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	<title>revista-ler &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/revista-ler/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "revista-ler"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 21:10:57 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Le Clézio ganha o Nobel da Literatura]]></title>
<link>http://asfolhasardem.wordpress.com/?p=358</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 15:42:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>manuel margarido</dc:creator>
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<description><![CDATA[Jean-Marie Gustave Le Clézio (1940-) ganhou hoje o Prémio Nobel da Literatura (à hora que escrevo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://kirjasto.sci.fi/leclezio.htm" target="_blank"><span style="color:#003366;">Jean-Marie Gustave <strong>Le Clézio</strong></span></a> (1940-) ganhou hoje o <a href="http://nobelprize.org/nobel_prizes/literature/laureates/2007/" target="_blank"><span style="color:#003366;"><strong>Prémio Nobel da Literatura</strong></span></a> <span style="color:#000000;">(à hora que escrevo, o site da Fundação Nobel ostenta ainda, gloriosamente, <span style="color:#003366;"><strong>Doris Lessing</strong></span>, 2007)</span>, satisfazendo deste modo o ego francês, que tem uma bela ideia da sua língua, ‘<em>la plus belle des langues</em>’, e da sua literatura, ego que não era massajado desde <span style="color:#003366;"><strong>Claude Simon</strong></span> (1985). Confesso que li muito pouco o autor, até pelo fastio crescente que os romancistas franceses me vêm provocando (culpa minha, certamente). <em>Le Chercheur d’Or</em>, e o mais recente <em>Coeur brûlé et autres romances</em> (2000), não dão para formar uma ideia sólida do conjunto da obra. Destreza e muita mão, mas algo errático (digo eu, que gosto de dizer coisas). Desconfio que (<span style="color:#003300;"><strong>Roth,</strong></span> perdão, escapou-se) havia escolhas melhores. Há sempre escolhas melhores, não é? Como diz um <em>post</em> (comentário) colocado esta tarde no <a href="http://ler.blogs.sapo.pt/170853.html" target="_blank"><span style="color:#333399;">blogue da LER</span></a>, “<em>This is sadder than funny, and funnier than sad.</em>” – Anónimo.</p>
[caption id="attachment_359" align="aligncenter" width="151" caption="Sou Nobel, vou ganhar muito papel."]<a href="http://asfolhasardem.wordpress.com/files/2008/10/images.jpg"><img class="size-full wp-image-359" title="Sou Nobel, vou ganhar muito papel." src="http://asfolhasardem.wordpress.com/files/2008/10/images.jpg" alt="Sou Nobel, vou ganhar muito papel." width="151" height="193" /></a>[/caption]
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Do online ao papel]]></title>
<link>http://asfolhasardem.wordpress.com/?p=141</link>
<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 23:53:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>manuel margarido</dc:creator>
<guid>http://asfolhasardem.pt.wordpress.com/2008/09/19/do-online-ao-papel/</guid>
<description><![CDATA[Há quase dez anos, em plena época da chamada &#8220;bolha tecnológica&#8221;, no início do verti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Há quase dez anos, em plena época da chamada "bolha tecnológica", no início do vertiginoso processo de criação/transposição de conteúdos para o meio <em>online</em>, numa conversa acesa com um colaborador de grande inteligência, juventude e ego, dizia-me este, conhecedor do meu gosto pelos livros: «Esquece, daqui a vinte anos não se fazem livros. Está tudo na web!». Recordo, com o rigor que o tempo permite, ter-lhe respondido: «Pois. Mas os melhores conteúdos que forem produzidos na web hão-de passar a livro». Não sou propriamente áugure. O tempo encarregou-se de produzir um trânsito que processa agora, em grande crescimento, nos dois sentidos. Dei hoje conta,<span style="color:#333399;"> <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u394581.shtml" target="_blank">em artigo da Folha Online</a> </span>(São Paulo, Brasil) que o poderoso grupo <span style="color:#003366;">Bertelsmann</span> vai publicar uma versão impressa (alemã) da <span style="color:#003366;">Wikipedia</span>, símbolo maior da produção de conteúdos <em>online</em> e referência incontornável na discussão das vantagens e desvantagens dos dois meios (o materializado e o desmaterializado) na produção e fixação do conhecimento. Um calhamaço com 1.000 páginas e 50.000 verbetes. E lembrei-me do que disse Eduardo Lourenço, na belíssima entrevista que concedeu a Carlos Vaz Marques no<span style="color:#333399;"> <a href="http://fotos.sapo.pt/tbsGqlNRrujOodLGPAAI" target="_blank">nº. 72 da LER</a></span>, de Setembro de 2008*: «(...) o relacionamento com os livros  - que vem de todos os livros que a gente lê quando é jovem - torna-os bocados de nós próprios. São as tábuas privadas das nossas leis. As escritas e as não escritas. Faltará qualquer coisa quando a nossa relação com eles for puramente electrónica.» A intimidade da relação que Eduardo Lourenço estabelece entre a pessoa e o livro é mais do que uma questão filosófica ou estética. Conduz inexoravelmente a interrogações que parecem centrais e ocupam um espaço de discussão imenso: como se lê digitalmente? Como se se apropria o leitor de um texto no ecrã de um computador (ou de um <span style="color:#003366;">i-pod</span>)? Mais: como se escreve digitalmente? Quais as variáveis implícitas à produção escrita que se deslocam, quando se desloca o meio em que se escreve?</p>
<p style="text-align:justify;">*A revista LER tem <a href="http://ler.blogs.sapo.pt/" target="_blank">um blogue</a>, excelente, por sinal, rico em conteúdos, informação, com uma capacidade manifesta em convidar quem o visita para a vertigem nos livros. Admirável jogo de espelhos...</p>
[caption id="attachment_139" align="aligncenter" width="230" caption="A fragilidade pode &#34;desfolhar-se&#34;? "]<img class="size-full wp-image-139" title="A fragilidade pode &#34;desfolhar-se&#34;?" src="http://asfolhasardem.wordpress.com/files/2008/09/images3.jpg" alt="A fragilidade pode &#34;desfolhar-se&#34;?" width="230" height="110" />[/caption]
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[2ª edição da LER]]></title>
<link>http://absurdo.wordpress.com/?p=743</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 22:00:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduarda Sousa</dc:creator>
<guid>http://absurdo.pt.wordpress.com/2008/06/03/2%c2%aa-edicao-da-ler/</guid>
<description><![CDATA[
Já tenho a nova LER. À primeira vista parece-me ser muito melhor que a 1ª edição. Mas ainda ir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-744 aligncenter" src="http://absurdo.wordpress.com/files/2008/06/ler2.jpg?w=208" alt="" width="208" height="240" /></p>
<p style="text-align:justify;">Já tenho a nova LER. À primeira vista parece-me ser muito melhor que a 1ª edição. Mas ainda irei ler... Para já um pormenor que <a href="http://absurdo.wordpress.com/2008/04/29/a-ler-e-boa-mas-quero-mais/" target="_blank">da outra vez </a>me escapou: os cronistas assustam-me. Não, não falo dos textos mas das fotografias que precisam de mais cor e de menos escuridão.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amanhã]]></title>
<link>http://whormhole.wordpress.com/?p=914</link>
<pubDate>Fri, 30 May 2008 21:40:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>salamandrine</dc:creator>
<guid>http://whormhole.pt.wordpress.com/2008/05/30/amanha/</guid>
<description><![CDATA[


]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div align="center">
<p><a href="http://ler.blogs.sapo.pt/68750.html" target="_blank"><img src="http://fotos.sapo.pt/zZPZcua8YsaQMThB5tOI/x435" alt="Revista Ler" /></a></p>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[já não é mau.]]></title>
<link>http://whormhole.wordpress.com/?p=881</link>
<pubDate>Thu, 22 May 2008 13:53:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>salamandrine</dc:creator>
<guid>http://whormhole.pt.wordpress.com/2008/05/22/ja-nao-e-mau/</guid>
<description><![CDATA[Nos últimos anos, tem havido uma enorme vaga de popularidade em torno do romance histórico: tira a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nos últimos anos, tem havido uma enorme vaga de popularidade em torno do romance histórico: tira alguma conclusão disso?<br />
</strong><br />
Não é um fenómeno dos últimos anos, isso sempre existiu. Todo o romance é histórico. Aí entramos num terreno pantanoso, que é o terreno da não-literatura. As pessoas compram isso da mesma maneira que vêem novelas. Não exige uma atitude activa do leitor. Estamos ali a receber aquilo passivamente. Mas isso sempre existiu. Sempre há-de existir. Não faz mal a ninguém. Enquanto lêem aquilo não se drogam. Já não é mau. Agora, fazer livros é uma coisa, ser escritor é outra. Quando algumas pessoas que fazem esses livros dizem «Pus os portugueses a ler»...</p>
<p><br></p>
<p>
<br><br />
<font size="-2">Entrevista de Carlos Vaz Marques a António Lobo Antunes<br />
<a href="http://ler.blogs.sapo.pt/" target="_blank">Revista Ler</a>, Maio 2008</font><br />
<br>
</p>
<p><br></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[a Ler é boa mas quero mais]]></title>
<link>http://absurdo.wordpress.com/?p=702</link>
<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 10:30:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduarda Sousa</dc:creator>
<guid>http://absurdo.pt.wordpress.com/2008/04/29/a-ler-e-boa-mas-quero-mais/</guid>
<description><![CDATA[A revista LER, dirigida por Francisco José Viegas, saiu no dia 23 de Abril. Na blogosfera gerou-se ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A revista LER, dirigida por Francisco José Viegas, saiu no dia 23 de Abril. Na <em>blogosfera </em>gerou-se uma onda de divulgação e comentários extremamente positivos. Nada a apontar: a minha 1ª impressão também foi relativamente boa. <strong>Mas como leitora da LER, espero mais, quero mais, muito mais.</strong> Por isso, deixo alguns apontamentos,</p>
<p style="text-align:justify;">1. Do que mais senti falta foi da reportagem. A LER traz duas entrevistas, uma selecção dos 50 autores mais influentes do século XX, algumas notícias mais desenvolvidas... mas não traz reportagem. E eu gosto de reportagens alargadas. Numa revista mensal, espero encontrá-las.</p>
<p style="text-align:justify;">2. Tendo a noção de que é uma revista mensal e por isso corre o risco de trazer algo já divulgado, a LER aqui não surpreendeu e não trouxe grandes novidades para quem acompanha as notícias literárias. A notícia da livraria Lello, a página da Booktailors, a Boutique...</p>
<p style="text-align:justify;">3. Eu gosto de crónicas, muito, mas a nova LER traz uma avalanche de cronistas que me assustou. Não querendo apontar nomes ou ser desagradável para alguém, louvo os novos nomes e torço o nariz aos mesmos de sempre que já leio bastante em outros meios de comunicação.</p>
<p style="text-align:justify;">4. Do que não gostei nada foram das 4 páginas de "mais livros saídos" e das citações que colocaram para os recomendar. Gosto da crítica, gosto de sentir que me recomendam algo que já foi lido. Preferiria que me indicassem menos livros mas que estes viessem acompanhados de comentário. A mim não me diz quase nada meia dúzia de linhas retiradas do livro. Partindo do princípio que terá de ser assim, pelo menos, poderiam organizar os livros por género. Colocar os ensaios todos seguidos, depois os de história, etc. Andei por ali perdida.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>E é só. A revista LER é boa. Mas quero mais.</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[o paradoxo do absurdo]]></title>
<link>http://absurdo.wordpress.com/?p=696</link>
<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 09:54:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduarda Sousa</dc:creator>
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<description><![CDATA[O absurdo é um blog dedicado quase exclusivamente à literatura. E, ontem, que se comemorou o Dia M]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O absurdo é um blog dedicado quase exclusivamente à literatura. E, ontem, que se comemorou o <strong>Dia Mundial do Livro</strong>, não houve neste espaço literatura para ninguém. Os programas de rádio sobre livros multiplicaram-se, os jornais e os <em>bloggers</em> assinalaram o dia, a televisão não sei porque não a liguei... Não venho com o discurso de <em>"Dia Mundial do Livro deveria ser todos os dias, blá, blá, blá"</em>. Não, gosto destes dias especiais. E gosto de todo o frenesim que se gera à volta na imprensa.</p>
<p style="text-align:justify;">Ontem, a data não se assinalou aqui porque a autora passou o dia a ler e ouvir falar de livros e, muito especialmente, de volta da LER. Brevemente, tecerei algumas impressões sobre a revista. Para já fica a sugestão: porque não criam uma assinatura com desconto? Não é que me importe de gastar 5 euros com uma revista mensal porque, como diria um amigo, gastam-se 5 euros numa merda qualquer e nem se dá conta. E aqui sei que é para a LER. Mas receber a revista em casa e usufruir de um desconto, seria ainda melhor.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><em>Post-Scriptum: a autora desta casa anda a dormir de pé. padece da falta de algumas horas de sono que serão corrigidas este fim-de-semana prolongado. a Ler oferece um sistema de assinaturas, sim senhora.</em></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Falta 1 dia]]></title>
<link>http://absurdo.wordpress.com/?p=694</link>
<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 09:50:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduarda Sousa</dc:creator>
<guid>http://absurdo.pt.wordpress.com/2008/04/22/falta-1-dia/</guid>
<description><![CDATA[para o Dia Mundial do Livro chegar e com ele a nova LER.

Algumas páginas já podem ser descobertas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">para o Dia Mundial do Livro chegar e com ele a nova LER.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-medium wp-image-695" src="http://absurdo.wordpress.com/files/2008/04/capa_ler.jpg?w=235" alt="" width="235" height="270" /></p>
<p style="text-align:justify;">Algumas páginas já podem ser descobertas <a href="http://ler.blogs.sapo.pt/29952.html" target="_blank">aqui</a> e <a href="http://ler.blogs.sapo.pt/29001.html" target="_blank">ali</a>. A apresentação está marcada para hoje no Belém Bar Café (junto ao Museu da Electricidade, em Lisboa), a partir das 21h00. Francisco José Viegas revela que a nova Ler <a href="http://dn.sapo.pt/2008/04/22/artes/a_nova_nao_e_revista_literatura_de_l.html" target="_blank">"não é uma revista de literatura, mas de livros"</a>. Amanhã, mal ponha um pé fora de casa irei descobrir...</p>
<p style="text-align:justify;">As iniciativas que vão marcar o Dia Mundial do Livro um pouco por todo o país podem ser lidas no renovado <a href="http://rascunho.net/artigo.php?id=1969" target="_blank">Rascunh</a><a href="http://rascunho.net/artigo.php?id=1969" target="_blank">o</a>.</p>
]]></content:encoded>
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