueles que ditam: <em>“Estamos em um mundo de provações, e a continuidade predomina durante a pós-vida, morremos na carne, mas não deixamos de existir em espírito de luz [Alan Kardec]”.</em> Quem é reverente a tudo que é sagrado deve respeitar arduamente todas as crenças, e assim saber ler e seguir aquilo que lhe é mais lógico e correto. Aquele que é cristão e adepto ao Catolicismo segue o dito: <em>“</em></span><span style="font-size:11pt;" lang="PT"><em>Creio na ressurreição da carne”.</em> Esta confissão de fé na ressurreição “carnal” dos católicos crentes é fundamentada na fé da ressurreição do corpo de Cristo. A ressureição é tão magnífica pelas palavras bíblicas, mas cada crença a interpreta como lhe é devido e mais claro. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;" lang="PT"><span style="font-family:Times New Roman;">E nós DeMolays, que temos conosco uma virtude que trata justamente daquilo que é sagrado e que é fonte de fé e vida, como lidamos com a idéia da morte?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;" lang="PT"><span style="font-family:Times New Roman;">Nós não mumificamos nossos irmãos, como era feito no Antigo Egito e entre a população Maia, como crença de imortalidade e retorno do Espírito e entidade ao corpo. Assim também, não lidamos com a morte como um fim belo que nos traz o entender do ocaso da vida e emblema do dia eterno.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;" lang="PT"><span style="font-family:Times New Roman;">As religiões talvez não respondam mais tantos questionamentos dentro de nossos Capítulos, talvez que a Bíblia seja fonte de nossa Fé em dias eternos, porém não traga mais a verdade absoluta que um dia acreditamos conter, mas apesar de tudo ela traz consigo o conforto aos corações mais torturados pela angústia e tristeza. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;" lang="PT"><span style="font-family:Times New Roman;">Não é aquele livro que repousa sobre o Altar que é sagrado, não são suas palavras aquilo que é sagrado, mas sim tudo aquilo que ela representa, pois ali está toda dor, todo sofrimento, martírio e lágrimas de todos aqueles que um dia tocaram nela e rezaram com Fé ao ser Divino para que providenciasse milagres, vitórias, conquistas e amor.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;" lang="PT"><span style="font-family:Times New Roman;">Analisando tudo isso, percebemos que o que nos faz ser mais tolerantes e aceitar a morte como algo natural, não é a Bíblia, não é a Religião, Filosofia ou qualquer outra coisa gerada pelo mundo e pela mente humana. Mas sim, a nossa própria Fé em Deus. Em um Deus, que para nós pode ser injusto, mas mesmo assim sabemos crer que se assim o foi, é porque Ele sempre sabe o que faz.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;" lang="PT"><span style="font-family:Times New Roman;">Encerro esse post, dizendo uma frase que li certa vez:<em> “Deus é a maior criação do homem”</em> e, completo dizendo, pois é assim que o homem soube aceitar seus próprios defeitos, e rezar, e orar e ter forças para agir magnificamente pela sua evolução e evolução alheia. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;" lang="PT"><span style="font-family:Times New Roman;">Hoje, isto pode ser raro, mas é porque nos esquecemos muitas vezes da existência da Fé dentro de nós mesmos, procurando àquele nosso Deus, apenas nas horas de sufoco e angústia.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;" lang="PT"><span style="font-family:Times New Roman;">Nossa Cerimônia para a ocasião da perda de um irmão tem uma parte que diz: <em>“Nosso Pai que está no céu, nós vos agradecemos pela garantia confortadora da fé implantada em nossos corações, sem a qual estaríamos tristes conforme aqueles que não têm esperança.”</em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;" lang="PT"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;" lang="PT"><span style="font-family:Times New Roman;"><em><strong>O Reverente</strong> ficará feliz em ter DeMolays que se confortam no dia a dia buscando mais a Fé dentro de si. Não só a fé em si mesmo, mas sempre lembrando do nosso Pai Celestial o qual oramos em todas as nossas reuniões. Ficará feliz em ver que a nossa Fé é constante e que temos um grande aprendizado sobre o dia eterno, aceitando assim, a despedida daqueles que nos são próximos. Mudar o conceito de “perda” ou um “nunca mais”, para <span> </span>um “Até Breve”. É tudo uma questão de reencontro.</em></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Longe de casa a mais de..]]></title>
<link>http://respirefundo.wordpress.com/?p=337</link>
<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 18:14:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>rafamarruda</dc:creator>
<guid>http://respirefundo.pt.wordpress.com/2008/09/13/longe-de-casa-a-mais-de/</guid>
<description><![CDATA[Longe de casa a mais de..
Voltei, depois de 1 mês e 15 dias, em minha cidade pela 1ª vez desde que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><strong>Longe de casa a mais de..</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Voltei, depois de 1 mês e 15 dias, em minha cidade pela 1ª vez desde que mudei. Quando saí de Juiz de Fora me senti estranho, é engraçado como transformei aquele espaço condominial em minha casa, meu ninho, meu território. Em três horas de viagem me senti meio angustiado, sem saber o que fazer quando enfim chegasse lá. No dia anterior tinham me dito, "Já ouvi falar que São Lourenço é uma cidade LINDA!", eu nunca percebi. Sim, eu amo minha cidade, mas linda? Isso era um exagero.. Até eu entrar na cidade, simples como sempre, parada como sempre, pequena como sempre e LINDA como nunca!<br />
Lembrei da vontade de tomar um bom copo de água sem gosto de água de torneira, com gás natural, direto da fonte. Lembrei das pessoas que eu mais amo, que por sinal, estão quase todas aqui. Lembrei de muitos e muitos momentos, os mais felizes, que passei aqui, nessa pequenina cidade.<br />
Entendi que se eu tinha de ter receio de voltar para algum lugar, seria para Juiz de Fora. Voltar para aquela barulhento, suja, grande e movimentada cidade, embora, de oportunidades.<br />
Cheguei e estou me deliciando com cada pessoa que reencontro, uma explosão de sentimentos que são traduzidas por sorrisos manhosos. É realmente muito bom.<br />
É ai que a saudade revela seu caráter mais especial, o da transformação. Transforma-se em longos abraços, beijos, risadas.. lágrimas, tais, de felicidade.<br />
Foi ai que parei um pouquinho para escrever aqui, compartilhar mais essas emoções, traduzir em mais algumas palavras o que estou sentindo. É importante para mim.<br />
Agora tenho que encontrar uns amigos.. vejo vocês em breve, em mais um reencontro. Ahh, isso ainda vai me matar. Agradeço a Deus por tantas oportunidades, e sim, a vida é uma caixinha de surpresa.<br />
See you.</p>
<p style="text-align:left;"><em>Rafael Arruda</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crimes de tortura: Três jovens soltos em Guarulhos por crime que não cometeram]]></title>
<link>http://ednene.wordpress.com/?p=1736</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 12:50:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Edson José</dc:creator>
<guid>http://ednene.pt.wordpress.com/2008/09/04/crimes-de-tortura-tres-jovens-soltos-em-guarulhos-por-crime-que-nao-cometeram/</guid>
<description><![CDATA[Barbárie, é inacreditável que isso aconteça no Brasil ainda, esta notícia só vem confirmar ma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><a href="http://ednene.files.wordpress.com/2008/09/inocentes_guarulhos_josepatricio_ae_p.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1740" src="http://ednene.wordpress.com/files/2008/09/inocentes_guarulhos_josepatricio_ae_p.jpg?w=100" alt="" width="100" height="96" /></a>Barbárie, é inacreditável que isso aconteça no Brasil ainda, esta notícia só vem confirmar mais uma vez que a sociedade está no meio de uma guerra entre a polícia e os bandidos, o pior que os bandidos mostram a cara, já alguns policiais se escondem atrás da tortura e é claro, outros crimes cometidos por esses maus cidadãos com fardas.</p>
<p> <a href="http://ednene.files.wordpress.com/2008/09/tortura.jpg"><img class="size-full wp-image-1742 alignnone" src="http://ednene.wordpress.com/files/2008/09/tortura.jpg" alt="" width="418" height="296" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#c0c0c0;">Toda a crueldade de uma tortura mostrada nesta gravura</span></p>
<p>Após serem mantidos presos por dois anos em uma cela superlotada sob a acusação de terem violentado sexualmente e assassinado uma garota de 22 anos, Renato Correia de Brito, 24, o seu primo, William César de Brito Silva, 28, e o amigo, Wagner Conceição da Silva, 25, deixaram às 15h40 de ontem o CDP (Centro de Detenção Provisória) de Guarulhos (Grande São Paulo).Os três, que dizem só ter assumido o crime após serem torturados por policiais militares e civis, foram soltos por decisão da Justiça cinco dias depois de Leandro Basílio Rodrigues, 19, chamado pelos policiais civis de "maníaco de Guarulhos", ter admitido o assassinato de Vanessa Batista de Freitas, 22, ex-namorada de Renato.</p>
<p>Ontem, a gestão José Serra (PSDB) anunciou o afastamento dos policiais envolvidos na prisão: dois policiais militares e quatro policiais civis (um delegado, um investigador, um escrivão e um carcereiro). Os nomes deles não foram revelados.</p>
<p>À época das prisões, a polícia divulgou que Vanessa havia sido morta porque seu ex-namorado queria evitar uma ação judicial -para requerer pensão alimentícia para o filho- e teria contratado os outros dois para "dar um susto" na moça.</p>
<p>Soltura</p>
<p>Os familiares foram aguardar a saída dos jovens na porta do CDP. "Obrigada, meu Pai, obrigado, meu Deus", gritava a mãe de Wagner, Iraildes Alves Conceição. "Quero ver meu pai, minha mãe. Não tenho palavras. Quero ver minha família. Sofri demais", disse Wagner.</p>
<p>"A única coisa que eu quero é sair daqui o mais rápido possível, abraçar o meu filho e dizer que eu o amo. A única coisa que eu posso dizer a vocês é que eu não sou lixo. Sou ser humano como qualquer um de vocês", disse William aos jornalistas.</p>
<p>Renato preferiu o silêncio. Órfão de pai e mãe, ele chorou no ombro da namorada, Marlândia Nascimento Santos.</p>
<p>Os advogados afirmaram que pretendem entrar com uma ação por danos morais e materiais contra o Estado. Eles afirmam que os três jovens não tinham passagem pela polícia.<br />
Os rapazes ainda irão a júri, em data não definida, porque a ação contra eles não foi extinta com a ordem de soltura.</p>
<p>Fonte <a href="http://www.folha.uol.com.br/">Folha de São Paulo</a>.</p>
<p>Uma matéria sobre "tortura" na Rede Gazeta:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/TY_vspphUb8'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/TY_vspphUb8&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reencontro]]></title>
<link>http://pequenasdigressoes.wordpress.com/?p=718</link>
<pubDate>Sun, 31 Aug 2008 15:25:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>alane</dc:creator>
<guid>http://pequenasdigressoes.pt.wordpress.com/2008/08/31/reencontro/</guid>
<description><![CDATA[Estava conversando com um amigo semana passada sobre o papel importante que algumas pessoas exercem ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Estava conversando com um amigo semana passada sobre o papel importante que algumas pessoas exercem na nossa vida. Durante o papo, lembramos quantas pessoas passaram por nossas vidas há tempos, com as quais dividimos histórias, passamos horas batendo papo, criamos um vínculo forte. Pessoas que, de repente, desapareceram. Por uma razão qualquer que a vida há sempre de explicar, o laço se desfez.</p>
<p>Ontem, quando cheguei da rua, entrei no orkut de alguns amigos e fiquei vasculhando a vida alheia.. Repentinamente, na página de uma pessoa muito querida, encontrei um amigo que há muitos anos não tinha qualquer contato. Uma pessoa que foi super importante pra mim, com quem eu passava horas ao telefone, com quem ia ao cinema, ao teatro, com quem eu ria, conversava sobre livros... Um cara que eu admirava muito.</p>
<p>Não acreditei quando vi a foto dele ali, igualzinho. O mesmo rosto de anos atrás. Não sabia nem se ele ainda lembraria de mim... Arrisquei deixar uma mensagem. Um filme me veio à memória automaticamente. Lembrei da vez que fomos ver uma peça de teatro, na época em que eu escrevia sobre isso.. e no final, fomos andando até a Lapa para pegar um ônibus... da vez em que ele esteve lá no meu trabalho e fomos comprar chiclete no shopping ao lado...</p>
<p>Lembrei do quanto eu reclamava que ele fumava (e hoje já nem sei se ele fuma), dos papos ao telefone (horas e horas), lembrei das discussões sobre os livros, do dia em que me contou sobre o seu gol branco, de quando fomos ver Olga no cinema. Talvez este o último dia em que nos vimos. Fiquei feliz em vê-lo ali, já sem saber como anda a sua vida, já sem saber o que fez ao longo de todos estes anos. Já sem saber tanta coisa... Fiquei feliz em reviver estes momentos, ainda que mentalmente.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[JESF com Pastor Renato em Canasvieiras]]></title>
<link>http://jeshalomfloripa.wordpress.com/?p=271</link>
<pubDate>Sun, 31 Aug 2008 13:53:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristiantm</dc:creator>
<guid>http://jesf.com.br/2008/08/31/jesf-com-pastor-renato-em-canasvieiras/</guid>
<description><![CDATA[Ontem o pessoal da JESF foi a Canasvieiras, onde o Pastor Renato - que fundou a JESF - estava pregan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem o pessoal da JESF foi a Canasvieiras, onde o Pastor Renato - que fundou a JESF - estava pregando. Abaixo está a foto do reencontro!</p>
<p><a href="http://jeshalomfloripa.wordpress.com/files/2008/08/pastorrenato.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-272" src="http://jeshalomfloripa.wordpress.com/files/2008/08/pastorrenato.jpg?w=450" alt="" width="424" height="317" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Às escuras]]></title>
<link>http://portatreco.wordpress.com/?p=300</link>
<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 14:09:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>bruninhadidario</dc:creator>
<guid>http://portatreco.pt.wordpress.com/2008/08/28/as-escuras/</guid>
<description><![CDATA[
Nem preciso falar ao público informado leitor dessee blog que um imbecil tentou se matar e foder c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<p>Nem preciso falar ao público informado leitor dessee blog que um imbecil tentou se matar e foder com metade de São Paulo. Mas um negócio desses só pode acontecer numa quarta-feira <span style="text-decoration:line-through;">maldita,</span> dia de rodízio do meu carro. Todo mundo largou o trampo e foram para suas devidas residências. Eu, mortal, fiquei dentro do carro no estacionamento do prédio lendo um livro (o que citei posts atrás), fazendo minha sombrancelha, conversando no msn do celular e fazendo um happy hour com a galera que também estava na mesma que eu.</p>
<p>Ok, liberada 19h59 encarei o 'trânsito', quando o celular toca: "Ow Bruninha, oow...vc tá no trânsito?". Fiz cara de 'mãe, cadê minha maquiagem' e perguntei quem era. "Pô, Botana caralhoo". Devo ter tomado outra multa por falar no celular dando berros e risadas. Mas já longe de onde o celular tocou, encontrei um amigo da minha classe da faculdade, cantando no volante.</p></div>
<div class="mceTemp">
<dl class="wp-caption alignnone">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://portatreco.files.wordpress.com/2008/09/escuro-003.jpg"><img class="size-medium wp-image-305" src="http://portatreco.wordpress.com/files/2008/09/escuro-003.jpg?w=300" alt="Companhias de carro" width="300" height="225" /></a>Companhias de carro</dt>
</dl>
</div>
<p>Metros depois desse reencontro, um babaca começa a sorrir no carro do lado. Dei outro grito! Botana me perseguiu <span style="text-decoration:line-through;">mentira, ele tava indo pra um compromisso</span>. Paramos no meio da calçada e fomos rumo ao paraíso dos lanches montados. Papo vai e papo vem... tivemos que ir embora depois de relembrar momentos.</p>
<p>Deu saudade de ficar na madrugada, tomando cerveja na sarjeta! hahaha</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conta comigo]]></title>
<link>http://oanonimocelebre.wordpress.com/?p=75</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 15:00:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Matheus Flandoli</dc:creator>
<guid>http://oanonimocelebre.pt.wordpress.com/2008/08/15/conta-comigo/</guid>
<description><![CDATA[
Não se viam durante meses. Estavam em lugares distantes e nesse encontro parecia que nunca tiver]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://Nenhum"><img class="alignnone size-medium wp-image-77" src="http://oanonimocelebre.wordpress.com/files/2008/08/conta-comigo-2.jpg?w=215" alt="" width="215" height="183" /></a></p>
<p>Não se viam durante meses. Estavam em lugares distantes e nesse encontro parecia que nunca tiveram se separados. Foram colegas de trabalho e agora sobrou a amizade entre eles.</p>
<p>A união acontece sempre em nome de uma grande companheira de todos: a cerveja. Esse soro da verdade é o ingrediente ideal para machos temerosos com julgamentos alheios começarem com histórias fabulosas sobre suas conquistas e terminam sempre em busca por conselhos em assuntos do cotidiano.</p>
<p>Um assunto separa a mesa entre homens e mulheres, outro separa em conservadores e libertários, mas sempre em busca de alguma falha alheia que vira uma grande piada no meio do grupo.</p>
<p>Muitas cervejas depois, alguns pequenos grupos vão se despedindo da mesa. Alguns vão para a balada, outros encontrar os namorados, outros vão solitariamente para suas casas e suas respectivas camas.</p>
<p>Sobra um pequeno grupo de homens. Um deles decide continuar a festa. Um parque de diversão e entretenimento adulto. Todos os outros topam imediatamente, abrem seus celulares e convidam mais amigos para se juntarem ao grande evento.</p>
<p>No caminho grandes histórias sobre prostíbulos são contadas. As maravilhosas mulheres, as grandes roubadas e acima de tudo os grandes rombos econômicos que comprovam sempre que: "Esses lugares são ótimos para se divertir com seus amigos, mas nunca pense em levar alguém para cama. Você vai se arrepender no minuto seguinte que terminar". Nesse momento um deles revela que nunca freqüentou o local de destino e, sendo assim, todos se animam ainda mais com a "desvirginação" do inocente amigo.</p>
<p>Já é tarde e não há nada de interessante por lá. Algumas poucas mulheres jogadas em sofás, outras conversando com clientes que já estavam na casa e as melhores fazendo programa. Um pequeno sentimento de frustração por entrarem tarde demais para uma divertida noite.</p>
<p>Mesmo assim todos sentam e interagem com algumas espécimes que habitavam o local. Elas querendo se relacionar com a carteira de cada um e eles querendo um número de telefone como prova da conquista. Quando se percebeu o horário, o mais inocente se levanta com a nova amiga em direção aos quartos.</p>
<p>O sentimento de "Ai, ele foi pego!" passou na cabeça dos outros. Logo após a entrada do casal pela área restrita, acendem-se as luzes e ouve-se um grito dado pelo garçom: "Tchau! Tchau!". Todas se levantam felizes da vida, algumas dão gritos e pulos de felicidade e vão embora.</p>
<p>O local fica vazio e dois amigos se encostam no sofá, tomando vagarosamente suas cervejas de R$20,00 pensando na besteira que o amigo fizera. Ao fundo, a célebre música de Nelson Ned - "Tudo passa, tudo passará" comprova o erro feito. Depois de uma hora, ambos saem do quarto. O amigo ainda grogue. Havia adormecido logo após o coito e a menina corre para junto das amigas que a esperavam. "Cara! Eu apaguei!Não peguei nem o telefone dela" - reclama o sonolento amigo.</p>
<p>Na hora final, a conta: R$ 648,00. Num breve flashback o amigo percebe a besteira que fez e conclui que aqueles poucos minutos não valera o valor que sairá de sua conta bancária. Deu um breve suspiro, pediu uma nota fiscal paulista e ao chegar em casa teve que bater na porta e acordar a mãe para entrar.</p>
<p>Ao colocar a cabeça no travesseiro, ele pensa: "Bom, pelo menos terei um belo abatimento no IPVA no final do ano".</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Deparo. Me]]></title>
<link>http://vaidadevsfidalguia.wordpress.com/?p=30</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 12:44:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>FIDALGO</dc:creator>
<guid>http://vaidadevsfidalguia.pt.wordpress.com/2008/08/15/deparo-me/</guid>
<description><![CDATA[
  
 
 
REENCONTREI-A  – (Olá como está? À quanto tempo…) – não um sentimento forte, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://vaidadevsfidalguia.files.wordpress.com/2008/08/rose.jpg"><img class="size-full wp-image-31   aligncenter" src="http://vaidadevsfidalguia.wordpress.com/files/2008/08/rose.jpg" alt="" width="283" height="211" /></a></p>
<p>  </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:&#34;">REENCONTREI-A  – (Olá como está? À quanto tempo…) – não um sentimento forte, sim o constrangimento de pensar que os anos se consumiram.</span></p>
<p style="line-height:12.9pt;text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:&#34;">Lavro como um raio por prados semeados de lembrança, o embate é inevitável… a minha eufórica amizade esboça o seu ultimo sorriso e com o olhar mais suplicante a que alguma vez assisti pede auxilio… CONFUNDIDO?!... Tarde de mais… Afinal, AINDA ME LEMBRO!</span></p>
<p style="line-height:12.9pt;text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:&#34;">Conversa monótona, palavras batidas, significados imensos… vergonhas ardem na face que mostra a cru o desagrado do RE-encontro. Aguardar em silêncio por questões que lançadas das mãos de um "faquir" a atinjam, tentar abrigo é uma opção. </span></p>
<p style="line-height:12.9pt;text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:&#34;">Porquê?<br />
– Anos desperdiçados ocultam problemas… traição, desilusão, divórcio, tédio, despedimento, depressão, dependência, comodismo…</span></p>
<p style="line-height:12.9pt;text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:&#34;">Percebo claramente que existe uma ferida que continua a jorrar silêncio… nunca cicatrizou, tardio, mas desço de degrau e procuro saber se está feliz, ignora-me, acende 1cigarro, coloca um xaile sobre os ombros que durante estes anos serviram de tapete vermelho para outros pisarem e brilharem … foi bengala daquele que conseguiu glória e riqueza, temporal no destino e perdeu a existência… partindo e deixando uma vida especial coberta de esperança tanta quantas as flores que desabrocham no seu xaile... Boémia vida, o remédio é aquele que conservou eternos génios erguidos, do álcool ao tabaco os abusos libertaram-na, a dor que a castigara passou de natural a divinal. Penitencia-se pelo encontro, atormenta-se no RE-encontro…</span></p>
<div style="border-right:medium none;border-top:medium none;border-left:medium none;border-bottom:windowtext 1.5pt solid;padding:0 0 1pt;">
<p style="line-height:12.9pt;text-align:justify;padding:0;"><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:&#34;">Envelhecidos todos estes anos... Suspeito que se perdeu!</span></p>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Repórter relata noite em que foi mordomo de João Gilberto]]></title>
<link>http://gavetadoautor.wordpress.com/?p=674</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 00:00:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>gavetadoautor</dc:creator>
<guid>http://gavetadoautor.pt.wordpress.com/2008/08/15/reporter-relata-noite-em-que-foi-mordomo-de-joao-gilberto/</guid>
<description><![CDATA[
Nesta quinta-feira, acontece o show de João Gilberto no Auditório Ibirapuera, em São Paulo. Por ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://www1.folha.uol.com.br/folha/galeria/images/folha3.jpg" alt="" width="420" height="280" /></p>
<p align="justify"><span style="font-family:arial;"><em>Nesta quinta-feira, acontece o show de João Gilberto no Auditório Ibirapuera, em São Paulo. Por causa de suas excentricidades e das exigências feitas para levar adiante a apresentação, ressurgiram na internet relatos de pessoas que presenciaram momentos curiosos com o músico. <strong>A história abaixo é do jornalista Plínio Fraga</strong>, que foi mordomo de João Gilberto por uma noite, em 1992.<br />
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x<br />
x</span></em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:arial;"><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u433384.shtml" target="_blank"><span style="color:#3366ff;"><strong>UOL/Folha Online</strong></span></a> - Há quase 16 anos eu fui mordomo do João Gilberto. Apenas por uma noite, mas fui mordomo do João Gilberto. Em 1992, fazia 30 anos que ele não se apresentava com Tom Jobim no Rio. O último show com os dois no palco havia sido em 2 de agosto de 1962, na boate Au Bon Gourmet, em Copacabana, ao lado de Vinicius de Moraes, Milton Banana e Os Cariocas, tendo sido batizado de "O Encontro". O anúncio da apresentação de João Gilberto e Tom Jobim no Teatro Municipal em 7 de dezembro foi o suficiente para antever que aquele seria o acontecimento cultural do ano. Seria o reencontro.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:arial;">Os amigos davam versões conflitantes sobre há quanto tempo João e Tom não se falavam. Uns diziam que desde 1977 eles não conversavam; outros, que o encontro mais recente havia sido em 1986, um intervalo entre seis e 15 anos na convivência dos dois. Um dos meus chefes na <strong>Folha</strong> me chamou e disse: "Você vai ser o mordomo do João Gilberto". Ele havia conseguido, de maneira não clara para mim, assegurar à direção do Teatro Municipal que eu era o mordomo particular de João Gilberto e aos assessores do cantor que eu era o melhor mordomo da equipe do Teatro Municipal. Conseguira ainda infiltrar o jornalista Fernando Molica, então também na sucursal do Rio da <strong>Folha</strong>, no papel de assessor de um dos empresários do show.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:arial;">Ele foi claro para nós dois: em nenhum momento nos textos que produzíssemos sobre o show de João Gilberto e Tom Jobim poderíamos dizer a forma pela qual obtivemos as informações, já que teríamos acesso a momentos privados dos dois artistas, que desconheciam que éramos jornalistas. Depois de 16 anos, até blogs na internet contaram, sem detalhes, parte dessa história. Às 18h30 do dia 5 de dezembro de 1992, Molica está no hotel Caesar Park, em Ipanema, para acompanhar um dos dois ensaios dos artistas para o espetáculo. "Nada de abraços e carinho sem ter fim: sorrisos, um aperto de mão, um arrastado 'oi, Tom'", descreveu ele o momento em que João Gilberto e Tom Jobim se reencontraram após anos.<br />
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<p><strong>Frutas, água, uísque...</strong></p>
<p align="justify"><span style="font-family:arial;">Na segunda-feira seguinte, data do show, é a minha vez. Às 17h, chego ao Teatro Municipal e me identifico na portaria: Alcides, o mordomo de João Gilberto. Dão-me a chave do camarim dele e me perguntam se está tudo de acordo: champanhe Veuve Clicquot, queijos, pães, frutas, água mineral São Lourenço, café com leite. Vi Tom Jobim chegar às 19h, enquanto aguardava no camarim de João. Simpático, sorri e entra na porta ao lado. Sua mulher, Ana Jobim, a tudo e a todos comandava, diligente com o horário, os músicos e até a marca do uísque e a quantidade de pedras de gelo no copo.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:arial;">Uma hora depois, João Gilberto chega, segurando o próprio violão, acompanhado do empresário Gil Lopes. Cumprimenta-me rapidamente, eu pergunto se quer algo de especial. Ele pede só um copo de água. Em seguida, vai em direção ao camarim de Tom Jobim. Ele está ao piano no camarim, com um copo de Logan ao lado das teclas, próximo do chapéu Panamá. Saúda o amigo: "Oi, João". "Oi, Tonzinho", responde, carinhoso, João.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:arial;">Não conversam muito. Vão direto ao palco do teatro, com portas ainda fechadas, para passar o som. João sobe em um tablado com tapete persa sobre o palco, ficando dois palmos mais alto que o local em que está o piano de Tom Jobim. Ajeita-se no banquinho, descansa os pés em um pedaço de madeira de um palmo e dedilha o violão. Canta trechos de músicas sem concluir nenhuma delas. Diz ao microfone: "O violão está opaco". Tom fica em silêncio. Os técnicos correm de um lado para o outro. Não conseguem melhorar o som a contento de João. O engenheiro-chefe diz a ele que atrasaria em meia hora o início do show para que pudesse acertá-lo. João volta ao camarim. Pede a mim um café com leite. João senta-se no sofá e empunha o violão.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:arial;">O empresário Gil Lopes pega folhas de cartolina e uma caneta Pilot azul. Uma a uma, vai repassando as canções que pretende tocar: "Sem Compromisso", de Geraldo Pereira e Nelson Trigueiro, "Pra Machucar meu Coração", "Morena Boca de Ouro" e "Isto Aqui, o que É", de Ary Barroso, "Segredo" e "Ave Maria no Morro", de Herivelto Martins. Lopes vai anotando e trocando sugestões com João sobre a ordem das canções. O ajuste de som demora uma hora. Às 21h30, João volta ao palco, agora sozinho. Dedilha e sussurra trechos de canções. Aprova o que ouve: "Antes, a freqüência estava muito alta", diz, para o alívio da equipe técnica, que temia que o cantor desistisse de se apresentar em razão da qualidade do som.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:arial;">Na volta ao camarim, continua a repassar as canções que tocará pouco depois. Batem na porta. Caminho para atender, mas, antes que o fizesse, a voz do outro lado se identifica: "João, é Astrud". Ele se levanta do sofá, corre até o banheiro e se tranca lá. A cantora Astrud Gilberto havia sido casada com João entre 1960 e 1964. Fico perdido, sem saber o que fazer. Olho para Gil Lopes, como a pedir socorro. Ele decide abrir a porta. Astrud entra no camarim, perguntando por João. Lopes inclina a cabeça em direção ao banheiro. Ela bate na porta e diz: "Abra aí, João. Sou eu". Todos ficamos em silêncio por alguns segundos. Ela insiste: "João, abra. Sou eu, Astrud. O que tem aí eu já vi". Novo silêncio, mas, alguns segundos depois, a porta é destrancada. Esperava que João saísse, mas foi a vez de Astrud entrar no banheiro. A porta é trancada novamente. Não dá para ouvir a conversa dos dois. Ficam lá por alguns minutos. Para tornar a situação menos esquisita, Gil Lopes se aproxima da bandeja de queijos. Pega um e, numa inversão de papéis, oferece-me outro. Agradeço. A porta do banheiro é destrancada. Astrud sai, despede-se de Lopes e deixa o camarim.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:arial;">João reaparece, ajeitando a gravata. Pára à frente do espelho, arruma o nó. Depois, começa a ajeitar o cabelo. Passa a mão na língua para dominar mais facilmente alguns fios rebeldes. Tenta disfarçar a calvície. "O cabelo não tem jeito. Ih, tá mar! Ih, tá mar!", graceja João, numa piada que à época fazia sentido. Itamar Franco era o presidente da República. Alguém da produção se aproxima. "Já posso entrar?", indaga João Gilberto. Vê Tom Jobim tocando piano em seu camarim e vai em sua direção. "Que ansiedade!", diz ao amigo. João é chamado. Acompanhado apenas do violão, entra no palco do Teatro Municipal. É ovacionado por Chico Buarque, Edu Lobo e Caetano Veloso, entre outros 2.000 convidados pela Brahma, patrocinadora do show e do especial de televisão que a Rede Globo levaria ao ar naquele final de ano.<br />
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<p><strong>Ar da Finlândia</strong></p>
<p align="justify"><span style="font-family:arial;">A incerteza sempre rondou a produção. Todos temiam que, em algum momento, João Gilberto desistisse. O orçamento estava na casa dos R$ 5 milhões, em valores atualizados. Incluía um sistema especial de ar-condicionado que a Brahma dizia ter importado da Finlândia, dotado de duas peculiaridades: nível de ruído mínimo e capacidade de resfriar a platéia sem atingir o palco. João começa a cantar. O som do violão e da voz está baixo. Poucos conseguem ouvi-lo a contento. Quando João cantava "Eu Sambo Mesmo" (de Janet de Almeida), o cineasta e jornalista Arnaldo Jabor, sentado no balcão do teatro, irrompe aos gritos: "Aumenta o som. Não estou ouvindo nada!".</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:arial;">Todos temem que João, incomodado, encerre a apresentação e vá embora. Mas ele leva o samba até o fim. Três músicas depois, uma explosão acústica interrompe o cantor de novo. Ele esfrega as mãos no joelho e puxa aplausos. Na coxia, o clima é de tensão. Aguardando o momento que deve entrar no palco, Tom Jobim anda de um lado para o outro, de modo lento, para não fazer barulho. Um técnico de som, já apavorado pelos problemas com João, sai em disparada à busca de um cabo, passa por Tom Jobim e, sem querer, esbarra numa torre de luz de alumínio no fundo do palco. Parte da torre cai, e o estrondo é ouvido, não só por João, mas por todo o Municipal.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:arial;">Na hora do estrondo, João cantava "Sem Compromisso" (de Geraldo Pereira e Nelson Trigueiro). Ele finge que não ouve e segue adiante, para alívio de todos. Encerra a primeira parte do show e, sob aplausos frenéticos, sai do palco após cantar 17 músicas. Chega à coxia sorrindo. João abraça Tom Jobim e diz, bem-humorado: "Vamos lá, Tom. Vai ser espetacular. Vamos impressionar". Entram juntos no palco. O Teatro Municipal os recebe em pé. Após quase duas horas de show, João deixa no palco Jobim e sua banda. Segue apressado para o seu camarim, acompanhado do empresário Gil Lopes. Pega a caixa do violão, quando ouve Tom chamá-lo ao palco novamente. Olha para Lopes, que o estimula a voltar. Deixa a caixa do violão em cima do sofá e volta para apenas mais uma canção.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:arial;">Findo o bis, João Gilberto sai apressado em direção ao camarim, pega a caixa do violão e segue até a porta dos fundos do Teatro Municipal, onde um carro com motor ligado e a porta traseira aberta o espera. Não falou mais com ninguém --nem mesmo com Tom Jobim.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial;"><strong>Outros links</strong></span></p>
<p align="justify"><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u433434.shtml" target="_blank"><span style="color:#3366ff;"><strong>João Gilberto limita câmeras da Globo em show<!--/TITULO--> </strong></span></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reencontro]]></title>
<link>http://setembrochovi.wordpress.com/?p=79</link>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 00:22:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Extrato</dc:creator>
<guid>http://setembrochovi.pt.wordpress.com/2008/08/07/reencontro/</guid>
<description><![CDATA[Tentei encontrar a história oficial desse video, mas me passaram assim: dois caras cuidaram de um b]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Tentei encontrar a história oficial desse video, mas me passaram assim: dois caras cuidaram de um bebê leão desde bem pequeno e quando o bichano ultrapassou o tamanho da convivência os caras resolveram devolve-lo ao seu habitat. Essa de devolver eu não botei muita fé. Mas ok, nem tudo que nos ensinaram no escola era verdade. Um tempo depois (quanto tempo ninguém tmb arriscou falar) os dois sujeitos resolveram visitar o leão  apesar das recomendação de não fazê-lo: poderiam virar almoço. O video abaixo é sobre esse encontro.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/y90RCyWxqEU'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/y90RCyWxqEU&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Show né?</p>
<p>Também, com essa juba né negão, qualquer leão te trataria bem.</p>
<p>E por falar em juba, Bieine, feliz aniversário!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Volta às aulas]]></title>
<link>http://blogdacasinhapequenina.wordpress.com/?p=70</link>
<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 12:17:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Colégio Friburgo</dc:creator>
<guid>http://blogdacasinhapequenina.pt.wordpress.com/2008/07/31/volta-as-aulas/</guid>
<description><![CDATA[Na Casinha Pequenina o retorno às atividades da Educação Infantil aconteceu num clima de muita t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://lh5.ggpht.com/colegiofriburgo/SJGrUGV7rfI/AAAAAAAABq0/NzrCIXo8ur0/s288/Imagem%20011.jpg" alt="" width="288" height="216" />Na Casinha Pequenina o retorno às atividades da Educação Infantil aconteceu num clima de muita tranquilidade. Apesar da pouca idade e timidez de alguns, não foi difícil registrarmos as várias manifestãções de felicidade pelo reencontro de colegas e professores. <a href="http://picasaweb.google.com/colegiofriburgo/RetornoDasAulasCasinha" target="_blank">Clique aqui </a>e veja as fotos!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[moitará 741 - Vanessa ]]></title>
<link>http://moitara.wordpress.com/?p=279</link>
<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 01:41:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>homemespelho</dc:creator>
<guid>http://moitara.pt.wordpress.com/2008/07/30/moitara-741-vanessa/</guid>
<description><![CDATA[
Eu e vanessa nos conhecemos na França, ela é brasileira e está morando em Paris. Trocamos por um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://moitara.files.wordpress.com/2008/07/dsc02105.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-295" src="http://moitara.wordpress.com/files/2008/07/dsc02105.jpg?w=72" alt="" width="274" height="362" /></a></p>
<p>Eu e vanessa nos conhecemos na França, ela é brasileira e está morando em Paris. Trocamos por um reenco aqui no Rio de Janeiro... Em breve...Até já Vanessa!!!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inter reencontra Iarley para embalar no Brasileirão]]></title>
<link>http://blogdamorg.wordpress.com/?p=292</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 21:58:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Morgana Gualdi Laux</dc:creator>
<guid>http://blogdamorg.pt.wordpress.com/2008/07/09/inter-reencontra-iarley-para-embalar-no-brasileirao/</guid>
<description><![CDATA[O Inter recebe o Goiás às 19h30min desta noite no Beira-Rio, pela décima rodada do Brasileirão. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Inter recebe o Goiás às 19h30min desta noite no Beira-Rio, pela décima rodada do Brasileirão. <strong>O destaque fica por conta do reencontro com o atacante Iarley, agora no time goiano.</strong> Pelo lado do Colorado, a grande ausência é o goleiro Renan, suspenso pelo STJD em função da expulsão no Gre-Nal.</p>
<p><strong>Sem <a class="link-corpo" href="http://www.clicrbs.com.br/clicesportes/jsp/default.jsp?newsID=a2032436.htm&#38;subTab=00064&#38;uf=1&#38;local=1&#38;template=3858.dwt&#38;section=Not%C3%ADcias" target="_blank"><strong><span style="color:#ff0000;">Renan</span></strong></a>, o titular no gol colorado será o veterano <a class="link-corpo" href="http://www.clicrbs.com.br/clicesportes/jsp/default.jsp?tab=00003&#38;newsID=a2033817.htm&#38;subTab=00064&#38;uf=1&#38;local=1&#38;l=&#38;template=&#38;section=noticias" target="_blank"><strong><span style="color:#ff0000;">Clemer</span></strong></a>.</strong> O restante do time será o mesmo que empatou no Gre-Nal: Ricardo Lopes, Índio, Sorondo e Marcão; Edinho, Magrão, Guiñazu e Taison; Alex e Nilmar.</p>
<p>Evitando fazer grandes projeções para o Brasileirão,<strong> o técnico Tite definiu que a primeira meta do Inter é chegar ao grupo dos 10 primeiros colocados. Atualmente, o Colorado está 11ª colocação, com 11 pontos.</strong></p>
<p>– Temos que manter o padrão. <strong>No Gre-Nal, jogamos bem, mas não conseguimos o resultado que nos interessava.</strong> Já contra o Coritiba, atuamos bem e vencemos com autoridade. <strong>Precisamos seguir adquirindo confiança – disse o treinador.</strong></p>
<p>No Goiás,<strong> Iarley terá a chance de rever a torcida colorada, depois de deixar o Beira-Rio chorando ao anunciar sua saída do Inter. </strong>Adaptado, <strong>o atacante já é o artilheiro do time goiano no Brasileirão com três gols e o novo ídolo da torcida. </strong>Outro destaque é o<strong> meia Romerito, que participou da vitoriosa campanha do Sport na Copa do Brasil.</strong></p>
<p>A principal dúvida está no ataque. Com o atacante Alex Terra suspenso, Frontini e Schwenck disputam a vaga. Outra possibilidade é atuar com apenas um atacante e seis jogadores no meio-campo. Por outro lado, o ala-esquerda Júlio César e o zagueiro Henrique voltam ao time.</p>
<p>Fonte ZH</p>
<p>Falta muito pouco para o torcedor colorado encontrar o ex-jogador Iarley no Beira-Rio, porém vestindo a camiseta do Goiás. Sempre comentei com os meus amigos o quanto Iarley é esforçado e, sendo assim, essa qualidade o faz um ótimo atleta. Já conseguiu demonstrar seu ritmo de jogo, marcando três gols pela nova equipe e consagrando-se um novo ídolo. Será que ele vai marcar contra o seu ex-time? Agora é esperar para ver, 19:30!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reencontro]]></title>
<link>http://homemde30.wordpress.com/?p=8</link>
<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 21:09:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>jpgiovanni</dc:creator>
<guid>http://homemde30.pt.wordpress.com/2008/07/04/reencontro/</guid>
<description><![CDATA[Nos reencontramos, 10 anos depois do colégio, fomos os melhores amigos, sabíamos tudo um do outro,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Nos reencontramos, 10 anos depois do colégio, fomos os melhores amigos, sabíamos tudo um do outro, mas por incrível que possa parecer, nunca rolou nada, até esse dia...</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">- Que tal irmos a um bar?</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Papo rola solto, lembranças e saudosismos, memórias dos namorinhos, as primeiras experiências que confidenciamos um ao outro, de como eu ajudei você a perder a virgindade com aquele babaca, que raiva. Entre risadas, não consigo tirar os olhos do decote generoso, você sempre teve os seios mais desejados do colégio...</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Você bebe um pouquinho e me diz que tem umas coisas pra me mostrar mas tem de ser em outro lugar...</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Pago a conta e pegamos o carro. Pergunto o que você queria?</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Você me olha com cara de safada e pergunta se eu realmente gosto dos seus seios e desabotoa a blusa, deixando-os meio a mostra. Eu te digo que sou tarado por mulher voluptuosa e a culpa é sua, você criou isso em mim. Só de estar perto de você fico doido, tomado pelo tesão.</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Você me olha com cara de quem não está acreditando muito no que eu falo e diz:</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">- É verdade, só de olhar pra minha blusa assim meio aberta já te deixa assim? - e passa a mão na minha perna, coxa e sobe um pouco mais, tateia e me encontra duro feito pedra.</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Eu ali, dirigindo, tenso, preocupado, mas sem pode negar que aquilo estava me deixando louco.</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Você me olha no olho e diz:</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">- Não é que é verdade, acho uma sacanagem ele assim, preso, assim como os meus peitos, tem de se libertar... e termina de abrir a blusa. - Gosta?... eu mal consigo respirar...</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Logo vem cuidar dele, abre minha calça, tira ele para fora e fica olhando, com cara de criança que analisa um brinquedo novo. Sente ele duro e quente na sua mão, me olha e pergunta se está gostoso assim, eu meio gemendo já respondo que está delicioso e você ri e diz que eu não vi nada, manda eu prestar atenção na estrada e se abaixa. Vai introduzindo ele na boca, apertando com os lábios, sentindo cada centímetro. Sentindo ele duro e já pulsando... tocando ele com a língua.</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Com uma mão massageio um seio teu, a outra no volante, tentando fazer as 2 coisas ao mesmo tempo e lutando pra não me perder nas sensações que você me provoca com a boca. Você não dá trégua, mas cuida pra que eu não chegue lá, brincando com meu desespero.</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Eu encontro uma quebrada qualquer, no meio do matagal, paro o carro e tento te agarrar. Você escapa, sai do carro e vai pra frente dele, as luzes acesas.</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Me mostra os seios de novo, os espreme com as mãos, eles transbordam entre seus dedos, e pergunta se eu quero:</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">- Então vem pegar!</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Eu saio do carro e te alcanço, jogo sobre o capo, cubro de beijos, mas beijos sôfregos, como um esfomeado que encontra comida, abocanho seus mamilos, beijo, mordisco, chupo. Enquanto isso vou tirando sua calça, tudo sobre o capo do carro.</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Você me afasta, manda eu sentar no capo do carro e diz que me deve uma coisa...coloca ele duro entre os seios, massageando, subindo e descendo, alternando com movimentos precisos da língua e dos lábios, a melhor sensação da minha vida, tão esperada... A noite está quente, além da lua e das estrelas no céu claro, a única luz é os faróis do carro, a nossa volta mato e as luzes dos carros que passam na rua principal, ao longe.</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Chega uma hora que não agüento mais, levanto, te ponho sentada no capo e de uma única estocada te penetro até o fundo. Te segurando pelas costas e pelo cabelo, puxando tua cabeça pra trás e mordendo teu pescoço, teus seios, mordidas quase dolorosas. Você põe as perna ao redor da minha cintura e me puxa mais pra dentro de você ainda mais.</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Diz no meu ouvido pra te foder com força, pra matar toda essa vontade de anos. Meto em você como se quisesse entrar o corpo inteiro. Você sente a batida ritmada das coxas...</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Nesse momento somos dois animais tomados pelo instinto</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Te viro, ponho debruçada sobre o capo e volto a te penetrar, você vendo minha cara transformada pelo tesão, refletida no vidro do carro, vermelho, suado, gemendo. Assim meto ainda mais fundo em você.</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Cada estocada tira teus pés do chão, e te faz ver estrelas.</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Entre gemidos te chamo de fêmea, e te pergunto o que você quer?</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Você já geme, quase grita:</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">- Me fode, me fode! Mete em mim que amanhã não quero conseguir andar! - E eu obedeço.</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Você rebola pra me provocar, eu resisto, paro, me deito no chão, em frente ao carro. Você vem por cima, senta e sente ele escorregar pra dentro de você com um encaixe perfeito. Ai eu me delicio, com você rebolando, cavalgando e seus seios maravilhosos a minha disposição.</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">A luz do carro vindo de trás de você, te envolvendo e te mostrando linda, a pele reluzindo, perfeita!</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">E é assim com você me cavalgando que eu digo que vou gozar, você pede pra eu segurar só um instante e em segundos começa a gemer feito louca e eu ouvindo isso não consigo me segurar mais e gozo até as entranhas.</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Você despenca sobre mim e aos poucos vou saindo de dentro de você e continuamos abraçados, deitados no chão.</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Depois de nos recuperarmos, você levanta, pegas as roupas e começa a se vestir, me olha e diz que precisamos passar em algum lugar e fazer um lanche pra depois ir pra sua casa e tentar mais umas coisas, pois temos muito tempo perdido e precisamos recuperar. Eu mau acredito que você possa estar falando sério, as a idéia já me deixa com vontade de tentar.</p>
<p class="western" style="text-indent:0.51cm;" align="justify">Entramos no carro e vamos procurar um lugar pra comer algo de madrugada antes de começarmos de novo...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Livre, solta e sensata]]></title>
<link>http://discretoblog.wordpress.com/?p=208</link>
<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 20:44:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabiano Ristow</dc:creator>
<guid>http://discretoblog.pt.wordpress.com/2008/07/03/livre-solta-e-sensata/</guid>
<description><![CDATA[Postado por Fabiano Ristow

Não precisa ter senso jornalístico para saber que, quando Ingrid Betan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Postado por <a href="http://discretoblog.wordpress.com/author/fabianoristow/">Fabiano Ristow</a></em></p>
<p><a href="http://discretoblog.files.wordpress.com/2008/07/ingrid.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-209" src="http://discretoblog.wordpress.com/files/2008/07/ingrid.jpg" alt="" width="500" height="322" /></a></p>
<p>Não precisa ter senso jornalístico para saber que, quando Ingrid Betancourt fosse libertada, a notícia ocuparia a primeira página de todos os jornais e seria massivamente comentada durante dias. Mas quem apostava que isso ia acontecer tão cedo? Ou que sequer aconteceria? Ou é meu pessimismo falando alto aqui?</p>
<p>Eis que ontem abro o G1 e um título em letras garrafais saltam da tela anunciando o resgate da senadora colombiana depois de seis anos mantida em cativeiro pelas Farc, e confesso que minha respiração parou por cinco segundos. Foi tipo ler a morte da princesa Diana ou do Papa, só que ao contrário.</p>
<p>Parando para pensar, não consegui compreender num nível racional por que o assunto Ingrid causa tanta comoção assim. Sim, ela é uma figura pública conhecida, ex-candidata à presidência colombiana, e as Farc são uma organização que integra listas internacionais de terrorismo. É um assunto relevante, portanto; mas talvez tenha um bom peso o fato de estar ancorado em sentimentos mais primitivos, envolvido numa paixão e anseio diretos, como se a Ingrid fosse mais do que o seu papel político lhe confere.</p>
<p><!--more CONTINUE LENDO&#62; --></p>
<p>É assim para mim, e tudo por causa daquele <a href="http://www.youtube.com/watch?v=a2hRQdU98Uk">vídeo</a> do ano passado em que ela aparece no cativeiro cabisbaixa e sentada num banquinho de madeira dentro da selva, completamente suja e esquelética, os cabelos obscenamente longos jogados em cima do peito, o prendedor no pulso direito. Por mais horrível que seja a cena, incomoda mais as torturas que ela sugere, e, mais ainda, quando a gente imagina a nossa mãe no lugar - pensamento que, por sua vez, ganha mais carga dramática com as informações de ex-reféns de que ela teria tido malária, hepatite do tipo B e leishmaniose, além de problemas de insuficiência cardíaca. A Ingrid deixa, então, de ser uma mera capturada para se tornar alguém que a gente quer ver de volta não na vida política, mas, principalmente, dentro de sua casa. No fun.</p>
<p>Então é claro que a cena da Ingrid descendo do avião e reencontrando a mãe depois de 2.323 dias foi euforicamente gravada por todas as televisões do mundo. O mesmo vale para o reencontro com os filhos Lorenzo (19 anos) e Melanie (22 anos).  E é claro que a operação de resgate está sendo tratada pela mídia com uma aura cinematográfica, já que envolveu agentes infiltrados, um helicóptero camuflado e camisas do Che Guevara. Quer dizer, cacete, essas aí a gente encontra em qualquer camelô.</p>
<p>Mas sabe o que foi realmente <em>extraordinário</em>?</p>
<p>É que, depois de tanto tempo propensa a doenças e tratada <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL635040-5602,00-NAO+SEI+O+QUE+VOU+FAZER+NO+FUTURO+AFIRMA+INGRID+BETANCOURT+A+TV+FRANCESA.html">como cão</a>, sem acesso a saneamento básico e serviço de saúde decentes, num lugar onde pasta de dente e sabão são objetos de luxo, Ingrid mostrou uma sensatez inexistente até em quem acompanhou tudo de fora. No resgate, ela, surpresa, sem saber direito o que estava acontecendo e sem se dar conta de que naquele momento estava sendo levada de volta à liberdade, viu o carcereiro Cesar, “que durante tantos anos nos tratou com tanta crueldade”, deitado no chão, vendado e pelado. E eu imagino que a maioria esmagadora das pessoas se delicia imaginando a cena: eis a vingança finalmente concretizada, abruptamente merecida. Ingrid, não. Ela preservou a maturidade de alguém que, mesmo tendo passado por tudo aquilo, ainda consegue analisar os fatos sob um ponto de vista humanamente sensato. “Não creiam que senti felicidade”, disse. “Senti lástima”.</p>
<p>Bom, a Ingrid que me perdoe, mas eu senti felicidade por ele ter sido capturado. Vingança merecida.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[o reencontro, a meretriz e o mimo]]></title>
<link>http://thernotes.wordpress.com/?p=49</link>
<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 03:59:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>R. » thernotes.wordpress.com</dc:creator>
<guid>http://thernotes.pt.wordpress.com/2008/06/17/o-reencontro-a-meretriz-e-o-mimo/</guid>
<description><![CDATA[casa de meretrizes
sexta passada reencontrei um amigo que não via há um ano. somos amigos a mais d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="attachment_99" align="aligncenter" width="480" caption="casa de meretrizes"]<a href="http://thernotes.files.wordpress.com/2008/07/casa_de_meretrizes1.jpg"><img class="size-full wp-image-99" src="http://thernotes.wordpress.com/files/2008/07/casa_de_meretrizes1.jpg" alt="casa de meretrizes" width="480" height="288" /></a>[/caption]
<p>sexta passada reencontrei um amigo que não via há um ano. somos amigos a mais de dez anos e após uma briga feia por motivos hoje considerados fúteis rompemos nossa amizade. confesso que senti uma baita falta da amizade de D. e sempre o considerei meu melhor amigo. sou um cara muito orgulhoso e não dei o braço a torcer assim como ele. acredito que a amizade funciona mais ou menos como um namoro. excesso de convivência desgasta e cria pequenos conflitos ao longo do tempo e uma hora, a bolha explodi.</p>
<p>fomos a um bar que conhecemos de longa data, o freqüentamos desde a época em que começamos a sair juntos quando tínhamos nossos dezesseis anos. cheguei meia hora atrasado e ele já estava numa mesa bebendo. demos um abraço tímido, pedi um drink e começamos a conversar. cinco minutos depois nem parecia que havíamos brigado, estávamos rindo muito e colocando toda a conversa em dia.</p>
<p>como estávamos afiados decidimos fazer o que sempre fizemos de melhor juntos, paquerar as mulheres ao nosso redor. temos um pequeno ritual, tiramos no palito para ver quem vai à outra mesa se apresentar e abrir terreno para o parceiro. o sorteado por sua vez, pode escolher a mesa e a garota que bem entender. nessa noite o sorteado foi o D., ele escolheu uma mesa com uma loira e uma ruiva e me avisou que a loira era dele. três tragadas de cigarro, ele me chama com um aceno, pego meu copo, pertences e me junto à festa.</p>
<p>a ruiva era meio cavalona, mas bonita enquanto a loira era baixinha, porém bem gostosa. elas não faziam muito meu tipo, mas como o direito de escolha era de D., não tinha muito o que argumentar. livre de qualquer vontade resolvi apenas tirar um barato. pedimos uma pizza e mandamos ver nas bebidas. as horas voaram e nem me dei conta, uma coisa não posso negar, as duas eram extremamente simpáticas. D. perguntou as duas se elas não queriam ir ao apartamento dele para fazermos uma pequena festinha (confesso que foi um convite nada sutil, mas como não queria nada demais com nenhuma delas, fiz coro). as duas entreolharam-se e meio sem graça recusaram. com nada mais para render, pedimos a conta e fomos embora.</p>
<p>como ainda era cedo e era uma noite para se comemorar, discutíamos para qual bar iríamos até que D. me propôs uma visita a uma “casa de damas” perto dali. lancei-lhe um olhar meio irônico e disse que iria só se ele pagasse minha conta porque não seria muito difícil me arranjar nessa noite. ele rindo de deboche de mim disse que não duvidava, mas que mesmo assim a noite merecia um final para ser lembrado.</p>
<p>chegando lá, vimos que era um lugar simples por dentro. tinha um pequeno sofá meio velho, a tradicional luz vermelha, algumas mesas, uma pequena pista com um som velho e um bar repleto de bebidas vagabundas. o local não estava muito cheio, ao todo deveria ter meia dúzia de gatos pingados. sentamos numa mesa de canto e começamos a trocar olhares com algumas meninas. duas delas levantaram-se e sentaram ao nosso lado. D. logo afoito pegou uma delas e a levou ao quarto, eu como não me faço de rogado, comecei a instigar a menina até que ela suplica-se por meu pau dentro dela. ela estava puro fogo e eu me divertia com sua insistência.</p>
<p>finalmente a levei a um quarto, era pequeno e abafado. tinha apenas uma cômoda, uma cama (que rangia sem parar) e um pequeno armário para pendurar as roupas. confesso que não sou muito fã de putas, essa foi apenas a terceira vez que estive com uma. adoro intimidade durante o sexo e isso não é uma coisa que se possa encontrar nesses lugares. gosto de beijar na boca, arranhar, lamber, apertar. falando de uma maneira chula, só meter cansa e depois de algum tempo fica bem chato. 60% (no mínimo) do sexo pra mim não envolve diretamente a penetração.</p>
<p>resultado? minha putinha gozou três vezes e eu nem vontade senti. ela já sem fôlego pediu um tempo e me disse que queria que o namorado dela fosse como eu na cama, que demorasse a gozar e não se cansasse fácil. sarcasticamente respondi que com uma mulher como ela na cama, eu agüentaria a noite inteira fácil fácil. acho que ela não entendeu minha tirada, pois me pediu para esperar um minuto e foi até suas roupas. pegou sua pulseira (feia que dói), me deu de presente e disse que era um mimo para eu sempre me lembrar dela quando a usasse. me abraçou e disse que eu não precisava pagar a conta, cortesia dela. agradeci e me troquei (não queria mais uma sessão sem sal, nem de graça). bati na porta de D. e o chamei para ir embora. ele vestiu-se a contragosto e saímos.</p>
<p>paramos no Fran’s Café que ficava a três esquinas dali e fechamos a noite com chave de ouro enquanto ele não parava de rir pelo fato de eu não ter gozado e receber como prêmio de consolação uma bijouteria horrorosa da uma meretriz.</p>
<p>com certeza será um reencontro que renderá risadas por muitos e muitos anos. nossa parceria está refeita e muitas histórias e mulheres estão por vir.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[quando as distâncias separam apenas os chãos]]></title>
<link>http://blogdamomarch.wordpress.com/?p=79</link>
<pubDate>Wed, 21 May 2008 14:17:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>momarch</dc:creator>
<guid>http://blogdamomarch.pt.wordpress.com/2008/05/21/quando-as-distancias-separam-apenas-os-chaos/</guid>
<description><![CDATA[Uma vez eu li uma frase, não me lembro de quem neste momento, que dizia que as distâncias que sepa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Uma vez eu li uma frase, não me lembro de quem neste momento, que dizia que as distâncias que separam os chãos não deveriam separar os corações. E, inconscientemente, para mim isso sempre foi uma regra que aplico àqueles que se tornam especiais em minha vida.</p>
<p>Muita gente não entende como se pode ficar anos e anos sem ver alguém e, quando se encontra essa pessoa, parecer que foram apenas alguns dias. Ou ter amigos que se vê apenas de vez em quando, mas que se tem um carinho enorme, que vem do fundo do coração. E quando a gente sai, mata as saudades, almoça ou faz alguma coisa juntos, é uma delícia. Como ontem com a queridíssima Renata. Ou quando encontro Silvana ou Raquel.</p>
<p>Isso também me faz pensar nos reencontros, que nada mais são do que o retorno dessas pessoas especiais. A vida é cheia deles, os reencontros. De vidas, de momentos, de alegrias e de tristezas. Se soubermos (ao contrário daqueles que não compreendem essa ligação) aceitá-los como presentes, como algo que nos oferece coisas boas, ganhamos.</p>
<p>Por isso acredito em amigos tão especiais, tão parte de nós, que o tempo fica reduzido a um substantivo relativo. Quando encontramos uma dessas pessoas, nossa alma agradece silenciosamente e se regozija. A felicidade é puro reencontro.</p>
<p>E aqui não poderia deixar de falar de Gláucia. Há muitos anos, ela encheu minha vida de pensamentos, poesias, perguntas interessantes e respostas surpreeendentes. Uma amiga de verdade, de quem senti uma saudade imensa por um longo período. Foram separados nossos chãos, mas não os nossos corações. Hoje, depois de séculos - que parecem minutos quando leio ou ouço novamente suas palavras - me encanto de novo.</p>
<p>Pequenos e tão importantes presentes da vida. Sem dúvida.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tudo uma questão de objectivos. Na minha 2nd Life]]></title>
<link>http://tagus.wordpress.com/?p=406</link>
<pubDate>Wed, 21 May 2008 14:03:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>djaya</dc:creator>
<guid>http://tagus.pt.wordpress.com/2008/05/21/naima-aya/</guid>
<description><![CDATA[Tenho passado estes últimos dias em introspecção, digamos, a fazer um &#8220;balanço&#8221; da m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Tenho passado estes últimos dias em introspecção, digamos, a fazer um "balanço" da minha vida virtual, o que fiz de bom o que fiz que menos bom, quais objectivos consegui, quais me passaram ao lado. E volto sempre a velha questão, questão que coloco a quase todos que conheço. Se de facto uma das primeiras perguntas que faço quando conheço algum avatar é "qual é o teu objectivo no SL?" o facto é que até ontem, depois de um ano de SL fui pela primeira vez confrontada com a pergunta que tantas vezes fiz. Óbvio que fiquei contente, óbvio que me apressei a responder, óbvio que para mim esta é uma pergunta elementar, possivelmente não para ser feita uns aos outros mas para que cada um se questione a si próprio "O que posso fazer da minha segunda vida?", pessoalmente não quero ser uma avatar “pendente” de teleport. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Quando de vez em quando (como acontece com qualquer um) perdemo-nos no “focus” e damos por nós a ver qual amigo está on-line, a espera de um “maldito” teleport para uma festa (de um sitio desconhecido onde chegas, passas lá horas e ninguém sequer te responde a um “boa noite”) ou a gastar lindens em coisas desnecessárias para cobrir a ansiedade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Ontem foi uma noite para mim mto produtiva, sem contar com um palhacinho daquele que te atirar de uma forma abusada gaiolas (foi por muito pouco que não foi reportado e graças ao tpglourenco), dei-me comigo a passear por sitios que nem sonhava existir no SL e desde já muito agradecida ao tpglourenco, <span style="color:black;">é nestas alturas que vemos que a imaginação não tem limites e a arte é o melhor meio de comunicação.</span>. Mas o importante não foi totalmente os sitios em si mas o que consegui captar e acabei por descobrir o quão alienada andei dos meus objectivos concretos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Ahh claro, os meus objectivos no SL é aprender, aprender de tudo onde conseguir chegar relacionado com o 3D, photoshop, sculpted prims, Slscript e contruir o meu sonho que sempre é melhor que vê o sonho dos outros concretizado, no bom sentido sem me entendem. Por que a base de tudo o que vivo (no sl) é centralizada no “até onde eu consigo chegar?”, sim procuro a minha 2ª realização “nada melhor que sentir realizada”, nada melhor que afirmar “fui eu que fiz isto”, nada melhor que sentir a autovalorização.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Pequei, sim pequei porque no inicio queria logo tudo e com pouco acabei, mas aprendi. Hoje levanto-me com outra cara, outra disposição e outra motivação, sim, uma lufada de ar fresco. Mas tb não dou todos os créditos só a noite de ontem mas ao facto de reencontrar os meus amigos do tagus e conhecer alguns novos e os que ainda não me conhecem cá ando eu J.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Este é uma partilha da minha segunda vida é também um agradecimento à Afro pelo convite em cá participar, ao Electro e TP pela ajuda e valorização, e a todos os que aqui contribuem (J isto é melhor que os 3 fórums onde ando).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Bem ajam a todos</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">E lembrem-se, no Second Life o limite é a nossa imaginação e esta não tem limites.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2137/2511034712_c24402303a.jpg" alt="" width="500" height="281" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Chegada da Fer]]></title>
<link>http://cozer.wordpress.com/?p=42</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 19:00:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno</dc:creator>
<guid>http://cozer.pt.wordpress.com/2008/05/12/chegada-da-fer/</guid>
<description><![CDATA[Olas pessoas,
Finalmente, depois de 6 meses de espera, as férias da Fer chegaram e ela se tocou par]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Olas pessoas,</p>
<p>Finalmente, depois de 6 meses de espera, as férias da Fer chegaram e ela se tocou para cá. Foi engraçado ir no aeroporto e ver o portão abrir e dali ela sair. Acho que eu parecia uma criança de 6 anos quando ganha o presente de natal que esperou o ano inteiro, hehehe. E o mais incrível é que 15 minutos depois, nem parecia que tínhamos ficado tanto tempo sem se ver. É meio paradoxal, mas parece que nesse tempo mudamos mas continuamos os mesmos um com o outro. Bom sinal :-)</p>
<p><a href="http://cozer.files.wordpress.com/2008/05/0414-ba-hai-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-43" src="http://cozer.wordpress.com/files/2008/05/0414-ba-hai-1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Como ela chegou de madrugada, ficou em casa descansando no primeiro dia mas no segundo, para minha surpresa, ela tomou coragem para ir à praia de ônibus. Passei as coordenadas para ela do que eu sabia (até porque não sei direito como funcionam os ônibus por aqui) e não é que ela acertou tudo direitinho, chegou lá e curtiu a praia bem direitinho!</p>
<p>No mais, no resto daquela semana levei ela para conhecer Haifa no que eu pude, depois do trabalho, e a Andrea (esposa do Ismail) levou ela para conhecer o Mar da Galiléia e outros lugares de Haifa que nem eu conhecia. AndreaTur é a salvação dos parentes que vem nos visitar, hehehe!!!</p>
<p>Daí no final daquela semana, fizemos as malas e fomos para Rhodes, na Grécia. Mas isso é assunto para o próximo post...</p>
<p>Abraços,<br />
Bruno</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amor]]></title>
<link>http://caisdopensamento.wordpress.com/?p=94</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 09:02:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>martacosta</dc:creator>
<guid>http://caisdopensamento.com/2008/05/07/amor/</guid>
<description><![CDATA[O amor é um sentimento que domina todos os outros. Diria que é o rei dos sentimentos.
Houve um dia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://caisdopensamento.wordpress.com/files/2008/05/amor.jpg" alt="" width="400" height="266" />O amor é um sentimento que domina todos os outros. Diria que é o rei dos sentimentos.</p>
<p>Houve um dia, alguém que disse, «o amor é cego»!</p>
<p>Palavras sábias de alguém que certamente amou,e  que decerto sentiu o que é sentir o verdadeiro amor.</p>
<p>O amor verdadeiro é cego, em todos os sentidos, cego porque não escolhe idades, cego pois não vê barreiras, ultrapassa-as, cego porque não escolhe sexos, cego porque não faz combinações de cores, ou seja, não é racista, cego porque não escolhe as pessoas pela sua fisionomia, cego porque para ele os bens materiais são algo dispensável.. entre outras coisas.. ele é cego..</p>
<p>Para sentir o amor dentro de nós, basta abrir o coração e deixar que o sentimento cresça e permaneça.</p>
<p>Claro, que para amar é necessário aprender, primeiramente, a amar, mas isso é algo que a vida nos ensina.</p>
<p>Nem todos conseguem sentir o verdadeiro amor por alguém, consequência do comodismo. Quando há amor dentro de nós, há que cultivá-lo e mantê-lo sempre no seu estado mais saudável... Lutar diariamente por um amor, é a melhor receita para que este se fortifique, e para que, assim, permaneça sempre em nós.</p>
<p>Sentir amor, é amar, é parar no tempo para pensar em alguém. É disponibilizar a nossa atenção por alguém. É admirar o par todos os dias, como se o dia de ontem tivesse sido há um século.</p>
<p>Sentir amor por alguém é estar em harmonia com esse alguém, é trocar a raiva pela compaixão, é partilhar pequenos momentos, mas que se tornam únicos.</p>
<p>Sentir amor por alguém é partilhar músicas que ficarão recordadas em cada lembrança, é dar as mãos e sentirmo-nos seguros por termos o nosso amor bem ali ao lado.</p>
<p>Sentir verdadeiro amor é entregar-se mutuamente de corpo e alma sem receito ou complexo.</p>
<p>Sentir amor por alguém é dedicar cada pensamento a esse alguem, é dedicar horas de saudades, e contar os segundos pelo reencontro.</p>
<p>Amar alguém de verdade é saber ouvir esse mesmo alguém, e passar horas a falar mesmo sem tema de conversa, somente para sentir a voz da pessoa amada.</p>
<p>Amar de verdade alguém, é partilhar a vida com esse alguém.</p>
<p>Infelizmente, muitas pessoas desiludem-nos pois abdicam de um amor, que acreditavam ser verdadeiro, por motivos que um amor verdadeiro nunca ligaria.</p>
<p>Motivos esses que passam pela fisionomia das pessoas, ou pelo materialismo.</p>
<p>É uma realidade cruel, mas que é real.</p>
<p>Está errado.. O amor verdadeiro, aquele que é cego, não encontra barreiras nem motivos para deixar de viver.</p>
<p>Para isso serve a luta, lutar pelo amor, para que nada nem ninguem o possa destruiur ou fragilizar.</p>
<p>E, para que isso seja possivel, há que haver união e força de vontade para lutar.</p>
<p>Amor que é verdadeiro é forte como as ondas do mar.. Ondas essas que até as rochas perdem a sua força..</p>
<p>E é assim que deve ser sempre amor.. forte como as ondas do mar.</p>
<p>Nunca deixem que nada nem ninguem destrua ou fragilize o vosso amor, só a vocês ele pertence e só a vocês cabe defendê-lo e honrá-lo.</p>
<p>Sejam felizes e encontrem o verdadeiro amor.. aquele que é cego!</p>
<p>Marta Costa</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[piolho]]></title>
<link>http://estrelasnaparede.wordpress.com/?p=263</link>
<pubDate>Sat, 22 Mar 2008 02:48:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>estrelasnaparede</dc:creator>
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<description><![CDATA[Fomos muito poucos mas deu para ver que estamos todos bem, com a cabeça no sítio, e felizes. Parec]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Fomos muito poucos mas deu para ver que estamos todos bem, com a cabeça no sítio, e felizes. Parecia que tinha sido ontem o nosso último dia de aulas do 9º ano.</p>
<p>A ver se repetimos outra vez, com mais gente, com mais copos.</p>
<p>Piolho esse ponto de encontro! :P</p>
]]></content:encoded>
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