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Blogs sobre: Rente Ao Dizer 1992

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Prato de figos2 comments

Raquel Agra wrote 1 week ago: Também a poesia é filha da necessidade – esta que me chega um pouco já fora do tempo, deixou de ser … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía, Tempo, Figos

Chuva de Março

Raquel Agra wrote 1 month ago: A chuva detrás dos vidros, a chuva de março, acesa até aos lábios, dança. Mas a maravilha não é a pr … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Primavera, chuva, Marco

O cheiro do Verão

Raquel Agra wrote 1 month ago: Quem me traz morangos não sabe que também me traz um punhado desses tão delicados e carnais frutos s … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Verão, frutos, Roma

O silêncio

Raquel Agra wrote 5 months ago: Dai-me outro verão nem que seja de rastos, um verão onde sinta o rastejar do silêncio, a secura do s … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Verão, Canção, sede, Silêncio

Rumor do mundo

Raquel Agra wrote 6 months ago: As palavras, vício torpe, antigo. As últimas? As primeiras? Como os ouriços abrem-se ao rumor do mun … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, palavras, Mundo

Da ignorância

Raquel Agra wrote 7 months ago: A mão que entregava à tua os primeiros sinais do verão já não sabe o caminho – é como se em vez de a … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Verão, mao, ignorancia

Rosa de areia

Raquel Agra wrote 7 months ago: Enquanto um calor mole nos tira a roupa e mesmo nus sobre a cama os corpos continuam a pedir água em … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía, Amor

Língua dos versos

Raquel Agra wrote 8 months ago: Língua; língua da fala; língua recebida lábio a lábio; beijo ou sílaba; clara, leve, limpa; língua d … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía, Língua

Carne de amor

Raquel Agra wrote 9 months ago: Carne. Carne de amor. Love-flesh, como lhe chamou Whitman. Amada carne até aos bordos cheia de ardor … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Walt Whitman, carne, seiva, alma, eternidade

Frésias2 comments

Raquel Agra wrote 1 year ago: Uma pátria tem algum sentido quando é a boca que nos beija a falar dela, a trazer nas suas sílabas o … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, coração, fresias, patria

Arte dos versos

Raquel Agra wrote 1 year ago: Toda a ciência está aqui, na maneira como esta mulher dos arredores de Cantão, ou dos campos de Alpe … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, coração, Poema

Mulheres de preto

Raquel Agra wrote 1 year ago: Há muito que são velhas, vestidas de preto até à alma. Contra o muro defendem-se do sol de pedra; ao … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade

Passeio Alegre

Raquel Agra wrote 1 year ago: Chegaram tarde à minha vida as palmeiras. Em Marraquexe vi uma que Ulisses teria comparado a Nausica … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía

As primeiras chuvas

Raquel Agra wrote 1 year ago: As primeiras chuvas estavam tão perto de ser música que esquecemos que o verão acabara: uma súbita a … more →

Tags: Poesía

O deserto

Raquel Agra wrote 1 year ago: É o deserto – tenho quinze anos e muito tempo para morrer. Sentado na inclinação do sol conto os meu … more →

Tags: Poesía

O amigo

Raquel Agra wrote 1 year ago: Não voltará – o que dele me ficou é como no Inverno entre cortinas de chuva um tímido fio de sol: il … more →

Tags: Poesía

A mão no ombro

Raquel Agra wrote 1 year ago: Como se tu alumiasses ainda cada degrau, cada palavra, e a noite não fosse a única porta estranhamen … more →

Tags: Poesía, Noite


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