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	<title>teatro &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/teatro/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "teatro"</description>
	<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 16:56:00 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[OFICINAS D’ARTES › Editar — WordPress]]></title>
<link>http://joaorosaoficinasteatro.wordpress.com/?p=210</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 15:22:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaorosa</dc:creator>
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<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<br />
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[TERRA E RACCONTI]]></title>
<link>http://essereassessore.wordpress.com/?p=211</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 14:58:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>fabio losito</dc:creator>
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<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://essereassessore.files.wordpress.com/2008/07/locandina_in_stampa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-212" src="http://essereassessore.wordpress.com/files/2008/07/locandina_in_stampa.jpg" alt="" width="510" height="1121" /></a></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[QUANDO MORRE UM POETA por pedro salgueiro]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=3002</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 14:56:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=3002</guid>
<description><![CDATA[“Eu sou eu, íntegro e inviolável dentro de mim mesmo. (&#8230;) O que está no limiar e afogado ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:right;margin:0 0 0 106.2pt;" align="right"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">“Eu sou eu, íntegro e inviolável dentro de mim mesmo. </span></em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">(...)<em> O que está no limiar e afogado no abismo.”</em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">(José Alcides Pinto, 10/09/1923 — 03/06/0 oito)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Quando morre um poeta o mundo fica lastimavelmente mais pobre.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Terrivelmente mais triste. Inevitavelmente mais feio.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Às 11h15min de um sábado, dia 31 de maio de 2008, um imenso dragão, disfarçado de motocicleta, atacou impiedosamente o velho poeta, de 85 anos, José Alcides Pinto, em plena Rua General Sampaio, bem em frente ao palacete conhecido como Vila do Barão, de ladinho da Praça da Bandeira, nos arredores da Faculdade de Direito do Ceará.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">O rapaz da banca de revista próxima disse que ele havia passado cedo com alguns envelopes na mão, “dessa vez não vinha com a moça loura”, completou; no envelope iam os dois livros recém publicados, mas ainda não lançados, que despacharia para alguns amigos do Rio e São Paulo. Voltava devagarinho (talvez ainda não recuperado do cobreiro que o maltratara meses atrás), esperou debaixo de uma árvore o trânsito acalmar, apressou o passo e... Parou no meio da pista ainda molhada pela garoa de fins de maio, quando finalmente avistou o pássaro enorme em vôo rasante, ainda deu pra notar o vermelho dos olhos da fera, as teias de aranhas das asas e o barro seco das garras, que era com certeza lá das coroas do rio Acaraú.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">O poeta saiu quebrado numa ambulância, o motoqueiro foi manquitolando atrás; a moto esquecida na sarjeta. 40 minutos depois sua filha passa tranqüilamente na mesma calçada; o rapaz da banca grita para avisar do acidente, ela apressa o passo fugindo do enxerimento. Quem deve ter lhe contado a triste notícia?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">No dia 02 de junho a alma, também magérrima, do nosso saudoso poeta maldito foi, na frente, esperar pelo corpo que já ia em cortejo rumo a São Francisco do Estreito, Santana do Acaraú, Fazenda “Terras do Dragão”, comboiado por Sérgio Braga, Lustosa da Costa, Audifax, José Teles, Carlos Augusto Viana e outros amigos do peito. Deu tempo ainda de pôr os últimos números em sua lápide, que havia sido meticulosamente preparada por ele anos antes. Não havia tido coragem de adivinhar o último algarismo. Reencontrava enfim seu pai, sua terra, sua paz...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">SOB O SIGNO DA POLÊMICA</span></span></strong><span style="text-decoration:underline;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Na juventude freqüentava a casa de Otacílio de Azevedo, convivendo com os filhos do pintor e poeta, Rubens, Miguel Ângelo (Nirez) e Rafael Sânzio; já tinha um jeito despojado e falaz.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Sua alcunha entre os estudantes era “Alma de Gato”, talvez pela magreza exagerada.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Sua ida para o Rio, sua volta à terrinha, sua saída do emprego na Universidade Federal do Ceará, seu uso de um traje franciscano, sua adesão ao nascente concretismo, seus amores e desamores, enfim, seu comportamento de uma vida inteira foi marcado pela polêmica.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Enquanto os outros grandes poetas de sua geração vestiram o paletó e(ou) a camisa da oficialidade e(ou) o da reclusão, ele arriscou a jaqueta surrada da marginalidade e da maldição; enquanto uns cavavam prêmios e condecorações e outros se fechavam mais e mais em seus casulos, ele corria calçadas, mexendo com as moças, instigando jovens poetas sujos e cabeludos, espalhando boatos difamatórios sobre si mesmo. Criou uma imagem tão forte e polêmica sobre ele próprio, que às vezes ele mesmo esquecia quem realmente era: um sujeito frágil e religioso, bom pai, que ia à missa toda semana e rezava antes de dormir. E tinha uma das gargalhadas mais sinceras que conheci.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Sempre estava cercado (e ajudado) por uma leva de boas almas, mas também por uma corja de parasitas, cujas benesses (e elogios) ele sabia manipular com maestria; todos admiradores de seus poemas e de seu comportamento arrojado. Sobre os de boa-fé quase sempre despejava injúrias, não raro alguns de seus melhores amigos e colaboradores saíram magoados de seu convívio; em cima dos oportunistas jogava iscas, elogios falsos e prefácios não escritos. Sempre esteve acima do bem e, principalmente, do mal; todos debitavam suas ações polêmicas ao seu gênio literário. Os ofendidos perdoavam sempre; os canalhas engordavam à sombra de suas asas negras.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Estava acima do bem e do mal: tanto fazia engendrar um poema genial (e pendurá-lo no arame do varal) como caluniar um amigo que tanto o ajudara. Todos o perdoavam com um rizinho de escárnio.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Estava acima do bem e do mal.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">UNS ALTOS MUITO ALTOS, UNS BAIXOS...</span></span></strong><span style="text-decoration:underline;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Ao amigo que me dizia que ele tinha altos e baixos, eu retrucava: “— E qual o poeta que não os têm!?”. Depois lembrava que para cada poema fraco dedicado a Lady Diana ou Chico Mendes (ou algumas rimas escatológicas) ele tinha no mínimo uma dúzia de versos endiabrados.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Precisaríamos de alguém com muito talento, coragem e ética para fazer um inventário de sua vida e obra; alguém com isenção estética e moral para mapear suas forças e fraquezas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Talvez com a devida distância do corpo físico.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">A CAVERNA DO DRAGÃO</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Na minha “Crônica da Gentilândia”, do livro <em>Fortaleza Voadora</em>, digo: “...e o velho dragão Alcides Pinto sobrevoando as copas das árvores, com suas asas negras — quando ele se cansa de resmungar sozinho em sua caverna e sai para assustar os últimos bêbados da Gentilândia”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">À sua casa corriam as mais diversas faunas literárias; escritores de várias idades, ideologias e estéticas, principalmente os mais jovens, que ficavam embevecidos com as atitudes despojadas, estridentes e loquazes do velho poeta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Sua residência mais famosa foi a da Rua Rodrigues Junior, casa grande, sempre muito freqüentada; ainda hoje muitos contas histórias e causos nem sempre verídicos, muitas fantasias e traquinagens ficaram no anedotário boêmio-intelectual dessa nossa loirinha desmiolada pelo sol, tão pródiga em tipos populares e bodes YoYôs, literários ou não.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Já o conheci na Vila Cordeiro, na Av. Tristão Gonçalves, bem próximo à vilinha em que ainda hoje mora minha mãe. Habitava uma casa conjugada, numa pobreza franciscana mas digna, com sua querida filha Jamaica. Também conheci seu filho Antonin Artaud, um rapaz magro como o pai, porém de temperamento calmo, com uma timidez oposta à tagarelice do seu progenitor.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Convivi por um bom tempo com o poeta (era meados dos anos 1990), através dele e de suas muitas visitas fiquei sabendo dos subterrâneos de nossa literatura, tão pródiga em fofocas e vaidades. Ali tive um curso intensivo de como transitar, e sair sem arranhões (embora eu não tenha tirado boas notas em algumas matérias) da famigerada guerrilha literárias e suas disputas por farelos e migalhas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Um dia me pediu para que organizasse seus contos, que estavam dispersos em um livro, <em>Editor de Insônias</em> (1965), e uma miscelânea, <em>Reflexões, terror, sobrenatural</em> (1984), além de alguns inéditos datilografados em folhar amarelecidas. Em 1997, o Dr. Martins Filho publica essa edição de seus contos completos, <em>Editor de Insônias e outros contos</em>, pela Coleção Alagadiço Novo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Depois soube que ele andou criticando umas palavras que inseri como “Nota do Organizador”, ou sugerindo que eu estava querendo aparecer às suas custas. Nunca passei recibo nem tomei satisfação, apenas me afastei um pouco de seu convívio. Depois disso ele sempre repetia para mim ou para alguns amigos: “Se não fosse você, o livro não teria saído”, no que eu sempre respondia: “Pois não é, poeta. Quem sabe se um dia a gente não tira uma 2ª edição, não é!?”. No seu último livro tem um poema dedicado a mim (quem sabe ainda resquício de uma consciência pesada) e a Nilto Maciel, a quem levei, depois da volta definitiva deste ao Ceará, à sua casa e anunciei alto da porta:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">“— Poeta, tô aqui com o maior contista do Ceará!”, no que ele perguntou lá de dentro: “— Quem, poeta, o Airton Monte?”, acabando de vestir as calças; caímos na gargalhada.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">A última vez que o vi ele estava saindo da sua vilinha com a Jamaica, cumprimentei-o e ele me perguntou onde era o “Buraco da Gia”, pois estava querendo arranjar uma empregada e lhe deram um endereço, falei que era na Princesa Isabel, vizinho à minha casa, e fomos caminhando devagar. Quando chegou perto do beco ele parou, receoso, e disse que só entraria lá se eu fosse com eles, depois puxou uma pequena faca de mesa, dessas de cortar bife, e disse que estava preparado (mas que era bom eu entrar com ele, disse assombrado). Olhei para Jamaica, que também estava rindo, e disse que não tivesse receio que ali só morava gente de bem, e me despedi alegando ainda ir pegar minha filhinha no colégio.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Não tive coragem de ir vê-lo em seu velório na Academia Cearense de Letras. Queria ficar com a lembrança dele vivo, alegre e brincalhão.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">E parece que estou vendo aquele sujeito magro (“tão magro que parecia estar sempre de perfil”, como bem disse, em seu <em>A Guerra</em><em> do Fim do Mundo</em>, Vargas Llosa), com sua gargalhada sempre sincera, dizendo — e apontando pra si mesmo — para os muitos anjinhos (ou demoninhos, tanto faz) que lhe cercam em algazarra:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">“— Agora quem manda aqui é esse poeta ‘Viadão Pós-Moderno’!”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:10pt;color:#333333;line-height:200%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45.1pt;text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:&#34;">“Eu sou aquele que come as flores do aniversário.”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45.1pt;text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:&#34;">(José Alcides Pinto, </span><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">10/09/1923 — 03/06/2008</span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:&#34;">)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><strong><span style="text-decoration:underline;"></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:right;margin:0;" align="right"><strong><span style="text-decoration:underline;"></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:right;margin:0;" align="right">
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p><strong><em><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"><a href="http://palavrastodaspalavras.files.wordpress.com/2008/07/pedro-salgueiro-foto-poema_jose_alcides_pinto.jpg"><img class="size-full wp-image-3003  aligncenter" src="http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/files/2008/07/pedro-salgueiro-foto-poema_jose_alcides_pinto.jpg" alt="" width="500" height="475" /></a> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><strong><em><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></em></strong></p>
<p><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><strong>Pedro Salgueiro</strong> tem dois filhos, dez irmãos e derrubou algumas árvores para fazer diversos livros. Faz uns continhos que, de tão curtos, estão quase desaparecendo. Tem uma mãe que faz o melhor capote da cidade. Sente muita saudade de um pai que era sapateiro de chinelos e idéias.</span></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[nuovo trucco ]]></title>
<link>http://molengai2.wordpress.com/?p=1629</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 14:34:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>molengai2</dc:creator>
<guid>http://molengai2.wordpress.com/?p=1629</guid>
<description><![CDATA[
questo è il nuovo trucco e parrucco di butterfly
le mie preghiere per essere rasato anche qua non ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://molengai2.files.wordpress.com/2008/07/immag005.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1630" src="http://molengai2.wordpress.com/files/2008/07/immag005.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>questo è il nuovo trucco e parrucco di butterfly</p>
<p>le mie preghiere per essere rasato anche qua non sono state esaudite :(</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El Festival del Sur de Agüimes hoy 18 de julio ofrece a Toñi Torres y Pedro Olivares, la compáñía 2RC Teatro y el concierto de Son de la Isla]]></title>
<link>http://videoartencanarias.wordpress.com/?p=988</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 14:30:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>lolaperezg</dc:creator>
<guid>http://videoartencanarias.wordpress.com/?p=988</guid>
<description><![CDATA[
Festival del Sur 18 de julio de 2008
Toñi Torres Y Pedro Olivares (ESPAÑA)
¿Amor, sexo&#8230;?,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="mceTemp"><img class="size-full wp-image-989" src="http://videoartencanarias.wordpress.com/files/2008/07/el-perro-del-hortelano.jpg" alt="2RC Teatro" width="497" height="331" /></p>
<p class="mceTemp"><a title="Festival del Sur - Encuentro Teatral Tres Continentes" href="http://www.festivaldelsur.com/index.html" target="_blank">Festival del Sur</a> 18 de julio de 2008</p>
<p class="mceTemp"><span style="color:#ffffff;">Toñi Torres Y Pedro Olivares</span> (ESPAÑA)<br />
¿Amor, sexo...?, de Pedro Olivares 20:30 h Casino de Agüimes</p>
<p><a title="2RC Producciones" href="http://www.2rcproducciones.com/index.php" target="_blank">2RC Teatro, Compañía de Repertorio </a><br />
El cerco de Leningrado, de José Sanchis Sinisterra  21:00 h Teatro Municipal de Agüimes</p>
<p class="mceTemp"><span style="color:#ffffff;">Son de la Islas</span> (CUBA-CANARIAS)<br />
En concierto 22:30 h Plaza de Nuestra Señora del Rosario</p>
<p style="text-align:justify;"><a title="Festival del Sur - Encuentro Teatral Tres Continentes" href="http://www.festivaldelsur.com/index.html" target="_blank">Festival del Sur - Encuentro Teatral Tres Continentes</a> 18 de julio Agüimes Gran Canaria</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Malkin under siege! cream maybe number one server was indisposed]]></title>
<link>http://ymfshiranoelle.wordpress.com/2008/07/18/malkin-under-siege-cream-maybe-number-one-server-was-indisposed/</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 14:20:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>ymfshiranoelle</dc:creator>
<guid>http://ymfshiranoelle.wordpress.com/2008/07/18/malkin-under-siege-cream-maybe-number-one-server-was-indisposed/</guid>
<description><![CDATA[Them&#8217;s someday happened! Jihadists, communists, moonbats, um&#8230;aliens&#8230;did Him legiti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Them's someday happened! Jihadists, communists, moonbats, um...aliens...did Him legitimacy Jihadists hitherto? White, exclusive parsecs, this is decidedly a proxy that Michelle Malkin outmoded hacked! Preferential voting. hacked. Not a server empty formality. Not a gob-add to stretch me partner was localization vaudeville down below other self renown. Not number one selective calculator flatly filial tumbledown without slump relative to Rh-type out its users. Declinature, this pass on naturellement give a tryout I because portentous exempli gratia the enfold in connection with the Jihadist who in some measure not a whit existed progressive Norman...In all respects the Library of Congress? Where is the CIA? The The administration? Bellman?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A valise]]></title>
<link>http://aqueiva.wordpress.com/?p=134</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 13:58:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marco Aqueiva</dc:creator>
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<description><![CDATA[

 
por Paulo Sacaldassy
________________

 
NA SALA DE UM APARTAMENTO, UM HOMEM FALA AO TELEFONE]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"><a href="http://aqueiva.files.wordpress.com/2008/07/corset_home.jpg"></a></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"><a href="http://aqueiva.files.wordpress.com/2008/07/08_horst_p_horst.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-138" src="http://aqueiva.wordpress.com/files/2008/07/08_horst_p_horst.jpg?w=237" alt="" width="237" height="300" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">por<strong> <em>Paulo Sacaldassy</em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">________________</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Tahoma;">NA SALA DE UM APARTAMENTO, UM HOMEM FALA AO TELEFONE.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Homem - A gente leva tudo na minha valise!... Cabe, sim!... Ela é bem espaçosa!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Tahoma;">ENTRA A EMPREGADA COM UM ESPANADOR NA MÃO, LIMPA OS MÓVEIS. O HOMEM CONTINUA AO TELEFONE.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Homem - Você precisa ver! Ela é linda!... Americana... Tô te falando!... Já dormi várias noites em cima dela!... Ela agüenta o tranco!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Tahoma;">A EMPREGADA PÁRA DE LIMPAR E PRESTA A ATENÇÃO NO HOMEM, QUE AINDA FALA AO TELEFONE.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Homem - Não, não aconteceu nada com ela!... Olha só, a gente faz assim: Eu ponho as minhas coisas na frente dela e você põe suas coisas atrás dela... É... Se você preferir, eu ponho atrás e você na frente!... É um pouco apertado, mas ela agüenta!... Claro! Já falei pra você!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Tahoma;">A EMPREGADA FAZ CARA DE ESPANTADA.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Homem - Então tá fechado!... Vou pegar a valise e já passo aí pra te pegar!... Um abraço!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Tahoma;">O HOMEM DESLIGA O TELEFONE.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Homem - Que foi, Maria?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Empregada - Não foi nada, não, seu Zé Roberto!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Homem - E que cara é essa?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Empregada<span>    </span>- É que...</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Homem - Deixa eu ir que já estou atrasado!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Tahoma;">O HOMEM SAI.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Empregada<span>    </span>- Ai, meu Deus! Como é que pode um homem tão distinto que nem seu Zé Roberto trair a Dona Ana Maria? Logo com uma Americana!... E a safadeza? Ele, o amigo e a Americana! Cruz credo! (Se benze)... Coitada da Dona Ana Maria!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Tahoma;">ENTRA A MULHER.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Mulher - Coitada por quê?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Empregada<span>    </span>- Não foi nada, não!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Mulher - Como não? Você acha que sou uma coitada por nada?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Empregada<span>    </span>- Sabe o que é, dona Ana Maria...</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Mulher - Não sei, Maria! Não sei!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Empregada<span>    </span>- Foi sem querer que ouvi a conversa. Eu juro que não queria!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Mulher - Que conversa?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Empregada<span>    </span>- Deixa pra lá, dona Ana Maria. Deixa pra lá!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Mulher - Desembucha, Maria! Coitada por quê?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Empregada<span>    </span>- O seu Zé Roberto tá traindo a senhora!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Mulher - O quê?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Empregada - E ainda tá fazendo safadeza com a Americana e com o amigo!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Mulher - Que Americana? Que amigo?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Empregada - Foi assim, ó! Eu vinha entrando pra passar os espanador nos móvel, quando ouvi o seu Zé Roberto falando no telefone.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Mulher - O que é que tem?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Empregada - Eu ouvi ele falá pro outro que tem uma americana lindona! Que já drumiu num sei quantas noites em cima dela. E se outro quiser, pode colocar as coisa, na frente, ou atrás dela!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Mulher - Que conversa é essa, Maria?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Empregada - Como é mesmo o nome da Americana?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Mulher - E ele falou o nome?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Empregada<span>    </span>- Falou sim! É que não consigo me alembrar! Acho que é Vasile!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Tahoma;">A MULHER RESPIRANDO ALIVIADA.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Mulher - Não seria, valise?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Empregada - Isso! A senhora conhece ela?... Ai, meu Deus (E SE BENZE)</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Mulher - Valise não é gente, Maria! Valise é uma mala pequena!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Empregada - A senhora tá brincando!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Tahoma;">ENTRA O HOMEM TRAZENDO UMA VALISE.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Mulher - Olha aí o Zé Roberto com a valise!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Homem - Que é que tem, a valise?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Empregada - Mas... E aquela conversa no telefone?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Mulher - (APRESENTANDO) Maria! Valise!... Valise! Maria!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Homem - Alguém pode me explicar o que tá acontecendo aqui?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Tahoma;">A EMPREGADA OLHA ADMIRADA PARA A PEQUENA MALA.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Mulher - Vamos que eu te acompanho. No caminho, te explico!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Homem - Vamos eu tô atrasadíssimo! Até a volta, Maria!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Empregada - Inté!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Tahoma;">O HOMEM E A MULHER SAEM.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;">Empregada - Diacho! Mania que esse povo da cidade grande tem de colocar nome difícil nas coisas! Mala é a mala, uai! Mas, quer saber de uma coisa? Deixa eu cuidar da vida, senão acabo perdendo o emprego!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Tahoma;">A EMPREGADA SAI DE CENA, PASSANDO O ESPANADOR NOS MÓVEIS.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Tahoma;">+++++++++++++++++</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;font-family:Tahoma;"><em>Crédito de imagem: </em><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Horst P. Horst for Hanes “Round the Clock” 1987</span><br />
<em> </em><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/06/horst-p-horst-suas-fotos-de-moda-sempre/"><em>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/06/horst-p-horst-suas-fotos-de-moda-sempre/</em></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O RESTO DA MINHA VIDA  poema de tonicato miranda]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=3000</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 13:55:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=3000</guid>
<description><![CDATA[para os amigos do Varandaes
Triste&#8230; é assim
meus olhos choram
cinza&#8230; o jasmim
refletind]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">para os amigos do <strong>Varandaes</strong></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Triste... é assim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">meus olhos choram</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">cinza... o jasmim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">refletindo a cor do céu</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">cinzas no jardim e em mim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">O que fazer agora</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">com o resto da minha vida...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">ouvir Bill Evans, por horas</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">a tristeza escorrendo, se deixando levar</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">rio abaixo, tempo afora</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">O piano deixa cair um plim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">notas musicais em seqüência</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">lentamente caem também de mim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">são folhas da memória descendo</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">calmamente do rio ao mar, e ao fim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">O que fazer amanhã</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">com o resto da minha vida</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">passear no parque envolto em lã</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">sentar num banco, mirar passarinhos</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">ver na pedra Bashô e o salto da sua rã</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">O piano convida e eu vim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">emprestar o ouvido à emoção</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">a lágrima pulando do olhar assim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">mais do que rio, ela é o barco da alma</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">reflexo musical, um acorde: meu plim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">O que fazer na próxima semana</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">com o resto da minha vida</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">papéis antigos, fumaça na cabana</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">neste inverno rigoroso revejo amigos</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">um bom vinho pode me levar a Havana</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Triste... é assim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">meus olhos choram</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">cinza... o jasmim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">refletindo a cor do céu</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 18pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">cinzas no jardim e em mim</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aos Senhores Burgueses e seus Capachos Políticos - poema de ubirajara passos]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2997</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 12:40:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2997</guid>
<description><![CDATA[Quando a revolução bater à vossa porta
Não  lamentareis pela expropriação
Dos vossos caros ja]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;" align="center"><em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Quando a revolução bater à vossa porta</span></em><em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Não  lamentareis pela expropriação</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Dos vossos caros jatinhos e mansões.</span></em></span></em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"></span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Quando a revolução interromper vossas orgias,</span></em><em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Regadas a vinho cujo preço</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">De alguns milhares de reais é o máximo requinte,</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Não sofrereis com o clamor dos “peões”</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Pelo fuzilamento imediato</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">De vossos corpos vestidos do glamour</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Que o trabalho exaustivo e acachapante</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Da manada humana propicia.</span></em></span></em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"></span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Quando a insurreição incendiar-nos</span></em><em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"><br />
<em><span style="font-family:&#34;">E a liberdade iluminar a Terra,</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Quando perderdes a “celebridade”</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">E a adoração abestalhada e inciente</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Das mentes hipnotizadas</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Pela vossa oca e envolvente “mídia”,</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Não vos desesperareis, tanto,</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Na falta do escravo assalariado,</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Com a extinção de vossa vadiagem chique.</span></em></span></em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"></span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Vós sofrereis, sim,</span></em><em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Por não poder</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Pisotear mais as cabeças de bilhões,</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Nem gozar, histéricos, babando,</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Com a tortura e o aniquilamento</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Quotidiano das nossas vidas simples,</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Que desgraçais, tornando ocas e infelizes,</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Com o sádico tacão de vosso mando!</span></em></span></em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[noção implícita]]></title>
<link>http://teoriadadesilusao.wordpress.com/2008/07/18/nocao-implicita/</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 12:21:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>j m</dc:creator>
<guid>http://teoriadadesilusao.wordpress.com/2008/07/18/nocao-implicita/</guid>
<description><![CDATA[ontem, apercebi-me de um meu erro crucial, que se revela ao longo das próximas curtas linhas - vou ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>ontem, apercebi-me de um meu erro crucial, que se revela ao longo das próximas curtas linhas - vou tentar acabar de escrever sem ser interrompido.</p>
<p>existem pessoas que se ofendem com trejeitos da expressão e da comunicação. quando pomos em causa a expressão das ideias e, por graça de nosso senhor e da abóbora espiritual,  <i>[interrupção]</i> de repente, essas pessoas acham que pomos em causa os fundamentais da sua existência com ligeireza enferma e viperina.</p>
<p>tais pessoas sentem-se ofendidas, sem que o tenham sido.</p>
<p>ora, é este meu erro que pretendo corrigir. prefiro que estas pessoas se sintam ofendidas com razão. assim, é minha vontade começar a ofender todas as pessoas que já se sentem ofendidas comigo, sem que os tenha ofendido formalmente. teremos uns mundinhos muito mais equilibrados.</p>
<p>implícita fica a vontade de que se deixem de sentir ofendidos, mas isso só na hora da morte, em que pedirão o perdão total ao dono da abóbora.</p>
<p>ah... e a cena de ser feliz talvez se afaste um pouco, mas que se lixe.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[É estranho que, sem ser forçado, saia alguém em busca de trabalho]]></title>
<link>http://frasessobretrabalho.wordpress.com/?p=5</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 06:24:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>trabalhador</dc:creator>
<guid>http://frasessobretrabalho.wordpress.com/?p=5</guid>
<description><![CDATA[É estranho que, sem ser forçado, saia alguém em busca de trabalho. - William Shakespeare
Interess]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><em>É estranho que, sem ser forçado, saia alguém em busca de trabalho.</em> - William Shakespeare</p>
<p style="text-align:justify;">Interessante que até mesmo o maior dramaturgo britânico, William Shakespeare, cujo "negócio" eram histórias para peças teatrais, soltou sua opinião sobre o trabalho. Seu talento nessa área está acima de qualquer suspeita.</p>
<p style="text-align:justify;">Sem querer ser pedante, mas já o sendo, talvez a melhor resposta para tal dilema venha do também britânico Adam Smith, que dizia que o padeiro faz pão para ganhar seu próprio sustento, não para fazer caridade e ajudar a sociedade.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[4:48 Psychosis]]></title>
<link>http://csworks.wordpress.com/?p=130</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 04:02:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Avionauta</dc:creator>
<guid>http://csworks.wordpress.com/?p=130</guid>
<description><![CDATA[Client: Associazione Culturale Babele - Melzo - Italia / Art director &amp; graphic design: Carlos S]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://csworks.files.wordpress.com/2008/07/psychosis.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-129" src="http://csworks.wordpress.com/files/2008/07/psychosis.jpg?w=212" alt="" width="170" height="240" /></a><strong>Client: Associazione Culturale Babele - Melzo - Italia / Art director &#38; graphic design: Carlos Senzacqua Munizaga /  Photo: Carlos Senzacqua Munizaga</strong></p>
<p>Afiche para obra de Sarah Kane, 4:48 Psychosis</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Teatro dell'Arte CRT]]></title>
<link>http://csworks.wordpress.com/?p=124</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 03:56:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Avionauta</dc:creator>
<guid>http://csworks.wordpress.com/?p=124</guid>
<description><![CDATA[Client: Tetro dell&#8217;Arte - CRT / Art director &amp; graphic design: Carlos Senzacqua Munizaga /]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://csworks.files.wordpress.com/2008/07/crt1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-125" src="http://csworks.wordpress.com/files/2008/07/crt1.jpg?w=300" alt="" width="270" height="178" /></a><strong>Client: Tetro dell'Arte - CRT / Art director &#38; graphic design: Carlos Senzacqua Munizaga / Photo: Oddo Neri</strong></p>
<p>Campaña Abonos Temporada 05, prensa, afiches, revistas, postales.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Coral de Boca e Alma]]></title>
<link>http://movimentopanamby.wordpress.com/?p=313</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 03:26:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>movimentopanamby</dc:creator>
<guid>http://movimentopanamby.wordpress.com/?p=313</guid>
<description><![CDATA[por Talyta Singer
da Agência Laboratório

Coral da UFMT, Boca de Matilde e Alma de Gato se apresen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>por Talyta Singer<br />
da Agência Laboratório</em></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://movimentopanamby.files.wordpress.com/2008/06/coral.jpg" alt="" width="381" height="252" /></p>
<p style="text-align:justify;">Coral da UFMT, Boca de Matilde e Alma de Gato se apresentam, assim, juntinhos, no palco do Teatro Universitário nesta sexta, 19, e sábado, 20, a partir das 20h. Mistura pouca é bobagem quando Piazzola, Chico Buarque, Tom Jobim, Vanessa da Mata, Freddy Mercury, Rita Lee, John Lennon &#38; Paul Mac Cartney e os ritmos latinos que vão do candombe uruguaio à bossa nova brasileira se esbarram pelo repertório. Os ingressos antecipados custam R$10 e na dúvida você liga para 3615-8307.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PARA DISTRAIR]]></title>
<link>http://blogdotop.wordpress.com/?p=222</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 03:01:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogdotop</dc:creator>
<guid>http://blogdotop.wordpress.com/?p=222</guid>
<description><![CDATA[José de Abreu: “Fala, Zé” / Foto: Divulgação
O ator global José de Abreu aterrissa hoje em ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="" align="aligncenter" width="416" caption="José de Abreu: “Fala, Zé” / Foto: Divulgação"]<img src="http://blogdotop.files.wordpress.com/2008/07/jose-de-abreu.jpg" alt="José de Abreu / Foto Divulgação" width="416" height="312" />[/caption]
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O ator global José de Abreu aterrissa hoje em Salvador com a peça “Fala, Zé”. Escrita por Angel Palomero e Walter Daguerre, a montagem conta a história de um sessentão que passa por momentos marcantes da história do Brasil. O ator representa cerca de 20 personagens diferentes, alguns projetados em telões. A peça fica até o dia 27 no Teatro Villa Velha. Aproveitando a sua temporada na capital baiana, José de Abreu vai apreciar a culinária italiana no Roma Ristorante, em Ondina. O <em>chef</em> italiano Giorgio d’Abbiero receberá o ator com o original Tagliatelle Allo Scoglio, prato que, segundo ele, tem tudo a ver com o clima baiano.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Spostata la data del 23 luglio 2008 dei Teatranti.]]></title>
<link>http://teatranti.wordpress.com/?p=23</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 01:50:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>teatranti</dc:creator>
<guid>http://teatranti.wordpress.com/?p=23</guid>
<description><![CDATA[Si apprende che:
La data del 23 luglio 2008 nel calendario dei Liberi Teatranti sarà spostata di qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Si apprende che:</p>
<p>La data del 23 luglio 2008 nel calendario dei Liberi Teatranti sarà spostata di qualche settimana, a breve l'aggiornamento.</p>
<p>Ricordiamo che "Casa di Frontiera" si svolgerà regolarmente il 25 agosto 2008 al Castello di S. Andrea.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LEIRIA -  “PRAÇA VIVA” ]]></title>
<link>http://programadefestas.wordpress.com/?p=1638</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 01:04:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>profestas</dc:creator>
<guid>http://programadefestas.wordpress.com/?p=1638</guid>
<description><![CDATA[
De 4 de Julho a 30 de Agosto, a cidade de Leiria contará com a animação do “Praça Viva”, in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3141/2677796707_f08ae5284b_o.jpg" alt="" width="680" height="817" /></p>
<p>De 4 de Julho a 30 de Agosto, a cidade de Leiria contará com a animação do “Praça Viva”, iniciativa de âmbito cultural organizada pela Câmara Municipal e que traz mais vida às noites de Verão.</p>
<p>Com um vasto programa ligado fundamentalmente à música, os espectáculos terão lugar no Jardim Luís de Camões, Pátio do Mercado Sant’Ana – Centro Cultural e Praça Rodrigues Lobo, abrangendo vários estilos musicais, desde a música tradicional, nacional e estrangeira, ao jazz e ainda a espectáculos de cariz mais instrumental.</p>
<p>Umas das novidades desta edição são os espectáculos de música ao vivo a realizar na Praça Rodrigues Lobo, cuja programação é da responsabilidade dos estabelecimentos de cafetaria e restauração instalados naquela zona do Centro Histórico.</p>
<p>Já na próxima sexta-feira, dia 4 de Julho, caberá ao duo “<strong>Acordeões em Sintonia”,</strong> composto por Nelson Marto e Leonel Rodrigues, a abertura da edição de 2008 do “Praça Viva”, apresentando ao público um espectáculo animado pelo som das concertinas.</p>
<p>No dia 5 de Julho, será a vez dos <strong>“Dixie Boys</strong>”, banda de jazz tradicional, que evoca os ritmos associados à Dixieland, apresentarem o seu trabalho em Leiria. A estrutura de base da sonoridade deste grupo é composta pelo trompete, clarinete, trombone, guitarra ou banjo, tuba e bateria.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Calendário do “Praça Viva 2008”</strong></p>
<p>4 de Julho - 22H00 &#124; Pátio do Mercado de Sant’ana – Centro Cultural<br />
<strong>Acordeões em Sintonia</strong></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3109/2678652834_499211b4c9_o.gif" alt="" width="282" height="174" /></p>
<p>5 de Julho – 22H00 &#124; Pátio do Mercado de Sant’ana – Centro Cultural<br />
<strong>Dixie Boys</strong></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3173/2677811209_97d860a9b6_o.jpg" alt="" width="543" height="750" /></p>
<p>11 de Julho – 22H00 &#124; Praça Rodrigues Lobo<br />
<strong>Música ao vivo</strong></p>
<p>12 de Julho – 22H00 &#124; Pátio do Mercado de Sant’ana – Centro Cultural<br />
<strong>Uxu Kalhus</strong></p>
<p>Um projecto português que surgiu ligado aos bailes de danças tradicionais europeias. Nos espectáculos, o público é convidado a dançar ao som de música de raiz tradicional portuguesa e europeia.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3071/2678613874_c6733bec52_o.jpg" alt="" width="400" height="266" /></p>
<p>13 de Julho – 18H30 &#124; Pátio do Mercado de Sant’ana – Centro Cultural<br />
<strong>Piccolini Filarmónicos</strong> - Um projecto da SAMP – Sociedade Artística e Musical dos Pousos,</p>
<p>18 de Julho – 22H00 &#124; Praça Rodrigues Lobo<br />
Música ao vivo</p>
<p>19 de Julho – 22H00 &#124; Pátio do Mercado de Sant’ana – Centro Cultural<br />
<strong>João Miguel e Banda</strong> - Jovem talento leiriense, João Miguel e a sua banda apresentam um espectáculo pleno de musicalidade, com a presença de temas originais, incentivando e dando espaço ao público para dançar.</p>
<p>25 de Julho – 22H00 &#124; Praça Rodrigues Lobo<br />
<strong>Música ao vivo</strong></p>
<p>26 de Julho – 22H00 &#124; Pátio do Mercado de Sant’ana – Centro Cultural<br />
<strong>Strella de Dia</strong> - "Fundado na alvorada do presente milénio, os Strella do dia têm vindo a fazer um trabalho essencialmente relacionado com a recriação histórica, mais precisamente com a época Medieval, participando em Feiras Medievais, Mercados Árabes e Medievais, Recriações Celtas e Romanas, Festas Populares, Romarias, Arruadas, etc".</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3168/2678700144_39ff8e3268_o.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p>1 de Agosto – 22H00 &#124; Pátio do Mercado de Sant’ana – Centro Cultural<br />
<strong>Catavento – Teatro das Beiras</strong> - Entre a mitologia e a ciência, "Catavento" relata de uma forma popular e enérgica, brejeira até, o conflito entre o velho e o novo, o tradicional e o inovador, o antigo e o moderno, com toda a força de um choque frontal.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3258/2677900537_0348cf8e63_o.jpg" alt="" width="314" height="448" /></p>
<p>2 de Agosto – 22H00 &#124; Praça Rodrigues Lobo<br />
<strong>Música ao vivo</strong></p>
<p>8 de Agosto – 22H00 &#124; Praça Rodrigues Lobo<br />
<strong>Miss Easy no Trio Pedalo</strong> - O Trio Pedalo é um antigo triciclo de deficientes totalmente adaptado e remodelado de forma a transportar toda a banda. Um engenhoso veículo que surpreenderá tudo e todos não dispensando um olhar mais atento</p>
<p>9 de Agosto – 22H00 &#124; Pátio do Mercado de Sant’ana – Centro Cultural<br />
<strong>Ela Não É Francesa Ele Não É Espanhol</strong> - Duo de voz e harpa com Inês Jacques e Eduardo Raon. Este duo de voz e harpa, tem vindo a desenvolver música que nem sempre é fácil de catalogar. Apesar da origem do seu trabalho estar no jazz, não se pode colar a esse rótulo.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3192/2678750098_30129550f3_o.jpg" alt="" width="320" height="213" /></p>
<p>14 de Agosto - 22H00 &#124; Jardim Luís de Camões<br />
<strong>Grupo Folclórico Concórdia e Reconciliação, de Sidi Bel Abees, da Argélia</strong> - uma amostra da cultura do norte de África, já que é originário da província argelina Sidi Bel Abees. Constituído por cerca de 20 elementos, este grupo apresenta um espectáculo colorido e ritmado.</p>
<p>15 de Agosto – 22H00 &#124; Pátio do Mercado de Sant’ana – Centro Cultural<br />
<strong>Tânia Pataco – Projecto Fado</strong></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2386/2678762842_64f16b0451_o.jpg" alt="" width="591" height="413" /></p>
<p>16 de Agosto - 22H00 &#124; Praça Rodrigues Lobo<br />
<strong>Música ao vivo</strong></p>
<p>22 de Agosto – 22H00 &#124; Praça Rodrigues Lobo<br />
<strong>Música ao vivo</strong></p>
<p>23 de Agosto – 22H00 &#124; Pátio do Mercado de Sant’ana – Centro Cultural<br />
<strong>Abelha Mágica</strong></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3245/2677956175_eceda6e668_o.jpg" alt="" width="200" height="180" /></p>
<p>29 de Agosto – 22H00 &#124; Pátio do Mercado de Sant’ana – Centro Cultural<br />
<strong>Melech Mechaya</strong> - os Melech Mechaya são seguidores em Portugal da mais pura tradição klezmer, abraçando também momentos mais delicados e intimistas.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3235/2678799662_0da83252c9_o.jpg" alt="" width="332" height="366" /></p>
<p>30 de Agosto – 22H00 &#124; Praça Rodrigues Lobo<br />
<strong>Música ao vivo</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><a href="http://www.cm-leiria.pt/pagegen.asp?SYS_PAGE_ID=807701&#38;id=607" target="_blank">Câmara Municipal de Leiria</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Festival Noites na Nora - Serpa]]></title>
<link>http://programadefestas.wordpress.com/?p=1642</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 00:17:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>profestas</dc:creator>
<guid>http://programadefestas.wordpress.com/?p=1642</guid>
<description><![CDATA[
No ano 2000, precisamente no ano da sua formação, a Baal 17 embarcava na aventura de construir um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://i264.photobucket.com/albums/ii182/dionisioleitao/programa2008.jpg" alt="" width="394" height="827" /></p>
<p style="text-align:left;">No ano 2000, precisamente no ano da sua formação, a Baal 17 embarcava na aventura de construir um Festival Cultural em Serpa, e no Alentejo. O espaço da Nora, local que viria a dar o nome ao Festival, foi o local escolhido para levar avante este desejo, representativo da filosofia da companhia Baal 17 - A cultura como uma festa. Noites na Nora é um espaço de encontro das diversas formas de Arte, um espaço onde o público em geral toma conhecimento com o que se faz no mundo do teatro, da música, do novo circo e do cinemaza, em Serpa, na região, no País e no mundo. Um Festival de portas abertas à cultura, à amizade, ao encontro, à partilha, num local repleto de magia e oferta e onde as noites serão sempre noites de<br />
celebração.</p>
<p>Durante quatro semanas, cinco dias por semana, o Festival Noites na Nora acolhe espectáculos de teatro, música, dança, oficinas e residências artísticas. </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.baal17.com" target="_blank">www.baal17.com</a>  </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[son finite le prove]]></title>
<link>http://molengai2.wordpress.com/?p=1619</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 21:39:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>molengai2</dc:creator>
<guid>http://molengai2.wordpress.com/?p=1619</guid>
<description><![CDATA[anche Butterfly è arrivata alla generale
tutto bene direi
Domenica la prima
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>anche Butterfly è arrivata alla generale<br />
tutto bene direi<br />
Domenica la prima</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ZULEIKA DOS REIS COMENTA EM "É E NÃO ESTÁ"]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2989</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 19:59:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2989</guid>
<description><![CDATA[COMENTÁRIO:
Zuleika dos Reis
Na lucidez dos lúcidos, fielmente loucos de si feito você (assim o p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><a href="http://palavrastodaspalavras.files.wordpress.com/2008/07/zuleika-dos-reis-foto-2-copia-zuka-06-de-janeiro-de-2008.jpg"></a><a href="http://palavrastodaspalavras.files.wordpress.com/2008/07/zuleika-dos-reis-foto-2-copia-zuka-06-de-janeiro-de-20081.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-2993" src="http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/files/2008/07/zuleika-dos-reis-foto-2-copia-zuka-06-de-janeiro-de-20081.jpg?w=91" alt="" width="91" height="96" /></a>COMENTÁRIO:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 18pt;"><cite><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Zuleika dos Reis</span></cite></p>
<p style="margin-left:36pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Na lucidez dos lúcidos, fielmente loucos de si feito você (assim o poema atesta), nenhum ciclo é exato, pode nunca.Viver é mesmo muito perigoso, ah, mestre Rosa, mestre Rosa! E todo louco-lúcido/lúcido- louco, Lúcifer de si-mesmo, jamais desiste da Esperança da Epifania, jamais, muito menos ainda em Mundo-Falso-Eterno-Presente-Este-Estrangeiro de Si- do Outro.<br />
Abraço forte<br />
Zuleika.</span>
</p>
<p style="margin-left:36pt;"> </p>
<p style="margin-left:36pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">VEJA o tema : <a href="http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/2008/07/08/e-e-nao-esta-poema-de-jb-vidal/#comments">AQUI.</a></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MANOEL DE ANDRADE COMENTA EM "O LIVREIRO DE CABUL"]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2985</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 19:48:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2985</guid>
<description><![CDATA[COMENTÁRIO:

Manoel de Andrade
É bem isso aí, caro Salomão. A industria editorial, como a fonogr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><cite><span style="font-family:&#34;"><a href="http://palavrastodaspalavras.files.wordpress.com/2008/07/manoel-de-andrade-foto-dele-img_7355.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-2995" src="http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/files/2008/07/manoel-de-andrade-foto-dele-img_7355.jpg?w=64" alt="" width="64" height="96" /></a>COMENTÁRIO:</span></cite></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><cite></cite></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><cite><span style="font-family:&#34;">Manoel de Andrade</span></cite></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">É bem isso aí, caro Salomão. A industria editorial, como a fonográfica, no mundo inteiro, está promovendo a cultura unicamente pelos “valores” de mercado. “Campeõs de venda” nas listas de grandes jornais e revistas??? “Formadores de opinião literária”??? Esta encomenda faz parte do marketing mafioso das editoras. É preciso resistir. O que é difícil…, numa cultura cada vez mais marcada pela alienação e pela aparência. Nesse shopping de ilusões que é o mundo, só se consome o que está na vitrine e, infeslizmente, a grife está marcando também a literatura. É imprescíndível ter espírito crítico quando se entra nesse bazar sedutor da pós-modernidade, onde estão expostas as “novas tendências”, a decantada “conceitualidade” e todo esse irreverente varejo intelectual. Mas tudo isso faz parte do jogo globalizado. Temos que resistir até a últimas trincheiras. Sobre este livro, tenho-o visto por aí, quase todo dia, por que também sou um rato a procura de um bom pedaço de queijo. Agora…, como não uso meu tempo com a leitura de best-sellers, nada posso comentar.</span></p>
<p> </p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><em>VEJA completo: </em><a href="http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/2008/01/07/o-livreiro-de-cabul-reportagem-ficcao-ou-farsa-por-salomao-rovedo/"><em>AQUI.</em></a></span></p>
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</item>
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<title><![CDATA[CARLO PAOLUCCI COMENTA em "A PASSEATA DOS CEM MIL"]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2983</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 19:39:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
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<description><![CDATA[Comentário:
1968, o ano q nunca terminará
O mundo de 68 começa a revidar às bestialidades patroc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Comentário:<br />
1968, o ano q nunca terminará</p>
<p>O mundo de 68 começa a revidar às bestialidades patrocinadas pela direita-profissional na guerra fria e aos genocídios de Che Guevara e do povo vietnamita, e dá inicio a luta urbana através da esquerda-com-raiva, q deflagra sua cratera-lunar(expressão belga: desprezo à perfídia norte-canalha-americana e seu (i)mundo hollywoodiano). Inicia-se pelo movimento universitário em Nanterre-França, onde, liderados p Bendit-Le-Rouge, invade a Europa e toma universidades/ruas do mundo (pasmem, até em Bercley-Califórnia). Ameaçados pelos terroristas da c.i.a. de intervenção da OTAN, a direita-profissional promove a carnificina na cidade-luz. A mídia pró-ocidental omite esses fatos, assim como o fez nas barbáries argelina(63) &#38;amp; vietnamita(67/75). Lá, HOCHIMIN inicia a expulsão da canalha americana da Indochina, iniciada em Quang Tri(73). Essa canalha já vem ofertando ao mundo inúmeros crimes de lesa-humanidade, a saber: A)extermínio da nação indígena. B)Ku Klus<br />
Klan. C)450 mil calcinados em Hiroxima e Nagazaki. D)genocídio de 3,5 milhões de heróis vietnamitas. E)invasões de Granada, Panamá, Belize. F)gasolina p vidas no Iraque. G)a hipocrisia ilegal em Guantánamo. Na década de 60, Kennedy, o gãngster-mor, ñ conseguindo invadir Cuba(varridos na Baía dos Porcos-61) fabrica a crise dos mísseis cubanos p camuflar os 75 mísseis atômicos apontados p Moscou instalados na Turquia. Depõe governos democraticamente eleitos no Cone Sul e implanta a tortura através de sua infame Aliança p o Progresso. Mas Dan Mitrione, um Torquemada da Operação Condor(travestido de monitor de tráfego) é heroicamente justiçado pelos Montoneros argentinos. Após o golpe de 64 os terroristas da c.i.a. se reapresentam e instruem a direita-profissional tupiniquim com técnicas de tortura &#38;amp; assassinato. Com a Passeata dos 100 Mil(Rio) se iniciam os anos de chumbo através do AI-5 e Operação Obam, e o BRAZIL se transforma no país-vomitório dos<br />
norte-canalha-americanos. A ditadura tupiniquim acrescenta o exílio aos q reagem c ações armadas ou políticas. Quem ñ é jogado vivo ao mar é jogado semimorto em Argel/Paris/Bruxelas. A Igreja, cúmplice do golpe na 1ª hora, sai às ruas após freis Beto/Tito, Herzog, Manoel Fiel Filho, Stuart Angel. Hoje, com as piores lembranças supostamente pacificadas, eu posso dizer EU LUTEI! Mas por que torturadores ñ podem dizer EU TORTUREI? Simples, o (i)mundo hollywoodiano ñ os quer perto dos holofotes, pois lhes reserva o lugar de sua eterna desonra, os porões. O mundo de 68 jamais terminará p os bufões da direita-profissional!!!!</span>
</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><em>VEJA completo: </em><a href="http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/2008/05/05/1968-a-passeata-dos-cem-mil-por-manoel-de-andrade/#comments"><em>AQUI</em></a></span></p>
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<title><![CDATA[Confesiones de un actor]]></title>
<link>http://elpisosucio.wordpress.com/?p=68</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 19:25:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>santi75</dc:creator>
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<description><![CDATA[Curb your enthusiasm tuvo un hijo. Lo llamaron Extras
Allí Ian McKellen nos brinda sus reflexiones]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Curb your enthusiasm</em> tuvo un hijo. Lo llamaron <em>Extras<br />
</em>Allí Ian McKellen nos brinda sus reflexiones más profundas acerca del significado y el sentido de la actuación.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/43sbtkQM6zc'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/43sbtkQM6zc&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[VALORES na VIDA em SOCIEDADE - por vicente martins]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2981</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 19:19:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2981</guid>
<description><![CDATA[

Os valores não surgem na vida em sociedade como um trovão no céu. São construídos na vida fam]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"></span></p>
<p><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Os valores não surgem na vida em sociedade como um trovão no céu. São construídos na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas escolas, nas manifestações culturais, nos movimentos e organizações locais. Conhecê-los, compreendê-los e praticá-los é uma questão fundamental da sociedade atual.</span></strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Perguntei à minha filha Mariana, de 11 anos, o que pensava da seguinte situação: um pai, vendo um filho passar fome, resolve roubar alimentos em um supermercado no bairro em que mora. Ele agiu certo ou errado ao cometer esse delito? Ela me respondeu: “Acho que ele agiu certo porque ao ver o filho com fome não suportou a cena de miséria em sua casa e não teve saída senão roubar. Por outro lado, também agiu errado por ter roubado o supermercado; afinal, roubar é uma ação feia”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">O exemplo acima pode nos dar uma idéia da complexidade que é viver em sociedade. A luta por um mundo melhor, por uma civilização mais humana, mais democrática e mais justa tem sido, historicamente, construída pelo homem.<span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Atualmente, os governos, as organizações não-governamentais e os cidadãos do mundo lutam pela eqüidade. O que é a eqüidade? É uma forma de praticar a Justiça, isto é, o respeito à igualdade de direito de cada um, que independe do que está escrito nos códigos jurídicos. No século 21, a sociedade civil e política quer que todos pratiquem a eqüidade como expressão de um sentimento do que se considera justo, que seja expressa em forma de virtude de quem ou do que (atitude, comportamento, fato etc.) manifesta senso de justiça, imparcialidade, respeito à igualdade de direitos dos homens. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Por isso, na Filosofia, a ética é o ramo de estudos que cuida particularmente de investigar os princípios que motivam, distorcem, disciplinam ou orientam o comportamento humano. Ela reflete especialmente a respeito da essência das normas, valores, prescrições e exortações presentes em qualquer realidade social. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Podemos observar que as ações humanas, em face de sentimentos, estímulos sociais ou de necessidades íntimas, requerem, para a boa convivência na vida social, bons costumes, boa conduta, segundo os preceitos socialmente estabelecidos pela sociedade. Uma pessoa, mesmo com as mais contundentes e sensíveis justificativas, em situação de privação material ou de fome, comete um crime ao roubar para alimentar-se. Roubar é um ato que fere a moral e os bons costumes. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Entre as diferentes ambiências humanas, a escola tem sido, historicamente, a instituição escolhida pelo Estado e pela família, como o melhor lugar para o ensino-aprendizagem dos valores, de modo a cumprir (em se tratando de educação para a vida em sociedade) a finalidade do pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o mundo do trabalho. Sem a prática de valores, não podemos nem falar em cidadania.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Sendo assim, caberá às instituições de ensino a missão de ensinar valores no âmbito do desenvolvimento moral dos educandos. Através da seleção de conteúdos e metodologias que favoreçam temas transversais (Justiça, Solidariedade, Ética etc.), presentes em todas as matérias do currículo escolar, os valores podem ser conhecidos e aplicados na vida diária.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"> </span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Decálogo dos valores</span></strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Confira abaixo dez conceitos que podem ser desenvolvidos para melhorar a nossa vida em sociedade:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Autonomia:</span></strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"> Refere-se ao valor que reconhece o direito de um indivíduo tomar decisões livremente, ter sua liberdade, independência moral ou intelectual. É a capacidade apresentada pela vontade humana de se autodeterminar segundo uma norma moral por ela mesma estabelecida, livre de qualquer fator estranho ou externo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Capacidade de convivência:</span></strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"> Valor que desenvolve a capacidade de viver em comunidade, na escola, na família, nas igrejas, nos parques, enfim, em todos os lugares onde se concentram pessoas, de modo a garantir uma coexistência interpessoal harmoniosa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Diálogo: </span></strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Valor que reconhece na conversa um momento da interação entre dois ou mais indivíduos, em busca de um acordo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Dignidade da pessoa humana: </span></strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Valor absoluto que cada ser humano tem. A pessoa é fim, não meio. A pessoa tem valor, não preço.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Igualdade de direitos: </span></strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Valor inspirado no princípio segundo o qual todos os homens são submetidos à lei e gozam dos mesmos direitos e obrigações.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Justiça:</span></strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"> É o valor mais forte. Manifesta-se quando a pessoa é capaz de perceber ou avaliar aquilo que é direito, que é justo. É o princípio moral em nome do qual o direito deve ser respeitado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Participação social:</span></strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"> Valor que se desenvolve à medida que nos tornamos parte da vida em sociedade e leva-nos a compartilhar com os demais membros da comunidade conflitos, aflições e aspirações comuns.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Respeito mútuo: </span></strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Valor que leva uma pessoa a tratar outra com grande atenção, profunda deferência, consideração e reverência. A reação da outra será no mesmo nível: o respeito mútuo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Solidariedade: </span></strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Valor que se manifesta no compromisso pelo qual as pessoas se obrigam umas às outras e cada uma delas a todas, particularmente, diante dos pobres, dos desprotegidos, dos que sofrem, dos injustiçados, com o intuito de confortar, consolar e oferecer ajuda.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Tolerância: </span></strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Valor que se manifesta na tendência a admitir, nos outros, maneiras de pensar, de agir e de sentir diferentes ou mesmo diametralmente opostas às nossas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:11.35pt;margin:0;"><em><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Vicente Martins, </span></strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">professor da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), Sobral, CE. </span></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SEM CÍRCULO VICIOSO - por darlan cunha]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2979</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 18:49:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2979</guid>
<description><![CDATA[O jardim, o quintal e a garagem onde se deposita 
quinquilharias, em tudo tu entras
e sais de lá de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">O jardim, o quintal e a garagem onde se deposita </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">quinquilharias, em tudo tu entras</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">e sais de lá deixando o rastro inerente</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">a quem prepara uma artimanha ou uma surpresa no meio</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">da noite, e eu me arguo querendo saber mais</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">sobre o ofício de viver, em vão</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">calço botas e visto luvas, me asseguro de beber e comer algo</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">antes de pôr os pés onde as mãos não vão, de pôr as mãos</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">onde primeiro deveria ir a prudência, mas</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">em se tratando de ti, de ti que ilude </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">a ilusão, melhor assim esteja eu: abrindo-me devagar</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">como um olho ou uma 'munheca' de samambaia,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">porque o sol volta e re-volta há noites e pesadelos, há</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">sonhos novos e envelhecidos.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
