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	<title>seropositivo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/seropositivo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "seropositivo"</description>
	<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 00:02:05 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Mulheres seropositivas podem ter filhos saudáveis]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1138</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 17:13:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.pt.wordpress.com/2008/10/06/mulheres-seropositivas-podem-ter-filhos-saudaveis/</guid>
<description><![CDATA[A problemática da gravidez na mulher seropositiva é um dos temas que vai estar em destaque no pró]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="subtitle">A problemática da gravidez na mulher seropositiva é um dos temas que vai estar em destaque no próximo Congresso Nacional de Doenças Infecciosas e Microbiologia Clínica, SIDA e Parasitologia, de 8 a 11 de Outubro, no Hotel Tivoli Marinotel, em Vilamoura.</p>
<p class="text" align="justify">A propósito deste tema, Francisco Antunes, director do Serviço de Doenças Infecciosas do Hospital de Santa Maria lança algumas questões: “Qual é o verdadeiro risco de contrair ou não o vírus? Poderão as mulheres seropositivas bem acompanhadas, do ponto de vista médico, dar à luz crianças saudáveis? Filhos de casais discordantes (um deles seropositivo), podem estar livres do vírus? ”.</p>
<p>Francisco Antunes esclarece que, “antes de mais, será necessário que se compreenda a verdadeira dimensão desta doença – como é que o vírus se transmite e como funciona o tratamento”.</p>
<p>Hoje em dia, um portador de HIV pode ter uma vida praticamente normal, caso a infecção seja detectada precocemente e sendo regularmente acompanhado e devidamente tratado. “Os resultados das investigações permitem ter melhor conhecimento deste vírus, até há bem pouco tempo, misterioso para toda a classe científica”.</p>
<p>As estratégias de prevenção de transmissão mãe-filho, aplicadas nos países desenvolvidos constituem o maior sucesso na clinica da infecção por VIH, ao passo que os países não desenvolvidos têm maior dificuldade de acesso aos cuidados de saúde, incluindo a terapêutica anti-retroviral.</p>
<p>Actualmente, a transmissão vertical de VIH, ou seja de mãe para filho, nos países desenvolvidos situa-se em taxas inferiores a 1%.</p>
<p>Graças aos progressos da terapêutica anti-retroviral, que controla a replicação do vírus, reduzindo o risco de doença e de morte, um infectado por VIH/sida tem uma expectativa de vida normal.</p>
<p>A terapêutica não tem a capacidade de eliminar definitivamente o vírus do organismo, mas permite, substancialmente, uma melhor qualidade de vida.</p>
<p>Na gravidez, o objectivo da terapêutica anti-retroviral é, principalmente, reduzir o risco de transmissão vertical. A combinação de fármacos prescritos tem por objectivo a supressão da carga vírica, preservar futuras opções terapêuticas, isenta de toxicidade para o feto e para a mulher grávida.</p>
<p>As estratégias de prevenção, da transmissão vertical incluem, para além de uma gravidez e de um parto acompanhados, a quimioprofilaxia (com anti-retrovirais) durante a gravidez e/ou intraparto e ao recém-nascido, assim como a inibição do aleitamento materno.</p>
<p>Apesar de já se encontrarem disponíveis tratamentos, cada mais vez mais inovadores, a principal mensagem continua a ser a prevenção.</p>
<p>O VIH/sida, é responsável por cerca de 25 milhões de mortes em todo o mundo, nos últimos 30 anos, e continua a ser um problema de saúde pública mundial.</p>
<p><span>(Barlavento Online - 06.10.1008)<br />
</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Índia tem rede social para portadores de HIV]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1106</link>
<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 12:28:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.pt.wordpress.com/2008/09/29/india-tem-rede-social-para-portadores-de-hiv/</guid>
<description><![CDATA[NOVA DELHI - Viúva aos 30 anos de idade e HIV positivo, Chhaya Tope se submeteu a uma vida de solid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>NOVA DELHI - Viúva aos 30 anos de idade e HIV positivo, Chhaya Tope se submeteu a uma vida de solidão. Até que um site para indianos portadores do vírus da AIDS fez com que ela voltasse a se sociabilizar.</p>
<p>Há seis meses, o desespero levou Tope a criar um perfil na rede social Positive Saathi (www.positivesaathi.com) e, desde então, mantém contato com um indiano HIV positivo que mora no Canadá, com quem pretende se casar no próximo mês.</p>
<p>“Quando eu soube que meu marido me transmitira essa doença, fiquei amargurada e revoltada. Pensei que minha vida tinha terminado e cheguei a tentar me suicidar", contou Tope, “Mas meu noivo é uma pessoa tão carinhosa! Ele também é HIV positivo, por isso entende minha situação. Vamos nos casar em breve graças ao site.”</p>
<p>O Positive Saathi estreou no ano passado e cerca de 460 homens e 60 mulheres já criaram perfis. Muitos deles estão namorando e planejam se casar.</p>
<p>Anil Kumar, funcionário público e fundador do site, disse que não tem idéia de quantos casamentos já aconteceram por causa do Positive Saathi e que é muito feliz por ajudar portadores de HIV, normalmente discriminados pela sociedade.</p>
<p>(Reuters - 26.09.2008)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Sexo con VIH y sin condón?]]></title>
<link>http://vhduran.wordpress.com/?p=254</link>
<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 15:02:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Víctor Hugo</dc:creator>
<guid>http://vhduran.pt.wordpress.com/2008/08/25/%c2%bfsexo-con-vih-y-sin-condon/</guid>
<description><![CDATA[Este fue un verdadero &#8220;golpe a la cátedra&#8221;. Durante los últimos años hemos oído de m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Este fue un verdadero "golpe a la cátedra". Durante los últimos años hemos oído de manera persistente  e incluso majadera el mensaje del <a href="http://www.minsal.cl" target="_blank">Ministerio de Salud</a> de Chile en torno que la mejor forma de evitar el VIH (o SIDA) es utilizando condones en todas las relaciones sexuales.</p>
<p>De hecho, en los últimos años, casi se olvidaron de la "abstinencia" y la "pareja sexual única" como alternativas para evitar la transmisión del virus. ¿Se acuerdan de los spot del VIH del ministerio? Como probablemente no los recuerden -la memora es frágil cuando los avisos no son potentes-, les dejo un link a uno de los avisos de la última campaña.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/mBZREpaFEJU'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/mBZREpaFEJU&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Sin embargo, la Comisión Federal Suiza para los Problemas Relacionados con el SIDA se acaba de despachar una declaración que no sé si se debe tomar al pie de la letra. <strong>Según esta entidad, las personas viviendo con VIH pueden mantener relaciones sexuales con otras no portadoras del virus, es decir sanas, SIN USAR CONDON</strong>. (El documento en PDF y francés <a href="http://www.saez.ch/pdf_f/2008/2008-05/2008-05-089.PDF" target="_blank">aquí</a>)</p>
<div class="cuerpo">
<p>Pero hay un pero. "Las personas seropositivas, libres de otras enfermedades sexualmente transmisibles y bajo una efectiva terapia antirretroviral, no transmiten el VIH (Virus de Inmunodeficiencia Humana) por vía sexual", afirma la entidad gubernamental suiza en un texto firmado por cuatro destacados expertos: los profesores Pietro Vernazza (presidente de la Comisión) y Bernard Hirschel, y los médicos Enos Bernasconi y Markus Flepp.</p>
<p>Para ello, un seropositivo (portador de VIH) necesita cumplir de manera "perfecta" el tratamiento antirretroviral, su carga debe ser indetectable (menos de 40 copias del virus por mililitro de sangre) durante más de seis meses, estar bajo control médico regular y no tener otras enfermedades de transmisión sexual.</p>
<p>Los invito a leer más de este tema <a href="http://ipsnoticias.net/nota.asp?idnews=89404" target="_blank">aquí</a>. La nota también fue reproducida en <a href="http://www.lanacion.cl/prontus_noticias_v2/site/artic/20080824/pags/20080824205154.html" target="_blank">La Nación</a>.</p>
<p>Esto deja varias dudas. ¿Hará esta recomendación el Minsal? ¿Qué pensarán las ONG ligadas al tema?</p>
<p>¿Y tú? ¿Te cuidas para tener relaciones sexuales?</p></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[UNAIDS DIVULGA DOCUMENTO POCISIONANDO-SE CONTRA CRIMINALIZAÇÃO DE PESSOAS INFECTADAS. LEIS QUE CONDENAM SOROPOSITIVOS CRESCEM AO REDOR DO MUNDO]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1000</link>
<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 07:15:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.pt.wordpress.com/2008/08/21/unaids-divulga-documento-pocisionando-se-contra-criminalizacao-de-pessoas-infectadas-leis-que-condenam-soropositivos-crescem-ao-redor-do-mundo/</guid>
<description><![CDATA[O tema causou bastante polêmica durante a Conferência na cidade do México. Ao redor do mundo, mui]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O tema causou bastante polêmica durante a Conferência na cidade do México. Ao redor do mundo, muitos países tem adotados severas e equivocadas leis para criminalizar pessoas que vivem com o vírus. O fato fez com que o UNAIDS divulgasse um documento posicionando-se contra tais atitudes. A reportagem foi publicada no Aids Portugal.</p>
<p>A crescente tendência internacional para a criminalização da transmissão e exposição ao HIV foi documentada durante uma sessão realizada na XVII Conferência Internacional de, onde se salientou não só a “criminalização dissimulada” que grassa na Europa e Ásia Central, mas também a rápida proliferação de “leis ineficazes” na África Ocidental e Central. O UNAIDS ( Programa Conjunto das Nações Unidas pra combater o HIV/Aids) mostrou-se, alarmado com estes desenvolvimentos, publicando esta semana um novo documento sugerindo com veemência que os governos revoguem as leis que atualmente criminalizam a transmissão ou exposição ao HIV, excetuando-se a transmissão intencional. Tendo sido o assunto de cinco sessões principais, durante quatro dias, e de pelo menos 20 posters e apresentações orais, a criminalização da transmissão e exposição ao HIV foi um dos tópicos mais recorrentes da agenda da XVII Conferência Internacional. Contudo, foi demonstrado durante a conferência que as leis que incentivam a persecução da transmissão ou exposição ao HIV – seja por via sexual, partilha de seringas ou mãe-filho (vertical) – estão sendo consideradas por vários países a nível mundial, não obstante a inexistência de evidências que estas leis mudem comportamentos e que pelo contrário, existe uma evidência cada vez maior que inadvertidamente aumentem a epidemia.</p>
<p><strong>MODELO LEGAL AFRICANO : CONFUSO E PROBLEMÁTICO</strong></p>
<p>Numa sessão intitulada “Transmitir ou não transmitir: será esta realmente a questão? – Criminalização da Transmissão do HIV”, tomou-se conhecimento que, desde 2005, a África Ocidental e Central testemunhou uma explosão de leis nacionais específicas para a exposição e transmissão do HIV, que ameaçam ser uma das regiões do mundo com mais legislação para o HIV.Até agora, Benim, Guiné, Guiné-Bissau, Mali, Níger, Togo e a Serra Leoa aprovaram sucessivamente leis e mais países africanos estão propondo leis semelhantes, incluindo Angola, Republica Democrática do Congo, Malawi, Madagáscar, Tanzânia e Uganda.A maioria destas leis baseia-se no Modelo Legal Africano, criado em Setembro de 2004, durante um workshop da Action for West Africa Region – HIV/AIDS (AWARE – HIV/AIDS) em N’djamena, no Chade.Richard Pearshouse da Canadian HIV/AIDS Legal Network salientou que a AWARE – HIV/AIDS recebeu fundos da USAID e foi implementada pela Family Health International com fundos adicionais de organizações sedeadas nos EUA, incluindo a Population Service International e a Constella Futures Group. Sugeriu ainda aos delegados da conferência que de forma educada, dessem a conhecer a estas organizações como se sentem dirigindo-se aos seus stands, no átrio da conferência. O modelo legal aparece dissimulado sob a legislação dos direitos humanos, com o fim de “proteger as pessoas que são infectadas e expostas ao HIV”. Pearshouse realçou ainda, que este modelo legal tem alguns preceitos positivos, incluindo a garantia de um aconselhamento pré e pós teste, o direito aos serviços de saúde e sigilo médico, bem como a proteção da discriminação na prestação cuidados de saúde, bens ou serviços.</p>
<p>No entanto, Pearshouse acrescentou que o modelo legal tem uma série de pontos problemáticos, tais como o requisito que alguém recentemente diagnosticado com o vírus tenha de revelar o seu estatuto ao “cônjuge ou ao parceiro sexual regular” logo que possível, sendo o período máximo de seis semanas depois do diagnóstico. Outro ponto problemático é a obrigatoriedade do teste durante o período pré-natal, depois de uma violação, para “resolver um conflito matrimonial” e, ainda mais preocupante, a ofensa, extremamente vaga, de “transmissão propositada”, definida como transmissão do HIV “através de qualquer meio de uma pessoa com conhecimento prévio do seu estatuto sorológico para o vírus a outra pessoa”, incluindo via sexual, partilha de seringas e transmissão mãe-filho.</p>
<p>O palestrante argumentou que a frase “através de qualquer meio” é imprecisa e pode acabar por incriminar todos os indivíduos soropositivos, mesmo os que praticam sexo seguro, independentemente de revelarem o seu estatuto sorológico e do risco atual de transmissão.Criminalizar a transmissão mãe-filho é especialmente problemática, afirmou Pearshouse. O documento do UNAIDS sobre a transmissão do HIV lançado esta semana, afirma que se trata de um procedimento inapropriado porque:</p>
<p>todos têm o direito a ter um filho, incluindo as mulheres que vivem com o vírus;</p>
<p>quando a mulher grávida é aconselhada sobre os benefícios da terapêutica anti-retroviral, concorda frequentemente com a realização de um teste e a receber tratamento;</p>
<p>nos casos raros em que as mulheres grávidas se mostram relutantes em fazer o teste ou a terapêutica para o HIV, isso deve-se frequentemente ao receio que o seu estatuto de soropositividade seja conhecido e que tenham de enfrentar violência, discriminação ou abandono;</p>
<p>forçar as mulheres a fazer tratamento anti-retroviral com o objetivo de evitar uma acusação criminal de transmissão mãe-filho viola ética e legalmente o requisito de que todos os procedimentos médicos sejam realizados com consentimento informado;</p>
<p>frequentemente, as mães soropositivas não tem alternativas mais seguras à amamentação, pois não possuem substitutos do leite materno ou água potável para preparar os leites artificiais. Será que as mulheres necessitam realmente destas leis?</p>
<p>Estas novas leis vieram disfarçadas de leis protetoras das mulheres – que têm poucos direitos legais ou humanos em várias nações africanas – afirmou Michaela Clayton da AIDS &#38; Rights Alliance for Southern Africa (ARASA), mas “é isto que as mulheres desejam?”, perguntou.</p>
<p>Clayton afirmou ainda que 61% das pessoas infectadas na África subsahariana são mulheres e que estas são frequentemente as primeiras a saber o seu estatuto sorológico para o HIV, devido à testagem pré-natal.As mulheres, acrescentou, são muitas vezes culpadas de “trazer o HIV para casa” e consequentemente têm receio de revelar o seu estatuto de soropositividade aos companheiros, devido ao medo de violência física ou expulsão.</p>
<p>Para, além disso, devido a desequilíbrios de poder dentro das relações, as mulheres não podem praticar sexo seguro, pois o preservativo é um método de prevenção controlado pelo homem.</p>
<p>Com estas leis, segundo Clayton, é muito provável que tantomulheres como homens sejam presos e julgados e que as mulheres se sintam desencorajadas a recorrer a serviços de testagem do HIV, que têm como objetivo prevenir a transmissão mãe-filho.</p>
<p>“A criminalização é uma má política pública”, concluiu o palestrante.</p>
<p>“As jurisdições não deviam adotar políticas de criminalização e as que já o fizeram deviam inverter o caminho.</p>
<p><strong>O PROCESSO DE CRIMINALIZAÇÃO NA EUROPA E ÁSIA CENTRAL</strong></p>
<p>A mesma conclusão foi focada de forma ainda mais evidente pelo ativista soropositivo Julian Hows, que apresentou os resultados de um levantamento feito pelo Global Network of People Living with HIV/AIDS (GNP+) e pela Terrence Higgins Trust (THT), sobre as leis de criminalização da transmissão e exposição ao HIV em 53 países na Europa e Ásia central.Um levantamento rápido feito em 2004, Na Suíça, a declaração da Comissão Federal de AIDS, em relação à pouca infecciosidade dos indivíduos em tratamento, pode significar uma reviravolta depois de se terem dado 10 julgamentos e 8 condenações nos últimos 4 anos. Contudo, no último mês a mais alta instância jurídica Suíça declarou que todas as pessoas com HIV podem ser acusadas de transmissão, mesmo que não tenham sido testadas.</p>
<p>Na Holanda, não houve julgamentos ou condenações desde 2005 devido a duas decisões do Supremo Tribunal Holandês em 2005 e 2007, depois de uma intensa discussão entre legisladores, juristas e organizações da sociedade civil.Contudo, houve um julgamento por transmissão de HIV intencional através de uma seringa com sangue infectado.</p>
<p>No Reino Unido, as novas linhas orientadoras da Crown Prosecution Service clarificaram algumas incertezas que pairavam sobre os julgamentos de transmissão do HIV, e dado o grande nível de evidências necessário, parece que a criminalização será cada vez mais rara – de fato as últimas três tentativas para julgar por transmissão de HIV em Inglaterra e no País de Gales falharam.E, apesar de não ter havido alterações na lei, a Rede Ucraniana de Pessoas que Vivem com HIV/Aids tem sido bem sucedida em demonstrar a pouca viabilidade dos testes filogenéticos, evitando assim vários julgamentos.</p>
<p>Hows conclui que “existe um processo lento de aumento da criminalização em vários países que está a ser estudado”, e “que se têm vindo a introduzir novas leis ou leis cada vez mais punitivas sem se ter em consideração as evidências.Acrescentou ainda que “os esforços dos ativistas - para descriminalizar onde é possível, mitigar onde não o é, e assegurar que este tipo de leis não são introduzidas onde ainda não existem – notam-se sobretudo pela ausência.”</p>
<p>UNAIDS ARGUMENTA QUE SOMENTE TRANSMISSÃO INTENCIONAL DEVE SER CRIMINALIZADA</p>
<p>Numa tentativa de conter a tendência crescente de criminalização da transmissão ou exposição ao HIV, a UNAIDS publicou esta semana um documento que censura fortemente todas as acusações de transmissão ou exposição ao HIV, com a exceção dos “casos de transmissão intencional, isto é, quando uma pessoa sabe o seu estatuto sorológico para o VIH e atua com a intenção de transmitir o VIH, e acaba por transmitir de fato”.</p>
<p>O documento declara que “não existem dados que demonstrem que a aplicação generalizada da lei criminal à transmissão do HIV sirva para se fazer justiça ou para prevenir a transmissão. Pelo contrário, este tipo de aplicação da lei arrisca minar a saúde pública e os direitos humanos.” Argumenta-se, ainda, que se devem explorar alternativas às sanções criminais: “Em vez de aplicar a lei à transmissão do HIV, os governos deviam expandir programas que tenham provado reduzir a transmissão do HIV, protegendo, ao mesmo tempo, os direitos humanos das pessoas que vivem com HIV e daquelas que são Soronegativas para o HIV”. Além disso, o UNAIDS sugere que os governos “reforcem as leis contra a violação (dentro e fora do casamento), e outras formas de violência contra mulheres e crianças, melhorando também a eficácia dos sistemas de justiça nas investigações de ofensas sexuais a mulheres e a crianças, bem como o aumento do apoio à equidade e independência financeira das mulheres, através de legislação concreta, programas e serviços. Estes são os meios mais eficazes para proteger mulheres e crianças da infecção pelo HIV aos quais se deve dar prioridade.”</p>
<p>O documento conclui com diversas recomendações importantes, incluindo as seguintes:</p>
<p>Os governos devem reger-se pelas convenções internacionais de direitos humanos iguais e inalienáveis, incluindo as que se referem à saúde, educação e proteção social de todas as pessoas, inclusive das que vivem com HIV.</p>
<p>Os governos devem revogar leis criminais específicas para o HIV, leis que obriguem à revelação do estatuto sorológico, e outras leis que sejam contraproducentes para a prevenção do HIV, tratamento, cuidado e esforços de apoio, ou que violem os direitos humanos das pessoas que vivem, com HIV ou outros grupos vulneráveis.</p>
<p>As leis gerais devem aplicar-se exclusivamente à transmissão intencional e os governos devem auditar a sua aplicação, para assegurar que não são usadas de forma inapropriada no contexto da infecção pelo HIV.</p>
<p>Os governos devem reencaminhar as reformas legislativas e o fortalecimento da lei de forma a abordar, por um lado, a violência sexual e outras forma de violência contra mulheres e, por outro lado, a discriminação e violação de outros direitos humanos das pessoas que vivem com HIV ou que estão em risco de exposição a este.</p>
<p>Deve ser alargado o acesso a programas de prevenção do HIV eficazes (incluindo a prevenção positiva) e o aconselhamento e despistagem voluntários para casais deve ser promovido, bem como a revelação voluntária do estatuto sorológico e notificação ética dos parceiros.<br />
(AIDS PORTUGAL - 17.08.2008)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://soropositivo.wordpress.com/?p=301</link>
<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 12:51:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>soropositivo</dc:creator>
<guid>http://soropositivo.pt.wordpress.com/2008/08/10/301/</guid>
<description><![CDATA[



Memórias de um Homem da Noite







 


AIDS não é uma doença crônica.
Há muito tentam p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="479" align="center">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3" height="17" valign="top">
<div><a href="http://www.mymemory.com.br" target="_blank">Memórias de um Homem da Noite</a></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" height="18" valign="top">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="479" align="center">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3" height="17" valign="top"> </td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" height="1653" valign="top">AIDS não é uma doença crônica.</p>
<p>Há muito tentam passar esta mensagem, de que a AIDS é uma coisa crônica.</p>
<p>Não é. E ainda que fosse ela acaba matando.</p>
<p>E manter-se vivo tem um preço.</p>
<p>Minha esposa é portadora há 19 anos, eu há 13, e nós estamos juntos há nove; conhecemo-nos pela Internet, numa sala de bate papo voltada para soropositivos no UOL.</p>
<p>Todos os dias, as 19h40, eu tenho de aplicar uma injeção nas costas dela, ou na barriga dela, para tentar uma terapia de resgate, uma vez que ela está em falência terapêutica, com o vírus resistente a todas as drogas licenciadas no País, e não há mais o que possa ser feito, dado que ela está com cd4 &#60; 200, e isso caracteriza a AIDS (não infecção por HIV, uma coisa distinta).</p>
<p>AIDS é uma doença degenerativa relativamente controlável.</p>
<p>Para esmiuçar a coisa eu digo que é mais fácil viver com AIDS do que com lúpus; é mais fácil viver com AIDS do que com esclerose múltipla; e é mais fácil viver com AIDS do que com Distrofia Muscular de Duchenne.</p>
<p>Mas a lista de doenças com as quais se vive de maneira mais árdua do que com AIDS é uma lista pequena e, por isso mesmo, desprivilegiada.</p>
<p>É uma lista que inclui doenças raras, de pouca incidência, normalmente de origem genética.</p>
<p>Quem vive com HIV quase que forçosamente vai lidar com triglicérides alto, com problemas vasculares, com pressão alta (eu já sofri uma embolia pulmonar e um enfarto como conseqüências indiretas da convivência com o vírus, e tenho sérios problemas neurológicos devido ao neurotropismo do HIV), com morte social (um sintoma especialmente cruel), e com outras coisas que nem vou mensurar porque penso que são besteiras... (o fungo que tomou conta do meu rosto e que me obriga ao uso constante de cetoconazol com sérias implicações hepáticas é uma destas besteiras).</p>
<p>O governo trata. Mas o novo consenso só trata quando vc chegar ao CD4 em 200 ou &#60; 200.</p>
<p>Vou lhe sugerir uma pesquisa:</p>
<p>Três palavra no Google:</p>
<p>Lipodistrofia.</p>
<p>Fuzeon</p>
<p>Kaletra.</p>
<p>E este link</p>
<p>http://www.soropositivo.org/facinfo.asp?menucod=400</p>
<p>O site é de minha lavra.</p>
<p>2.100 páginas falando sobre tudo o que pude encontrar sobre HIV e AIDS, mantido às minhas expensas durante oito anos e visitado por quase 1.500.000 pessoas, não tem patrocínio, é ignorado sistematicamente aqui no Brasil por autoridades, por empresas, por deus e pelo diabo mas eu vou levando...</p>
<p>Eu falo com propriedade.</p>
<p>Com treze anos de vida arrastados através de inúmeras seqüelas e efeitos colaterais de inúmeras drogas e, malgrado tudo isso, é quase líquido e certo que morrerei disso, sem ter recebido nenhuma ajuda para manter o site que tem auxiliado a esclarecer mentes sobre a maneira como conviver com a realidade do vírus, evitando-o, ou conviver com a realidade do vírus, combatendo-o da melhor maneira possível.</p>
<p>Sugiro que você procure, em depoimentos pessoais, o de Amarílis, uma pessoa muito querida, que faleceu aos 42 anos, tomando medicamentos regularmente, vitima de uma doença oportunista que pegou a todos de surpresa (não foi a primeira vez) e ceifou-lhe a vida sem dar a menor leniência.</p>
<p>Por favor, eu imploro, não transmita a falsa idéia de que a AIDS é uma doença crônica.</p>
<p>É uma doença grave. Mortal. Incurável.</p>
<p>Não queira sentir isso na pele.</p>
<p>Nem no sangue.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<ul>
<li><a href="http://www.mymemory.com.br">Lembranças de um Homem da Noite</a></li>
<li><a href="http://www.soropositivo.org">Soropositivo.org</a></li>
<li><a href="http://soropositivo.corank.com/">Soropositivo na rede CoRank</a> Associe-se, divulgue seus textos, vote.</li>
<li><a href="http://soropositivoorg.multiply.com/" target="_blank">Soropositivo uma comunidade de Apoio no Multiply</a></li>
<li><a href="http://redegehspace.corank.com" target="_blank">RedeGeh-Corank</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ONU quer acabar com restrições de viagens a seropositivos]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=959</link>
<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 07:49:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.pt.wordpress.com/2008/08/06/onu-quer-acabar-com-restricoes-de-viagens-a-seropositivos/</guid>
<description><![CDATA[O secretário-geral das Nações Unidas exortou os governos que mantêm proibições de viagens a pe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral das Nações Unidas exortou os governos que mantêm proibições de viagens a pessoas com VIH/sida a levantarem estas interdições, de forma a acabar globalmente com uma medida discriminatória.</p>
<p>Durante uma visita a um espaço chamado «Aldeia Global», inserido na conferência internacional sobre sida que decorre no México, Ban Ki-moon sublinhou que ainda há 11 países que restringem as viagens a doentes com VIH/sida, mas sem especificar quais são.</p>
<p>«A liberdade de viajar está protegida por todas as constituições do mundo, incluindo a do meu país», disse o secretário-geral, que é sul-coreano.</p>
<p>O alto responsável da ONU aproveitou ainda para felicitar os Estados Unidos por terem levantado recentemente esta                   restrição, que mantiveram durante vários anos.</p>
<p>A base de dados global de restrições de viagens, que depende da Sociedade Internacional da Sida, refere que vários «países parecem ter uma completa proibição da entrada de pessoas com VIH», mas admite que o rigor da lista não está garantido.</p>
<p>China, Brunei, Omã, Qatar, Coreia do Sul, Sudão, Emirados Árabes Unidos e Iémen são países que a organização tem referenciados como tendo uma proibição total de entrada de pessoas infectadas.</p>
<p>As restrições de viagem a pessoas seropositivas tomam normalmente a forma de instruções legais ou administrativas que obrigam as pessoas a declararem-se livres de VIH para poder entrar no país.</p>
<p>Desde domingo, mais de 20 mil peritos, autoridades e representantes de doentes debatem na capital mexicana os avanços e desafios da luta contra a sida, numa reunião cujo tema principal é «Acesso Universal, Já».</p>
<p>(Portugal Diário -05.08.2008)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[No dejes que...]]></title>
<link>http://yourcocktail.wordpress.com/?p=114</link>
<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 04:55:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>sandiadia</dc:creator>
<guid>http://yourcocktail.pt.wordpress.com/2008/08/06/no-dejes-que/</guid>
<description><![CDATA[ 
Regala Amor.
 
 
Laura no recordaba nada de ese día. Hubiera querido estar consciente de lo qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
[caption id="attachment_117" align="aligncenter" width="500" caption="Regala Amor."]<a href="http://yourcocktail.files.wordpress.com/2008/08/condom-1.jpg"><img class="size-full wp-image-117" src="http://yourcocktail.wordpress.com/files/2008/08/condom-1.jpg" alt="Regala Amor." width="500" height="500" /></a>[/caption]
<p> </p>
<p> </p>
<p>Laura no recordaba nada de ese día. Hubiera querido estar consciente de lo que hacía. Una amiga le contó que la última vez que la vieron esa noche iba con un muchacho alto y guapo al que acababa de conocer. No paso mucho para que él se la llevara a su departamento. Laura recuerda algunos besos, pero no más. A la mañana siguiente cuando Laura abrió los ojos se quería morir. Ni siquiera recordaba el nombre de la persona con la que estaba. Toda la ropa tenía un aroma a cigarro y alcohol. Laura se levantó sigilosamente y se vistió sin hacer ruido. Tomó sus cosas y se marchó. En el camino, Laura se detuvo en una farmacia a comprar una píldora de emergencia. -"Por si acaso"-pensó. Laura se tomó la pastilla, se fue a su casa y no volvió a ver a su "one night stand". Se avergonzó de lo que le sucedió esa noche, lo platicó con algunas de sus amigas, y no se habló más del asunto.</p>
<p>Todo volvió a salir a la luz cuando Laura intentó donar sangre para su hermana, a quien operarían en un hospital de la ciudad. -" Laura, necesito conversar contigo en privado"-le dijo el Dr. Suarez, quien había atendido a las hermanas desde que eran adolescentes. El consultorio era de colores fríos, no había mucha decoración e inspiraba más bien a sentirse nervioso. -"¿Qué pasa con mi hermana Dr.?"- dijo Laura, casi congelándose.</p>
<p>"Nada, ella está perfectamente Laura. La que me preocupa eres tú. Los resultados han arrojado que no puedes donar sangre por ser seropositiva."- Laura, viendo fijamente al doctor, no entendía que sucedía.-"Estás infectada con el VIH, lo siento. Te voy a recomendar ver a un médico que..."-Laura no lo podía creer. Las palabras se hacían cada vez más lejanas, el cuarto se hacía cada vez más pequeño. Oscuridad. Silencio. Cuando Laura volvió a abrir los ojos creyó haber estado soñando. Las lágrimas se deslizaban por sus mejillas rosadas. Su cabello era café y sedoso. No parecía el tipo de persona que estuviera infectada. Laura pensó en todas las personas a las que tendría que comunicarles lo que había sucedido. Simplemente no era posible que esto le estuviera sucediendo.</p>
<p> </p>
<p>La historia de Laura se ha repetido muchas veces. La OMS (Organización Mundial de la Salud) ha dicho estar alarmada por el incremento en los casos de infección del VIH SIDA en el último año. Esto ha sucedido por un factor que es preocupante: el que muchas mujeres prefieran el uso de la píldora de la mañana siguiente, en vez del uso del condón. EL PEOR ERROR ES NO USAR CONDÓN. Es realmente alarmante que permitamos que esto esté sucediendo. Si tienes relaciones sexuales casuales, varias parejas sexuales o tiendes a amanecer junto a un desconocido, Por favor cuídate. Usa condón. Pudieras ahorrarte muchas lágrimas y también salvar muchas vidas, porque al protegerte nos proteges a todos. </p>
<p> </p>
<p>Si eres mujer tampoco hay justificación. Si vas a tener relaciones, exige el uso del condón. Si no, tú misma puedes colocarte el condón femenino. El procedimiento es muy sencillo. Tienes que abrir el condón, tomar el condón del lado donde el aro se encuentra cerrado e introducirlo en la vagina. La otra parte del condón quedará litaralmente "colgando" fuera de la vagina. Al momento del coito el pene entrará en el otro lado del condón quedando totalmente protegida. A continuación te muestro un diagrama:</p>
<p> </p>
<p style="text-align:center;"> </p>
[caption id="attachment_115" align="aligncenter" width="400" caption="Condón Femenino"]<a href="http://yourcocktail.files.wordpress.com/2008/08/17063.jpg"><img class="size-full wp-image-115 " src="http://yourcocktail.wordpress.com/files/2008/08/17063.jpg" alt="" width="400" height="320" /></a>[/caption]
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:left;">Es muy importante también aprender a colocar de manera correcta el condón masculino para evitar que se rompa o que le des un mal uso. El condón se coloca cuando el pene se encuentra erecto. Ese será el momento ideal para colocarlo. Abre el paquete con cuidado, utilizando la yema de los dedos, no uses tus dientes, ni las uñas ya que esto podría romper el preservativo. Pon el condón en la punta del pene. Toma el reservorio ( la punta del condón) con cuidado y saca el aire para que el semen pueda depositarse en esta parte. También evitará que se rompa por el aire atrapado en él. Desliza el condón hasta la base del pene. Te muestro el diagrama:</p>
[caption id="attachment_116" align="aligncenter" width="400" caption="Condón Masculino."]<a href="http://yourcocktail.files.wordpress.com/2008/08/10348.jpg"><img class="size-full wp-image-116" src="http://yourcocktail.wordpress.com/files/2008/08/10348.jpg" alt="" width="400" height="320" /></a>[/caption]
<p style="text-align:left;"> </p>
<p style="text-align:left;">Puedes consultar cómo colocarlo en la cajilla donde vienen los condones. Es muy importante que tomes en cuenta que hay enfermedades que aún con el uso del condón se contagian como el VPH (Virus del Papiloma Humano) y que se ha asociado a cáncer de garganta por el sexo oral sin protección. </p>
<p style="text-align:left;"> </p>
<p style="text-align:left;">Pienso que una manera de evitar el SIDA es el amor. Ya lo decía Octavio Paz. Si solamente lo haces con tu pareja no habrá razones para preocuparse, ni para imaginarse siquiera contagiarse de alguna enfermedad. El amor y la fidelidad son el único antídoto contra el SIDA. Hoy en día, los medios nos han bombardeado con un sin fin de imágenes sexuales, pornográficas, y desviadas. Un hombre lo hace con tres, con siete y no pasa nada. Lo peor del asunto es que cuando te acuestas con alguien, es como si te acostaras con todas las personas con las que esa persona ha tenido relaciones sexuales. Es decir, si una chica se ha acostado con 5 hombres y tu con 5 mujeres, y ahora tu y ella están juntos, es como si hubieras tenido un total de 10 parejas sexuales. Lo alarmante no es el número. Es que los jóvenes y los adultos no se preocupan por protegerse. No utilizan condón. Meten el pene donde mejor les viene sin preguntar casi el nombre de la chica. Y lo mismo para ellas. ¿Crees que porque se ve limpio está limpio? ¿Crees que porque está linda no está infectada?</p>
<p style="text-align:left;"> </p>
[caption id="attachment_118" align="aligncenter" width="300" caption="Encuentra tu favorito...y úsalo siempre!"]<a href="http://yourcocktail.files.wordpress.com/2008/08/condom.jpg"><img class="size-medium wp-image-118" src="http://yourcocktail.wordpress.com/files/2008/08/condom.jpg?w=300" alt="Encuentra tu favorito...y úsalo siempre!" width="300" height="199" /></a>[/caption]
<p> </p>
<p> </p>
<p style="text-align:left;">En fin, mejor regala amor. Usa condón. Recuerda que el mejor antídoto es el amor. Pero realmente, la mejor manera de evitarlo es la abstinencia. Porfavor, si tienes dudas no dudes en hacerte la prueba de Elisa, prueba que confirmara si estás infectado con el VIH. Puedes llamar a TelSIDA si estás en la Ciudad de México, o pedir ayuda en tu Centro de Salud más cercano. Los síntomas de esta enfermedad tardan de 7 a 10 años en manifestarse. Si estás infectado puedes comenzar a tomar los medicamentos adecuados para evitar el deterioro de tu cuerpo, y para prevenir la infección de más personas. No dejes que mueran más personas. Toma concienca y comienza a erradicar esta pandemia mundial.</p>
<p style="text-align:left;">TelSIDA 56.66.74.32</p>
<p style="text-align:left;">Del interior de la república mexicana 01 800 712 0886</p>
<p style="text-align:left;">Visita <a title="SIDA" href="http://www.aids2008.org" target="_blank">www.aids2008.org</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[México, 3 ago (EFE).- O presidente do México, Felipe Calderón, inaugurou hoje a 17ª Conferência Internacional sobre Aids (AIDS 2008), em um ato centrado na reivindicação do acesso universal à prevenção e ao tratamento da doença, e que contou com a participação do secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon.]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=932</link>
<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 08:28:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.pt.wordpress.com/2008/08/04/mexico-3-ago-efe-o-presidente-do-mexico-felipe-calderon-inaugurou-hoje-a-17%c2%aa-conferencia-internacional-sobre-aids-aids-2008-em-um-ato-centrado-na-reivindicacao-do-acesso-universal-a-pre/</guid>
<description><![CDATA[CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - Viciados em drogas se beneficiam de medicamentos para Aids assim como ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - Viciados em drogas se beneficiam de medicamentos para Aids assim como pessoas que são infectadas sexualmente ou de outra forma, afirmaram pesquisadores canadenses no domingo.</p>
<p>A descoberta, publicada no Journal of the American Medical Association e apresentada na conferência sobre Aids na Cidade do México, contradiz uma preocupação amplamente aceita sobre a impossibilidade de dependentes de drogas se adaptarem ao tratamento.</p>
<p>"Um grande número de relatórios anteriores demonstrou que, por conta de questões de instabilidade social relacionadas ao vício a drogas ilícitas, infectados pelo HIV com a injecção de drogas não recebiam todos os benefícios do HAAV (medicamento para o HIV)", escreveram Julio Montaner, do St. Paul's Hospital, no Canadá, e colegas.</p>
<p>Eles estudaram 3.116 pacientes em clínicas canadenses entre Agosto de 1996 e junho de 2006, dos quais 915 eram usuários de drogas injectáveis.</p>
<p>Após cinco anos, apenas 26 por cento dos usuários de drogas e perto de 22 por cento dos infectados por outra maneira morreram. A diferença não é estatisticamente significativa, avaliou a equipe de Montaner.</p>
<p>Análises adicionais indicaram taxas similares de morte nos dois grupos, após ajustes por idade, sexo, diagnóstico e outros factores.</p>
<p>(Reportagem de Tan Ee Lyn)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Seropositivos ainda vêem desconfiança]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=833</link>
<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 11:19:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.pt.wordpress.com/2008/07/30/seropositivos-ainda-veem-desconfianca/</guid>
<description><![CDATA[
A qualidade e a esperança de vida aumentaram 13 anos na última década para os infectados com VIH]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span></p>
<p>A qualidade e a esperança de vida aumentaram 13 anos na última década para os infectados com VIH/sida graças aos novos tratamentos médicos, mas quem vive com o vírus em Portugal diz que a sociedade não acompanhou essa evolução.</p>
<div>
<p>"Para um portador, as dificuldades em obter emprego ou crédito à habitação, por exemplo, são as mesmas que existiam quando a doença era considerada terminal", disse à agência Lusa um seropositivo que soube da sua infecção há 21 anos. Pedro Silvério Marques, 62 anos, reformado com carreira profissional na gestão de empresas, faz análises regularmente e segue os novos tratamentos prescritos, que considera um "enorme salto em frente".</p>
<p>Kamal Mansinho, chefe do Serviço de Infecciologia do Hospital Egas Moniz, Lisboa, corrobora: "Nunca se avançou tanto e em tão pouco tempo no tratamento de uma doença vírica como se avançou com o HIV". Na sua perspectiva, a melhoria é notória "quer do ponto de vista da qualidade de vida, quer da frequência das infecções associadas que motivavam longos internamentos".</p>
<p>Segundo Eugénio Teófilo, médico do Hospital dos Capuchos, Lisboa, "os novos medicamentos são realmente muito mais potentes e menos tóxicos, permitindo controlar e reduzir significativamente a carga viral das pessoas infectadas", acrescentou.</p>
<p>"A grande diferença é que deixei de ter o risco de todas as doenças oportunistas que estavam associadas ao VIH e a minha carga viral é agora imperceptível", diz Pedro Silvério Marques.</p>
<p>O mesmo se passa com Luís Mendão, outro seropositivo que falou à Lusa. Mas deixa o alerta: "Embora em determinados meios se registe algum avanço na aceitação social dos seropositivos, isso não é a regra no mundo do trabalho", frisou. "Há trabalhadores que vêem os seus contratos não serem renovados apenas por existirem suspeitas de que é portador de VIH", acrescentou.</p>
<p>(JN - 30.07.2008 )</p></div>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Preconceito e emprego são desafios para jovens com HIV]]></title>
<link>http://soropositivo.wordpress.com/?p=299</link>
<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 21:09:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>soropositivo</dc:creator>
<guid>http://soropositivo.pt.wordpress.com/2008/07/29/preconceito-e-emprego-sao-desafios-para-jovens-com-hiv/</guid>
<description><![CDATA[












Maria Luísa Cavalcanti
Enviada especial a São Paulo


















Daniela nasceu ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="760" align="left">
<tbody>
<tr valign="top">
<td colspan="5">
<div class="storyheadline"><!-- end_title --></div>
<div class="eight"></div>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td colspan="3">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="416">
<tbody>
<tr valign="top">
<td><span class="bylinename">Maria Luísa Cavalcanti</span><br />
<span class="bylinedescription">Enviada especial a São Paulo</span></p>
<div class="four"></div>
</td>
</tr>
<tr bgcolor="#cccccc">
<td><img src="http://www.bbc.co.uk/f/t.gif" border="0" alt="" width="1" height="1" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div class="eight"></div>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="208" align="right">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="2" bgcolor="#ffffff"><img src="http://www.bbc.co.uk/f/t.gif" border="0" alt="" width="5" height="1" /></td>
<td>
<div><img src="http://www.bbc.co.uk/worldservice/images/2006/12/20061203145350danieladanca203.jpg" alt="Daniela" width="203" height="152" /></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="caption">Daniela nasceu com o HIV e sonha em ser DJ</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><!-- st_story --></p>
<div class="storytext"><strong>O Brasil tem hoje a primeira geração de adolescentes que nasceram com o HIV e que sobreviveram principalmente graças ao tratamento com antiretrovirais, que é gratuito no país.</strong></div>
<p class="storytext">Para especialistas, esse jovens hoje praticamente levam uma vida normal e enfrentam os dramas típicos da idade: a iniciação sexual, as crises de auto-estima e a indefinição do futuro profissional, por exemplo.</p>
<p class="storytext">É o caso de Daniela*, de 15 anos, que mora na zona norte de São Paulo com a avó. Os pais eram usuários de drogas injetáveis, mas só descobriram que estavam contaminados depois que ela nasceu.</p>
<p class="storytext"><!-- end_story --></p>
<div class="alsointhenewsheadline">.</div>
<p class="storytext">“Eu tomo 17 comprimidos por dia e me cuido bastante, porque tenho mais risco de ficar doente. Vou ao médico todo mês. Mas, fora isso, não faz diferença para mim ter o HIV. Não sou diferente dos outros”, conta.</p>
<p class="storytext">Aluna do 1º ano do ensino médio, Daniela gosta de ouvir música, bater papo com os amigos pela internet e sair para dançar. “Meu sonho é ser DJ, porque eu adoro me juntar com a turminha e inventar uns passos.”</p>
<p class="storytext">A maioria dos amigos, no entanto, não sabe que ela tem o vírus. “As pessoas ainda têm muito preconceito, então não dá para confiar. Uma vez fiquei com um menino em um baile, mas uma garota que me conhecia desde pequena contou do meu problema para ele. Acho que a gente não namorou por isso. Mas ele continuou me tratando normalmente e nossa amizade continua até hoje.”</p>
<p class="storytext"><strong>Trabalho</strong></p>
<p class="storytext">Além do preconceito e da insegurança nos relacionamentos, outro grande desafio para o adolescente portador do HIV é a perspectiva de inserção no mercado de trabalho.</p>
<p class="storytext">A exigência de exames clínicos para se detectar o vírus é proibida, mas muitas empresas desrespeitam a lei e rejeitam o candidato soropositivo.</p>
<p class="storytext">
<div id="quotebox">
<table id="inlinebox" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="208" align="right" bgcolor="#e3edf7">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff"><img src="http://www.bbc.co.uk/f/t.gif" border="0" alt="" width="5" height="1" /></td>
<td>
<div class="inlineboxquote"><img src="http://www.bbc.co.uk/worldservice/images/furniture/800_left_quote.gif" border="0" alt="" width="18" height="13" /> O jovem com HIV tem o direito de aspirar a um futuro. Afinal, ele batalhou a vida inteira para estar vivo.<br />
<img src="http://www.bbc.co.uk/worldservice/images/furniture/800_right_quote.gif" border="0" alt="" width="18" height="13" align="right" /></div>
<div class="six"></div>
<div class="inlineboxauthor">Marinella della Negra, infectologista do Instituto Emílio Ribas</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p class="storytext">“Infelizmente, o Brasil é um país discriminatório no ambiente de trabalho. E o jovem portador do vírus da Aids enfrenta os mesmos obstáculos que negros ou pessoas de origem humilde”, afirma Pedro Américo Furtado de Oliveira, da Organização Internacional do Trabalho (OIT). “Essas pessoas têm que ter uma estrutura emocional muito consolidada para enfrentar essa situação.”</p>
<p class="storytext">Com o objetivo de aumentar a auto-estima desses adolescentes, em outubro, ONGs de todo o Brasil realizaram o primeiro encontro nacional de jovens soropositivos.</p>
<p class="storytext">“Foi uma iniciativa fundamental para eles perceberem que não estão sozinhos, para conhecerem seus direitos e para, juntos, se fortalecerem”, diz Elisabeth Bahia, diretora no Brasil da ONG suíça FXB.</p>
<p class="storytext">Mas para Marinella della Negra, infectologista do Instituto Emílio Ribas e presidente da Associação de Apoio à Criança Portadora do HIV (AACPHIV), ainda é necessária uma ação mais efetiva na conscientização dos empregadores.</p>
<p class="storytext">“Eles têm que entender que esse jovem é produtivo e disciplinado. E que ele tem o direito de aspirar a um futuro. Afinal, ele batalhou a vida inteira para estar vivo”, afirma.</p>
<p class="storytext">“Como todo jovem dessa idade, o portador do HIV também é contestador. Por isso, muitos questionam seu tratamento. E a maneira de ele não abandonar os remédios é fazer ele perceber que tem perspectiva”, diz Della Negra.</p>
<p class="storytext"><strong>Informação</strong></p>
<p class="storytext">Jovens portadores do HIV também se mostram preocupados em informar os outros sobre a doença.</p>
<p class="storytext">“Sempre falo para os meus amigos tomarem cuidado, usarem camisinha, não se meterem com drogas”, conta Roberto*, de 15 anos, que mora no interior de São Paulo com os pais, também soropostivos, e dois irmãos que não têm o vírus.</p>
<p class="storytext">Segundo o Programa Nacional DST/Aids, a taxa de transmissão de mãe para filho caiu em 51,5% entre 1996 e 2005, quando 530 casos foram registrados.</p>
<p class="storytext">No entanto, a contaminação do HIV através de relações sexuais e uso de drogas injetáveis é apontada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) como uma das grandes ameaças ao adolescente no Brasil, no relatório "Situação Mundial da Infância", de 2005.</p>
<p class="storytext"><em>*Os nomes dos entrevistados foram modificados para proteger sua identidade.</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Parando a disseminação do HIV]]></title>
<link>http://soropositivo.wordpress.com/?p=295</link>
<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 13:09:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>soropositivo</dc:creator>
<guid>http://soropositivo.pt.wordpress.com/2008/07/27/parando-a-disseminacao-do-hiv/</guid>
<description><![CDATA[
Como você é  infetado com HIV?
O  Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) não se propaga facilm]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>
Como você é  infetado com HIV?</p>
<p>O  Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) não se propaga facilmente.</p>
<p>Você só pode  <span style="text-decoration:underline;">contrair</span> HIV se tiver contato contato com sangue ou fluidos sexuais infectados.</p>
<p>Você não  pode contraí-lo de mordidas de mosquito, tosse ou espirro ou compartilhando  artigos domésticos, nadando na mesma piscina que alguém com HIV.<br />
Algumas  pessoas falam sobre "fluídos corporais compartilhados" que oferecem risco para  HIV, mas não há nenhum caso documentado de infecção por HIV causada por suor,  saliva ou lágrimas.</p>
<p>Porém,  até mesmo quantias pequenas de sangue em sua boca poderiam transmitir o HIV  durante o beijo ou sexo oral.</p>
<p>Sangue  pode vir de passar o fio dental em seus dentes, ou de feridas causadas por aftas  ou comendo comida muito quente ou afiada, pontuda.</p>
<p>Para  infectar alguém, o vírus tem que passar pelas defesas do corpo.</p>
<p>Estas  incluem pele e saliva.</p>
<p>Se sua pele não estiver ferida ou cortada, ela o protege  contra a infecção do sangue e fluídos sexuais.</p>
<p>A  saliva pode ajudar a  matar o HIV em sua  boca.</p>
<p>Se  sangue HIV positivo ou fluido sexual penetra seu corpo, você pode ser infetado.</p>
<p>Isto  pode acontecer por uma ferida aberta durante atividade sexual, ou se você  compartilha equipamento para injetar drogas.</p>
<p>O HIV  também pode ser transmitido de uma mãe ao bebê durante gravidez ou parto.</p>
<p>Isto é chamado transmissão vertical.</p>
<p>Um bebê também pode ser infetado amamentando-se  com o leite de uma mulher infetada.</p>
<p>Também  podem ser expostos ao HIV adultos que tenham contato com o leite de uma mulher  HIV positiva.</p>
<p>Como você pode se  proteger e aos outros?</p>
<p>A  menos que você seja 100% seguro que você e as pessoas com as que você não esta infectado  de HIV, você deve dar passos para se prevenir contra a infecção.</p>
<p>Pessoas  recentemente infectadas (dentro dos últimos 2 ou 3 meses) podem transmitir o  HIV aos outros embora seus resultados possar aparentar HIV negativos quando testados, este período é chamado de janela imunológica.</p>
<p>Isto sem dá quando a carga viral deles/delas for mais alto.</p>
<p>Em  geral, o risco de transmissão é mais alto com cargas virais mais altas (se você tem carga viral baixa não se arrisque a transmitir o HIV assim mesmo).</p>
<p>Esta  artigo provê uma avaliação de prevenção de HIV.</p>
<p>Atividade sexual</p>
<p>Você  pode evitar qualquer risco de HIV se você praticar abstinência (vida sem sexo).</p>
<p>Você  também não será infetado se seu pênis, boca, vagina ou reto não tocar em outro  pênis, boca, vagina ou reto.</p>
<p>Atividades seguras incluem beijo, massagem  erótica, masturbação ou masturbação mútua.</p>
<p>Não há nenhum caso documentado de  transmissão de HIV por roupa molhada.</p>
<p>Sexo  em uma relação monogâmica (fiel) está seguro se:</p>
<p>• Ambos são HIV negativo;</p>
<p>• Você ambos só têm sexo com seu parceiro; e</p>
<p>• Nem um de vocês é exposto ao HIV por uso de  droga ou outras atividades.</p>
<p>Sexo  oral tem um risco inferior de infecção que sexo anal ou vaginal, especialmente  se há nenhuma ferida aberta ou sangue na boca.</p>
<p>Você  pode reduzir o risco de infecção com o HIV e outras doenças sexualmente  transmitidas usando barreiras como preservativos.</p>
<p>Preservativos tradicionais  vão no pênis e um tipo novo de preservativo entra na vagina ou no reto.</p>
<p>Algumas  substâncias químicas chamadas espermicidas podem prevenir gravidez, mas eles  não previnem o HIV. Eles poderiam até mesmo aumentar seu risco de se infectar  se eles causam irritação ou inchaço.</p>
<p>Uso de  droga</p>
<p>Se  você ficar muito “alto” com drogas, você poderá se esquecer de usar proteção  durante sexo.</p>
<p>Se você usa o equipamento de outra pessoa (agulhas, seringas,  fogões, algodão ou água) que você pode ser infetado por quantias minúsculas de  sangue.</p>
<p>O melhor modo para evitar infecção é não usar drogas.</p>
<p>Se você usar  drogas, você pode prevenir infecção não os injetando.</p>
<p>Se você injetar, não  compartilhe equipamento.</p>
<p>Se você tem que compartilhar, limpe o equipamento com alvejante  e enxágüe muito antes do uso.</p>
<p>Há  postos de troca que dão seringas grátis, limpas a usuários de drogas, assim não  é necessário compartilhar.</p>
<p>Transmissão  vertical</p>
<p>Sem   tratamento, seriam infetados aproximadamente  25% dos bebês de mulheres HIV-Positivas.</p>
<p>O risco cai para aproximadamente 4% se  uma mulher toma AZT durante gravidez e parto, e então o recém-nascido recebe  AZT.</p>
<p>O  risco é 2% ou menos se a mãe está levando combinação terapia antiretroviral. Cesarianas  não reduzem risco de transmissão se a carga viral da mãe for abaixo 1000.</p>
<p>Podem  ser infetados os bebês se eles beberem o leite de peito de uma mulher  HIV-infetada. Mulheres com HIV deveriam usar fórmulas de bebê ou leite de peito  de uma mulher que não é infetada para alimentar seus bebês.</p>
<p>Contato  com Sangue</p>
<p>HIV  é uma de muitas doenças que podem ser transmitidas através de sangue. Tenha cuidado  se você está ajudando alguém que está sangrando. Se seu trabalho o expõe a  sangue, proteja qualquer corte ou feridas abertas em sua pele, como também seus  olhos e boca. Seu empregador deveria prover luvas, máscaras faciais e outro  equipamento protetor, mais treinamento sobre como evitar doenças que são disseminadas  através de sangue.</p>
<p>O que fazer se eu estive  exposto?</p>
<p>Se  você pensa que você foi exposto a HIV, fale com seu médico ou o departamento de  saúde pública e faça o teste. Se você está seguro que você esteve exposto,  chame seu médico imediatamente para discutir se você deveria começar tomada  drogas antiretrovirais (ARVs). Isto é chamado "profilaxia pós exposição".</p>
<p>Você  tomaria dois ou três medicamentos durante várias semanas. Estas drogas podem  diminuir o risco de infecção, mas eles têm alguns sérios efeitos colaterais.</p>
<p>HIV  não se propaga facilmente de pessoa a pessoa.</p>
<p>Para ser Ser infetado com HIV através de sangue  infetado, fluido sexual, ou o leite da mãe, ele tem que entrar em seu corpo.</p>
<p>Mulheres  grávidas HIV positivas podem passar a infecção aos bebês novos deles/delas.</p>
<p>Diminuir o risco de  espalhar o HIV:</p>
<p>• Use preservativos durante atividade sexual;</p>
<p>• Não compartilhe equipamento de injeção de  droga;</p>
<p>• Se você for HIV-infetada e grávida, fale com  seu provedor de cuidado médico sobre levar ARVs;</p>
<p>• Se você for uma mulher HIV-infetada, não alimente  qualquer bebê; e</p>
<p>• Proteja cortes, feridas abertas e seus olhos  de contato com sangue. Se você pensa que você foi exposto a HIV, foi testado e  foi perguntado seu provedor de cuidado médico por levar ARVs.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.thebody.com" target="_blank">The Body</a></p>
<p>Tradução E.A.</p>
<p>Revisão Cláudio Santos de Souza</p>
<p><a href="http://www.soropositivo.org" target="_blank">Soropositivo.org</a></p>
<p><a href="http://www.mymemory.com.br" target="_blank">Lembranças de um Homem da Noite</a></p>
<p>Soropositivo.org</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gente mal informada eu Perdôo. Mas com má fé...]]></title>
<link>http://soropositivo.wordpress.com/?p=291</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 11:14:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>soropositivo</dc:creator>
<guid>http://soropositivo.pt.wordpress.com/2008/07/25/gente-mal-informada-eu-perdoo-mas-com-ma-fe/</guid>
<description><![CDATA[






Estive afastado por algum tempo, por questões de saúde, física  e mental e perdi a ponta d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="479" align="center">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3" height="17" valign="top">
<table border="0" cellpadding="0" width="400" align="center" bgcolor="#ffffff">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3">Estive afastado por algum tempo, por questões de saúde, física  e mental e perdi a ponta da meada.</p>
<p>Com isso quero dizer que perdi o login e a  senha anteriores e não consigo recuperar nem com feitiço.<br />
Lembro-me que postei uma matéria, de mão própria com o  titulo “O direito de ir e vir”. (Isso foi no Brasil Wiki)<br />
Em seguida caí doente.</p>
<p>Mas já estou bem.</p>
<p>Causou-me espécie ver que um cidadão de Brasília argumentou  que “não retirava o mérito de minhas palavras”, mas que eu devia me lembrar que  “há circunstâncias em que o HIV pode ser transmitido pelo beijo na boca”...</p>
<p>Não há, na face da terra, um só caso confirmado de  transmissão de HIV por beijo na boca.</p>
<p>Por outra via, eu tenho me relacionado sexualmente com  mulheres negativas e positivas e as negativas permaneceram negativas.</p>
<p>Tal abstração pode levar as pessoas a acreditarem que  portadores de HIV tem de usar talheres separados, pratos separados e não  tardará muito para que tenhamos, à memória do vale dos leprosos, o vale dos aidéticos.</p>
<p>Senhor, pense, antes de escrever besteiras, principalmente  se não tem conhecimento nenhum do assunto.</p>
<p>Nestas horas é melhor pedir licença  e sair da sala, mas não diga besteiras, porque elas podem gerar problemas de  proporções devastadoras, tal como se determinar que o portador de HIV não é  digno ou merecedor de carinho, afeto ou atenção.</p>
<p>É este o seu propósito?</p>
<p>Se for, encontrou um destro contendor</p>
<p>Fica aqui o endereço de meu site <a href="http://www.soropositivo.org">HTTP://www.soropositivo.org</a> para seu  maior</p>
<p>esclarecimento, com 2000 páginas do assunto.</p>
<p>E para quem quiser me conhecer melhor</p>
<p><a href="http://www.mymemory.com.br">HTTP://www.mymemory.com.br</a> (lembranças de  um home da noite</p>
<p align="justify">
</td>
</tr>
<tr>
<td width="163"><a href="http://br.groups.yahoo.com/group/Objeto-Dignidade/" target="_blank">Aborto não é solução</a></td>
<td width="110"><a href="http://br.groups.yahoo.com/group/Biodireito_Medicina/" target="_blank">Bio Direiro e Medicina</a></td>
<td><a href="www.biodireito-medicina.com.br">Bio Direito e Medicina Site</a></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" height="63"></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" valign="top">
<div><a href="http://www.mymemory.com.br" target="_blank"><img src="/new_imagens/lembrancas.jpg" alt="" width="151" height="51" /></a></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<div><a href="http://www.martacampos.com.br"><img src="http://bp0.blogger.com/_kh855AGwvCA/SFmB96ga_5I/AAAAAAAAAmo/savJH39OBNs/s400/logo_martacampos.jpg" alt="Marta Campos - Lingerie" /></p>
<p><strong>Lingerie</strong> by Marta Campos Underwear</a></div>
</td>
<td>
<div><a href="http://decorabrasil.com.br/"><img alt="" /><br />
alt="Decora Brasil - Móveis Casa e Decoração de Interiores"<br />
src=" http://www.gehspace.com/decorabrasil_logo.gif"<br />
border="0"&#62;</p>
<p>Decora Brasil - Móveis Casa e<br />
Decoração de Interiores</a></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3"></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3">
<div><a href="http://www.gehspace.com/"><img src="http://www.gehspace.com/bannergeh.gif" border="0" alt="Galeria de Arte &#124; Sexualidade &#124; Corporalidade" /></a></p>
<p><!-- In&#237;cio do c&#243;digo banner 1 --></p>
<div><a href="http://www.gehspace.com/campanha.htm" target="_blank"><img src="http://www.gehspace.com/campanha/artesolidaria3.gif" alt="Campanha Artistas Solidários - Divulgue essa idéia - www.gehspace.com - banner 1 - Geral" /></a></div>
<p><!-- Fim do c&#243;digo banner 1 --><br />
<a href="http://www.serpositivo.com.br/" target="_blank"><img src="http://www.serpositivo.com.br/serpositivo.jpg" alt="" width="154" height="51" /></a></div>
</td>
</tr>
<tr>
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href="http://redegehspace.blogspot.com/"&#62;<span style="color:#cc0000;font-size:xx-small;"><strong>Rede<br />
Gehspace.com:</strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;font-size:xx-small;">Link-Building e</p>
<p>Marketing em Mídias Sociais</span></a></p>
<p><a href="http://www.gehspace.com/arte.htm">Arte</a></p>
<p><a href="http://agendadoheadbanger.blogspot.com/">Agenda do Headbanger (666% Metal) &#124; Shows de Heavy Metal no Brasil</a></p>
<p><a href="http://artemcacos.blogspot.com/">Arte em Cacos</a></p>
<p><a href="http://autoconfianca.blogspot.com/">Auto-Confiança</a></p>
<p><a href="http://automoveisdomundo.blogspot.com/">Automóveis do Mundo</a></p>
<p><a href="http://www.blogbotafogo.blogspot.com/">Botafogo \ Fogão \ Futebol Carioca \ Alvinegro</a></p>
<p><a href="http://www.caldoquantico.blogspot.com/">Caldo Quântico</a></p>
<p><a href="http://meusitenaprimeirapaginadogoogle.blogspot.com/">Como aparecer na primeira página do Google?</a></p>
<p><a href="http://www.gehspace.com/amores.htm">Contos de Amor</a></p>
<p><a href="http://cordedentro.blogspot.com/">Cor de Dentro</a></p>
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<p><a href="http://alexiskauffmann.blogspot.com/">Cotidiano e Política</a></p>
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<p><a href="http://culinaria-grega.blogspot.com/">Culinária Grega</a></p>
<p><a href="http://www.mymemory.com.br">Memórias de um homem da noite</a></td>
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<p><a href="http://gehspace.blogspot.com/">Dicas de Arte by géh</a></p>
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<p><a href="http://www.gehspace.com/galeriageh.htm">Galeria de Arte</a></p>
<p><a href="http://introducao-ao-marketing.blogspot.com/">Introdução ao Marketing</a></p>
<p><a href="http://lingerie-martacampos.blogspot.com/">Blog da Lingerie Marta Campos</a></p>
<p><a href="http://mesadesaloon.blogspot.com/">Mesa de Saloon</a></p>
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<p><a href="http://personalidadelimitrofe.wordpress.com/">Personalidade Limítrofe</a></p>
<p><a href="http://www.gehspace.com/poesias.htm">Poemas de Amor</a></p>
<p><a href="http://receitas-culinarias-da-zelia.blogspot.com/">Receitas Culinárias da Zélia</a></p>
<p><a href="http://reviewsquadrinhos.blogspot.com/">Reviews de Quadrinhos</a></p>
<p><a href="http://seonoticiaseartigos.blogspot.com/">SEO Notícias e Artigos</a></p>
<p><a href="http://www.gehspace.com/sexualidade.htm">Sexualidade</a></p>
<p><a href="http://soropositivo.wordpress.com" target="_blank">Soropositivo Blog</a></p>
<p><a href="http://www.soropostivo.org">Soropositivo.org</a></p>
<p><a href="http://trilhasdefilmes.blogspot.com/">Trilhas Sonoras</a></p>
<p><a href="http://www.vinteeumamarchas.blogspot.com/">Vinte e Uma Marchas</a><a href="http://tulliusdetritus.multiply.com/journal" target="_blank"></p>
<p>Blog No Multiply - Variedades</a></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3">
<p align="center"><a href="http://multirede.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://bp1.blogger.com/_jtk9DHmIoEs/SCNMjPHIrgI/AAAAAAAACJQ/ALjvqOWOUgM/s400/bt-MultiredeH-150.gif" border="0" alt="" /></a></p>
<p align="center"><a href="http://almadomeusonho.blogger.com.br/" target="_blank"><img src="http://data.tumblr.com/Qgzu2cCrB7stdkfvELWxvldi_500.png" border="0" alt="" /></a><a href="http://amantedasimagens.wordpress.com" target="_blank"><img src="http://amantedasimagens.files.wordpress.com/2007/11/banner-amantes.jpg" border="0" alt="" /></a><a href="http://aobelprazer.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://bp3.blogger.com/_jtk9DHmIoEs/R4AOTMyNtMI/AAAAAAAABnY/1Kyj0fDjdb8/s200/btaobelprazer.gif" border="0" alt="" /></a></p>
<p align="center"><a href="http://blogdoinusitado.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://bp3.blogger.com/_jtk9DHmIoEs/R2-4lcyNsuI/AAAAAAAABis/SrIQ5Qe62Q8/s400/btinusitado150x50.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://cantodosgatos.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://bp3.blogger.com/_jtk9DHmIoEs/R3eNScyNtDI/AAAAAAAABlw/ptUFFrAj0TQ/s200/btgatos2.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://cartas-pra-voces.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://data.tumblr.com/Qgzu2cCrB7stcu47v92zc8Qe_500.png" border="0" alt="" /></a></p>
<p align="center"><a href="http://cultoasartes.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://bp2.blogger.com/_jtk9DHmIoEs/R-SOY5YN6zI/AAAAAAAAB20/hf8xUWDI9BU/s1600/culto-bt.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://outrosolhares.wordpress.com/" target="_blank"><img src="http://amantedasimagens.files.wordpress.com/2007/11/olhares.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://decifroedevoro.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://bp1.blogger.com/_lNpJ8WZl_ZI/R3ggFrF1wqI/AAAAAAAADs4/Ne2-7lt3KyI/s400/decifrobanner2.gif" border="0" alt="" /></a></p>
<p align="center"><a href="http://drizzlingnight.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://bp0.blogger.com/_jtk9DHmIoEs/R3Ji58yNs0I/AAAAAAAABjc/KGp-A7rAWvE/s400/btdrizzling150x50.gifht" border="0" alt="" /></a><a href="http://dos5aos50.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://bp0.blogger.com/_jtk9DHmIoEs/SCBVSiiYN8I/AAAAAAAACIs/HiCrqgzicio/s400/bt-dos5aos50.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://eternasrainhas.blogspot.com" target="_blank"><img src="http://amantedasimagens.files.wordpress.com/2007/11/eternas-rainhas.gif" border="0" alt="" /></a></p>
<p align="center"><a href="http://estadodelitio.wordpress.com" target="_blank"><img src="http://amantedasimagens.files.wordpress.com/2007/11/banner-paty.jpg" border="0" alt="" /></a><a href="http://shotbabes.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://media.tumblr.com/dD5KjVVd58na00zj7nK3ARm9_500.jpg" border="0" alt="" /></a><a href="http://fatuosofisma.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://bp1.blogger.com/_lNpJ8WZl_ZI/R8deXOwQ4sI/AAAAAAAAEnQ/R8D3uhgELG4/s1600/fatuosofisma.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p align="center"><a href="http://gavetadelinks.blogspot.com" target="_blank"><img src="http://img517.imageshack.us/img517/5174/gaveta1024basepcpv3.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://glamournudes.wordpress.com" target="_blank"><img src="http://media.tumblr.com/dD5KjVVd58n9yv0aKfWmb4Lv_500.jpg" border="0" alt="" /></a><a href="http://guarda-chuvaeguarda-sol.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://bp1.blogger.com/_lNpJ8WZl_ZI/R0NRZgCGYxI/AAAAAAAAC1c/R0ddAUAmDZ4/s400/gcgs1.gif" border="0" alt="" /></a></p>
<p align="center"><a href="http://imaginarioconcreto.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://bp3.blogger.com/_jtk9DHmIoEs/R0mxDH2kNII/AAAAAAAABOE/MnQHYVfF9G8/s400/imaginariobanner2.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://linksdanina.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://bp1.blogger.com/_lNpJ8WZl_ZI/SAKQuEJB0_I/AAAAAAAAE80/lSxmWhm1K8k/s1600/linksninapiscinapequen" border="0" alt="" /></a><a href="http://peroquelashay.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://bp1.blogger.com/_jtk9DHmIoEs/R2A9ezu89kI/AAAAAAAABak/6wNmYNl9Kpw/s400/peroquelashayp150b.gif" border="0" alt="" /></a></p>
<p align="center"><a href="http://heliojenne.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://www.geocities.com/scubi.geo/imagens/meubluesp.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://mercado0800.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://data.tumblr.com/L0VZblnFp7lnehm5R9mcix3e_500.png" border="0" alt="" /></a><a href="http://morangocomchantilly.wordpress.com" target="_blank"><img src="http://amantedasimagens.files.wordpress.com/2007/11/banner-morango.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p align="center"><a href="http://deolhonoblog.blogspot.com" target="_blank"><img src="http://media.tumblr.com/dD5KjVVd58n9zimvV6oWae1D_500.jpg" border="0" alt="" /></a><a href="http://patuskinha.wordpress.com/" target="_blank"><img src="http://media.tumblr.com/dD5KjVVd58n9zrzu2myxWsEO_500.jpg" border="0" alt="" /></a><a href="http://penseiravirtual.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://bp2.blogger.com/_jtk9DHmIoEs/R3MRFMyNs4I/AAAAAAAABkI/iQF78uj3Ig4/s400/pensseira150x50.gif" border="0" alt="" /></a></p>
<p align="center"><a href="http://perfumesearomas.blogspot.com/" target="_blank"> <img src="http://bp1.blogger.com/_lNpJ8WZl_ZI/SB5O90D-NII/AAAAAAAAFVQ/BvgIufn8iTk/s1600/bt-perfumes5.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://plataformavirtual.wordpress.com" target="_blank"><img src="http://data.tumblr.com/Qgzu2cCrB7suj80n07aO11WN_500.png" border="0" alt="" /></a><a href="http://volupia.wordpress.com/" target="_blank"><img src="http://data.tumblr.com/Qgzu2cCrB7stegfslWXukI1C_500.png" border="0" alt="" /></a></p>
<p align="center"><a href="http://redrulezblog.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://bp2.blogger.com/_jtk9DHmIoEs/SDgMt9QptpI/AAAAAAAACPM/qyr_1dAs4Hk/s1600/bt-redrulezb.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://ruivamenina.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://bp2.blogger.com/_jtk9DHmIoEs/SAJtOcLNMxI/AAAAAAAAB7Y/tRfjHtiiMpA/s1600/btruivamenina.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://ninavictor.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://bp2.blogger.com/_jtk9DHmIoEs/R-Hu8pYN6vI/AAAAAAAAB2U/UPMNJ6smdLo/s1600/selo-reservaopt.gif" border="0" alt="" /></a></p>
<p align="center"><a href="http://semanadoamor.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://bp0.blogger.com/_jtk9DHmIoEs/R3M27syNs8I/AAAAAAAABko/8kAwiVySJLY/s400/btsemana150x50c.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://sensualizarte.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://data.tumblr.com/Qgzu2cCrB7sshbevmHAepqOR_500.png" border="0" alt="" /></a><a href="http://scubi.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://www.geocities.com/hljenne/images/umlobobannerp.gif" border="0" alt="" /></a></p>
<p align="center"><a href="http://viliouvi.blogspot.com/" target="_blank"><img src="http://bp1.blogger.com/_jtk9DHmIoEs/R-SBJpYN6yI/AAAAAAAAB2s/Jd4rN2Nd_d0/s1600/selo-%2Bviliouvi2.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://insolita.wordpress.com" target="_blank"><img src="http://amantedasimagens.files.wordpress.com/2007/11/banner-viagem.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" height="18" valign="top">
<div>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="603" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="427">
<div><a href="http://www.martacampos.com.br"></a></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" height="18" valign="top">
<p align="center"><a href="http://www.martacampos.com.br"></p>
<p></a></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><a href="http://www.mobofix.com" target="_blank"><img src="http://www.soropositivo.org/new_imagens/SPONSOREDSITES/MOBOFIX-MINI.gif" alt="mOBOFIX" /></a></td>
<td width="209" valign="top">
<div><a href="http://soro-positivo.zip.net">soro-positivo.zip.net</a></div>
</td>
<td valign="top">
<div><a href="http://www.mobofix.com.br" target="_blank"><img src="http://www.soropositivo.org/new_imagens/SPONSOREDSITES/MOBOFIX-MINI.gif" alt="mOBOFIX" /></a></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[França/HIV: Seropositivos em tratamento não podem dispensar preservativo, diz estudo]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=788</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 11:09:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.pt.wordpress.com/2008/07/25/francahiv-seropositivos-em-tratamento-nao-podem-dispensar-preservativo-diz-estudo/</guid>
<description><![CDATA[ Paris, 24/07 - Um estudo australiano contestou um relatório suíço segundo o qual uma pessoa cont]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span class="arial12"> Paris, 24/07 - Um estudo australiano contestou um relatório suíço segundo o qual uma pessoa contaminada com o vírus do HIV em tratamento anti-retroviral poderia dispensar o uso de preservativo na relação sexual, afirmando que sem protecção os riscos de contaminação são quatro vezes maiores.</p>
<p>Este novo estudo, que será publicado sexta-feira na revista britânica The Lancet, foi realizado por uma equipa conduzida pelo doutor David Wilson, da Universidade de New South Wales (Sydney), que utilizou um modelo matemático para calcular os riscos.</p>
<p>O relatório da Comissão suíça da SIDA dizia que se o vírus da doença não aparecesse no exame de sangue durante seis meses e se o paciente seropositivo não apresentasse nenhuma outra infecção sexualmente transmissível, um casal "serodiferente" (com um membro seropositivo e outro seronegativo) poderia renunciar ao uso da camisinha.</p>
<p>No entanto, para a equipa de David Wilson, apesar de o risco de transmissão do vírus ser baixo neste caso, não é igual a zero, porque o vírus nunca desaparece totalmente.</p>
<p>O estudo determinou que a probabilidade acumulada, com uma média de 100 relações sexuais por ano sem protecção, era de 0,22% por ano para as transmissões de mulher para homem, 0,43% para as transmissões de homem para a mulher, e 4,3% para as transmissões de homem para homem. Em dez anos e numa população de 10 mil casais "sorodiferentes", 215 homens e 425 mulheres seriam infectados após uma relação heterossexual e 3.524 homens após relações homossexuais. O que corresponde, segundo a Lancet, a riscos quatro vezes maiores sem a protecção.</p>
<p>Num comentário, a Lancet destacou que para os suíços "existe um piso", abaixo do qual uma quantidade ínfima de vírus não pode provocar infecção, enquanto que para os pesquisadores australianos o risco só diminui progressivamente, sem a existência de um piso.</p>
<p>Diante de uma incerteza como esta, é mais prudente combinar o tratamento com o uso de preservativos, indicou a revista.</span></p>
<p>(AngolaPress - 24.07.2008 )</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudo conclui que os doentes com sida têm mais 13 anos de esperança média de vida]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=772</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 10:24:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.pt.wordpress.com/2008/07/25/estudo-conclui-que-os-doentes-com-sida-tem-mais-13-anos-de-esperanca-media-de-vida/</guid>
<description><![CDATA[Evolução das terapias múltiplas promoveu a adesão dos pacientes à medicação
Os doentes com si]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Evolução das terapias múltiplas promoveu a adesão dos pacientes à medicação</p>
<p>Os doentes com sida ganharam mais 13 anos de esperança média de vida na última década graças ao melhoramento dos antirretrovirais. Esta é a conclusão do estudo da equipa de Robert Hogg, do British Colombia Centre for Excellence in HIV/AIDS, em Vancôver, no Canadá, publicado hoje num número especial da revista científica The Lancet sobre a sida.<br />
A investigação reuniu dados de países europeus, do Canadá e dos Estados Unidos e comparou a mortalidade e a esperança média de vida de pacientes com o HIV entre os anos 1996/99 e 2003/05.<br />
O que está por trás das boas notícias foi o aperfeiçoamento dos antirretrovirais. Quando começaram a ser usadas combinações de medicamentos, em meados dos anos 90 , envolviam a toma de três químicos, que impediam a replicação do vírus e dificultavam o desenvolvimento de resistência aos medicamentos.<br />
Na altura, a rotina das tomas e os efeitos secundários da terapia pioravam o nível de vida dos pacientes e estes acabavam por rejeitar a terapia, apesar dos benefícios.<br />
"Passámos de 20 comprimidos diários para um", disse ao PÚBLICO por telefone o médico Francisco Antunes, chefe do Serviço de Doenças Infecciosas do Hospital de Santa Maria. A investigação foi tornando as terapias mais eficientes, mais bem toleradas e com uma dosagem simplificada, aumentando a adesão dos doentes.<br />
O artigo diz que se uma pessoa de 20 anos começasse a fazer o tratamento no período de 1996/99 teria em média mais 36,1 anos de vida. Mas se iniciasse o tratamento em 2003/05 a média subiria para 49,4 anos - um acréscimo superior a 13 anos. Por outro lado, no mesmo intervalo, a mortalidade passou de 16,3 para dez pessoas em cada mil - uma diminuição de 40 por cento.<br />
Mas as melhorias não são iguais para todos. As pessoas infectadas por seringas têm uma esperança de vida bastante menor. As mulheres vivem ligeiramente mais que os homens.<br />
No estudo, fica claro a importância de iniciar a medicação o mais rapidamente possível. As células do sistema imunitário que são atacadas pelo HIV, os linfócitos CD4+, vão diminuindo à medida que o tempo passa, e "quantos mais linfócitos CD4+ tivermos, mais conseguimos recuperar", explica o médico. Um número baixo destas células torna-nos muito vulneráveis a qualquer agente patogénico.<br />
Em Portugal a Comissão de Luta contra a Sida diz que as tendências são iguais. Mesmo assim, apesar de os tratamentos serem grátis e estarem facilitados (o Estado gasta por ano 150 milhões de euros), a esperança média de vida continua abaixo da das pessoas saudáveis.</p>
<p><span style="font-family:Georgia,Times New Roman,Times,serif;font-size:21px;font-weight:bold;color:#000000;text-decoration:none;">Novo medicamento  a  caminho?</span></p>
<p><span style="font-family:Georgia,Times New Roman,Times,serif;font-size:12px;color:#000000;text-decoration:none;">2</span>Um novo tipo de medicamento que combate o HIV está na útlima fase de ensaios clínicos, com bons resultados. O raltegravir é a primeira droga a inibir a integrase, uma molécula que permite que o material genético do HIV possa integrar-se no ADN da célula hospedeira e replicar-se. Estas células transformam-se em santuários para o vírus, ou seja, mesmo que os antirretrovirais matem todos os vírus, o material genético integrado pode produzir novos vírus. "Este medicamento pode contribuir para que o doente que tem o vírus suprimido possa eliminar os santuários celulares", explicou Francisco Antunes. O tratamento não funciona sozinho, necessita da ajuda dos antirretrovirais. N.F.</p>
<p>(Público - 25.07.2008 )</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Única instituição de apoio a seropositivos no Algarve está falida]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=766</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 09:07:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.pt.wordpress.com/2008/07/24/unica-instituicao-de-apoio-a-seropositivos-no-algarve-esta-falida/</guid>
<description><![CDATA[O Movimento de Apoio à Problemática da SIDA, uma IPSS ligada à saúde que é a única instituiç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Movimento de Apoio à Problemática da SIDA, uma IPSS ligada à saúde que é a única instituição de apoio a seropositivos em funcionamento no Algarve, encontra-se em situação de falência. Já há quatro meses de ordenados em atraso e as dívidas ascendem a 300 mil euros. Foi nomeada uma comissão provisória de gestão para tentar resolver os problemas.</p>
<p>Uma responsável pelo Movimento de Apoio à Problemática da SIDA (MAPS), a única instituição de apoio a seropositivos em funcionamento no Algarve, alertou a imprensa para a problemática situação financeira da organização, com dívidas no valor de 300 mil euros.</p>
<p>O MAPS tem já casos de trabalhadores com quatro meses de ordenados em atraso, tendo o quadro de pessoal sido reduzido a menos de metade, pondo em causa o apoio a doentes e sem-abrigo da região do Algarve.</p>
<p>Os serviços prestados pelo MAPS incluem o apoio a mais de 70 pessoas, em regime domiciliário ou internadas em centros temporários de acolhimento.</p>
<p>Com graves acusações à "danosa" gestão dos anteriores responsáveis pelo MAPS, a Comissão de Gestão recentemente nomeada apelou, em comunicação à imprensa, ao apoio das autarquias, ao mecenato e ao voluntariado.</p>
<p>(Esquerda - 22.07.2008 )</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uganda: Sem recursos, país nega tratamento a gays HIV+ ]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=429</link>
<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 07:31:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.pt.wordpress.com/2008/06/04/uganda-sem-recursos-pais-nega-tratamento-a-gays-hiv/</guid>
<description><![CDATA[O governo da Uganda afirmou nesta segunda-feira (2) que seu Programa de Tratamento anti-HIV não se ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:0;" lang="pt-BR">O governo da Uganda afirmou nesta segunda-feira (2) que seu Programa de Tratamento anti-HIV não se estenderá aos "gays ilegais do país", porque a Uganda não possui recursos para atender a todos os infectados.</p>
<p style="margin-bottom:0;" lang="pt-BR">"Os gays são um dos principais responsáveis pelo alastramento da AIDS na Uganda, e motivados por escassez de recursos, não poderemos direcionar nossos programas de tratamento a eles", afirmou o Secretário da Comissão Para AIDS, Kihumuro Apuuli.</p>
<p style="margin-bottom:0;" lang="pt-BR">Apuuli afirmou que o foco do governo neste momento são os profisisonais do sexo e os motoristas de caminhões, assim como pescadores de comunidades distantes e membros das forças armadas.</p>
<p style="margin-bottom:0;" lang="pt-BR">Num país em que a Justiça chega a punir homossexuais com sentenças de prisão perpétua, é natural que maioria dos homossexuais esconda a sua orientação sexual. Entretanto, ativistas estimam que a comunidade gay da Uganda chegue a 500 mil pessoas, de uma população total de 27 milhões de habitantes.</p>
<p style="margin-bottom:0;" lang="pt-BR">(Mix Brasil - 03.05.2008 )</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ÁFRICA: Exclusão de seropositivos do exército inconstitucional ]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=408</link>
<pubDate>Thu, 29 May 2008 09:23:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.pt.wordpress.com/2008/05/29/africa-exclusao-de-seropositivos-do-exercito-inconstitucional/</guid>
<description><![CDATA[JOHANNESBURG, 29 Maio 2008 (PlusNews) - A Suprema Corte da África do Sul em Pretória determinou qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>JOHANNESBURG, 29 Maio 2008 (PlusNews) - A Suprema Corte da África do Sul em Pretória determinou que a exclusão do exército de pessoas seropositivas no recrutamento, promoção e mobilização de tropas no exterior é inconstitucional.</p>
<p>“Não é um caso de relevância do HIV num contexto militar”, argumentou o advogado sénior Gilbert Marcus. “Trata-se da exclusão do recrutamento, promoção e mobilização de pessoas seropositivas, sem nenhuma avaliação individual de seu estado de saúde.”</p>
<p>O processo contra a Força de Defesa Nacional Sul-Africana (SANDF, em inglês), que poderia constituir um precedente para as Forças Armadas a nível internacional, foi levado à Corte pelo Sindicato das Forças de Segurança Sul-Africana (SASFU, em inglês), organização que representa os empregados da SANDF, e por dois homens a quem foi negada qualquer possibilidade de mobilização ou oportunidades de trabalho devido à sua seropositividade.</p>
<p>Marcus, que representou os dois homens e o sindicato, disse que quase 25 por cento dos empregados do SANDF são seropositivos.</p>
<p>O que estava em jogo era a política atual da SANDF, que exclui todo seropositivo do recrutamento, promoção e emprego no exterior. Os advogados representando a SASFU e os homens argumentaram que esta política é inconsistente com a política formulada pelo gabinete.</p>
<p>O SANDF admitiu que a exclusão era inconstitucional e disse que esta política, juntamente com a classificação de estado de saúde usada para justificá-la, já estava a ser revisada.</p>
<p>O juiz da Suprema Corte Roger Claassen emitiu uma interdição no início de Maio, dando à SANDF seis meses para apresentar à Corte uma nova política que leve em conta os indicadores de saúde tais como a contagem CD4 (que mede a força do sistema imunitário) e aptidões físicas gerais na avaliação dos funcionários.</p>
<p>A nova política também deverá ser aprovada pelos advogados do Projecto de Lei para a SIDA (ALP, em inglês), organização sul-africana sem fins lucrativos especializada no auxílio a seropositivos em casos de discriminação. A organização também ajudou a SASFU e os requerentes a levar o caso à Corte.</p>
<table style="width:160px;background-color:#e5ccbf;border:#800000 1px solid;margin:2px 8px 8px;padding:5px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td style="color:#800000;font-family:tahoma;" align="left" bgcolor="#e5ccbf"><img src="http://www.irinnews.org/images/design/PN/quotopenPN.jpg" border="0" alt="''" height="18" align="left" /><strong>O governo é um empregador importante. Não é que todos gostem de combate, mas para muitas pessoas o exército é um emprego.</strong><img src="http://www.irinnews.org/images/design/PN/quotclosePN.jpg" border="0" alt="''" height="18" align="absMiddle" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O juiz decidiu que Sipho Mtehthwa, um dos requerentes e um membro da SANDF, que é especialista em armas e oficial encarregado do treinamento físico, deveriam ser autorizados a mobilizar-se com sua unidade durante um período de quatro meses, como parte do próximo rodízio.</p>
<p><strong>Estabelecendo o padrão </strong></p>
<p>O director executivo da ALP, Mark Heywood, disse que a organização tinha estado a combater a proibição do HIV no exército durante os últimos 13 anos. Para ele, este caso criaria um precedente para outros militares da região e também de todo o mundo.</p>
<p>“O governo é um empregador importante”, acrescentou Heywood. “Não é que todos gostem do combate, mas para muitas pessoas o exército é um emprego.”</p>
<p>O companheiro requerente de Mthethwa, que preferiu manter o anonimato e que tinha sido recusado pelo SANDF devido à sua condição, disse: “O pior disso tudo é o fato de não ser aceito para fazer uma coisa que realmente queres fazer [alistar-se no exército], mas por causa de uma coisa só, o fato de ser seropositivo. É por isso que decidi ir à Corte e lutar contra isto.”</p>
<p>A conclusão do procedimento de contratação para recrutas seropositivos será provavelmente suspenso até que seja preparado um projeto da nova política, mas a decisão do juiz Claassen já garantiu ao companheiro requerente de Mthethwa um emprego imediato.</p>
<p><strong>HIV proibido nas Forças Armadas </strong></p>
<p>Na África Austral, a Zâmbia ainda impõe uma proibição do HIV com respeito às forças armadas, mas Botsuana e Namíbia não.</p>
<p>Angola também não tem legislação que impeça o ingresso ou a promoção de seropositivos dentro do exército, mas o estigma impede que a questão seja discutida abertamente.</p>
<p>O país viveu 27 anos de guerra civil e só a partir de 2002 passou a experimentar dias de paz. Por isso, sua existência como nação independente é pautada por alta e constante militarização.</p>
<p>Evaristo David, 22, é activista nas Forças Armadas em Luanda e desenvolve campanhas de conscientização sobre HIV entre militares, além de fazer testagem e aconselhamento.</p>
<table style="border-right:#bbbbbb 1px solid;border-top:#cccccc 1px solid;border-left:#cccccc 1px solid;width:180px;border-bottom:#bbbbbb 1px solid;background-color:#eeeeee;margin:2px 5px 8px 0;padding:5px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td style="padding-top:3px;" align="right"><img style="margin-top:3px;margin-bottom:5px;" src="http://www.irinnews.org/images/2007/200712212.JPG" alt="" /><br />
<span class="ImgCreditCaption" style="padding-right:2px;margin-top:10px;font-size:6.5pt;vertical-align:top;color:#999999;font-family:Tahoma;">Photo: <a href="http://www.acordinternational.org/" target="_blank">ACORD</a> <a href="http://www.irinnews.org/PhotoDetail.aspx?ImageId=200712212" target="_blank"><img style="border-style:none;" src="http://www.irinnews.org/images/design/magnify.gif" alt="" align="absMiddle" /></a></span></td>
</tr>
<tr>
<td class="ImgCreditCaption" style="font-size:7pt;font-family:Tahoma;">HIV nas tropas angolanas: comum, mas pouco discutido</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Segundo ele, quem descobre ser seropositivo no exército pode permanecer no serviço militar, mas isso não é garantia contra a discriminação.</p>
<p>“Nós geralmente pedimos permissão ao paciente para comunicar os superiores de que o teste voltou positivo, porque só assim é possível solicitar os antiretrovirais ao Ministério da Saúde”, explica. “Mas os colegas do paciente nunca ficam sabendo, para evitar o estigma.”</p>
<p>David afirma que o HIV nas Forças Armadas é mais comum do que se pensa. Depois de uma palestra de conscientização na semana passada, 26 participantes quiseram ser testados. Sete resultados voltaram positivos.</p>
<p>“A SIDA ainda é tabu dentro do exército”, afirmou Pombal Maria, coordenador da organização não-governamental angolana Acção Humana. “Por isso, a maioria das campanhas sobre HIV/SIDA são feitas dentro das próprias Forças Armadas, sem muito envolvimento da sociedade civil.” pLUS<br />
(PlusNews - 29.05.2008 )</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MOÇAMBIQUE: Tenho muito a dar a este país ]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=388</link>
<pubDate>Sun, 25 May 2008 12:05:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.pt.wordpress.com/2008/05/25/mocambique-tenho-muito-a-dar-a-este-pais/</guid>
<description><![CDATA[ 




Photo: Abraço 


 



MAPUTO, 23 Maio 2008 (PlusNews) - Quando recebeu o resultado positivo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span class="reportbody" style="text-align:justify;"><span> </p>
<table style="border-right:#bbbbbb 1px solid;border-top:#cccccc 1px solid;border-left:#cccccc 1px solid;width:120px;border-bottom:#bbbbbb 1px solid;background-color:#eeeeee;margin:2px 5px 8px 0;padding:5px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td style="padding-top:3px;" align="right"><img style="margin-top:3px;margin-bottom:5px;" src="http://www.irinnews.org/images/2007/200709214.JPG" alt="" /><br />
<span class="ImgCreditCaption" style="padding-right:2px;margin-top:10px;font-size:6.5pt;vertical-align:top;color:#999999;font-family:Tahoma;">Photo: <a href="http://www.abraco.org.pt/" target="_blank">Abraço</a> <a href="http://www.irinnews.org/PhotoDetail.aspx?ImageId=200709214" target="_blank"><img src="http://www.irinnews.org/images//design/magnify.gif" alt="" align="absMiddle" /></a></span></td>
</tr>
<tr>
<td class="ImgCreditCaption" style="font-size:7pt;font-family:Tahoma;"> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>MAPUTO, 23 Maio 2008 (PlusNews) - Quando recebeu o resultado positivo de seu teste de HIV, a primeira reacção do universitário moçambicano Lauro* foi achar que a senhora que o atendia estava a lhe pregar uma peça.</p>
<p>Não estava.</p>
<p>Foi um baque. O rapaz, que até então nunca tinha ficado doente, perdeu oito quilos em uma semana. A princípio, escondeu a verdade de todos. Depois contou a seus pais e à namorada. Sua família o apoiou. A namorada pôs fim à relação.</p>
<p>Hoje, Lauro está no último ano da faculdade. Mantém-se saudável, participa do grupo de evangelização de sua igreja e diz que “tem muito a dar a este país”. “Não estou doente. Sou apenas seropositivo, o que é diferente”, diz.</p>
<p>Ele ressalta que os universitários também são vulneráveis, apesar de terem mais informação. “Muitas vezes o problema não é a falta de informação. Tudo depende de como se faz a gestão dessa informação”, explica.</p>
<p></span></span></p>
<h5 class="reporttitle"><span>Não estou doente. Sou apenas seropositivo.</span></h5>
<p>Lauro*</p>
<p>Nasci na cidade da Beira, em 1983. Vivi muitos anos em Nampula, no norte de Moçambique, onde cresci e tive a minha formação secundária.</p>
<p>Agora frequento o último ano do meu curso na minha universidade, em Maputo. Moro numa residência universitária com outros estudantes de cursos diferentes.</p>
<p>Sou cristão e frequento a igreja Assembléia de Deus. Sou membro de um grupo de jovens que cantam rap para evangelizar. Nas nossas canções incluímos também mensagens sobre SIDA.</p>
<p>Sou seropositivo e soube dessa situação em 2006, quando fiz o teste de HIV. Não me é fácil saber onde, quando e como fiquei infectado, mas julgo que não foi bastante tempo porque nunca fiquei doente. Nunca tive crise de saúde.</p>
<p>Comecei a sentir alguns sintomas estranhos como feridas por baixo do braço, mas que não doíam. Corri logo ao hospital e o médico aconselhou-me a fazer o teste de HIV. Eu nunca pensei que pudesse ser seropositivo, por isso não hesitei em ir.</p>
<p>No dia seguinte fui ao Gabinete de Aconselhamento e Testagem Voluntária do Centro de Saúde Primeiro de Maio em Maputo e fiz o teste. Alguns minutos depois a senhora que me atendeu anunciou-me o resultado.</p>
<p>Era positivo. Não acreditei. Primeiro pensei que ela estivesse a gozar comigo, mas era mesmo verdade. Mostrou-me os papéis e confirmei.</p>
<p>Chorei bastante antes de sair daquela sala, mas a senhora desempenhou um papel muito importante naquele momento. O seu aconselhamento fortificou-me. Na verdade, disse-me tudo aquilo que eu já sabia, mas o disse de uma forma diferente. Convenceu-me de que eu não estava morto. Que estava apenas infectado com o vírus, mas não doente.</p>
<p><strong>Enfrentando a realidade </strong></p>
<p>Embora o aconselhamento daquela profissional tivesse sido muito importante para mim naquele dia, confesso que toda aquela semana sofri bastante. Eu pesava 60 quilos antes do teste, mas perdi volta de oito em uma só semana.</p>
<p>Aquela verdade me feria, mas não a queria compartilhar com ninguém. Escondi a verdade de todos: dos meus colegas do quarto e da faculdade, dos professores, da minha namorada e dos meus pais na Beira.</p>
<p>Nas férias de Junho daquele ano viajei a Beira e contei a verdade aos meus pais. Eles ficaram chocados no início, mas deram-me uma grande força. Meu pai convocou uma reunião em casa e chamou meus dois irmãos, para informar-lhes sobre o meu estado.</p>
<p>Graças a Deus, todos me deram força e continuam a dar-me até hoje.</p>
<p>Na época tinha uma namorada. Ela era minha conterrânea, mas conhecemo-nos na universidade. Depois dos meus pais, chegava a vez de enfrentar a minha parceira. Quando lhe informei da minha situação, ela preferiu romper com a relação.</p>
<p>Não me zanguei com ela. Estava no seu direito decidir se queria ou não continuar comigo. A moça tinha apenas 21 anos e não era justo forçá-la a ficar comigo.</p>
<p>Felizmente ela não estava infectada, pois usávamos sempre o preservativo. Depois de romper com a relação, decidi ficar sozinho e concentrar-me nos meus estudos.</p>
<p>Comecei a medicar logo que soube da minha situação. Os medicamentos nunca me causaram efeitos negativos. Foi bom ter sabido do meu estado a tempo.</p>
<p><strong>Ser universitário seropositivo<br />
</strong><br />
Eu tenho um nível de percepção suficiente para entender que minha vida não terminou. Sou um jovem saudável, tenho 24 anos e tenho muito a dar a este país. Não estou doente, isso deve ficar claro. Sou apenas seropositivo, o que é diferente. Os médicos dizem que estou bastante bem.</p>
<p>Se não interromper o tratamento antiretroviral poderei permanecer saudável durante cerca de 20 anos. Não bebo, não fumo e decidi, por enquanto, não envolver-me sexualmente com ninguém. Isso me vai ajudar a resistir a doenças oportunistas.</p>
<p>Mesmo assim, não posso revelar-me seropositivo diante de meus colegas da residência e da turma. Se o fizer, vou sofrer muita discriminação. Nem quero imaginar o isolamento que eles me vão causar. Assim me tratam como pessoa normal e me respeitam. Se soubessem que estou infectado eu estaria numa situação diferente.</p>
<p>Portanto, nem os professores nem os colegas sabem da minha situação. E prefiro que não saibam, pelo menos durante a minha formação.</p>
<p>Quando falo sobre minha situação a pesquisadores e jornalistas, peço sempre que me garantam anonimato. Mais do que meu nome, o mais importante é o que tenho a dizer. A discriminação é muito forte e não gostaria de experimentá-la.</p>
<p><strong>Universitários também são vulneráveis </strong></p>
<p>É lógico que os universitários são mais informados que outras pessoas. Nós somos a minoria esclarecida. Mas muitas vezes o problema não é a falta de informação. Tudo depende de como se faz a gestão dessa informação.</p>
<p>Eu conhecia as maneiras pelas quais se apanha o HIV, mas não consegui controlar-me. Estar mais informado não significa ser menos vulnerável. Eu não concordo com a ideia de que os mais informados são menos vulneráveis. É mentira. Há dados que provam que nas universidades há muitos estudantes seropositivos.</p>
<p>*nome fictício</p>
<p>(PlusNews - 23.05.2008 )</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Contaminação por omissão ]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=386</link>
<pubDate>Sun, 25 May 2008 11:46:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.pt.wordpress.com/2008/05/25/contaminacao-por-omissao/</guid>
<description><![CDATA[Agência FAPESP – Um levantamento feito com 272 casos de indivíduos que doaram sangue na Fundaç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Agência FAPESP</strong> – Um levantamento feito com 272 casos de indivíduos que doaram sangue na Fundação Pró-Sangue, em São Paulo, apesar de estarem infectados com o vírus da Aids, apontou que 48,9% omitiram fatores de risco durante a triagem, o que poderia ter evitado a coleta.</p>
<p>O estudo foi feito por César de Almeida Neto, chefe do Departamento de Notificações e Orientação de Doadores com Sorologias Alteradas da fundação, e apresentado no início do ano como tese de doutorado na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p>Almeida Neto avaliou o perfil de doadores de sangue portadores do HIV entre 1999 e 2003, por meio de um estudo caso-controle, no qual 272 doadores de sangue confirmadamente positivos para a doença, a maioria do sexo masculino, foram comparados com um grupo controle de 468 doadores sem a doença. Os indivíduos foram entrevistados antes e depois da doação.</p>
<p>“A entrevista realizada antes da coleta de sangue tem o objetivo de identificar situações de risco que o indivíduo tenha vivido nos últimos meses, uma vez que os exames convencionais para a detecção do vírus da Aids podem não detectá-lo em um primeiro momento, devido ao período que chamamos de janela imunológica. No caso do HIV, a formação de anticorpos no organismo, que permite a detecção da doença, ocorre de quatro a oito semanas após a infecção”, disse o pesquisador à <strong>Agência FAPESP</strong>.</p>
<p>“Isso significa que se um indivíduo se contamina hoje, e daqui a uma semana vai doar sangue, a doença ainda não se manifestou e seu exame provavelmente dará negativo. Com isso, o sangue do doador pode ser liberado normalmente para uso por outros pacientes, mesmo que esteja com o vírus da Aids. A triagem antes da doação é realizada para identificar riscos potenciais nesse período de janela imunológica”, destacou.</p>
<p>Segundo Almeida Neto, uma mesma bolsa de sangue infectada, ao ser liberada para uso, pode contaminar vários pacientes, uma vez que o sangue normalmente é fracionado em componentes como hemácias, plasma e plaquetas, que podem ser utilizados em três pessoas diferentes, contaminando-as.</p>
<p>“Mesmo seguindo todos os procedimentos de segurança, ainda existe o que chamamos de risco residual. Em qualquer lugar do mundo o sangue é uma importante fonte de transmissão de doenças. Ao serem questionados antes da coleta, muitos indivíduos têm vergonha de assumir os fatores de riscos e negligenciam esse tipo de informação. Outra hipótese é que alguns deles usaram os serviços do banco de sangue para simplesmente fazer ou comprovar o teste do HIV”, disse.</p>
<p>“Calcula-se que, no Estado de São Paulo, o risco residual de infecção por Aids em períodos de janela imunológica seja de uma a cada 60 mil transfusões de sangue”, disseAlmeida Neto.</p>
<p>Para que isso não ocorra, o pesquisador explica que os interessados em fazer o exame do HIV devem procurar o Centro de Referência de Treinamento em Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e Aids, e não os bancos de sangue.</p>
<p>Fatores de risco potenciais para a Aids, além de dados demográficos dos doadores, número de doações prévias, comportamento sexual e associação com os demais marcadores de triagem sorológica foram algumas informações coletadas nas entrevistas.</p>
<p>O estudo destacou, como fatores de risco para o HIV, entre os homens, as relações sexuais com outros homens, pagar ou receber dinheiro em troca do sexo e ter tido duas ou mais parceiras nos últimos 12 meses. As mulheres com parceiro sexual usuário de drogas injetáveis ou que tiveram dois ou mais parceiros nos últimos 12 meses foram as que apresentaram mais riscos.</p>
<p>Mais informações: <strong><a href="http://www.crt.saude.sp.gov.br" target="_blank">www.crt.saude.sp.gov.br</a></strong></p>
<p>(<span style="font-family:Verdana;">Thiago Romero /</span>Agência FAPESP - 16.05.2008 )</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conceptos básicos sobre el SIDA]]></title>
<link>http://mondomedico.wordpress.com/?p=241</link>
<pubDate>Sun, 18 May 2008 11:42:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sophie</dc:creator>
<guid>http://mondomedico.pt.wordpress.com/2008/05/18/conceptos-basicos-sobre-el-sida/</guid>
<description><![CDATA[Muchos sabemos o creemos saber qué es el SIDA: una enfermedad que antes era letal y ahora se ha con]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://mondomedico.wordpress.com/files/2008/05/sida.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-242" src="http://mondomedico.wordpress.com/files/2008/05/sida.jpg?w=300" alt="" width="175" height="157" /></a>Muchos sabemos o creemos saber qué es el SIDA: una enfermedad que antes era letal y ahora se ha conseguido convertir en crónica. Sin embargo, a la hora de hablar de él, existen una serie de conceptos que es necesario que tengamos claros para poder hablar con precisión, sin confundirnos ni liarnos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>1</strong>. <strong>¿Qué es el VIH?</strong> El VIH es el <strong>virus de la inmunodeficiencia humana</strong>, virus que infecta al organismo atacando al sistema inmune.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>2. </strong><strong>¿Qué esl el SIDA?</strong> Es el  <strong>síndrome de inmunodeficiencia humana</strong>. La inmunodeficiencia es un estado del cuerpo en el que éste no tiene defensas ante los gérmenes tanto del exterior(<strong> gérmenes exógenos</strong>) como del interior (<strong> flora saprofita</strong>) y por tanto es muy fácil sufrir una infección y padecer grandes destrozos al no poder defendernos nuestro sistema inmunitario.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>3.</strong><strong> ¿Cómo se transmite el VIH?</strong> El VIH se transmite por la sangre, el semen, los fluidos vaginales y la leche materna, especialmente al ponerse en contacto con mucosas o con heridas abiertas. Al introducirse en el organismo, este virus busca a los <strong>linfocitos </strong>( los glóbulos blancos), por los que manifiesta un gran <strong>tropismo</strong> ( apetencia), especialmente por un tipo de linfocitos, los llamado<strong> CD4</strong>. Estos linfocitos son muy importantes, puesto que se encargan de coordinar al resto de células defensivas para ofrecer una respuesta inmune eficaz. El virus se pega a ellos, penetra en su interior y busca el ADN de la célula, con el fin de atacarlo y conseguir que éste se dedique a fabricar nuevos VIH en vez de su función habitual. Como la información del VIH no viene “escrita” en ADN, sino en ARN, tiene que pasar a ADN para que la célula que ha infectado pueda leer su código y hacer lo que el virus le pide, que es fabricar nuevos viruses infectivos. Ese mecanismo es contrario al que suele seguir una célula, que pasa de ADN a ARN para fabricar proteínas y nuevas células. Por esto se le llama al VIH <strong>retrovirus.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>4</strong><strong>.¿Qué es la carga viral?</strong> Es el número de copias de ese virus que tiene un paciente. Cuanto mayor sea, más probabilidad de desarrollar el SIDA, con todas sus complicaciones, porque hay un exceso de VIH y no se puede defender bien.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>5. ¿Por qué hay que medir la cantidad de linfocitos CD4 que se tiene?</strong> Porque a mayor número de linfocitos CD4, más probabilidades se tiene de controlar al VIH y evitar que se multiplique en exceso y se desarrolle el SIDA.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>6. ¿Qué fármacos son los que se emplean en la actualidad?</strong> Los antirretrovirales. Los hay de diversos tipos, cada uno de ellos inhiben un determinado paso del proceso de infección: los que inhiben la fusión ( cuando el VIH se pega al linfocito para penetrar en su interior), los que inhiben las enzimas que ayudan al paso de ARN a ADN, etc.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>7: ¿Es lo mismo ser seropositivo que tener SIDA? </strong>No, ser seropositivo indica que se tiene el virus en el organismo, tener SIDA indica que se manifiesta y que está provocando una situación de inmunodeficiencia generalizada que favorece el ataque de gérmenes que habitualmente se tienen a raya.</p>
<p style="text-align:justify;">Creo que en general están incluidas las preguntas más básicas y sencillas, si me he saltado alguna o tenéis alguna duda, no dudéis en preguntar o comentar :)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Este tema ya lo comenté en el foro de HomosCience en </em><span style="color:#0000ff;"><strong><a href="http://homoscience.wisphysics.es/viewtopic.php?f=46&#38;t=226"><em>este hilo.</em><br />
</a></strong></span></p>
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]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[MOÇAMBIQUE: Mais fácil namorar outro seropositivo ]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=335</link>
<pubDate>Fri, 09 May 2008 08:39:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.pt.wordpress.com/2008/05/09/mocambique-mais-facil-namorar-outro-seropositivo/</guid>
<description><![CDATA[Chamo-me Manuel Sitóe e tenho 44 anos.
Trabalhei como mineiro na África do Sul entre 1982 e 2002. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Chamo-me Manuel Sitóe e tenho 44 anos.</p>
<p>Trabalhei como mineiro na África do Sul entre 1982 e 2002. Lá tive uma mulher que ao andar do tempo adoeceu e morreu em 2002. Os médicos informaram-me que ela sofria de tuberculose.</p>
<p>No mesmo ano comecei a sentir dores no peito. O médico me aconselhou a parar de fumar e beber, mas mesmo assim meu estado de saúde piorou.</p>
<p>O médico me disse que só podia ter contraído HIV ou tuberculose. A partir desse dia passei a evitá-lo e sempre fugia dele quando o via.</p>
<p>Fiquei doente de tal modo que só esperava o dia da morte. Vomitava tudo que comia e era muito fraco. Foi uma fase muito difícil para mim.</p>
<p>Um dia, em Janeiro de 2003, um familiar descobriu meu grave estado de saúde e me trouxe de volta a Moçambique, depois de oito anos sem voltar. Minha mãe e familiares me acolheram e me levaram ao hospital de Mavalane, em Maputo, para tratar da tuberculose.</p>
<p>No hospital tiraram meu sangue e testaram para HIV sem meu consentimento. O resultado saiu positivo e a minha cunhada, que é enfermeira, me disse que eu devia fazer outro tipo de tratamento, mas não me disse qual.</p>
<p>Ela me levou ao hospital Central de Maputo e fui atendido por uma conselheira, que me fez perguntas como “O que é HIV?” e “O que faria se soubesse que era seropositivo?”.</p>
<p>Depois de uma longa conversa, ela me disse que eu tinha HIV.</p>
<p>Tive que aceitar essa realidade.</p>
<p>Quando cheguei em casa expliquei à minha mãe e ela me deu muita coragem. Em 2003 ainda não era fácil ter acesso ao tratamento antiretroviral, mas depois de testar minha carga viral, o médico me aconselhou a fazer dois tratamentos simultaneamente: o de tuberculose e o antiretroviral.</p>
<p>Tinha que comprar medicamentos numa farmácia privada e gastava 2 200 meticais (US$ 100) por mês. Embora meus familiares me ajudassem bastante, depois de seis meses tinha gasto todas as minhas poupanças.</p>
<p>Em 2005, passei a receber o tratamento do programa DREAM da Comunidade Sant’Egidio na Machava. Continuo lá até hoje. Agora me sinto forte e estável porque cumpro todas as orientações do médico.</p>
<p>Não tenho receio de me apresentar como seropositivo. As pessoas tentaram me discriminar, mas não dei espaço para que isso acontecesse.</p>
<p>Encontrar apoio entre os amigos não é fácil porque muitos dos activistas são mulheres. Não é simples contar [que é seropositivo], só contam ali nas organizações, e geralmente não tem homens. É mais difícil para os homens falar sobre isso.</p>
<p><strong>Vida mais fácil a dois </strong></p>
<p>Faz três anos que estou junto com a minha actual esposa, que também é seropositiva.</p>
<p>Nós nos conhecemos no centro de saúde. Eu estava a levar uma amiga para fazer o teste e a Elvira estava lá para se certificar de que era positiva mesmo, porque não conseguia acreditar. Quando olhei para ela, não conseguia acreditar que ela era seropositiva.</p>
<p>Saímos de lá juntos. Falei da minha vida, ela falou da dela. Os dois eram viúvos. Viramos amigos e depois as coisas foram acontecendo.</p>
<p>Eu acho que, se você é seropositivo, é mais fácil namorar com alguém que seja positivo também.</p>
<p>Eu e minha mulher fazemos o tratamento juntos, tomamos os comprimidos na mesma hora, sabemos que cuidados devemos tomar. Quando ela se esquece, eu aviso que ela precisa tomar o remédio. Ela faz o mesmo comigo.</p>
<p>No centro de saúde que frequentamos procuramos encorajar os seropositivos que são solteiros a arrumar um companheiro que também seja positivo. É importante ter alguém para te encorajar. Se um dia você ficar doente, essa pessoa vai entender e te ajudar.</p>
<p>Por isso, casos como o meu e da Elvira são muito comuns. As pessoas se apaixonam. Às vezes você acerta, às vezes erra, mas eu sempre digo que é bom casar para dividir a vida e as dificuldades. A vida é mais fácil assim.<br />
(PlusNews - 09.05.2008 )</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Infarmed divulga nomes de doentes com VIH/sida ]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=330</link>
<pubDate>Thu, 08 May 2008 08:07:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.pt.wordpress.com/2008/05/08/infarmed-divulga-nomes-de-doentes-com-vihsida/</guid>
<description><![CDATA[A Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) foi alvo de uma queixa por part]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:x-small;color:#333333;font-family:Verdana;">A Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) foi alvo de uma queixa por parte de dois pacientes com VIH/sida, depois de ter divulgado os seus nomes.</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;color:#333333;font-family:Verdana;">O Ministério da Saúde e as Ordens dos Médicos e Enfermeiros já receberam as denúncias que foram apresentadas contra o presidente do Infarmed e a dois vice-presidentes do mesmo organismo, segundo informa a Rádio Clube Português.</p>
<p>A identidade dos doentes com VIH/sida foi tornada pública, na sequência de um processo judicial contra um funcionário da Autoridade do Medicamento.</p>
<p>O presidente da Associação Positivo, Amílcar Soares, afirma que este é mais um caso de abuso por parte do Infarmed, acrescentando que o presidente da Autoridade do Medciamento devia apresentar a demissão.</p>
<p>Amílcar Soares recorda que o facto das Ordens dos Médicos e dos Enfermeiros ainda não se terem manifestado perante esta notícia, significa, no seu entender, que estão a proteger esta classe profissional.</p>
<p>Por sua vez, fonte da Ordem dos Médicos admitiu à Rádio Clube Português que a queixa pode ser arquivada, visto que a identidade dos pacientes foi divulgada na sequência de um processo judicial.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Projeto avalia transmissão do HIV entre casais sorodiscordantes]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=291</link>
<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 08:21:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.pt.wordpress.com/2008/04/29/projeto-avalia-transmissao-do-hiv-entre-casais-sorodiscordantes/</guid>
<description><![CDATA[Segundo os especialistas, há uma série de fatores ligados à transmissão do HIV entre casais soro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo os especialistas, há uma série de fatores ligados à transmissão do HIV entre casais sorodiscordantes. Adquirir outras doenças sexualmente transmissíveis (DST), por exemplo, aumenta a chance de transmissão do HIV. Dados da literatura mostram também que o fato de saber-se portador do HIV não implica, necessariamente, em uso do preservativo em todas as relações sexuais, mesmo com parceiro não portador ou de sorologia desconhecida.</p>
<p>O Ipec, em parceria com o Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI) no projeto, está recrutando voluntários para participar do estudo. Os casais participantes têm garantido o sigilo das informações e o benefício de receber assistência clínica em HIV/Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis, aconselhamento individual e de casal voltado para a saúde sexual e reprodutiva. Os casais que desejam participar do projeto devem atender aos seguintes requisitos: estar em um relacionamento onde apenas um dos dois seja portador do vírus da Aids e nunca ter usado medicamentos para tratamento da Aids. Podem ser casais heterossexuais ou homossexuais masculinos.</p>
<p>“Um dos aspectos importantes do projeto desenvolvido pela Fiocruz é o cuidado com a saúde dos parceiros. Questões relacionadas ao impacto da revelação diagnóstica ao parceiro soronegativo, aos direitos sexuais e reprodutivos, aos cuidados necessários para a prevenção do HIV, entre outras, são discutidas com o casal”, explica a psicóloga Sandra Lúcia Filgueiras, que participa do projeto.</p>
<p>Para outro integrante da equipe, o psicólogo Nilo Martinez, a socialização dos casais é um dos destaques da pesquisa. “Conviver com as pessoas que passam pela mesma situação, conversar sobre questões dos sorodiscordantes que não estão necessariamente presentes na vida de uma pessoa soropositiva sem parceiro soronegativo, faz com que o casal se sinta acolhido. É a sensação de pertencimento, de fazer parte de um grupo, de verificar que o outro também tem os mesmos problemas”, explica Nilo, acrescentando que os aconselhamentos e as dinâmicas de grupos de casais são técnicas que têm dado resultados significativos.</p>
<p>“O avanço terapêutico e científico no tratamento da doença tem permitido que as pessoas se relacionem apesar do vírus. Hoje, não se fala mais em grupo de risco e sim, se discute as condições que colocam as pessoas em maior ou menor vulnerabilidade para a Aids. A prevenção continua sendo o grande desafio, pois implica em mudanças de atitude diante da vida e seu enfretamento envolve o compromisso de toda a sociedade. Todos podem estar vulneráveis em algum momento de suas vidas”, diz a diretora do Ipec, a infectologista Valdiléa Veloso, que sublinha que “apesar das melhorias do tratamento ainda temos muito que avançar em relação à estigmatização e à discriminação das pessoas que vivem com a Aids”.</p>
<p>A pesquisa internacional é coordenada pela Rede de Ensaios para a Prevenção do HIV (HIV Prevention Trials Network - HPTN), dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH) do governo americano. O estudo foi analisado e aprovado por comitês de ética em pesquisa brasileiros e internacionais, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e é acompanhado pelo Comitê Comunitário Assessor (CCA), formado por representantes da sociedade civil.</p>
<p>Fonte: Agência Fiocruz de Notícias</p>
<address>(Agência de Notícias da AIDS - 28.04.2008)</address>
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