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	<title>refeicao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/refeicao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "refeicao"</description>
	<pubDate>Sun, 18 May 2008 06:02:37 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Desejo: "qual seria sua última refeição?". ]]></title>
<link>http://kiminda.wordpress.com/?p=2224</link>
<pubDate>Fri, 02 May 2008 03:29:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nilnews</dc:creator>
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<description><![CDATA[
A fotógrafa americana Melanie Dunea lançou a seguinte pergunta a cinqüenta grandes chefs: ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="revistasCorpo" align="left"><img style="vertical-align:top;" src="http://www6.ufrgs.br/revistaoca/anteriores/2006_01/imagens/prato3.jpg" alt="" width="450" height="301" /></p>
<p class="revistasCorpo" align="left">A fotógrafa americana Melanie Dunea lançou a seguinte pergunta a cinqüenta grandes chefs: "Se você fosse morrer amanhã, qual seria sua última refeição?".</p>
<p class="revistasCorpo" align="left">Em seu livro<em> My Last Supper</em> (Meu Último Jantar), foram poucos os que optaram por trufas, caviar e foie gras. A maioria escolheu refeições absolutamente simples.</p>
<p class="revistasCorpo" align="left">Gordon Ramsay, apresentador de <em>Hell’s Kitchen</em><em>, </em>decidiu-se por rosbife com<em> yorkshire pudding.</em> A carne assada com molho, acompanhada de pudim salgado, é um clássico dessa licença nada poética chamada culinária britânica. E era um prato freqüente na mesa da família do escocês Ramsay.</p>
<p class="revistasCorpo" align="left">Jamie Oliver, chef inglês e também apresentador de programas de culinária, optou por <em>spaghetti all’arrabiata</em> e, de sobremesa, pudim de arroz. "É impressionante quão simples, rústica e despretensiosa é a maioria das seleções", escreve o chef Anthony Bourdain, no prefácio do livro.</p>
<p class="revistasCorpo" align="left">Ele próprio comeria em seu último jantar prefere ossobuco com salsinhas e salada de alcaparras com torradas de baguete. "Há sempre uma volta às coisas da infância ou aos sabores regionais.</p>
<p class="revistasCorpo" align="left">A palavra ‘mãe’ é citada em pelo menos um terço das vezes", observou Bourdain em entrevista à revista americana <em>Time.</em></p>
<p class="revistasCorpo" align="left">A lembrança de um prato não se resume ao seu sabor. Remete também a tempos felizes.</p>
<p class="revistasCorpo" align="left"><em>Time</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estufado de Alcachofras com Cebola, Especiarias, Limão]]></title>
<link>http://receitasvegetarianas.wordpress.com/?p=41</link>
<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 10:47:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joao Leitao</dc:creator>
<guid>http://receitasvegetarianas.wordpress.com/?p=41</guid>
<description><![CDATA[Epá, este deve ter sido um dos pratos mais interessantes e mais saborosos que eu alguma vez fiz. No]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Epá, este deve ter sido um dos pratos mais interessantes e mais saborosos que eu alguma vez fiz. No outro dia comprei pela primeira vez alcachofras. O mercado estava cheio por isso não pude deixar de ficar indiferente e comprar este vegetal com um aspecto tão estranho.</p>
<p>Não sabia muito acerca das alcachofras, e, ainda não sei muito. Investiguei um pouco e vi que se cozia... hehe, e, que se devia cortar o caule, as folhas, e que esta flor pertence à mesma família do girasol e das margaridas. Muito interessante.  Dizia também numa das páginas que li na net, que, se devia raspar uma tal barba... que só descobri quando já estava tudo cozinhado e depois de ter descascado tudo na mesa e durante a refeição.</p>
<p>Uma novidade que fiz, foi, além de ter espremido 2 limões e ter juntado ao tacho, juntei ainda 2 metades de um limão (ou seja, um limão inteiro né?! hehe ) então aproveitei as casacas do limão depois de ter espremido no espremedor. lavei bem a casca antes de meter no tacho.</p>
<p>Eu acompanhei com arroz intergral com algas kombu, e, lentilhas com pimentos e cebolas na panela de pressão. Tudo uma granda combinação.</p>
<p>Boas comidas!</p>
<h2>Estufado de Alcachofras</h2>
<p><strong>Ingredientes ( serve 2 pessoas )</strong></p>
<ul>
<li>4 alcachofras</li>
<li>1 colher de sopa de sal marinho</li>
<li>1 colher de chá de açucar</li>
<li>2 colheres de sopa de polpa de tomate concentrado</li>
<li>azeite muitoooo que é tão bom</li>
<li>1 cebola grande</li>
<li>1 colher de chá de gengibre em pó</li>
<li>1 colher de café de piri-piri em pó</li>
<li>1 colher de chá de uma mistura de especiarias que tenho ali, desculpem... não sei o nome</li>
<li>2 limões</li>
<li>2 metades de limões bem lavados</li>
</ul>
<p><strong>Como preparar</strong></p>
<p>Bem, não acrescento muito ao que já escrevi lá em cima. Lembrem-se de cortar o caule da flor, e, com uma tesoura, ir cortando as pontas das pétalas da flor até ficar tudo um botão mais uniforme. Corte ainda o caule mais para dentro da flor, ou seja, corte um pouco da bade da flor e não só o caule. Pode ainda ( deve ser o que vou fazer da próxima vez) tirar totalmente todas as folhas da flor e deixar só a base, irá ver uma especie de barbinha, pode cortar também isso. Ficará só com uma parte da alcachofra. Mas precisamente a parte que se come. Eu não tirei nada disto, e, no prato fui comendo e tirando as folhas uma a uma, e foi chupando tido comer camarão, pois as folhas mais perto do coração têm já um pouco de tutano :D . É tipo chupar as cabeças aos camarões... hehehe</p>
<p>Eu aproveitei duas metades da casca do limão depois de ter espremido e pus mesmo para dentro do tacho. Ficou mesmo muito bom, um sabor a limão muito bom mesmo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jantar nas Alturas]]></title>
<link>http://vocenaoviu.wordpress.com/?p=1030</link>
<pubDate>Sun, 27 Apr 2008 16:51:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pin</dc:creator>
<guid>http://vocenaoviu.wordpress.com/?p=1030</guid>
<description><![CDATA[Já pensou em ter uma boa refeição nas alturas?
E não, não me refiro nem a jantar num avião, ne]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Já pensou em ter uma boa refeição nas alturas?</p>
<p>E não, não me refiro nem a jantar num avião, nem muito menos no topo de um arranha-céu.</p>
<p>A empresa <a href="http://www.dinnerinthesky.com/" target="_blank">Dinner in the Sky</a> oferece a possibilidade de fazer um evento inesquecível tanto para negócios quanto para seus amigos mais chegados.</p>
<p>Através de um guindaste uma mesa para 22 pessoas é içada cerca de 50 metros aonde a refeição pode ser feita por 8 horas.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.dinnerinthesky.com/img/events/samsung5.jpg" alt="" width="475" height="356" /></p>
<p><img src="http://www.dinnerinthesky.com/img/events/southafr02.jpg" alt="" width="475" height="356" /></p>
<p><img src="http://www.dinnerinthesky.com/img/events/bynight01.jpg" alt="" width="475" height="316" /></p>
<p><img src="http://www.dinnerinthesky.com/img/events/amiens_finance04.jpg" alt="" width="475" height="316" /></p>
<p><img src="http://www.dinnerinthesky.com/img/events/amiens_finance02.jpg" alt="" width="475" height="710" /></p>
<p><img src="http://www.dinnerinthesky.com/img/events/bratislava_laguna2.jpg" alt="" width="475" height="356" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comida Celeste - Air France]]></title>
<link>http://tastefood.wordpress.com/?p=144</link>
<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 22:50:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>armandopugliesi</dc:creator>
<guid>http://tastefood.wordpress.com/?p=144</guid>
<description><![CDATA[
Por muitos anos, a ideia de ter culinária em voôs parecia ficção científica. Devido às turbul]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://tastefood.wordpress.com/files/2008/04/air_france.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-145" src="http://tastefood.wordpress.com/files/2008/04/air_france.jpg?w=300" alt="" width="300" height="57" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Por muitos anos, a ideia de ter culinária em voôs parecia ficção científica. Devido às turbulências e o cheiro de óleo de motor a comida servida era quase espartana. As primeiras refeições quentes surgiram no início dos anos 50.</p>
<p style="text-align:justify;">A Air Union começou a servir a seus passageiros Lagosta à parisiense e Frango com trufas e molho madeira. A Air France logo após o fim da guerra em 1946 começou a treinar seu staff em hotéis 4 estrelas para criar o seu serviço de catering no aeroporto de Orly. A companhia aérea também recrutou chefs famosos para oferecer as melhores comidas gourmets da França e logo pratos como Foie gras coroados com trufas e Truta ao estragão apareceram nos pratos dos passageiros. </p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://tastefood.wordpress.com/files/2008/04/assiette-foie-gras.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-146" src="http://tastefood.wordpress.com/files/2008/04/assiette-foie-gras.jpg" alt="" width="377" height="283" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Ao mesmo tempo de olho na demanda de passageiros, a AF transformou o seu centro de catering num grande centro de culinária, num prédio de mais de 10.000m2 onde eram criados os pratos dos vôos e eram estudados métodos de conservação dos alimentos. Em 1998, a Servair (subsidiária da empresa) criou um time de 80 pessoas treinadas em hotéis-escola para preservar a imagem da cozinha francesa "on board".</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://tastefood.wordpress.com/files/2008/04/escargot.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-147" src="http://tastefood.wordpress.com/files/2008/04/escargot.jpg" alt="" width="460" height="360" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Grandes chefs como Alain Ducasse e Guy Martin elaboram os menus da primeira classe e hoje mais de 5.000 receitas rodam os céus do mundo, fazendo da Air France uma das embaixadoras do sabor francês.</p>
<p style="text-align:justify;">(Reportagem retirada da Air France Magazine, Março de 2008.)</p>
<p style="text-align:justify;">Bem diferente da comida de nossas cias. aéreas não? </p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A LIBERACAO DOS ALIMENTOS TRANSGENICOS - monografia ou tcc]]></title>
<link>http://monografiasalpha.wordpress.com/?p=89</link>
<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 00:28:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>monografiasalpha</dc:creator>
<guid>http://monografiasalpha.wordpress.com/?p=89</guid>
<description><![CDATA[A Associação Médica Americana (AMA) assegura que não se encontraram efeitos adversos dos aliment]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A Associação Médica Americana (AMA) assegura que não se encontraram efeitos adversos dos alimentos biomodificados em seres humanos, segundo um relatório publicado recentemente por seu Comitê Científico.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Este artigo foi desenvolvido pela <a href="http://www.monografiaac.com.br" target="_blank">Monografia AC - Suporte em monografias e pesquisas</a></p>
<p style="text-align:justify;">Os estudos a longo prazo sobre cultivos transgênicos e alimentos geneticamente modificados não arrojaram efeitos não desejados sobre a saúde dos consumidores.</p>
<p style="text-align:justify;">A AMA assegura também que estes alimentos possuem as mesmas propriedades que seus pares "orgânicos", tal como se denomina aos produtos livres de manobras genéticas ou biomodificantes</p>
<p style="text-align:justify;">.Muitos cultivos foram modificados para serem resistentes a pragas. É o caso do milho Bt, sigla que refere ao Bacillus thuringiensis, contra o qual foi modificado geneticamente o vegetal.</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar do relatório favorável, a AMA não descarta a possibilidade de uma transferência dos genes deste ou outros produtos similares aos microorganismos que habitam o intestino de animais que os consomem, ou inclusive a células humanas, ainda que consideram esse risco como insignificante.</p>
<p style="text-align:justify;">A <a href="http://http://www.monografiaac.com.br/projeto.html" target="_blank">pesquisa da Monografia Ac </a>e sempre bastante comprometida com a realidade cientifica</p>
<p style="text-align:justify;">Assim mesmo, o relatório propõe como um "área de preocupação" o possível efeito ambiental que as modificações biológicas poderiam arcar sobre os "organismos não intencionados", isto é, espécies sobre as quais não se espera provocar nenhum efeito mas que, naturalmente, estão implicadas no complicado biossistema planetário.</p>
<p style="text-align:justify;">Ante a crescente preocupação dos consumidores e a emergente legislação com respeito aos alimentos transgênicos, os especialistas desestimaram a necessidade de informar sobre a condição transgênica dos produtos em suas etiquetas.</p>
<p style="text-align:justify;">A <a href="http://www.monografiaad.com.br" target="_blank">Monografia AD e outro ramo de monografias </a>do mesmo grupo</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A verdade escondida pelas embalagens...]]></title>
<link>http://tdias.wordpress.com/?p=2921</link>
<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 23:52:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiago</dc:creator>
<guid>http://tdias.wordpress.com/?p=2921</guid>
<description><![CDATA[


É só clicar por cima do produto escolhido!!!
Mais Aqui!!!
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://www.imagebam.com/image/f4908f4652328" target="_blank"><img src="http://thumbnails.imagebam.com/466/f4908f4652328.gif" alt="imagebam" /></a><a href="http://www.imagebam.com/image/5fd8704652206" target="_blank"><img src="http://thumbnails.imagebam.com/466/5fd8704652206.gif" alt="imagebam" /></a><br />
<a href="http://www.imagebam.com/image/f68e174652251" target="_blank"><img src="http://thumbnails.imagebam.com/466/f68e174652251.gif" alt="imagebam" /></a><a href="http://www.imagebam.com/image/df19e44652225" target="_blank"><img src="http://thumbnails.imagebam.com/466/df19e44652225.gif" alt="imagebam" /></a><br />
<a href="http://www.imagebam.com/image/b57eaa4652217" target="_blank"><img src="http://thumbnails.imagebam.com/466/b57eaa4652217.gif" alt="imagebam" /></a><a href="http://www.imagebam.com/image/d640ed4652228" target="_blank"><img src="http://thumbnails.imagebam.com/466/d640ed4652228.gif" alt="imagebam" /></a></p>
<p style="text-align:center;">É só clicar por cima do produto escolhido!!!<br />
<a href="http://www.acidezmental.com/embalagens.html" target="_blank">Mais Aqui!!!</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Casais contam como superam a incompatibilidade alimentar]]></title>
<link>http://prazeresdagastronomia.wordpress.com/?p=22</link>
<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 20:00:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye17</dc:creator>
<guid>http://prazeresdagastronomia.wordpress.com/?p=22</guid>
<description><![CDATA[Eles são como água e vinho. Dalva adora comer peixe; Jayme odeia. O único peixe de que ela não g]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';">Eles são como água e vinho. Dalva adora comer peixe; Jayme odeia. O único peixe de que ela não gosta é justamente o único que ele aprecia --bacalhau. Jayme é supercarnívoro; Dalva, não. A única carne vermelha que ela põe na boca é a única que ele detesta --fígado. Dalva às vezes toma vinho ou caipirinha; Jayme não ingere absolutamente nada alcoólico. </span></p>
<p align="justify" style="line-height:115%;margin:0;"><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"></span></p>
<p><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';">Se dependesse de afinidades gastronômicas, o namoro de Dalva Barbosa, 38, e Jayme Akira Minoda, 36, nunca teria vingado. Juntos há mais de três anos, os analistas de sistemas transformaram em bom humor as incompatibilidades à mesa. </span></p>
<p align="justify" style="line-height:115%;margin:0;"><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"></span></p>
<p><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';">"Ele é descendente de japonês e, teoricamente, deveria gostar de peixe, né? Mas não, é um japonês que prefere tutu e feijão-tropeiro", brinca Dalva. "Comida japonesa me faz mal. Prefiro feijoada", justifica ele. </span></p>
<p align="justify" style="line-height:115%;margin:0;"><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"></span></p>
<p><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';">Compartilhar refeições, algo tido como um ato de amor e até como uma etapa indispensável no ritual de conquista, pode não ser o ponto alto no relacionamento dos analistas mineiros. Mas tampouco é empecilho. Apesar de não comer porco, Dalva cozinha para o namorado o lombo com bacon de que ele tanto gosta... desde que alguém frite o toicinho. "Não suporto o cheiro", diz ela. </span></p>
<p align="justify" style="line-height:115%;margin:0;"><b><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"></span></b></p>
<p align="justify" style="line-height:115%;margin:0;"><b><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"></span></b></p>
<p><b><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';">Shoyu a tiracolo</span></b><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"> </span></p>
<p align="justify" style="line-height:115%;margin:0;"><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"></span></p>
<p><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';">Nem sempre, porém, a incompatibilidade alimentar limita-se ao gostar, ou não, de um sabor. Quando a psicóloga Mariela Nobel, 40, conheceu o psiquiatra Luís, 49, achou lindo ele ter pedido, em uma casa de lanches, um prato sem pão. "Eu me apaixonei. Que homem diferente! Me cativou comendo seu lanche sem pão. Mal sabia eu o que era", lembra Mariela. </span></p>
<p align="justify" style="line-height:115%;margin:0;"><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"></span></p>
<p><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';">Foi num jantar que ela descobriu o porquê de Luís ter declinado o pão: ele é celíaco (tem intolerância permanente ao glúten) e alérgico a milho, leite e derivados. "Rapidamente passou pela minha mente que, se a gente se apaixonasse, eu teria de me adaptar à ausência desses alimentos todos." </span></p>
<p align="justify" style="line-height:115%;margin:0;"><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"></span></p>
<p><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';">Tudo bem não fosse o fato de Mariela ser gourmet, superentusiasta de risotos com bastante manteiga e creme de leite, de queijos, pães e outras iguarias. </span></p>
<p align="justify" style="line-height:115%;margin:0;"><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"></span></p>
<p><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';">"No começo, como sempre gostei de cozinhar, era difícil não poder fazer para ele aquilo que eu sabia. Mas a incompatibilidade acabou acrescentando possibilidades à minha culinária. Graças ao Luís, aprendi a cozinhar diferente. E sabe que as receitas que eu faço agora estão mais gostosas?" </span></p>
<p align="justify" style="line-height:115%;margin:0;"><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"></span></p>
<p><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';">Fora de casa, eles recorrem a restaurantes onde já sabem que há pratos que Luís pode comer, mas não se limitam a eles. Nem que, para isso, tenham de levar na bolsa um vidro de shoyu livre de trigo. "Não ir a restaurantes japoneses era frustrante, hoje não é mais. Trouxeram para ele, de Nova York, um shoyu fermentado a partir da própria soja. Está ótimo! Saímos com a sacolinha, a mamadeira." </span></p>
<p align="justify" style="line-height:115%;margin:0;"><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"></span></p>
<p><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';">Casados há seis anos, a decoradora Fabíola Sigismondi, 30, e o consultor de vendas José Roberto Sigismondi, 30, compartilham a paixão por camarão. Só que, por ele ser alérgico, ela raramente come o crustáceo. "É engraçado, porque casamos e fomos morar em Florianópolis, a cidade dos frutos do mar. Sou desesperada por uma seqüência de camarão. Um dia eu pedi, e ele comeu e passou supermal", diz Fabíola. "Agora, quando vamos para lá, não peço mais, porque ele é esganadinho e vai querer. Só como quando ele não está, ou escondida." </span></p>
<p align="justify" style="line-height:115%;margin:0;"><b><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"></span></b></p>
<p align="justify" style="line-height:115%;margin:0;"><b><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"></span></b></p>
<p><b><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';">Desta carne, não comerei</span></b><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"> </span></p>
<p align="justify" style="line-height:115%;margin:0;"><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"></span></p>
<p><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';">No relacionamento dos administradores de empresas Andrea, 30, e Sérgio Salfatis, 34, as diferenças alimentares começaram há cinco anos, quando Andrea resolveu seguir a dieta kosher (comidas preparadas segundo as regras judaicas). Apesar de às vezes invejar os pratos não-kosher do marido --afinal, sabe bem o gosto de cada alimento--, Andrea brinca que o deixa comer o que quiser. </span></p>
<p align="justify" style="line-height:115%;margin:0;"><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"></span></p>
<p><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';">"O Sérgio é mais chato comigo do que eu com ele. Fica tentando negociar o meu prato, definir o que vou comer." </span></p>
<p align="justify" style="line-height:115%;margin:0;"><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"></span></p>
<p><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';">Em tom de brincadeira, ele rebate: "Isso de querer experimentar mais pratos é coisa de grego, eu sou descendente. Só sugiro. Quando a gente viaja e eu a vejo pedindo 'ceasar salad', digo que, se ela quiser, eu posso pegar uma alface e ralar queijo em cima. O custo é muito alto". </span></p>
<p align="justify" style="line-height:115%;margin:0;"><b><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"></span></b></p>
<p align="justify" style="line-height:115%;margin:0;"><b><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"></span></b></p>
<p><b><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';">Cheeseburguer sem carne</span></b><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"> </span></p>
<p align="justify" style="line-height:115%;margin:0;"><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"></span></p>
<p><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';">Ovolactovegetariana desde os 11 anos, a nutricionista Bruna Nieble, 25, namora há mais de dois anos o advogado Thiago Pagliuso Teno, 24, louco por picanha e hambúrguer. "Minha sorte é que agora as lanchonetes começaram a pensar nos vegetarianos. Não preciso mais pagar o mico de pedir cheeseburger sem hambúrguer." </span></p>
<p align="justify" style="line-height:115%;margin:0;"><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"></span></p>
<p><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';">Bruna, que dá aula de culinária para crianças, vez ou outra diz ser obrigada a provar carne. "Só degusto nas minhas aulas. No dia-a-dia, não como de jeito nenhum. Ele sabe disso e acha legal, tem esperança que eu deixe de ser vegetariana", diz. Thiago contesta: "Antigamente eu era mais otimista, mas hoje sei que isso não vai adiantar." </span></p>
<p align="justify" style="line-height:115%;margin:0;"><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"></span></p>
<p><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';">Gerente de um restaurante vegetariano, o universitário Amir Abdul, 26, é vegan (não come qualquer produto de origem animal) há nove anos. Ele, que era daqueles que pediam para o garçom "descer no prato o espeto de coração de galinha", recentemente resistiu a um relacionamento porque a menina não era vegetariana. </span></p>
<p align="justify" style="line-height:115%;margin:0;"><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';"></span></p>
<p><span style="font-family:'Calibri','sans-serif';">É Amir quem conta: "Foi amor à primeira vista, mas comecei a imaginar o nosso convívio. Eu não beijaria uma pessoa que acabou de tomar um copo de leite ou que mastigou uma picanha. Sem contar o temperamento de quem consome carne. Altera tudo, até o cheiro [da pessoa]." </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Festival de trutas é atração para o outono.]]></title>
<link>http://prazeresdagastronomia.wordpress.com/?p=13</link>
<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 19:03:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye17</dc:creator>
<guid>http://prazeresdagastronomia.wordpress.com/?p=13</guid>
<description><![CDATA[Com a chegada do outono, restaurantes renovam seus cardápios e apresentam novidades. O restaurante ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size:12pt;"><font face="Calibri">Com a chegada do outono, restaurantes renovam seus cardápios e apresentam novidades. O restaurante Era uma Vez Um Chalezinho..., no Morumbi (zona oeste da capital paulista), promove o tradicional festival de trutas, o FestTruta. Na sexta edição, o evento segue até o dia 15 de abril e traz receitas de molhos para o peixe. </font></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;"><font face="Calibri"></font></span> </p>
<p style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size:12pt;"><font face="Calibri">Entre as novas receitas do restaurateur Ricky Marcellini para o menu do FestTruta estão a truta ao champanhe (filé de truta grelhada ao champanhe, salpicada com cubinhos de maçã; acompanha arroz com passas) e a truta refrescante (filé de truta coberta por creme refrescante de hortelã; acompanha risoto cítrico). </font></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;"><font face="Calibri"></font></span> </p>
<p style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size:12pt;"><font face="Calibri">Para quem prefere uma versão com molho de queijo, há truta ao gorgonzola (filé de truta grelhada, regada por molho suave de gorgonzola com acompanhamento de batata rosti) e truta suíça (filé de truta grelhada regada com molho de queijo suíço e pimenta-rosa; acompanha arroz selvagem). Cada prato do festival sai por R$ 39,50. </font></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;"><font face="Calibri"> </font></span><span style="font-size:12pt;"><font face="Calibri"><img src="http://prazeresdagastronomia.wordpress.com/files/2008/03/0808357.jpg" alt="0808357.jpg" /></font></span><span style="font-size:12pt;"><font face="Calibri"></font></span> <span style="font-size:12pt;"><font face="Calibri"></font></span><span style="font-size:12pt;"><font face="Calibri"><span style="font-size:9pt;line-height:115%;"><span style="font-size:12pt;"><font face="Calibri"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:'Times New Roman','serif';"></span></font></span><span style="font-size:9pt;line-height:115%;font-family:'Calibri','sans-serif';"><em>Era uma Vez um Chalezinho... oferece receitas saborosas do peixe no Festival de Trutas.</em></span></span></font></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Buddha Bar]]></title>
<link>http://prazeresdagastronomia.wordpress.com/?p=8</link>
<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 21:01:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye17</dc:creator>
<guid>http://prazeresdagastronomia.wordpress.com/?p=8</guid>
<description><![CDATA[&nbsp;
&nbsp;

.


Finalmente fui conhecer o Buddha Bar na Villa Daslu. E gostei muito, viu? Diferen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;" align="justify">&#160;</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;" align="justify">&#160;</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://prazeresdagastronomia.wordpress.com/files/2008/03/bb8-buda-horiz2.jpg" alt="bb8-buda-horiz2.jpg" /></div>
<p>.</p>
<div style="text-align:center;" align="left">
<div align="justify"></div>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;" align="justify">Finalmente fui conhecer o <b>Buddha Bar</b> na Villa Daslu. E gostei muito, viu? Diferentemente das outras casas da franquia, a filial paulistana não tem pista de dança. O foco aqui é a gastronomia, mais apurada e sob o comando da jovem e premiada chef Bel Coelho (ex-Sabuji).</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;" align="justify">&#160;</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;" align="justify">
A decoração segue o modelo das outras casas, clássica com toques étnicos e traz a característica trilha sonora lounge mas dançante, que fez a fama do bar com suas coletâneas vendidas mundo afora. Mas senti falta da pista. Difícil não querer sair sacolejando os gambitos debaixo daquela gigantesca estátua brilhante ainda mais depois de alguns caprichados drinques do chef de bar Marcelo Vasconcelos. E ao longo da noite a música vai subindo, subindo, chega uma hora em que você precisa gritar na mesa para ser ouvido.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;"><img src="http://prazeresdagastronomia.wordpress.com/files/2008/03/bb8-obuda.jpg" alt="bb8-obuda.jpg" /></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;" align="justify"> .</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;" align="justify">Há um sushi bar com algumas criações interessantes, como o 'carpaccio de vieiras com tamarillo'. Mas acabei ficando com as consistentes sugestões da chef, como um 'robalo crispy com pupunha assada' e um 'carré de cordeiro com purê trufado', deliciosos. Senti apenas falta do toque oriental típico dos menus da casa, pois o poupouri de dim sum da entrada me pareceu um pouco trivial demais. Mas há uma notável preocupação com a qualidade dos produtos e o aspecto saudável dos pratos, tendência que a chef tem valorizado em suas criações. Abaixo, uma amostra dos pratos degustados.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;" align="justify">.</p>
</div>
<div style="text-align:center;" align="left"></div>
<div style="text-align:center;" align="left"> <img src="http://prazeresdagastronomia.wordpress.com/files/2008/03/bb8-robalo2.jpg" alt="bb8-robalo2.jpg" /></div>
<div style="text-align:center;" align="left"><i><span style="font-size:11pt;line-height:115%;font-family:'Calibri','sans-serif';">Robalo crispy com molho de castanha de cajú e pupunha assada.</span></i></div>
<div style="text-align:center;" align="left"></div>
<div style="text-align:center;" align="left"> <img src="http://prazeresdagastronomia.wordpress.com/files/2008/03/bb8-carre.jpg" alt="bb8-carre.jpg" /></div>
<div style="text-align:center;" align="left"><i><span style="font-size:11pt;line-height:115%;font-family:'Calibri','sans-serif';">Carré de cordeiro com purê trufado.</span></i></div>
<div style="text-align:center;" align="left"></div>
<div style="text-align:center;" align="left"> <img src="http://prazeresdagastronomia.wordpress.com/files/2008/03/bb8-cremecafe.jpg" alt="bb8-cremecafe.jpg" /></div>
<div style="text-align:center;" align="left"><i><span style="font-size:11pt;line-height:115%;font-family:'Calibri','sans-serif';">Creme de café com espuma quente de chocolate e doce de leite</span></i></div>
<div style="text-align:center;" align="left"></div>
<div style="text-align:center;" align="left"> <img src="http://prazeresdagastronomia.wordpress.com/files/2008/03/bb8-2drinques-buda.jpg" alt="bb8-2drinques-buda.jpg" /></div>
<div style="text-align:center;" align="left"><i><span style="font-size:11pt;line-height:115%;font-family:'Calibri','sans-serif';">Wasabi Martini, com saquê, wasabi e limão e Himalai Gin, com melão Cantaloup, gengibre e cardamomo</span></i></div>
<div style="text-align:center;" align="left"></div>
<div style="text-align:center;" align="justify">
<div align="left"></div>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;line-height:normal;" align="left">&#160;</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;line-height:normal;" align="left"><b><span style="font-size:12pt;">Buddha Bar</span></b><span style="font-size:12pt;"><br />
Avenida Chedid Jafet, 131 - Villa Daslu<br />
tel.: (11)3044-6181 </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;line-height:normal;" align="left"><span style="font-size:7.5pt;font-family:'Times New Roman','serif';"></span><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman','serif';"> </span></p>
<div align="left"></div>
<div align="left"></div>
<div align="left">Por <span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:'Times New Roman','serif';">Marcelo Katsuki </span></div>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dieta equilibrada ajuda no estudo para o vestibular.]]></title>
<link>http://cursinhovestibular.wordpress.com/?p=9</link>
<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 19:22:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye6</dc:creator>
<guid>http://cursinhovestibular.wordpress.com/?p=9</guid>
<description><![CDATA[Segundo a nutricionista Andrea Zaccaro, da consultoria RG Nutri, a melhor fonte de energia para o ve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;line-height:normal;" align="justify">Segundo a nutricionista Andrea Zaccaro, da consultoria RG Nutri, a melhor fonte de energia para o vestibulando estressado são os carboidratos, presentes em massas e pães, por exemplo. Eles são digeridos mais rapidamente e têm efeito calmante. "Os carboidratos promovem um equilíbrio da glicose no organismo.”</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;line-height:normal;" align="justify">
Uma troca benéfica para manter o bom rendimento nos estudos é a do chocolate pelas barras de cereais ou pelas frutas. Isso porque o chocolate é rico em gordura, que demora mais para ser digerida. "Gordura e doce têm digestão mais lenta. Simplificando, o sangue que é necessário no cérebro para estudar irá para o estômago. Doces em excesso causam letargia, têm efeito calmante até demais", disse Andrea.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;line-height:normal;" align="justify">
Se não é possível comer em casa uma refeição balanceada, o vestibulando pode adaptar seu lanche entre uma aula e outra. "Em vez de uma bomba calórica, como um x-salada, ele pode optar por um sanduíche light de peito de peru com pão integral", afirmou a nutricionista.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;line-height:normal;" align="justify">
Outra dica dada pela professora de nutrição humana da Unesp de Araraquara Thais Borges César é preferir sucos e vitaminas aos refrigerantes. "O ideal é consumir pelo menos três frutas ou o equivalente em sucos. Qualquer lugar a que se vá tem suco de laranja.”</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;line-height:normal;" align="justify">
No início do ano, para economizar tempo, o vestibulando Saulo Lima de Oliveira, 18, costumava almoçar salgadinhos na lanchonete do próprio cursinho. Resultado: uma gastrite que lhe custou a perda de algumas aulas por causa da dor. "Acabou tendo resultado contrário. Queria ganhar tempo e perdi aulas", disse ele, que agora faz refeições mais leves em restaurantes perto do cursinho.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;line-height:normal;" align="justify">
De acordo com médicos e nutricionistas, é possível ter uma alimentação balanceada, rica em frutas, verduras e legumes, sem perder mais tempo do que comer um cachorro-quente em uma van perto do cursinho.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;line-height:normal;" align="justify">&#160;</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;line-height:normal;" align="justify">
<b>Substituição</b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;line-height:normal;" align="justify"><b></b><br />
Uma refeição balanceada, segundo a nutricionista da Unifesp Anita Sachs, é composta de 50% a 60% de carboidratos, 10% a 15% de proteínas, 25% a 30% de gordura e muitas frutas e hortaliças. O ideal, segundo nutricionistas, médicos e psicólogos, seria ter uma alimentação rica em frutas, verduras e legumes o ano todo, mas, mesmo assim, é possível fazer as pequenas substituições e evitar problemas com a proximidade das provas.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;line-height:normal;" align="justify">
Com o estresse, o corpo vai gastando suas energias e seus nutrientes para se equilibrar. Esses nutrientes, porém, acabam, o que pode trazer problemas de saúde. Durante longos períodos de estresse, como os vividos pelos vestibulandos, o organismo produz mais radicais livres --relacionados a processos de oxidação e que são um dos fatores ligados ao envelhecimento precoce e ao desenvolvimento de câncer.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;line-height:normal;" align="justify">
A ingestão de alimentos ricos em vitaminas, sais minerais e outros nutrientes ajuda a inibir a produção excessiva de radicais livres e a evitar problemas físicos que vão de gripes constantes a gastrite, que fazem com que o aluno precise faltar mais às aulas.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;line-height:normal;" align="justify">
As trocas e sugestões, segundo a psicóloga da PUC-Campinas, Marilda Lipp, não devem ser proibições, mas acréscimos, e, de preferência, antes que o vestibulando tenha os efeitos físicos do estresse.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;line-height:normal;" align="justify">
<span> </span>“O melhor é acrescentar alimentos e não simplesmente cortar outros. Não adianta proibir o refrigerante, mas incentivar a tomar muito suco. Se o estudante já sabe que é uma fase estressante, é bom ter uma alimentação adequada sempre para evitar os problemas antes que eles apareçam.”</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;line-height:normal;" align="justify">
De acordo com ela, outro ponto positivo é, em vez de fazer uma única grande refeição ao dia, intercalar outras menores, dividir a mesma quantidade de alimento em quatro refeições com lanches mais leves entre elas.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Casquinha de Siri]]></title>
<link>http://cozinhadecasa.wordpress.com/?p=26</link>
<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 18:44:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marlo</dc:creator>
<guid>http://cozinhadecasa.wordpress.com/?p=26</guid>
<description><![CDATA[Olá de novo! A Lucya me passou esta receita de casquinha de siri, testada e aprovada pela família ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Olá de novo! A Lucya me passou esta receita de casquinha de siri, testada e aprovada pela família dela. Como é muito caprichosa, tirou até uma foto do prato (também para provar que foi ela que fez). Eu não provei, mas a aparência está ótima. Além disto, quem provou o <a href="http://cozinhadecasa.wordpress.com/2007/11/28/receitas-para-o-natal-biscoito-de-castanha-da-lucya/" title="Biscoito de Natal da Lucya">Biscoito de Natal</a> pode atestar a qualidade das receitas dela.</p>
<p><b>RECEITA DE CASQUINHA DE SIRI DA LUCYA</b></p>
<p><img src="http://cozinhadecasa.wordpress.com/files/2008/03/fev2008-012.jpg" alt="Casquinha de Siri" align="middle" height="375" width="500" /></p>
<ul>
<li>1 kilo de carne de siri (desfiada - pode ser congelada)</li>
<li>suco de 2 limões</li>
<li>1 cebola picada</li>
<li>1 tomate sem sementes, picado</li>
<li>+- 6 dentes de alho, picados (ponha mais ou menos conforme seu gosto)</li>
<li>azeite de dendê a gosto (ela pôs um vidro pequeno inteiro)</li>
<li>salsinha picada (a gosto, ela colocou umas 3 colheres)</li>
<li>pimenta a gosto (ela usou uma colher de café de tabasco)</li>
<li>um sachê de catupiry (250 g)</li>
<li>3 colheres de queijo parmesão ralado</li>
<li>1 vidro pequeno de leite de coco</li>
<li>1 pão de forma, sem a casca (você pode tirar ou comprar já sem, a seu critério)</li>
</ul>
<p>Descongele a carne de siri, se necessário, e tempere-a com o suco dos limões. Reserve. Misture o pão de forma com o leite de coco e mexa até formar uma papinha. Reserve também.</p>
<p>Numa panela coloque a cebola para fritar um pouco no azeite de dendê, até que ela fique douradinha (não deixe demais ou queima), depois acrescente o alho. Não coloque o alho junto com a cebola no começo ou o alho queima, porque ele frita mais rápido. Sinta o cheiro, é delicioso!</p>
<p>Junte na panela a carne de siri, o tomate, a papinha de pão e mexa bem. Deixe refogar por um tempo, uns 5 minutos. Tempere com sal a gosto, a pimenta e a salsinha. Para estes não tem muito como dar indicações, vá colocando de pouco em pouco e experimentando. Naturalmente, se você não gosta de pimenta (ou é alérgico, sei lá), não coloque. É você que vai comer, afinal. Eu, particularmente, gosto muito de pimenta e recomendo. A minha favorita é a dedo-de-moça.</p>
<p>Retire do fogo e despeje a mistura numa forma refratária, ou assadeira, ou vieiras (aquelas conchinhas de colocar casquinha de siri). Cubra então com uma camada generosa de catupiry e depois polvilhe com o queijo ralado. Leve ao forno só para dar uma gratinada e pronto!! Aí está sua casquinha de siry!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Grão de Bico com Nabo, Alho, Aipo e Cebola]]></title>
<link>http://receitasvegetarianas.wordpress.com/?p=39</link>
<pubDate>Fri, 07 Mar 2008 16:36:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joao Leitao</dc:creator>
<guid>http://receitasvegetarianas.wordpress.com/?p=39</guid>
<description><![CDATA[Ontem comprei 2kg de grão de bico para fazer belos petiscos. O preço aqui em Marrocos de 1kg de gr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem comprei 2kg de grão de bico para fazer belos petiscos. O preço aqui em Marrocos de 1kg de grão é de 300 reais, cerca de 1.5 EUROS.</p>
<h2>Grão de Bico com Nabo, Alho, Aipo e Cebola</h2>
<p><b>Ingredientes</b><br />
300gr de grão ( mais ou menos o tamanho de uma tigela )<br />
1 ramo de aipo fresco<br />
7 dentes de alho<br />
1 nabo<br />
2 cebolas vermelhas</p>
<p><b>Preparação</b><br />
Deixei o grão de molho cerca de 24horas e mesmo assim ficou durinho. Pus tudo na panela de pressão, cortei a cebola, esmigalhei os alhos e o aipo. Não pus sal porque faz com que o grão fique duro, ensalei depois de já estar cozinhado. O tempo de cozedura do grão depende sempre do tempo que se demolha. Eu fiz 2 tentativas e parei a panela 2 vezes. Só mesmo à 2ª vez é que já estava comível. :) , Ensalei e deixei descansar antes de comer. Acompanhei como azeitonas e com o <a href="http://receitasvegetarianas.wordpress.com/2008/03/06/arroz-integral-de-aipo-algas-wakame-tomate-e-cebola/">arroz integral</a> que fiz ontem. Epá ficou tudo mesmo bom. Deitei assim por cima uns fios de azeite crú... ui, mesmo bom. O arroz estava À temperatura ambiente enquanto que o grão estava quente. Bom contraste, e... boas azeitonas. :)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Natal de um Mochileiro]]></title>
<link>http://pensandonavida.wordpress.com/2007/12/24/natal-de-um-mochileiro/</link>
<pubDate>Mon, 24 Dec 2007 15:30:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Wilson</dc:creator>
<guid>http://pensandonavida.wordpress.com/2007/12/24/natal-de-um-mochileiro/</guid>
<description><![CDATA[Acordamos com um intuito. Ir ao Castelo de San Felipe (o maior castelo militar construído pelos esp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Acordamos com um intuito. Ir ao Castelo de San Felipe (o maior castelo militar construído pelos espanhóis nas américas) e ao Convento La Popa (o local mais alto e com a melhor vista de Cartagena).</p>
<p>Para tanto precisávamos trocar dólares, infelizmente esquecemos da data e por ser véspera de natal, levamos quase 3 horas caminhando para encontrar uma casa de câmbio aberta.</p>
<p>Com a proximidade do vôo para Bogotá decidimos cancelar a ida nesses lugares, comer algo e fazer o melhor que Cartagena tem para oferecer. Caminhar pelo Centro Histórico.</p>
<p>Mais de 1000 fotos de Cartagena e seguimos de volta ao hotel para preparar a saída para o aeroporto.</p>
<p>Táxi encontrado e rumando para o aeroporto, pela primeira vez nessa viagem partimos com pesar. Não pensando nas cidades que virão, mas na cidade que deixámos para trás. De tudo, uma certeza: um dia voltarei a Cartagena; e uma recomendação: se tiverem oportunidade, não deixem de visitar essa cidade.</p>
<p>Esqueçam as FARC, esqueçam a propaganda ruim que é feita da Colômbia e do tráfico. Acreditem em mim e um dia na vida de vocês, visitem a cidade de Cartagena.</p>
<p>No aeroporto, tudo certo para o embarque e somos adiantados para um vôo um pouco mais cedo.</p>
<p>Entramos no avião e seguimos para a capital da Colômbia, para uma visita rápida de menos de 24 horas.</p>
<p>E para todos aqueles que reclamam das barrinhas de cereais ofercidas pela Gol, saibam disso. A Avianca oferece uma bebida (suco, refrigerante, água ou café) e NADA MAIS!!!</p>
<p>Cerca de 1 hora depois chegamos ao aeroporto de Bogotá e de cara uma propaganda nos chama a atenção: "Colômbia, o único perigo é querer ficar.". Sorrimos e temos a certeza de que a propaganda tem um grande fundo de verdade.</p>
<p>Táxi até o centro, hotel acertado, mochilas deixadas e seguimos a indicação do taxista que nos recomendou visitar o Teleférico de Montserrat, próximo ao hotel em que ficamos. Rumamos para lá a pé, mas no caminho uma chuva persistente e uma neblina forte no morro do teleférico nos faz desistir da idéia.</p>
<p>Por indicação de seguranças da "Universidade dos Andes" (que com um orgulho bonito de se ver, dizem se tratar da melhor universidade das américas) pegamos um ônibus (bem no estilo dos de Curitiba) que circula por toda a cidade.</p>
<p>Numa primeira vista Bogotá não parece nada além de uma cidade grande, como tantas outras.</p>
<p>Descemos na estação em que subimos e seguimos por uma avenida a procura de Internet e um local para comer. Como já está a noite e é véspera de Natal, fica difícil encontrar lugares abertos. Após andar bastante encontramos um Cyber aberto e na sequência um restaurante pequeno, mas acolhedor.</p>
<p>Entramos e minha namorada pede <em>Alcachofras Gratinadas</em> e eu uma <em>Lasanha</em>. Infelizmente não me recordo o nome do restaurante. Mas tivémos sem dúvima alguma a MELHOR refeição de Natal da vida. Tudo era excepcionalmente delicioso.</p>
<p>Extasiados e satisfeitos seguimos para o hotel.</p>
<p>Continua...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Básicos: Arroz!]]></title>
<link>http://cozinhadecasa.wordpress.com/2007/11/09/basicos-arroz/</link>
<pubDate>Fri, 09 Nov 2007 14:01:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marlo</dc:creator>
<guid>http://cozinhadecasa.wordpress.com/2007/11/09/basicos-arroz/</guid>
<description><![CDATA[Bom, resolvi finalmente iniciar a série básicos, e nada melhor para começar que o mais elementar ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, resolvi finalmente iniciar a série básicos, e nada melhor para começar que o mais elementar dos alimentos, a base da maioria das refeições, o arroz branco! É realmente fácil de fazer, não requer prática nem tampouco habilidade. Se bem que com um pouco de prática fica melhor.</p>
<p><strong>COMO PREPARAR ARROZ BRANCO</strong></p>
<ul>
<li>1 copo americano de arroz</li>
<li>2 copos de água</li>
<li>um dente de alho expremido</li>
<li>1/4 de cebola pequena, cortada em pedacinhos pequenos</li>
<li>um pouco de sal</li>
</ul>
<p>Gente, os temperos são a gosto, obviamente. Eu gosto de alho e cebola no arroz, mas você faz como preferir, nem o sal é obrigatório (sem sal fica parecendo arroz japonês, não é ruim).</p>
<p>Pegue uma panela, coloque um pouco de óleo no fundo (não precisa nem cobrir o fundo). Deixe aquecer um minuto e jogue a cebola. Deixe a cebola lá até ficar douradinha, então junte o arroz e depois o alho. Mexa bem, e fique mexendo por um minuto, mais ou menos. Acrescente o sal. Ponha pouco, somente a pontinha do garfo. Depois, se você achar que foi pouco, dá para por mais, mas tirar é impossível.</p>
<p>Comentário oportuno, já que estamos falando da série básicos, este processo, de colocar algo para dar uma pequena fritada, é chamado <strong>refogamento</strong>. Acabamos de refogar o arroz.</p>
<p>Continuando, acrescente a água. Aí é só deixar fervendo até que o arroz fique quase completamente seco. Vai ficar cheio de furinhos. Quando já não der mais para ver a água, pode desligar.</p>
<p>Pronto. Está aí seu arroz.</p>
<p>Talvez não fique perfeito logo de saída, mas com um pouco de experiência se acerta. Se ficar meio seco, desligue um pouco antes da próxima vez. Se ficar meio duro coloque um pouquinho mais de água. Se ficar empapado, ponha menos água, e assim por diante.</p>
<p><strong>Sobre lavar ou não lavar o arroz:</strong> A maior parte das marcas hoje em dia já vendem o arroz lavado e escolhido, de forma que nenhuma preparação prévia é necessária. Se você fizer questão de lavar, vá em frente, eu não faço.</p>
<p><strong>Para incrementar o arroz.<br />
</strong></p>
<p>Tem vários jeitos de aproveitar o cozimento do arroz para deixá-lo mais incrementado. Você pode:</p>
<ul>
<li> colocar cenoura ralada;</li>
<li>colocar beterraba ralada;</li>
<li>trocar a água por água de cozimento da beterraba;</li>
<li>trocar a água por caldo de carne (por exemplo, se você fez carne assada. Ah, você não sabe fazer carne assada? Eu ponho a receita depois. É fácil e gostoso);</li>
<li>colocar umas fatias de queijo quando estiver quase cozido (fica óóótimo!!);</li>
<li>exagerar no alho (tenho um casal de amigos que numa receita usa uma CABEÇA de alho para cada copo de arroz);</li>
<li>colocar uma ou mais ameixas ume (aquela em conserva japonesa);</li>
<li>por curry, etc, etc.</li>
</ul>
<p>Invente. Aproveite que arroz é barato.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Panqueca básica. Mas nem tanto.]]></title>
<link>http://cozinhadecasa.wordpress.com/2007/07/30/panqueca-basica-mas-nem-tanto/</link>
<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 21:13:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marlo</dc:creator>
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<description><![CDATA[A receita que eu aprendi de panqueca quando era menino não incluía soda limonada, mas minha mãe u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A receita que eu aprendi de panqueca quando era menino não incluía <strong>soda limonada</strong>, mas minha mãe um tempo depois me disse que 'esta fica bem melhor' e que 'a massa fica bem mais leve' e talz, mas nunca me passou as proporções. Tudo bem que eu também não perguntei. Tradicionalista que sou, a primeira receita é a que vale. Devo ser a única pessoa que ainda cozinha a massa antes de fazer a lasanha, mas enfim.</p>
<p>Bom. Se preferir usar a receita mais antiga, é só retirar a soda. Eu vou experimentar com ela e depois eu mesmo comento.</p>
<p><strong>RECEITA DE PANQUECA (ou CREPE)</strong></p>
<p>Bater no liquidificador:</p>
<ul>
<li>2 ovos</li>
<li>1/2 xícara de chá de soda limonada</li>
<li>2 xícaras de leite</li>
<li>4 colheres de óleo</li>
<li>sal</li>
<li>2 xícaras de farinha de trigo</li>
</ul>
<p>Para fritar, coloque uma quantidade mínima de óleo em uma frigideira plana e derrame um pouco da massa para formar um disco que cubra todo o fundo. Espere secar e vire. Esta é uma oportunidade de dar vazão àquele desejo que você tem desde a infância e tentar virar a panqueca sem usar uma espátula. Não vai dar certo a princípio, mas com um pouco de treino vai funcionar e vai ser bem divertido (pelo menos até a 20ª panqueca. Após a 20ª panqueca nada mais é divertido). Você vai ter que colocar mais óleo praticamente a cada panqueca, mas não tem jeito.</p>
<p>Faça os crepes e recheie a gosto: com frango desfiado, carne moida, queijo, etc. Também pode ser doce, recheada com chocolate, geléia, doce de leite. Fica ótimo!</p>
<p>Se for salgada, coloque o recheio e enrole (ou empilhe), faça um molho ralo com massa de tomate ou molho bechamel (molho branco), cubra os crepes recheados e levar ao forno pra gratinar. Fica ótimo também se colocar um pouco de queijo sobre os crepes antes de levar ao forno.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Arroz com lentilha à moda árabe - Mjadra]]></title>
<link>http://cozinhadecasa.wordpress.com/2007/07/25/arroz-com-lentilha-a-moda-arabe-mjadra/</link>
<pubDate>Wed, 25 Jul 2007 22:05:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marlo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Bom, esta é da minha vó, que é síria. Eu não sei a grafia correta do nome em árabe (se é que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, esta é da minha vó, que é síria. Eu não sei a grafia correta do nome em árabe (se é que tem uma em português), então coloquei conforme o que entendi do que ela falava: Mjadra.</p>
<p>O prato é muito gostoso, mas para mim requer algum acompanhamento. Eu gosto de coalhada fresca, o que combina muito bem com muitos pratos árabes, mas sei de pessoas que não gostam. Homus também é uma opção (posto a receita depois).</p>
<p>Esta receita é um pouco menos ortodoxa que as outras, não tem quantidades exatas, por isso necessita de um pouco de prática. É mais fácil de fazer para quem sabe fazer arroz. Mas também não é nenhum bicho de sete cabeças.</p>
<p><strong>RECEITA DE ARROZ COM LENTILHA À MODA ÁRABE - MJADRA</strong></p>
<ul>
<li>1 copo de arroz</li>
<li>1 copo de lentilha (aquela que normalmente se faz sopa)</li>
<li>cebola</li>
<li>azeite</li>
<li>temperos (sal, alho)</li>
</ul>
<p>2 copos de arroz e de lentilha dá um montão de mjadra. Você pode preferir mudar a receita, basta que coloque a mesma quantidade de arroz e lentilha.</p>
<p>Refogue um pouco a lentilha, com sal e alho a gosto. Depois coloque água até cobrir e mais um pouco. Para os que precisam de medidas precisas, coloque uns 5 copos de água. Coloque mais água para esquentar numa panela em separado, porque você vai precisar.</p>
<p>eixe ferver até a lentilha ficar <em>al dente</em> (macia mas firme) e acrescente o arroz. Verifique o sal, provavelmente vai precisar de mais. Acrescente mais água quente até cobrir tudo e mais um pouco, mas não exagere. Aí não tem jeito, tem que ser no olho mesmo. De vez em quando verifique a panela e veja quanta água tem e se o arroz já está cozido (a lentilha já deverá estar). Se estiver secando e ainda não estiver cozido, ponha mais água. É preferível que o arroz cozinhe demais a de menos. Continue até cozinhar e secar, como arroz normal.</p>
<p>Aí vem o toque especial do artista! Corte meia cebola (ou mais, a gosto) em rodelas não muito grossas e frite-as em bastante azeite de oliva de boa qualidade (eu recomendo o Borges), até que fiquem bem douradas. Desligue e espalhe tudo, <strong>inclusive o azeite</strong>, sobre o mjadra na panela. Dá um sabor especial. Se por alguma razão você não puder/quiser pôr cebola, ponha só azeite. Se você <u>pensa</u> que não gosta de cebola, experimente esta antes de descartar da receita.</p>
<p>Requer um pouco de prática, mas eventualmente se aprende, e fica ótimo. Recomendo que não se sirva quente.</p>
]]></content:encoded>
</item>

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