Não, não durmo. Percebo-me e percebo. Quietamente viva. Como um lago que considerasse o reverso da folha que flutua. Como se o fizesse com os lábios. E, quietamente, animasse todo o verso. E, conceben… mais →
Caderno de Exercícios & Outras Facetasescreveu 4 months ago: Não, não durmo. Percebo-me e percebo. Quietamente viva. Como um lago que considerasse o reverso da f … mais →
escreveu 6 months ago: (ao meu amor) Assim advimos. De um só rasgo, de uma só pele, de uma só refulgência. Com um soluço, c … mais →
escreveu 6 months ago: Nem é um limbo. É uma pedra, e às vezes uma flor. Uma flor com algo de pedra, rompendo de alturas co … mais →
escreveu 8 months ago: Há esta concepção de pólen entre o que os teus lábios guardam e o lóbulo da minha orelha, a milímetr … mais →
escreveu 8 months ago: Cambiantes furtados, a curva – puro descaminho de seio polido por dedos de madrugada. E o augú … mais →
escreveu 9 months ago: Não acreditarias – e talvez nem o quisesses, a este sossego que pertence aos pássaros, e que m … mais →
escreveu 10 months ago: (ou reprodução do absoluto) - mais um texto da série dedicada ao Fernando de Sousa Solto-me em image … mais →
escreveu 10 months ago: (O meu texto nº 100 neste caderno) E então há todo aquele peso de dizer o tropel de palavras leves c … mais →
escreveu 11 months ago: “Não podes reconhecê-lo (ao Ser) senão quando a mente se aquieta. Quando estás presente, quando a tu … mais →
escreveu 11 months ago: Há dias ásperos que me apetece escrever maciamente. Dias frios, a embrulhar em ternura quente, com a … mais →
escreveu 12 months ago: (Aos três poetas de “A (Bic)a”) As coisas vagueiam para fora do seu lugar com a fluidez … mais →
escreveu 1 year ago: Caímos, devagar, eu e tu, nos laços em que nos seguramos; em equilíbrio, sustentados na destreza inc … mais →
escreveu 1 year ago: Sigo-te o intento com toda a leveza de uma memória de mais que pele. É na ponta dos dedos que entro … mais →
escreveu 1 year ago: A escolha não deliberada mas incontornável de um lugar de conforto com sabidas praganas. Um lugar … mais →
escreveu 1 year ago: (como o sangue que se sente) Rasgada, a manhã, de eventos claros, e transparências em todas as cores … mais →
escreveu 1 year ago: Com pezinhos de lã, a consciência entra-me e trepa-me, na lassitude de certas contemplações espapaça … mais →
escreveu 1 year ago: Surge-me de uma inefável avidez esta imagem de mergulhar as mãos na vida como numa alvura de farinha … mais →
escreveu 1 year ago: Olho às vezes as mãos como se não me pertencessem, numa estranha dissociação entre ideia e acto, ent … mais →
escreveu 1 year ago: Nem de sonho nem de fantasia; naturais e seres. Apenas. Nem sequer estranhos, espantosos; talvez, ne … mais →