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	<title>trabalhadores &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/trabalhadores/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "trabalhadores"</description>
	<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 15:14:25 +0000</pubDate>

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<item>
<title><![CDATA[Número de empresas do setor sucroalcooleiro na lista suja deve aumentar, diz ministério]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/?p=4246</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 23:34:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Brasília - Atualmente com 172 nomes, a Lista Suja do Trabalho Escravo do Ministério do Trabalho de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília - Atualmente com 172 nomes, a Lista Suja do Trabalho Escravo do Ministério do Trabalho deverá ser ampliada. A principal razão<!--more--> é o crescimento do número de fiscalizações em empresas do setor sucroalcooleiro, que continuam submetendo trabalhadores a situação semelhante à escravidão e degradante.</p>
<p class="western">Segundo o coordenador nacional do Grupo Especial de Fiscalização Móvel do Ministério do Trabalho, Marcelo Campos, o órgão deve divulgar amanhã (9) a nova versão da lista das empresas que usam mão-de-obra escrava.</p>
<p class="western">De acordo com ele, sempre que a lista foi atualizada houve aumento do número de empresas cadastradas. “Desde 2004, sempre que é atualizada, a lista possou a ter um número maior de infratores. Essa será a tendência da próxima atualização”, afirmou à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p class="western">E o setor sucroalcooleiro deve ser o principal responsável pelo inchaço da "lista suja". “Tem crescido nossa fiscalização no setor sucoralcooleiro. No ano passado, o número de trabalhadores libertados [<em>no setor</em>] foi 40% do total. E isso deve significar, no curto prazo, um maior número de empresas desse setor no cadastro”, disse Campos.</p>
<p>“Isso é facilmente explicável porque em uma usina de álcool trabalham centenas, milhares de pessoas no mesmo local, enquanto em outras atividades do meio rural o número é sempre muito menor. Então, basta flagrar uma usina para inflacionar esse número [<em>de trabalhadores libertados da condição análoga à escravidão</em>]",  argumentou ele.</p>
<p class="western">Campos explicou que outra razão para o crescimento da “lista suja” ocorre em virtude do tempo para desfecho dos processos de inclusão ou não das empresas. De acordo com o coordenador, tem havido um número maior de fiscalizações, o que tem resultado em mais trabalhadores libertados.</p>
<p>“Entre o momento da fiscalização e a inclusão na lista há um prazo de dois anos. Com o acúmulo de casos que estão sendo analisados [<em>ao final dos processos</em>] acaba aumentando o número de empresas no cadastro”, afirmou.</p>
<p class="western">As empresas incluídas na "lista suja" são impedidas de obter novos contratos com os Fundos Constitucionais de Financiamento administrados pelo Banco do Nordeste, Banco da Amazônia e Banco do Brasil. Além disso, o BB impede os relacionados de obterem novos contratos de qualquer modalidade de crédito.</p>
<p class="western">==========</p>
<p class="western"><span class="assinatura1">Ivan Richard<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Natalidade em Portugal]]></title>
<link>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/07/08/natalidade-em-portugal/</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 22:32:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>C. Alexandra</dc:creator>
<guid>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/07/08/natalidade-em-portugal/</guid>
<description><![CDATA[
«Com o intuito de promover a natalidade, a organização [Barrigas de Amor]lembrou que, desde 1917]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://madmantrez.deviantart.com/art/Liesl-s-pregnant-sister-24684163"><img style="border-width:0;" src="http://companhiaanimais.files.wordpress.com/2008/07/liesl-s-pregnant-sister-by-madmantrez.jpg" border="0" alt="" width="236" height="315" /></a></p>
<p align="justify">«Com o intuito de promover a natalidade, a organização [<a href="http://barrigasdeamor.com/">Barrigas de Amor</a>]lembrou que, desde 1917, Portugal não registava uma diferença tão grande entre o número de mortes e o de nascimentos. Em 2007, morreram mais 1514 pessoas do que aquelas que nasceram e a taxa de natalidade continua a baixar, fixando--se em 9,7%. Os dados apontam para que nos próximos 25 anos o País perca um quarto da população.»</p>
<p align="justify">O excerto pertence a um artigo publicado no <em>Diário de Notícias</em> (Julho de 2008), da autoria de Orlando Almeira, intitulado <a href="http://dn.sapo.pt/2008/07/07/sociedade/barrigas_amor_2008_junta_mais_dez_mi.html"><em>Barrigas de Amor 2008 junta mais de dez mil</em></a>.</p>
<p align="justify">Estes números são preocupantes na medida em que afectam desde já o actual sistema de protecção social.</p>
<p align="justify">A segurança social portuguesa funciona com base no mecanismo de mutualidade de seguros, ou seja, cada indivíduo contribui para segurar outros e por eles ser segurado. Ora, o envelhecimento populacional leva a que haja uma evolução entre contribuintes e beneficiários do sistema, na qual diminuem os contribuintes e aumentam os beneficiários, levando inevitavelmente ao aumento da carga financeira por contribuinte.</p>
<p align="justify">Como tal, torna-se incompreendível que ainda se justifique a falta de apoio à natalidade com base na carga financeira por contribuinte.</p>
<p align="justify">Assim como não se compreende o silêncio em torno do sistema de segurança social. O que o Governo tem feito é <a href="http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/economia/pt/desarrollo/1127993.html">apertar o cerco às pequenas e médias empresas portuguesas</a> de modo a aplicar pequenos remendos no sistema. Sem que os responsáveis por tal processo saibam ao certo quais os reais devedores, tendo sido notificadas empresas cumpridoras para pagamento de dívidas. Como contra senso continuam a reformar-se gestores públicos com valores absurdos de reformas.</p>
<p align="justify">Já em 2006 o <em>Diário Económico</em> <a href="http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/economia/pt/desarrollo/690404.html">informava</a> «A produção nacional de um ano é actualmente insuficiente para pagar os compromisso já assumidos pela Segurança Social perante os pensionistas e os restantes beneficiários. Segundo as contas do Compromisso Portugal, a dívida líquida implícita do sistema é 102% do PIB. Na prática, significa que se o sistema tivesse de liquidar agora todos os compromissos e de uma só vez, o Estado teria de desembolsar 154 mil milhões de euros a quem desconta e a quem recebe pensões.» É inevitável a ruptura do sistema e poderá ser mais cedo do que o previsto por vários políticos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Anunciar a Boa Nova que cura]]></title>
<link>http://faroldeluz.wordpress.com/?p=425</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 13:34:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>(VM)</dc:creator>
<guid>http://faroldeluz.wordpress.com/?p=425</guid>
<description><![CDATA[Terça-feira da 14ª Semana do Tempo Comum
Tuesday of the Fourteenth week in Ordinary Time

Depois d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://faroldeluz.files.wordpress.com/2008/07/89531.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-428" src="http://faroldeluz.wordpress.com/files/2008/07/89531.jpg?w=206" alt="" width="206" height="300" /></a><strong>Terça-feira da 14ª Semana do Tempo Comum</strong></p>
<p><strong>Tuesday of the Fourteenth week in Ordinary Time</strong><span style="font-size:10px;"><br />
</span></p>
<p align="justify">Depois do último              milagre, o do endemoninhado mudo, Mateus recorda-nos que Jesus "<em>anunciava a boa nova curando enfermidades e doenças de todo o tipo</em>". Esta é a colheita do Reino que temos de multiplicar. O povo de Deus é constituído por gente chamada e enviada, seja a um país longínquo ou à              nossa própria casa. Somos enviados a              ter atitudes de compaixão diante das pessoas "cansadas e abatidas como ovelhas sem              pastor".</p>
<p align="justify"><strong>Evangelho segundo S. Mateus 9,32-38</strong><br />
Mal eles se tinham retirado, apresentaram-lhe um mudo, possesso do demónio. Depois que o demónio foi expulso, o mudo falou; e a multidão, admirada, dizia: «Nunca se viu tal coisa em Israel.» Os fariseus, porém, diziam: «É pelo chefe dos demónios que Ele expulsa os demónios.»  Jesus percorria as cidades e as aldeias, ensinando nas sinagogas, proclamando o Evangelho do Reino e curando todas as enfermidades e doenças. Contemplando a multidão, encheu-se de compaixão por ela, pois estava cansada e abatida, como ovelhas sem pastor. Disse, então, aos seus discípulos: «A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, portanto, ao Senhor da messe para que envie trabalhadores para a sua messe.»</p>
<p style="text-align:center;">------------------------------------------------</p>
<p align="justify"><a href="http://faroldeluz.files.wordpress.com/2008/07/terca_14tc_po.pdf" target="_blank">Comentário ao Evangelho do dia feito por S. Vicente de Paulo  - «<strong>Pedi ao senhor da messe que envie trabalhadores para a sua messe</strong>»</a></p>
<p align="justify"><a href="http://faroldeluz.files.wordpress.com/2008/07/tuesday_14ot_en.pdf" target="_blank">Commentary of the day by Saint Vincent de Paul  - "<strong>Ask the master of the harvest to send out laborers for his harvest</strong>"</a></p>
<p style="text-align:center;">------------------------------------------------</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Holy Gospel of Jesus Christ according to Saint Matthew 9,32-38</strong><br />
As they were going out,  a demoniac who could not speak was brought to him, and when the demon was driven out the mute person spoke. The crowds were amazed and said, "Nothing like this has ever been seen in Israel." But the Pharisees said,  "He drives out demons by the prince of demons." Jesus went around to all the towns and villages, teaching in their synagogues, proclaiming the gospel of the kingdom, and curing every disease and illness. At the sight of the crowds, his heart was moved with pity for them because they were troubled and abandoned, like sheep without a shepherd. Then he said to his disciples, "The harvest is abundant but the laborers are few; so ask the master of the harvest to send out laborers for his harvest."</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Funcionários da Infraero podem decidir cruzar os braços a partir do dia 15]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/?p=3977</link>
<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 15:07:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
<guid>http://jobagola.wordpress.com/?p=3977</guid>
<description><![CDATA[


 Marli Moreira
Repórter da Agência Brasil












São Paulo - Os funcionários da Empresa ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td><span class="assinatura1"> Marli Moreira<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p></span></td>
<td class="espacocapa" width="10"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="32" valign="top"><a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/07/04/materia.2008-07-04.8683426380/sendto_form"><img src="http://stream.agenciabrasil.gov.br/img/enviar.gif" border="0" alt="envie por e-mail" hspace="11" /></a><br />
<a href="this.print();"><img src="http://stream.agenciabrasil.gov.br/img/imprimir.gif" border="0" alt="imprimir" hspace="11" vspace="10" /></a><br />
<a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/07/04/materia.2008-07-04.8683426380/canal_do_leitor"><img src="http://stream.agenciabrasil.gov.br/img/comentar.gif" border="0" alt="comente/comunique erros" hspace="11" /></a><br />
<a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/07/04/materia.2008-07-04.8683426380/save_content"><img src="http://stream.agenciabrasil.gov.br/img/salvar.gif" border="0" alt="download gratuito" hspace="11" vspace="10" /></a></td>
<td valign="top">São Paulo - Os funcionários da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) realizam na manhã de hoje (4) assembléia no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro. Essa é a última etapa de encontros que a categoria vem realizando no país desde o dia 2, para definir se paralisa as atividades a partir do dia 15.</p>
<p class="western">De acordo com Francisco Lemos, presidente do Sindicato Nacional dos Aeroportuários, a greve será um protesto contra as medidas que viriam reduzir o poder de compra dos funcionários. Entre as medidas estão o aumento da parcela descontada dos trabalhadores nos benefícios concedidos como auxílios alimentação, saúde e transporte e a redução do percentual de cálculo de horas extras aos sábados, domingos e feriados, que passou de de 100% para 60%. “Isso fere direitos obtidos em acordos coletivos”, afirmou Lemos.</p>
<p class="western">O movimento também será uma forma de tentar elevar as correções salariais. “A empresa está oferecendo reajuste de apenas 0,4%, enquanto nós do sindicato defendemos pelo menos a reposição da inflação em 13% ", disse Lemos.</p>
<p class="western">Dos 11.500 servidores contratados em regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), 4 mil estão lotados nos terminais aéreos de São Paulo (Cumbica, Congonhas, Viracopos e Campo de Marte).</p>
<p class="western">Para Francisco Lemos não há outra alternativa a não ser indicar a greve, porque “a Infraero sentou-se à mesa de negociações com um proposta fechada que não atende aos anseios dos trabalhadores”. A assessoria de imprensa da Infraero negou que a empresa tenha encerrado o diálogo com os representantes dos funcionários e informou que têm sido feito esforços para atender as reivindicações.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Greve já afeta entrega de correspondência no Rio, avaliam servidores dos Correios]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/?p=3617</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 17:48:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
<guid>http://jobagola.wordpress.com/?p=3617</guid>
<description><![CDATA[Rio de Janeiro (ABr) - A entrega de correspondência no estado do Rio de Janeiro já está sendo afe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Rio de Janeiro (ABr) - A entrega de correspondência no estado do Rio de Janeiro já está sendo afetada pela greve dos servidores dos Correios, segundo informou na manhã de hoje (2) o sindicato da categoria. A estimativa é de que somente no Rio quase 3 milhões de cartas por dia deixem de chegar a seus destinatários enquanto durar a paralisação. Segundo Marcos Santaguida, diretor de imprensa do Sindicato dos Trabalhadores na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, a paralisação conta com 70% de adesão no estado.</p>
<p>Entre as reivindicações dos servidores, que decidiram suspender as atividades em assembléia na noite de segunda-feira (30), estão a implementação do Plano de Cargos e Salários que vinha sendo negociado com o governo desde o ano passado e o pagamento de um adicional de risco de 30% sobre o salário base. Para Santaguida, esse valor é fundamental principalmente para os carteiros que trabalham nas grandes capitais, como Rio e São Paulo.</p>
<p>"Em São Paulo, alguns carteiros chegam a sair com segurança. Aqui no Rio os assaltos também são muito comuns. E esse adicional é utilizado pelos profissionais para o tratamento de doenças que podem surgir em função dos riscos da profissão, como complicações cardíacas, hipertensão e síndrome do pânico, entre outras", afirmou.</p>
<p>A assessoria de imprensa dos correios no Rio rebateu os dados do sindicato e garantiu que do total de 14 mil funcionários da empresa no estado, apenas 20% aderiram à greve. A empresa informou que todas as agências no estado estão abertas e que apenas os serviços de Sedex 10, Sedex Hoje e Dique-Coleta foram suspensos temporariamente.</p>
<p>A categoria faz nova assembléia na tarde de hoje (2) para avaliar o movimento e uma passeata pela Avenida Rio Branco, a principal do centro da cidade, está marcada para 15h desta quinta-feira (3).</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Média de trabalhadores parados por greve no setor privado supera a do funcionalismo público]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/?p=3512</link>
<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 10:47:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[São Paulo (ABr) - O Balanço das Greves em 2007, publicado pelo Departamento Intersindical de Estat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo (ABr) - O Balanço das Greves em 2007, publicado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudo Socioeconômicos (Dieese), mostra que a média, em 2007, do número de trabalhadores parados por greve na esfera privada foi de 6.418 e superou a do funcionalismo público – média de 5.757.</p>
<p>Essa foi a primeira vez, desde 2004 – ano em que foi feito o primeiro balanço de greves pela entidade – que ocorreu a preponderância da média de trabalhadores privados parados por greve.  No ano, o número absoluto de trabalhadores do setor privado que fizeram greve foi de 641.766 ante 546.955 do funcionalismo público – número que sobe para 713.259 se forem considerados os trabalhadores grevistas empregados em estatais.</p>
<p>Já em relação à quantidade de horas paradas nas greves, o Dieese aponta que o funcionalismo ficou sem trabalhar por 20.172 horas no ano, enquanto os trabalhadores privados, 3.324 horas. O número de paralisações não apresentou grande diferença: foram 95 do funcionalismo público e 100 do setor privado. Outras 12 paralisações foram feitas por empregados de estatais.</p>
<p>Em 2007, no total – levando-se em conta o setor privado, o funcionalismo público e os trabalhadores de estatais –, foram registradas pelo Dieese 316 greves, que resultaram na paralisação de quase 29 mil horas de trabalho em todo o país. Desse total, 161 paralisações (51%) foram empreendidas pelos trabalhadores da esfera pública – o funcionalismo público nos âmbitos municipal, estadual e federal, somados aos empregados em empresas estatais.</p>
<p>Em relação ao número de horas paradas, a esfera pública foi responsável por cerca de 85% do tempo não trabalhado e, a privada, 15%.</p>
<p>O Dieese aponta ainda que cerca de 40% do total dos movimentos grevistas foram encerrados no mesmo dia em que foram deflagrados e 79% deles não ultrapassaram 10 dias. Esse percentual é devido, segundo a entidade, principalmente, às paralisações ocorridas na esfera privada. Nela, o percentual de paralisações de apenas um dia ultrapassou a metade do total (52%). Quanto às paralisações superiores a 30 dias, estas foram mais freqüentes no funcionalismo público: 91% das greves com essa duração ocorreram no setor.</p>
<p>A exigência de reajuste salarial é predominante no conjunto das greves analisadas e atinge quase a metade do total (49%). Embora em menor proporção, também apresentaram freqüência significativa reivindicações de implantação ou reformulação de Plano de Cargos e Salários (26%) e de auxílio alimentação (18%). Ainda houve ocorrência expressiva de paralisações por exigência de novas contratatações e piso salarial (14% cada), por Participação nos Lucros e/ou Resultados (13%); contra o descumprimento de acordo, descumprimento de lei e por questões relativas a condições de trabalho (12% cada); por atraso no pagamento de salários (11%); por isonomia salarial (10%); e por melhora nos serviços públicos (8%).</p>
<p>O Dieese obteve informações de reações patronais em apenas 35 greves – nas demais, não foi possível elaborar análise. Destas, o procedimento mais usual foi o recurso à repressão policial, observado em 16 paralisações. O desconto dos dias parados foi registrado em 14 casos e a ameaça de demissão, em nove. Além desses, punições e demissões de grevistas foram utilizadas durante a realização de seis paralisações.</p>
<p>Os dados do balanço, publicados nessa segunda-feira (30), foram extraídos do  Sistema de Acompanhamento de Greves, concebido e elaborado pelo Dieese, que reúne informações sobre as paralisações deflagradas no Brasil desde 1983. As fontes para o levantamento dos dados são os jornais impressos ou eletrônicos da grande mídia e da imprensa sindical.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entidades rurais discutem com governo piso salarial para trabalhadores da cana-de-açúca]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/?p=3458</link>
<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 23:28:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
<guid>http://jobagola.wordpress.com/?p=3458</guid>
<description><![CDATA[Brasília (ABr) - Entidades que representam os trabalhadores do setor canavieiro estão negociando c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília (ABr) - Entidades que representam os trabalhadores do setor canavieiro estão negociando com o governo federal a fixação de um <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/06/13/materia.2008-06-13.9687156298/view" target="_self">piso salarial</a> para os chamados bóias-frias. A informação é do secretário de Assalariados(as) da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Antônio Lucas.</p>
<p>Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, ele informou que atualmente já existem acordos estaduais que definem pisos para esses trabalhadores. Nas negociações deste ano, por exemplo, foram fixados os valores de R$ 526, em Goiás e R$ 555, em São Paulo. “O que nós estamos pleiteando, em nível nacional, é unificar essas negociações e todas essas conquistas, esses direitos, e fazer cumprir aquilo que é negociado”, disse.</p>
<p>Lucas afirmou que a Contag entregou ao governo, no mês passado, um documento apresentando as reivindicações para os trabalhadores do setor. Embora não haja, no texto, propostas de valores salariais, Lucas disse que a entidade não pretende negociar um valor menor do que a média paga nas Regiões Sudeste e Centro-Oeste, que está em torno de R$ 750 e R$ 800.</p>
<p>“Não teria como a gente negociar nenhum piso hoje abaixo disso, porque apesar de que ele [<em>trabalhador rural</em>] trabalha por produção, isso é para a sobrevivência dele, qualquer coisa que você diminua no ganho, nós estamos criando uma regra que não vai ajudar muito, nós queremos diminuir o impacto com relação à produção, porque hoje eles trabalham muito para ganhar isso, e manter o ganho”, explicou.</p>
<p>Além do salário, também está na pauta de reivindicações a redução da jornada de trabalho que, segundo Antônio Lucas, está em mais de 44 horas semanais. “Nós precisamos no mínimo cumprir a jornada legal que está prevista”, disse. E completou: “não dá para ele ficar só trabalhando, sem ter lazer, sem descansar”.</p>
<p>Segundo Lucas, está marcada para amanhã (1º) uma reunião às 14h no Palácio do Planalto. A expectativa é que o grupo de trabalho que está discutindo as reivindicações do setor seja oficializado. A assessoria do Planalto confirmou que há uma reunião marcada "com representantes do setor canavieiro", mas não confirmou a pauta da reunião.</p>
<p>De acordo com a Contag, têm participado das conversas a Federação dos Empregados Rurais Assalariados do Estado de São Paulo (Feraesp), a Secretaria Geral da Presidência da República, a Casa Civil e os Ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA), da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Previdência Social e do Trabalho e Emprego (MTE).</p>
<p>“No momento a gente está conversando com o governo e ele está simplesmente repassando aquilo que é o pensamento nosso para eles [<em>empregadores</em>], para ver o que pode ser alcançado”, disse Lucas. “As propostas já estão na mesa, a Contag já apresentou as propostas, agora é entrar em um processo de negociação”, concluiu.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fiscais do trabalho encontram irregularidades em canaviais do estado de São Paulo]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/?p=3267</link>
<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 21:10:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
<guid>http://jobagola.wordpress.com/?p=3267</guid>
<description><![CDATA[São Paulo (ABr) - Quatorze empresas fornecedoras de cana-de-açúcar foram autuadas por fiscais de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo (ABr) - Quatorze empresas fornecedoras de cana-de-açúcar foram autuadas por fiscais de trabalho nesta semana, durante uma ação realizada na região de Piracicaba (152 km da São Paulo). De acordo com a assessoria de imprensa da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (STRE-SP), 58 autos de infração foram emitidos. Desses, 41 foram por problemas ligados à segurança e saúde dos trabalhadores e outros 17 por descumprimento da legislação trabalhista.</p>
<p>Roberto Martins de Figueiredo, coordenador do Grupo Rural, responsável pela ação, disse que foram encontrados problemas de falta de sanitários para os funcionários, equipamentos de proteção e precariedade no transporte oferecido pelas empresas. “O pior que encontramos foi um ônibus, sem nenhum documento e com o pneu ruim, que servia para o deslocamento dos trabalhadores”, disse ele, em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p>O veículo foi interditado pela fiscalização e só será liberado após regularização.</p>
<p>Ainda de acordo com Figueiredo, problemas de excesso de jornada e de terceirização irregular de funcionários também foram verificados. As empresas autuadas por esses motivos foram obrigadas a reduzir a carga de trabalho de seus funcionários ou contratar quem estava trabalhando como prestador de serviços.</p>
<p>Só nesta ação, 35 funcionários acabaram registrados e 135 terceirizados foram contratados.</p>
<p>Segundo a STRE-SP, esta foi a quarta ação de fiscalização de empresas do setor sucroalcooleiro realizada neste ano. Figueiredo, do Grupo Rural, disse que o número de autuações deste ano é menor do que o de anos anteriores. “Na área de saúde e segurança, principalmente, as coisas têm melhorado muito.”</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sindicato único por categoria pode ser restrição à liberdade sindical, defende OIT]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/?p=3099</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 21:10:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
<guid>http://jobagola.wordpress.com/?p=3099</guid>
<description><![CDATA[Brasília - O princípio da unicidade sindical, consagrada na Constituição  Brasileira, não é ne]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília - O princípio da unicidade sindical, consagrada na Constituição  Brasileira, não é necessariamente um sinal de ausência de liberdade sindical no  Brasil, mas pode ser encarado como uma restrição. Essa foi a afirmação da  diretora da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, Laís Abramo,  que participa na tarde de hoje (26) da cerimônia de lançamento oficial do<a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/06/25/materia.2008-06-25.3283552028/view" target="_self"> Relatório Global A liberdade de Associação e a Liberdade Sindical  na Prática: Lições Aprendidas</a>. Unicidade sindical é a obrigatoriedade, por  lei, de que exista apenas um sindicato representativo de uma determinada  categoria em um determinado município.</p>
<p>O Brasil é um dos países que ainda  não ratificou a convenção 87 da OIT, considerada fundamental pela entidade. O  texto estabelece que todos os trabalhadores e empregadores têm o direito de  constituir organizações e de afiliar-se a instituições de forma livre, sem  ingerência ou intromissão do Estado. Nas Américas, apenas Brasil e Estados  Unidos não ratificaram a convenção.</p>
<p>“A convenção 87 propõe que a forma de  organização sindical seja decidida pelos seus membros. Tanto pode haver a opção  pela unicidade quanto pelo pluralismo. Por isso, há uma restrição a ampla  liberdade sindical”, afirmou.</p>
<p>Segundo Laís, a unicidade e o imposto  sindical obrigatório no Brasil são heranças do sistema corporativista,  entretanto, ela reconhece que parte do movimento sindical é favorável à  unicidade sob a alegação de que o pluralismo fragmenta as ações. Ainda segundo  ela, essa seria a razão pela qual a ratificação ainda não foi feita pelo  Congresso.</p>
<p>“A ratificação é uma decisão soberana do país, mas nosso  papel, como OIT, é promover constantemente o princípio da liberdade  sindical.”</p>
<p>A diretora da OIT ressaltou que o Brasil já experimentou  avanços significativos na liberdade sindical nos últimos 20 anos, mas lembrou  que ainda há denúncias recentes em relação a práticas anti-sindicais, como a  perseguição a trabalhadores.</p>
<p>----------</p>
<p>Marco Antônio Soalheiro<br />
<em>Repórter da Agência  Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CUT defende reestruturação do movimento sindical no Brasil  ]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/?p=3080</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 20:55:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Brasília - A divulgação do relatório da Organização Internacional do Trabalho  (OIT) que faz c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília - A divulgação do relatório da Organização Internacional do Trabalho  (OIT) que faz críticas ao Brasil por não ter assinado a Convenção nº 87 pode  servir como motivação para que o país promova uma mudança geral em sua estrutura  sindical. A afirmação foi feita hoje (26) pelo secretário de Relações  Internacionais da Central Única dos Trabalhadores (CUT), João Felício.</p>
<p class="western">Segundo ele, a principal mudança seria o fim do imposto  sindical. “Estamos em uma fase de profunda mudança, necessária na estrutura  sindical do país. Se não conseguirmos fazer essa mudança agora, não vamos ter  outro momento tão bom da nossa história”, afirmou Felício. Para ele, a atual  estrutura faz com que alguns sindicatos existam apenas para receber recursos, e  não para lutar pelos direitos dos trabalhadores.</p>
<p class="western">“Porque existe o imposto sindical, o pelego que dirige o  sindicato não está preocupado em fazer sócios, porque tem o dinheiro entrando”,  criticou. “Tenho certeza de que, no dia em que acabar o imposto sindical e  tivermos as pessoas pagando de forma espontânea, com valor definido em  assembléia, teremos um sindicalismo muito mais abrangente, sério, e acabaremos  com essa pelegada que dirige sindicatos por aí”, disse.</p>
<p class="western">Para João Felício, os últimos anos foram de avanços no diálogo  com o governo federal, mas essa realidade não se repetiu em nível estadual. “É  verdade que em muitas regiões do país, por parte de governadores e empresários,  não existe respeito a organizações sindicais. O Brasil até hoje não é signatário  da Convenção 87 da OIT, não por causa de Lula, mas por parte do próprio  movimento sindical, de trabalhadores e empresários que são contra.”</p>
<p class="western">Ele acredita que alguns representantes dos trabalhadores são  contra a convenção da OIT porque defendem a unicidade sindical. “A unicidade é  uma concepção autoritária de organização sindical. Temos que garantir ao cidadão  o direito de se vincular à entidade sindical que achar mais conveniente, e a  unicidade não garante isso.”</p>
<p class="western">Na opinião de João Felício, a melhor forma de garantir a  liberdade sindical e acabar com as perseguições é o respeito às convenções da  OIT. “Perseguição a sindicalistas existe no mundo todo. Até os países mais  avançados têm dificuldade de relação com o mundo sindical. Mas a melhor forma de  combate a perseguições é o acatamento das convenções da OIT”, finalizou.</p>
<p class="western">O texto da Convenção 87 estabelece que todos os trabalhadores e  empregadores têm direito de constituir organizações e de se filiar a  instituições de forma livre, sem ingerência ou intromissão do Estado. Nas  Américas, apenas Brasil e Estados Unidos não ratificaram a convenção.</p>
<p class="western">----------</p>
<p class="western">Ivan Richard<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mangabeira discute proposta do governo para reforma trabalhista com central sindical]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/?p=3077</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 20:52:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[São Paulo - O ministro Extraordinário de Assuntos Estratégicos, Mangabeira  Unger, reuniu-se hoje]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo - O ministro Extraordinário de Assuntos Estratégicos, Mangabeira  Unger, reuniu-se hoje (26) com representantes da União Geral dos Trabalhadores  (UGT), para debater as diretrizes para um projeto de mudança das relações entre  o trabalho e o capital.</p>
<p class="western">Entre as propostas colocadas pelo governo estão a de resgatar a  parcela da população economicamente ativa que ainda trabalha informalmente, a de  reverter a queda da participação dos salários na renda nacional e a revisão do  regime sindical.</p>
<p class="western">Segundo o ministro, para se chegar à convergência das três  propostas é preciso que as centrais sindicais tenham o reconhecimento legal - o  que já ocorre no país -, que se promova a substituição do imposto sindical pela  participação negocial, que se reconheça o principio de que no local de trabalho  o sindicato da categoria deve representar todos os trabalhadores, que se  fortaleça o combate às práticas anti-sindicais e que se organize juridicamente o  sistema de negociação coletiva.</p>
<p class="western">“Esse projeto não é um amontoado de propostas desconexas. É um  projeto abrangente e consistente e diverge até radicalmente dos dois discursos a  respeito de trabalho que predominam ainda no país. O discurso da flexibilização,  que os trabalhadores interpretam como eufemismo para descrever a corrosão dos  direitos deles e o discurso de direito adquirido, que resolve o problema da  minoria que está dentro do sistema, mas não da maioria que está fora”, afirmou  Mangabeira Unger.</p>
<p class="western">Ele acredita que o país está pronto para uma grande mudança nas  relações do trabalho com o capital.</p>
<p class="western">Mangaberia Unger disse que está dialogando tanto com sindicatos  quanto com empresários, mas que não tem o intuito de delegar tarefas a cada uma  dessas instituições.</p>
<p class="western">“Em uma democracia as minorias organizadas não pactuam as leis  que vão regê-las, quem decide são as instituições republicanas orientadas pelo  interesse da maioria. Nós precisamos consultar e engajar os trabalhadores e os  empresários, e é isso que estou tentando fazer”.</p>
<p class="western">O presidente da UGT, Ricardo Patah, disse que a central  sindical apóia as diretrizes colocadas pelo governo, porque privilegiam a  inclusão de parte da sociedade que ainda pode ser considerada excluída.</p>
<p class="western">Ele disse, no entanto, que a UGT teme a quebra da unicidade  sindical. “Essa é uma das questões que nós colocamos como dúvida sobre nossa  continuidade ou não nesse debate. Vamos continuar, mas construindo com  unicidade”, defendeu.</p>
<p class="western">Patah destacou que a UGT está preocupada com a desoneração da  folha de pagamento, e que é favorável à contribuição das empresas para a  Previdência Social proporcional ao lucro.</p>
<p class="western">“Hoje as grandes empresas, com grandes produções, têm  contribuição totalmente inadequada. Por outro lado, as micro e pequenas empresas  pagam valores totalmente desproporcionais”, disse.</p>
<p class="western">----------</p>
<p class="western">Flávia Albuquerque<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Secretário afirma que no Brasil "há ampla e total liberdade sindical"]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/?p=3055</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 20:25:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Brasília - O Brasil não precisa assinar a Convenção nº 87 da Organização  Internacional do Tr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília - O Brasil não precisa assinar a Convenção nº 87 da Organização  Internacional do Trabalho (OIT) para que haja respeito e liberdade na atividade  sindical no país, disse hoje (26) o secretário de Relações do Trabalho do  Ministério do Trabalho e Emprego, Luiz Antonio de Medeiros. Para ele, no Brasil  existe “ampla e total liberdade sindical”.</p>
<p class="western">O texto da Convenção n.º 87 estabelece que todos os  trabalhadores e empregadores têm o direito de constituir organizações e de se  afiliar a instituições de forma livre, sem ingerência ou intromissão do Estado.  Nas Américas, apenas Brasil e Estados Unidos não ratificaram a convenção.</p>
<p class="western">Para a <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/06/26/materia.2008-06-26.1154536829/view" target="_self">OIT</a>, a adoção das Convenções Internacionais do Trabalho n.º 87  e n.º 98, referentes à liberdade sindical e à negociação coletiva em vários  países, possibilitou avanços no respeito aos princípios trabalhistas pelos  governos, mas o cumprimento efetivo e universal das normas ainda demanda ações  de impacto nos próximos anos.</p>
<p class="western">Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, o secretário  de Relações do Trabalho ressaltou que o relatório divulgado hoje pela OIT não  faz apenas críticas, mas também elogios ao Brasil. Segundo ele, a organização  exalta o reajuste dos salários, que ficaram acima da inflação, e também o  crescimento do número de empregos. “Legalizamos as centrais sindicais que há 100  anos lutavam por isso.”</p>
<p class="western">“Não precisa assinar a Convenção nº 87, que não depende do  governo, está na Câmara, para se ter liberdade de organização. Os Estados Unidos  não assinaram e há total liberdade sindical. No Brasil há total e irrestrita  liberdade sindical, mesmo porque temos um presidente que não esquece suas  raízes, que são os trabalhadores”, observou o secretário.</p>
<p class="western">----------</p>
<p class="western">Ivan Richard<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Central avalia que atividade sindical ainda é perseguida no Brasil]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/?p=3046</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 20:13:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Brasília - O Brasil avançou bastante no fortalecimento da democracia e  participação popular, ma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília - O Brasil avançou bastante no fortalecimento da democracia e  participação popular, mas a abertura democrática não atingiu a atividade  sindical, afirmou hoje (23) o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos  Gonçalves.</p>
<p class="western">Segundo ele, há dificuldade para que o sindicalismo atue nas  empresas e as pessoas que lutam pelo movimento sindical ainda são perseguidas.  “O que encontramos na maioria das empresas é uma dificuldade do sindicalismo ter  acesso ao local de trabalho. Hoje no Brasil não temos uma representação sindical  formal segundo a lei”, argumentou.</p>
<p class="western">De acordo com o sindicalista, a descentralização das empresas  tem dificultado ainda mais a atividade sindical. “Com várias indústrias indo  para o interior, sentimos que muitos empresários não têm dado abertura para a  negociação coletiva e, com isso, acabam perseguindo os sindicalistas, as  comissões internas de prevenção de acidentes e prejudicando a democracia do país  como também as negociações coletivas dos trabalhadores.”</p>
<p class="western">Na avaliação do secretário-geral, o principal prejudicado pela  falta ou pela repressão do diálogo entre trabalhadores e empresários é o próprio  trabalhador. Para Gonçalves, a sociedade também perde sem o fortalecimento dos  movimentos sindicais. “Temos buscado melhorar as condições de vida dos  trabalhadores, mas, se não há negociação e sim perseguição ao movimento  sindical, acaba prejudicando os trabalhadores e o próprio país.”</p>
<p class="western">“O sindicalismo fortalece o laço entre trabalhadores e  empresários e, com isso, poderemos melhorar as condições de produção e,  conseqüentemente, a qualidade do produto que é colocado no mercado”, destacou  Gonçalves.</p>
<p class="western">----------</p>
<p class="western">Ivan Richard<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Liberdade sindical e de negociação coletiva precisa ser respeitada, defende OIT]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/?p=3043</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 20:09:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Brasília - A confirmação das Convenções Internacionais do Trabalho n.º 87 e n.º  98, referent]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília - A confirmação das Convenções Internacionais do Trabalho n.º 87 e n.º  98, referentes à liberdade sindical e à negociação coletiva em vários países,  possibilitou avanços no respeito aos princípios trabalhistas pelos governos, mas  o cumprimento efetivo e universal das normas ainda demanda ações de impacto nos  próximos anos. Essa é a principal conclusão do Relatório Global A liberdade de  Associação e a Liberdade Sindical na Prática: Lições Aprendidas, divulgado hoje  (26) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).</p>
<p>O Brasil é um dos  países que não assinaram a Convenção n.º 87. O texto estabelece que todos os  trabalhadores e empregadores têm o direito de constituir organizações e de  afiliar-se a instituições de forma livre, sem ingerência ou intromissão do  Estado.</p>
<p>“Embora a ratificação das duas convenções seja importante, o  verdadeiro desafio está na aplicação efetiva. O trabalho de controle da OIT  mostra a necessidade de redobrar esforços na promoção do respeito dos direitos e  na implementação dos seus princípios, tanto nos países que as ratificaram como  nos que não as ratificaram”, afirma o documento.</p>
<p>Como um sinal de que os  sindicatos e as organizações de empregadores ainda enfrentam diariamente  obstáculos significativos, a OIT ressalta que os órgãos de controle filiados  registraram nos últimos quatro anos um aumento no número de queixas referentes a  atos de discriminação anti-sindical e de ingerência. Na prática, tratam-se de  demissões, transferências, não-promoções e não-contratações de sindicalistas ou  trabalhadores sindicalizados.</p>
<p>Os principais problemas, pela descrição do  relatório, são "restrições à constituição de organizações ou ao direito de nelas  se filiarem, ingerência do Estado e de outras entidades no funcionamento das  organizações de empregadores e de trabalhadores, restrições à negociação  coletiva, discriminação de trabalhadores sindicalizados, e restrição indevida do  direito de greve”.</p>
<p>A OIT indica professores e trabalhadores dos serviços  de saúde como as categorias mais enfrentam dificuldade no exercício do direito  de organização e de negociação coletiva.</p>
<p>No que tange os avanços  recentes, o documento destaca a posição adotada pelo Banco Mundial e os bancos  regionais de desenvolvimento na concessão de financiamentos: “As instituições  financeiras exigem cada vez mais que os beneficiários dos empréstimos respeitem  a legislação nacional e as normas internacionais do trabalho. Reconhecem assim  que sem o respeito da liberdade sindical e da negociação coletiva não pode  existir uma política econômica sólida.”</p>
<p>O relatório também lembra que os  acordos de livre comércio bilaterais, multilaterais e de integração econômica  regional contêm disposições que remetem às normas internacionais do  trabalho.</p>
<p>O documento que marca o 60º aniversário de adoção da Convenção  n.º87 da OIT sobre a Liberdade Sindical e a Proteção do Direito Sindical será  lançado oficialmente no Brasil em cerimônia na tarde de hoje, a partir das 15  horas, no Tribunal Superior do Trabalho. Estarão presentes a diretora da OIT no  Brasil, Laís Abramo, e o especialista em normas internacionais do Trabalho  Christian Ramos Veloz.</p>
<p>----------</p>
<p>Marco Antônio Soalheiro<br />
<em>Repórter da Agência  Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[OIT cobra vontade política de governos para ratificar normas sobre liberdade sindical]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/?p=3040</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 20:06:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
<guid>http://jobagola.wordpress.com/?p=3040</guid>
<description><![CDATA[Brasília - O Relatório Global A liberdade de Associação e a Liberdade  Sindical na Prática: Li]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília - O Relatório Global A liberdade de Associação e a Liberdade  Sindical na Prática: Lições Aprendidas, divulgado hoje (26) pela Organização  Internacional do Trabalho, revela que até 2007, de um total de 182 estados  membros da OIT, 148 haviam ratificado a Convenção nº 87 e 158 haviam ratificado  a Convenção nº 98, relativas à liberdade sindical e à negociação coletiva.</p>
<p class="western" align="left">No documento, a adoção universal e efetiva da  legislação é condicionada a uma maior “vontade política” dos governantes. Cerca  de metade da população ativa total dos estados-membros da OIT vive em cinco  países que ainda não ratificaram a Convenção nº 87, entre eles o Brasil. Os  outros quatro são China, Índia, República Islâmica do Irã e Estados  Unidos.</p>
<p>A norma garante a todos os trabalhadores e empregadores o direito  de constituir livremente, sem ingerência ou intromissão do Estado, as  organizações que julgarem convenientes e de se afiliar a elas.</p>
<p class="western" align="left">“Nos últimos quatro anos, esses países não tomaram  quaisquer medidas significativas no sentido da ratificação,” critica a OIT no  relatório. “O Estado deve ter a capacidade administrativa e técnica necessária  para garantir a aplicação desses princípios. Uma administração do trabalho forte  e eficaz é importante para promover a negociação coletiva”, acrescenta.</p>
<p class="western" align="left">A OIT ressalta também o papel dos governos para que  a liberdade sindical e a negociação coletiva se tornem realidade na economia  informal: “Em alguns países, a grande maioria dos trabalhadores concentra-se na  economia informal. Em geral, a taxa de sindicalização é baixa e a negociação  coletiva é rara. É um fato que as normas do trabalho não são aplicadas na  economia informal, o que está na origem de muitos casos de baixos salários,  durações excessivas do trabalho, condições de trabalho perigosas e de exploração  dos trabalhadores.”</p>
<p class="western" align="justify">O Brasil também é citado no relatório por uma  parceria entre o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e Centro Internacional de  Formação da OIT, em Turim (Itália), que resultou, desde 2004, no reforço de  capacitação de juízes e juristas.</p>
<p>“Quase todos os membros do tribunal  brasileiro beneficiaram de formação sobre os princípios e normas em matéria de  liberdade sindical, ministrada em Turim ou em Genebra. Aumentar o conhecimento  dos agentes judiciários sobre os princípios e direitos fundamentais levará a que  sejam melhor aplicados nas suas decisões”, destaca o documento.</p>
<p class="western" align="left">O relatório será lançado oficialmente no Brasil em  cerimônia na tarde de hoje, a partir das 15h, no Tribunal Superior do Trabalho.  Estarão presentes a diretora da OIT no Brasil, Laís Abramo, e o especialista em  normas internacionais do trabalho, Christian Ramos Veloz. A divulgação marca  marca o 60º aniversário de adoção da Convenção nº 87 da OIT sobre a liberdade  sindical e a proteção do direito sindica.</p>
<p class="western" align="left">----------</p>
<p class="western" align="left">Marco Antônio Soalheiro<br />
<em>Repórter da Agência  Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mangabeira Unger discute reforma sindical com trabalhadores]]></title>
<link>http://brasilagora.wordpress.com/?p=290</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 18:46:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>baixarjogos</dc:creator>
<guid>http://brasilagora.wordpress.com/?p=290</guid>
<description><![CDATA[O ministro Extraordinário de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, discute hoje (26) com a Uni]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Extraordinário de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, discute hoje (26) com a União Geral dos Trabalhadores (UGT) a reforma sindical e a retirada do Sistema S da folha salarial. Será às 9h, na Rua Formosa.</p>
<p><a title="Mangabeira Unger discute reforma sindical com trabalhadores" href="http://www.tudoagora.com.br/noticia/1839/Mangabeira-Unger-discute-reforma-sindical-com-trabalhadores.html" target="_blank"><strong>Leia a matéria na íntegra no Tudo Agora Notícias</strong></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CDH vai criar grupo de trabalho para continuar a discussão de problemas de caminhoneiros]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/?p=3028</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 15:20:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
<guid>http://jobagola.wordpress.com/?p=3028</guid>
<description><![CDATA[



A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) vai criar um grupo de trabalh]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="textoNovo">
<div style="width:100%;margin-bottom:0.5em;">
<div style="width:99%;float:left;margin-right:1%;">
<div style="text-align:center;padding:0.5em 1em;"><img class="aligncenter" src="http://www.senado.gov.br/noticia/multimidia/verImagem.aspx?codImagem=113744" border="0" alt="Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH)]" width="412" height="265" /></div>
<p>A <a class="we_frase" href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Comissoes/consComPerm.asp?com=834" target="_blank">Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH)</a> vai criar um grupo de trabalho específico para discutir os principais problemas enfrentados pelos motoristas de caminhão, ônibus e táxis. Esse grupo ficará encarregado de analisar propostas e apresentar soluções para melhorar as condições de trabalho da categoria.</p>
<p>O anúncio foi feito nesta quinta-feira (26) pelo presidente da CDH, senador Paulo Paim (PT-RS), durante audiência pública realizada no colegiado para discutir condições de trabalho, salário, segurança e saúde desses motoristas.</p>
<p>- Vamos fazer uma parceria com a Câmara dos Deputados, representantes do governo, dos caminhoneiros e dos empresários e trazer respostas completas para essas questões que envolvem a vida de todos os brasileiros de forma direta e indireta - anunciou Paim.</p>
<p>O senador informou ainda que o grupo deverá fazer um estudo amplo e completo de todos os projetos em tramitação no Congresso Nacional que tratem da atividade de motorista de caminhão, ônibus e táxi, com o objetivo de formular propostas realmente efetivas para a categoria.</p>
<p>- Essa audiência pública é uma das mais importantes já realizadas aqui, nesta comissão, devido à relevância do tema e dos problemas enfrentados por esses profissionais - afirmou o presidente da CDH.</p>
<p>Paim comunicou ainda ter recebido, durante a audiência, transmitida ao vivo pela <strong>TV Senado</strong>, telefonemas de autoridades do Poder Executivo interessadas em participar do grupo de trabalho.</p>
<p align="center"><strong>Iniciativa</strong></p>
<p>A idéia de formar um grupo de trabalho partiu do presidente doMovimento União Brasil Caminhoneiro (MUB), Nélio Botelho, que, ao expor vários problemas enfrentados pela categoria, pediu que as discussões sobre o assunto não ficassem restritas a essa audiência pública.</p>
<p>- Vamos dar prosseguimento a esta discussão de hoje, para que este não seja um simples evento, mas uma iniciativa que traga resultados efetivos - pediu o presidente do MUB.</p></div>
</div>
</div>
<p><span class="nomeJornalista">Valéria Castanho / Agência Senado</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Para caminhoneiros, excessiva carga de trabalho da categoria é um crime]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/?p=3024</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 14:31:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
<guid>http://jobagola.wordpress.com/?p=3024</guid>
<description><![CDATA[



A excessiva carga horária de trabalho imposta aos caminhoneiros é um absurdo e tem que ser vis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="textoNovo">
<div style="width:100%;margin-bottom:0.5em;">
<div style="width:99%;float:left;margin-right:1%;">
<div style="text-align:center;padding:0.5em 1em;"><img class="aligncenter" src="http://www.senado.gov.br/noticia/multimidia/verImagem.aspx?codImagem=113740" border="0" alt="[Foto]" width="412" height="265" /></div>
<p>A excessiva carga horária de trabalho imposta aos caminhoneiros é um absurdo e tem que ser vista como crime. O alerta foi feito por presidentes de entidades representativas da categoria que participaram, nesta quinta-feira (26), de uma audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa <a class="we_frase" href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Comissoes/consComPerm.asp?com=834" target="_blank">(CDH)</a> para discutir as condições de trabalho, salário, segurança e saúde dos motoristas de transporte coletivo e de carga.</p>
<p>Segundo o presidente do Sindicato dos Caminhoneiros de Porto Alegre (Sindicam), Marco Antônio Ferreira de Carvalho, a excessiva carga horária de trabalho é hoje um dos principais problemas enfrentados pelos motoristas. Em sua exposição, ele explicou que, para cumprirem o horário, muitas vezes de 17 a 18 horas seguidas dirigindo, os motoristas de caminhão e ônibus acabam recorrendo a remédios e comprometendo, assim, a própria segurança nas estradas.</p>
<p>- Para cumprir esse horário, o motorista acaba fazendo uso do Rebite, uma vitamina que dá a ele um maior tempo acordado, mas o deixa psicologicamente apagado, sem reflexo para dirigir - explicou Marco Antônio.</p>
<p>O presidente da Cooperativa dos Transportadores Autônomos do Rio Grande do Sul (Cootargs), Telmo Saraiva Lopes, lembrou ainda que a excessiva carga horária deixa o motorista estressado, sem dormir, sem comer e, ainda, preocupado com o tempo previsto para chegar ao local de destino.</p>
<p>- Toda essa situação gera uma série de problemas, que vão desde gastos desnecessários com remédios até acidentes nas estradas. Muitas pessoas dependem dos motoristas de estrada, uma categoria que está muito desvalorizada, mas merece carinho e valor - destacou o presidente da Cootargs.</p>
<p>Já na opinião do presidente do Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUB), Nélio Botelho, todos os problemas da categoria estão relacionados à questão do frete.</p>
<p>- [Enfrentamos] esta famigerada condição de livre negociação pela qual o caminhoneiro é totalmente explorado por um lado pelo embarcador da carga e, por outro, pela empresa que o está contratando. Soma-se a isso uma frota envelhecida, chegando aos vinte anos - ressaltou o presidente do MUB.</p>
<p>Nélio Botelho reclamou ainda das matérias veiculadas pela mídia, que sempre colocam o caminhoneiro como o grande culpado pelos acidentes nas estradas. Segundo explicou, os motoristas de carros de passeio são, em geral, os maiores causadores dos acidentes, pois desconhecem regras básicas de trânsito e convivência nas estradas, e, assim, acabam envolvendo caminhões em acidentes.</p>
<p>- O caminhão é um veículo pesado, que tem dificuldade de frear instantaneamente, se comparado ao carro de passeio. Assim, muitas vezes o motorista do carro provoca o acidente e sequer pára na estrada, deixando o problema para o caminhoneiro resolver - denunciou Nélio Botelho.</p></div>
</div>
</div>
<p><span class="nomeJornalista">Valéria Castanho / Agência Senado</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[OIT apresenta relatório sobre liberdade sindical  ]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/?p=2994</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 11:55:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[


 Agência Brasil













Brasília - A Organização Internacional do Trabalho (OIT) apresen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td><span class="assinatura1"> Agência Brasil<br />
<em></em></p>
<p></span></td>
<td class="espacocapa" width="10"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="32" valign="top"><a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/06/26/materia.2008-06-26.9406050845/sendto_form"><img src="http://stream.agenciabrasil.gov.br/img/enviar.gif" border="0" alt="envie por e-mail" hspace="11" /></a><br />
<a href="this.print();"><img src="http://stream.agenciabrasil.gov.br/img/imprimir.gif" border="0" alt="imprimir" hspace="11" vspace="10" /></a><br />
<a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/06/26/materia.2008-06-26.9406050845/canal_do_leitor"><img src="http://stream.agenciabrasil.gov.br/img/comentar.gif" border="0" alt="comente/comunique erros" hspace="11" /></a><br />
<a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/06/26/materia.2008-06-26.9406050845/save_content"><img src="http://stream.agenciabrasil.gov.br/img/salvar.gif" border="0" alt="download gratuito" hspace="11" vspace="10" /></a></td>
<td valign="top">Brasília - A Organização Internacional do Trabalho (OIT) apresenta hoje (26) o Relatório Global 2008 - A liberdade de associação e a liberdade sindical na prática: lições aprendidas. Será às 15h, durante entrevista coletiva no Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília.</p>
<p>Neste ano, a Convenção 87 da OIT, sobre Liberdade Sindical e a Proteção do Direito de Sindicalização, completa 60 anos. O Brasil é um dos poucos países, segundo a organização, que ainda não assinou essa convenção, que prevê o direito a todo trabalhador "de constituir livremente, sem ingerência ou intromissão do Estado, as organizações que julgar convenientes".</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mangabeira Unger discute reforma sindical com trabalhadores]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/?p=2988</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 11:51:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[


 Agência Brasil













São Paulo - O ministro Extraordinário de Assuntos Estratégicos, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td><span class="assinatura1"> Agência Brasil<br />
<em></em></p>
<p></span></td>
<td class="espacocapa" width="10"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="32" valign="top"><a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/06/26/materia.2008-06-26.6832915184/sendto_form"><img src="http://stream.agenciabrasil.gov.br/img/enviar.gif" border="0" alt="envie por e-mail" hspace="11" /></a><br />
<a href="this.print();"><img src="http://stream.agenciabrasil.gov.br/img/imprimir.gif" border="0" alt="imprimir" hspace="11" vspace="10" /></a><br />
<a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/06/26/materia.2008-06-26.6832915184/canal_do_leitor"><img src="http://stream.agenciabrasil.gov.br/img/comentar.gif" border="0" alt="comente/comunique erros" hspace="11" /></a><br />
<a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/06/26/materia.2008-06-26.6832915184/save_content"><img src="http://stream.agenciabrasil.gov.br/img/salvar.gif" border="0" alt="download gratuito" hspace="11" vspace="10" /></a></td>
<td valign="top">São Paulo - O ministro Extraordinário de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, discute hoje (26) com a União Geral dos Trabalhadores (UGT) a reforma sindical e a retirada do Sistema S da folha salarial. Será às 9h, na Rua Formosa. Ele vai apresentar diretrizes sobre a reconstrução das relações entre o trabalho e o capital no Brasil.</p>
<p>Integram o Sistema S o Serviço Social da Indústria (Sesi), o Serviço Social do Comércio (Sesc), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), o Serviço Social do Transporte (Sest), o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat), o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[OIT estima que 1,3 milhão de pessoas sejam trabalhadores escravos na América Latina]]></title>
<link>http://brasilagora.wordpress.com/?p=232</link>
<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 17:58:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>baixarjogos</dc:creator>
<guid>http://brasilagora.wordpress.com/?p=232</guid>
<description><![CDATA[A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que 1,3 milhão de pessoas na América Latina]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que 1,3 milhão de pessoas na América Latina estejam submetidas a condições de trabalho escravo. Segundo a diretora da OIT no Brasil, Laís Abramo, há mais de 12 milhões de pessoas no mundo todo vivendo nessa condição de "trabalho forçado", que envolve o conceito de "privação de liberdade".</p>
<p><a title="OIT estima que 1,3 milhão de pessoas sejam trabalhadores escravos na América Latina" href="http://www.tudoagora.com.br/noticia/1743/OIT-estima-que-13-milhao-de-pessoas-sejam-trabalhadores-escravos-na-America-Latina.html" target="_blank"><strong>Leia a matéria na íntegra no Tudo Agora Notícias</strong></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[OIT estima que 1,3 milhão de pessoas sejam trabalhadores escravos na América Latina]]></title>
<link>http://mundoagora.wordpress.com/?p=57</link>
<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 17:18:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>baixarjogos</dc:creator>
<guid>http://mundoagora.wordpress.com/?p=57</guid>
<description><![CDATA[A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que 1,3 milhão de pessoas na América Latina]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que 1,3 milhão de pessoas na América Latina estejam submetidas a condições de trabalho escravo. Segundo a diretora da OIT no Brasil, Laís Abramo, há mais de 12 milhões de pessoas no mundo todo vivendo nessa condição de "trabalho forçado", que envolve o conceito de "privação de liberdade".</p>
<p><a title="OIT estima que 1,3 milhão de pessoas sejam trabalhadores escravos na América Latina" href="http://www.tudoagora.com.br/noticia/1743/OIT-estima-que-13-milhao-de-pessoas-sejam-trabalhadores-escravos-na-America-Latina.html" target="_blank"><strong>Leia a matéria na íntegra no Tudo Agora Notícias</strong></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Caixa convoca 510 mil trabalhadores para receberem abono do PIS até o dia 30]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/?p=2719</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 00:11:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Brasília - A Caixa Econômica Federal publicou hoje (23) um comunicado convocando os 510 mil trabal]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília - A Caixa Econômica Federal publicou hoje (23) um comunicado convocando os 510 mil trabalhadores que ainda não procuraram o abono salarial do Programa de Integração Social (PIS) a que têm direito, e que equivale a um salário mínimo (R$ 415).</p>
<p class="western">O prazo para fazer o saque termina na próxima segunda-feira (30), e quem deixar de fazê-lo perde o direito ao abono relativo ao ano-base de 2006.</p>
<p class="western">O direito ao abono do PIS é reservado a quase 12 milhões de trabalhadores que se cadastraram no benefício até 2002 e trabalharam com carteira assinada por pelo menos 30 dias em 2006 e tenham recebido por mês no máximo dois salários mínimos. É preciso também que a empresa tenha informado os dados corretos do trabalhador para a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego.</p>
<p class="western">Os números fechados até a última sexta-feira (20) pela Caixa mostram que o benefício referente a 2006 foi pago a 11.406.992 trabalhadores de julho do ano passado para cá, com cobertura de 95,72% do universo de trabalhadores com direito ao abono.</p>
<p class="western">O desembolso até agora foi de R$ 4,23 bilhões, e os 510 mil que ainda faltam receber têm direito a R$ 211,65 milhões.</p>
<p class="western">Em comparação aos rendimentos do ano-base 2005, pagos de julho de 2006 a junho de 2007, houve acréscimo de 1.913.910 trabalhadores, e o desembolso dos últimos 12 meses marca o décimo quinto exercício seguido em que a Caixa bate recorde de pagamentos do abono.</p>
<p class="western">A Caixa estima que em razão do aumento de pessoas com direito ao benefício e do reajuste do salário mínimo, o desembolso total deve crescer 21% em relação ao ano anterior.</p>
<p class="western">A meta do ministério e da Caixa é atender a pelo menos 97% dos trabalhadores com direito ao abono. O benefício pode ser buscado em mais de 20 mil pontos de atendimento. Basta ter o Cartão do Cidadão, com senha cadastrada, para fazer o saque em qualquer terminal de auto-atendimento, casa lotérica ou correspondente bancário da Caixa.</p>
<p class="western">----------</p>
<p class="western"><span class="assinatura1">Stênio Ribeiro<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Texto da reforma tributária não contribui para distribuição de renda, diz Pochmann]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/?p=2686</link>
<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 23:34:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
<guid>http://jobagola.wordpress.com/?p=2686</guid>
<description><![CDATA[Brasília - A proposta de reforma tributária que tramita no Congresso Nacional não contempla a dis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília - A proposta de reforma tributária que tramita no Congresso Nacional não contempla a distribuição de renda aos trabalhadores, afirma o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann.</p>
<p class="western">Ele considera tímida a proposta do governo e defende uma reforma efetiva no sistema tributário, para manter a tendência de diminuição da diferença entre os mais ricos e os mais pobres no Brasil, registrada em levantamento do Ipea.</p>
<p class="western">“A proposta de reforma tributária é uma avanço do ponto de vista da reorganização do sistema tributário e da eficiência da tributação entre as empresas. No entanto, ela é tímida em relação à justiça tributária, do ponto de vista de quem paga imposto no país”, ressalta Pochmann.</p>
<p class="western">Ele destaca que o sistema tributário brasileiro está assentado nos impostos diretos. “É um sistema que onera mais os mais pobres. A cesta de consumo dos mais ricos está assentada em bens e serviços cuja tributação é menor.”</p>
<p class="western">Hoje (23) o Ipea divulgou estudo que mostra queda na diferença de renda entre a população ocupada. A desigualdade de renda dos trabalhadores brasileiros caiu quase 7% entre o quarto trimestre de 2002 e o primeiro trimestre de 2008. O  índice de Gini – que representa o intervalo entre a média salarial dos 10% mais pobres da população e a média salarial dos 10% mais ricos – caiu de 0,543 para 0,505.</p>
<p class="western">----------</p>
<p class="western"><span class="assinatura1">Luciana Lima<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Por que gringo acha que tudo de melhor no Brasil fica no Rio de Janeiro?]]></title>
<link>http://oficinadiabo.wordpress.com/?p=78</link>
<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 18:29:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>oficinadiabo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sérião, mesmo. Por que todo gringo acha que tudo o que há de melhor no Brasil fica no Rio de Jane]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Sérião, mesmo. Por que todo gringo acha que tudo o que há de melhor no Brasil fica no Rio de Janeiro e São Paulo só é conhecida por empresários e apenas para duas finalidades: visitar empresas e visitar o Café Photo?</p>
<p>A Macy Gray por exemplo. Acabou um show aqui no parque Villa Lobos, pegou um avião, foi para o Rio de Janeiro À NOITE e se esbaldou na boate <a href="http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL584214-9798,00-LISTA+FAMOSOS+INTERNACIONAIS+QUE+CAIRAM+EM+BALADAS+NO+BRASIL.html" target="_blank">Baronetti</a>, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Você quer pegar um bronze, ver gente sarada, malandrona e pans? vai para o Rio de Janeiro. Quer conhecer belezas naturais em um local mais urbanizado, com infra-estrutura decente para tal atividade ainda sendo no Brasil? Vai ao Rio de Janeiro. Quer sambar todo criolão doido, ver umas negonas firmeza cheias de melanina, bunda e gingado? Rio é a parada. Quer pegar uns travecos que depois fazem escândalo na mídia? <a href="http://oficinadiabo.wordpress.com/2008/05/07/a-nova-ronaldinha/" target="_blank">Liga para o Ronaldo </a>e vai pro Rio (beijo gente). </p>
<p>Agooooooooora.... Quer curtir a noite? VENHA PARA SÃO PAULO, CARAMBA!!!</p>
<p>A gente é muito mais que trabalhadores estressados (que o diga este post, feito às 3 da tarde, mas enfim...), a Rua Augusta também que o diga. Isso é bobagem que inventam e os gringos todos tontões acreditam. Balada boa no Rio é igual praia boa no litoral Sul de São Paulo, ou seja: UMA BOSTA SÓ.</p>
<p>Fica o recado: MACY, QUANDO VOLTAR AO BRASIL ME LIGA QUE A GENTE VAI JUNTOS PARA A LOCA, OK?</p>
<p>Beijos, me comentem.</p>
<p><img style="vertical-align:top;" src="http://naramig.files.wordpress.com/2007/05/macy.jpg" alt="Fui enganada pelo Rio de Janeiro" width="300" height="264" /></p>
]]></content:encoded>
</item>

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