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	<title>umbigo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/umbigo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "umbigo"</description>
	<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 18:51:17 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Ctrlc Ctrlv do Passado - 05]]></title>
<link>http://opinnando.wordpress.com/?p=130</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 20:06:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nando</dc:creator>
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<description><![CDATA[Tem coisas na vida que não mudam, né&#8230;
Ah&#8230; Tem uma parada que eu reparei no Carnaval]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Tem coisas na vida que não mudam, né...</p>
<p><em>Ah... Tem uma parada que eu reparei no Carnaval...</em></p>
<p><em><strong>EU ODEIO PIERCING NO UMBIGO!!!!! </strong><br />
Cara... não adianta. Eu tentei gostar, analisar, pensar, fetichar e etc... mas não deu. Eu continuo achando que a Daniela Sarayba estava com um tampão na barriga no desfile da Imperatriz. Parece que se tirarem aquele piercing, as mulheres vão sair voando por aí igual bola de gás de festinha de criança. E aqueles que são umas correntes penduradas!? Não adianta! Eu acho feio demais!!! Aliás, a moda é tão estranha.</em></p>
<p><em>Opinou: Nando, quando eram decorridos 14:38 de Quarta-feira, 5 de Março de 2003</em></p>
<p>Passaram-se 5 anos e eu continuo preferindo a mulher <em>default</em>. Pena que nas meninas lindinhas do meu Brasil varonil não existe a opção "voltar as configurações padrão"! hahahahahaha</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Sobre 16 de julho]]></title>
<link>http://diariodeumalguem.wordpress.com/?p=7</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 04:58:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>diariodeumalguem</dc:creator>
<guid>http://diariodeumalguem.wordpress.com/?p=7</guid>
<description><![CDATA[Meu príncipe encantado não foi trabalhar.( nesse caso é o TH! tive vários príncipes encantados]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Meu príncipe encantado não foi trabalhar.( nesse caso é o TH! tive vários príncipes encantados...)</p>
<p>Porque se eu não tenho heróis, invento todos eles!!</p>
<p>Eu sinto saudades das pessoas quando elas estão longe. Não é o caso, mas ainda mais quando elas estão longes geograficamente mesmo.</p>
<p>Eu preciso de heróis. Preciso de príncipes. E de educação física.</p>
<p>Eu sempre digo isso, e sempre ninguém entende. Mas sempre ninguém entende muita coisa que eu falo mesmo..</p>
<p>Acontece que quando eu era criança, eu adorava jogar bola. A educação física era o que fazia eu acordar todos os dias!</p>
<p>Se eu tivesse aula na terça, acordava na segunda rapidinho e feliz porque sabia que no próximo dia teria educação fisica. E quando chegava a terça, eu acordava mais feliz ainda porque era o dia da educação física!</p>
<p>E assim eu acordei todos os dias da minha vida.</p>
<p>E assim passaram 12 anos da minha vida. Os anos mais incríveis da vida, e que você só descobre quando fica velho. Eu tenho 26 anos. Já me acho um pouco velha. Na verdade  não acredito que tanto tempo tenha passado.</p>
<p>Mas por outro lado, eu não envelheci e eu não vi o tempo passando, então o tempo não existe.</p>
<p>Viu? Eu posso inventar o que eu quiser. Posso acreditar no que eu quiser. E simplesmente depois de uma frase eu posso não ser mais velha.</p>
<p>Uma vez o meu psicologo disse que eu achava que o mundo girava ao redor do meu umbigo.</p>
<p>E eu acho que gira mesmo. Onde mais o meu mundinho vai girar ?</p>
<p>Porque afinal, o mundinho é meu!</p>
<p>E o que eu não posso ver, NÃO EXISTE!</p>
<p>Se eu estou no quarto, a cozinha nem existe. (Você está vendo ela? Eu também não!)</p>
<p>Quando eu for lá beber coca-cola, então ela passará a existir.</p>
<p>Pensei muito sobre isso hoje.</p>
<p>As pessoas deveriam ter educação física depois de grande. Essa acho que é a idéia da vida.</p>
<p>Só que ninguém faz nada.</p>
<p>Se eu não tenho "educações-fisicas", eu as invento. Eu só preciso acordar todos os dias.</p>
<p>E eu não fiz educação física. Fiz matemática.</p>
<p>Existem tantas outras coisas peculiares no meu mundinho..</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Cheguei, cheguei...]]></title>
<link>http://telhadotiago.wordpress.com/?p=86</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 17:57:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiago Medina</dc:creator>
<guid>http://telhadotiago.wordpress.com/?p=86</guid>
<description><![CDATA[     Depois de longas horas de avião e quatro aeroportos, estou de volta ao Brasil. Escrevo de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>     Depois de longas horas de avião e quatro aeroportos, estou de volta ao Brasil. Escrevo de Floripa, onde faço uma pausa de algumas horas antes de retornar a Porto Alegre. Sim, sim, prometo que vou contar tudo sobre Cuba. Só me dêem um tempo pra eu me (re)organizar entre anotações, charutos, souvenirs (é assim que se escreve?) e fotos.<br />
     Vou falar, obrigatoriamente, sobre os cubanos em si, a Cuba dos turistas e a Cuba de verdade. Uma é maravilhosa, mas a outra, triste. Enfim, ainda essa semana coloco coisas aqui. Quanto a fotos, não te preocupe, caro(a) leitor, tem 1,5 GB entre imagens e vídeos. Acho que consigo tirar meia dúzia de algo que preste e, de repente, rola até um You Tube.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Decote de Caroline Miranda vai até o umbigo. Olha só o tamanho!!]]></title>
<link>http://brasilagora.wordpress.com/?p=616</link>
<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 21:37:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>baixarjogos</dc:creator>
<guid>http://brasilagora.wordpress.com/?p=616</guid>
<description><![CDATA[Modelo usa vestido com decote ousado e exibe seios turbinados. Sobrinha de Gretchen briga por títul]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Modelo usa vestido com decote ousado e exibe seios turbinados. Sobrinha de Gretchen briga por título de Rainha do Bumbum. Não teve para ninguém: Caroline Miranda definitivamente roubou a cena na festa de lançamento da revista “VIP” de junho, no Chakras, em São Paulo.</p>
<p><a title="Decote de Caroline Miranda vai até o umbigo. Olha só o tamanho!!" href="http://www.tudoagora.com.br/noticia/2976/Decote-de-Caroline-Miranda-vai-ate-o-umbigo-Olha-so-o-tamanho--.html" target="_blank"><strong>Leia a matéria na íntegra</strong></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[o discurso]]></title>
<link>http://dialogofashion.wordpress.com/?p=12</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 08:26:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>. ash</dc:creator>
<guid>http://dialogofashion.wordpress.com/?p=12</guid>
<description><![CDATA[
a idéia do Diálogo Fashion é desenvolver um discurso sobre a moda, arte, identiddae da moda bras]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://dialogofashion.files.wordpress.com/2008/07/paper_collage_by_maytoo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-13" src="http://dialogofashion.wordpress.com/files/2008/07/paper_collage_by_maytoo.jpg?w=213" alt="" width="213" height="300" /></a></p>
<p>a idéia do <span style="color:#f20cad;">Diálogo Fashion</span> é desenvolver um discurso sobre a moda, arte, identiddae da moda brasileira, música, cultura e tudo mais, sem grandes pretenssões e apego xiita à idéia, desde que tudo citado anteriormente seja a <em>'última palavra em fashion!'</em> Bem-vindos!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O que pensar?]]></title>
<link>http://telhadotiago.wordpress.com/?p=82</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 02:35:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiago Medina</dc:creator>
<guid>http://telhadotiago.wordpress.com/?p=82</guid>
<description><![CDATA[     Bem, eu queria escrever alguma coisa, juro que queria. Mas&#8230; o que a gente escreve ant]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>     Bem, eu queria escrever alguma coisa, juro que queria. Mas... o que a gente escreve antes de viajar para Cuba? Não sei. Nunca fui! <br />
     Sim... lá tomarei mojitos, fumarei charutos, irei ao La Bodeguita del Medio, serei hóspede do Tryp Habana Livre, que já foi o quartel general da Revolução Cubana. No entanto, tudo isso só amanhã. E agora, o que faço?<br />
     Enfim, eu embarco daqui a sete horas (estou escrevendo às 23:30) e não sei o que escrever. O friozinho na barriga já passou. Agora, confesso que ela está congelada.<br />
     Não sei se terei internet lá, pois... estarei em Cuba. Se tiver, beleza, atualizo o blog diretamente de Havana. Se não tiver,  paciência. As histórias (e as centenas de fotos) terão de esperar a volta.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O melhor já passou...]]></title>
<link>http://telhadotiago.wordpress.com/?p=81</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 21:23:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiago Medina</dc:creator>
<guid>http://telhadotiago.wordpress.com/?p=81</guid>
<description><![CDATA[*Escrito em parceria com o Rodrigão
     Que sexo é bom, todo mundo sabe. Entretanto, é muito]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>*Escrito em parceria com o </em><a href="http://precisofalar.wordpress.com" target="_blank"><em>Rodrigão</em></a></p>
<p>     Que sexo é bom, todo mundo sabe. Entretanto, é muito melhor para nós – homens – do que para vocês, mulheres. Mas não é por isso que a gente sempre quer mais do que vocês (compare a quantidade de células sexuais produzidas por machos e fêmeas e conclua). Queremos mais, pois nós já começamos a sentir prazer ao fazer algo que é trivial e sem graça para vocês: tirar a calcinha.<br />
     Aliás, pode-se afirmar também, que o sexo mesmo é mero detalhe. O encontro entre as genitais masculina e feminina não passa da consumação de um ato cujo clímax já passou. Não, não, caro(a) leitor, não pense que sou um Wando, apaixonado por calcinhas alheias. Tenho embasamento etílico (de várias discussões em bares) e literário – procure o texto no qual Luís Fernando Verissimo relaciona mãos, dedos e o sexo.<br />
     O fato é que nós, homens, temos muito orgulho de nossas conquistas. Valorizamos o primeiro beijo numa mulher. Aquele que só ocorre graças ao intenso trabalho de vários neurônios para formular a cantada perfeita, capaz de transformar um não em um sim. O beijo é a primeira recompensa para esse esforço. Óbvio, sempre queremos mais e, naturalmente, essa segunda recompensa é maior.<br />
     Claro que o trabalho também é maior. Mas, quando ela tira a calcinha... nossa, é um momento único, sensacional e impagável. Inadjetivável, como já definiu um certo amigo eu. Isso porque mulheres normalmente são seres recatados por natureza. Tímidas, fechadas e resguardadas. Ou nem tanto, às vezes. Porém as exceções não desfazem as regras.<br />
     Por isso, aquele momento é tão especial. Quando a mulher retira ou concede a retirada da calcinha, cai o último obstáculo, e ela se entrega. E poucas coisas são mais difíceis do que conquistar e convencer uma mulher a realizar os nossos mais libidinosos desejos. O que vem depois é apenas conseqüência. Bom, ótimo, como todo mundo sabe, contudo, nada comparável àquilo que acontecera momentos antes.<br />
     Aquele pequeno e singelo gesto. Um movimento minúsculo e delicado, lento e bailante, desafiador e comovente. Ele se dá pela leveza da impressão de uma força sutil dos ombros e dos pés femininos sobre o colchão. Ela ergue então a lânguida e franzina cintura, cria-se o afastamento necessário para que se lhe retire a peça mais íntima (e sempre previamente eleita com severos critérios) do seu vestuário. Está dito, em absoluto silêncio, o sim que tanto queríamos ouvir.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O único Dadá]]></title>
<link>http://denunciacoimbra2.wordpress.com/?p=881</link>
<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 23:08:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Denúncia Coimbrã</dc:creator>
<guid>http://denunciacoimbra2.wordpress.com/?p=881</guid>
<description><![CDATA[
A última edição da revista UMBIGO entrevistou Paulo Eno, (talvez) o único dadá português. Est]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://denunciacoimbra2.files.wordpress.com/2008/07/paulo-eno.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-882" src="http://denunciacoimbra2.wordpress.com/files/2008/07/paulo-eno.jpg" alt="" width="417" height="287" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A última edição da revista <a href="http://umbigomagazine.com/">UMBIGO</a> entrevistou Paulo Eno, (talvez) o único <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dada%C3%ADsmo"><em>dadá</em></a> português. Esta entrevista revela a corrente e a linguagem artística assumida pelo <em>dadá</em> conimbricense. A finalizar, o entrevistador pergunta: <em>“Ainda és funcionário da Câmara Municipal de Coimbra?</em>”, o dadaísta responde: “<em>Sou funcionário do quadro privativo da CMC há 30 anos e tenho a categoria funcional de Técnico Superior, tendo desenvolvido diferentes actividades dentro da contemporaneidade e o futuro não sei prever nem estou interessado</em>”. Será mesmo o único <em>dadá</em>?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hoje aqui, amanhã não se sabe]]></title>
<link>http://telhadotiago.wordpress.com/?p=80</link>
<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 21:11:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiago Medina</dc:creator>
<guid>http://telhadotiago.wordpress.com/?p=80</guid>
<description><![CDATA[     Fui no aeroporto na tarde dessa terça, 1º de julho, pra fazer minha carteira internaciona]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>     Fui no aeroporto na tarde dessa terça, 1º de julho, pra fazer minha carteira internacional de vacinação -  necessária para entrar em alguns países. Confesso que não estava nervoso, mas uma visão me paralisou.<br />
     Eis que o avião da Gol acelerou na pista e começou a subir. 'Puta-que-pariu... semana que vem sou eu lá dentro', pensei. Sim, só falta uma semana. Terça, às 19h25min estarei em uma aeronave da mesma Gol indo para Florianópolis.<br />
     Daquela ilha maravilhosa, saio 10 horas após meu desembarque. O destino: La Habana. Passando antes, em conexões, no Rio de Janeiro e na Cidade do Panamá.<br />
     Devido ao fim do semestre - o penúltimo da faculdade -, estava sem tempo pra pensar na minha viagem. Só arquivando coisas no <a href="http://del.icio.us/tiago_/Cuba" target="_blank">del.icio.us</a>. Mas agora o semestre tá no fim. E os trabalhos também e minha cabeça cada vez mais parece estar indo para Cuba antes de mim.<br />
     Enfim <em>(suspiro)</em>, falta pouco... Ah, de repente, aconteça algum evento social de 'até logo'. Em tempos de muitas blitze de tolerância zero, vamos arranjar motivo para sermos presos em algum boteco. Quem quiser ir, que entre em contato.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ou então vão pró Colombo...]]></title>
<link>http://emrotadecolisao.wordpress.com/?p=39</link>
<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 13:13:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Pinho</dc:creator>
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<description><![CDATA[.
Há quem diga das &#8220;marchas lgbt&#8221;, como do casamento homossexual, que são coisas folei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p>Há quem diga das "marchas lgbt", como do casamento homossexual, que são coisas foleiras. Nada relembrar, como vi deliciosamente dito por um anónimo algures: "Foleiro, foleiro, é ser homofóbico".</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/oJLiaq_XEqI'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/oJLiaq_XEqI&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Feeling good]]></title>
<link>http://21gramas.wordpress.com/?p=108</link>
<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 19:43:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>21gramas</dc:creator>
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<description><![CDATA[Não tenho desabafos pra destilar. Não tenho nada a lamentar. Me sinto bem e todas essas boas sensa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Não tenho desabafos pra destilar. Não tenho nada a lamentar. Me sinto bem e todas essas boas sensações guardo egoisticamente só para mim.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Be Ready]]></title>
<link>http://emrotadecolisao.wordpress.com/?p=36</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 15:49:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Pinho</dc:creator>
<guid>http://emrotadecolisao.wordpress.com/?p=36</guid>
<description><![CDATA[
Post Secret
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://img.photobucket.com/albums/v505/NunoPinho2/sorry.jpg" alt="Post Secret" /></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://postsecret.blogspot.com/" target="_blank">Post Secret</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Concertos e Naifadas]]></title>
<link>http://emrotadecolisao.wordpress.com/?p=26</link>
<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 21:06:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Pinho</dc:creator>
<guid>http://emrotadecolisao.wordpress.com/?p=26</guid>
<description><![CDATA[ .
Já em Naifa os versos de &#8220;pequenos romances&#8221; foram para mim o momento mais marcante ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#ffffff;"> .</span></p>
<p>Já em Naifa os versos de "pequenos romances" foram para mim o momento mais marcante <em>e</em> doloroso da noite:</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align:center;"><strong>«Organizei o remorso,</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Não encontrei absolutamente nada»</strong></p>
<p style="text-align:center;">.</p>
<p style="text-align:center;">
<p>O mesmo voltou a acontecer com Feist, quando disse:</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align:center;"><strong>«The saddest part of a broken heart<br />
Isn't the ending so much as the start<br />
The tragedy starts from the very first spark<br />
Losing your mind for the sake of your heart»</strong>
</p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">É nestes momentos em que sabemos que valeu a pena ir. O que é um concerto senão um momento no escuro onde nos ligamos profundamente a uma música tocada para nós? E nestes ligou, ó se ligou.</p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">ps: para o J.</p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/pcmjH43-jes'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/pcmjH43-jes&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fim de semana]]></title>
<link>http://emrotadecolisao.wordpress.com/?p=24</link>
<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 12:47:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Pinho</dc:creator>
<guid>http://emrotadecolisao.wordpress.com/?p=24</guid>
<description><![CDATA[.

http://postsecret.blogspot.com/
.
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" style="vertical-align:middle;" src="http://i142.photobucket.com/albums/r99/rockgirl2212/selfharm.jpg" alt="" width="577" height="386" /></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://postsecret.blogspot.com/">http://postsecret.blogspot.com/</a></p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O futuro do jornal e o jornal do futuro]]></title>
<link>http://telhadotiago.wordpress.com/?p=71</link>
<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 21:35:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiago Medina</dc:creator>
<guid>http://telhadotiago.wordpress.com/?p=71</guid>
<description><![CDATA[     O jornalismo, como não poderia deixar de ser, é uma profissão onde pairam dúvidas e per]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>     O jornalismo, como não poderia deixar de ser, é uma profissão onde pairam dúvidas e perguntas sem respostas. Uma delas me chama a atenção em especial: estaria o jornal impresso fadado ao desaparecimento?<br />
     Somente no último mês, vi duas respostas – uma mais convicta que a outra – sobre essa questão. Ambas de diferentes opiniões.<br />
     A primeira foi do professor Eduardo Pellanda, durante a aula de jornalismo on line II. Fazendo uma cara de pena, sacramentou: “bom, muita gente diz que o jornal vai acabar. É gente...” – disse enquanto bateu levemente com as mãos – “sim, ele vai acabar. A web é o futuro”.<br />
     Vale registrar que o Pellanda tem doutorado nessa área e é uma das pessoas mais inteligentes que conheço, apesar de parecer não viver no mesmo mundo que eu e sim num ambiente totalmente futurístico.<br />
     A outra resposta ouvi da boca de Paulo Sérgio Pinto, numa palestra. “Às vezes dizem que o jornal vai acabar. Bobagem! O jornal não vai e nem pode acabar”. <br />
    Paulo Sérgio é vice-presidente da Rede Pampa de Comunicação, daqui de Porto Alegre. Trabalha com comunicação – entenda-se rádio, tv e jornal – há 28 anos.<br />
     Tá e agora, como fico? Em quem acredito?<br />
     Na minha modesta, apesar de admirar e acreditar o professor Pellanda, acho que ele está errado. Primeiro: porque ainda falta muito tempo – se é que um dia isso vai acontecer –para a internet estar presente em 100% dos lugares onde há jornal impresso. E falta mais tempo ainda para que as pessoas sem condições estejam aptas a navegá-la.<br />
     Para nós, “da capital”, é fácil só ler notícias pela web, mas e para aquele caboclo do interior, no meio do nada? <br />
    Pode ser parcial, mas eu torço para que os jornais nunca terminem. Sempre gostei de jornalismo por todo seu ritual tátil. Acordar, lavar a cara e ir até a porta dar uma folheada no periódico que está ali me esperando há horas.<br />
     Se um dia isso mudar e, ao invés de acordar e pegar o jornal, tenhamos que levantar, ligar o computador, conectar a internet, digitar um www-ponto-sei-lá-o-quê-ponto-com-ponto-br, estaremos perdidos... (suspiro nostálgico!) .<br />
     Além de nos tornarmos ainda mais reféns das companhias de energia elétrica.<br />
     Que o jornal irá mudar, sem dúvida. Vai conter mais opinião, mais análise, pois não há como concorrer contra a rapidez da internet. Textos maiores e mais elaborados serão impressos. Notas, gráficos, vídeos, som e tudo mais ficam para o computador.<br />
     Tomara!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Da Morte?]]></title>
<link>http://emrotadecolisao.wordpress.com/?p=18</link>
<pubDate>Tue, 27 May 2008 11:22:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Pinho</dc:creator>
<guid>http://emrotadecolisao.wordpress.com/?p=18</guid>
<description><![CDATA[.
&#8220;denial, anger, bargaining, depression and finally acceptance&#8220;
.
São 5 fases da teori]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<h2 style="text-align:center;"><strong><span style="font-size:16pt;">"denial, anger, bargaining, depression and finally acceptance</span></strong><span style="font-size:16pt;">"</span></h2>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span><br />
<span lang="PT">São 5 fases da teoria da morte, ou <em>de estar a morrer.</em> Para mim, soa-me bem mais a ciclo da vida. Talvez seja bom adicionar ilusão ao início para ficar totalmente completo.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Desabafo]]></title>
<link>http://gabrielfelix.wordpress.com/?p=29</link>
<pubDate>Mon, 26 May 2008 14:59:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gabriel Félix</dc:creator>
<guid>http://gabrielfelix.wordpress.com/?p=29</guid>
<description><![CDATA[Para mudar é preciso mexer. Mexer às vezes incomoda. Preferimos o conforto em permanecer onde não]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Para mudar é preciso mexer. Mexer às vezes incomoda. Preferimos o conforto em permanecer onde não devemos do que a dor de passar por onde precisamos. Lembrando que isto traz crescimento. Preferimos aceitar a teoria do "Não é errado, seu careta." do que impor e defender os princípios morais válidos. Preferimos nos deixar levar pela lábia do sabido... pelo olhar do bandido... pela história da novela...</p>
<p>Preferimos nos conformar com as crianças destruídas...</p>
<p>Falamos em um mundo melhor, e não começamos pela nossa casa, nem pelo nosso "eu". O evangelho se torna polêmico, não por falta de verdade, mas por excesso de ignorância humana em não cumprir o que se diz nas regiões celestes há anos. Deixemos de lado os conceitos velhos e nos abramos para os novos... Os vindos dos céus. Ninguém reclame que Deus não tem renovo... Muitas vezes é a gente que se prende nas carrancas antigas e não deseja se renovar!</p>
<p>Buscar pelo renovo e recebê-lo traz uma questão para refletir: estamos mesmo interessados em abandonar os fardos velhos, ou temos algum ganho em carregá-los conosco? Deus deseja nos alargar, nos fazer crescer... nos mostrar sua essência. Nós é que estamos com os braços cheios de cinzas e deixamos passar a oportunidade de resignificar valores.</p>
<p>Entremos no nível de consciência celeste sobre o valor da vida, das pessoas...Abracemos a causa de amar... de doar, de pregar Cristo a mais amigos, parentes, desconhecidos.</p>
<p>Precisamos sair do casulo de se importar só com nosso umbigo!</p>
<p>Amar (da forma como Cristo mandou) é extremamente saudável: não despersonalizará ninguém. A gente fica com medo de compartilhar algo e se aproximar de outros porque acha que vai ser invadido! Mero engano! O verdadeiro amor, o verdadeiro compartilhar te firma mais ainda e te acrescenta. Amar não é carregar a vida do outro, ou ter que ser responsável por todos os seus problemas... mas sim ajudá-lo a crescer em sua própria vida. Existem limites de uma vida para outra... Amar é conviver interagindo e respeitando esses limites.</p>
<p>Olhemos mais para a obra de missões de nossa igreja - para oferecer apoio financeiro, suporte educacional (Se você tem alguma formação que o permita alcançar pessoas, ajude!). Tragamos novas idéias para alcançar pessoas... Renovemos nossa ação diária onde vivemos - expressemos melhor a salvação para as pessoas em nosso redor. Oremos uns pelos outros!<br />
Espalhemos o amor em pequenos gestos.</p>
<p>Deixe o espírito transformar seu modo de pensar.</p>
<p>Se desprenda de si (tome sua cruz) e comece a ser sensível à voz da eternidade, que te chama para partilhar o valor de cada vida... Valor que pulsa no olhar das pessoas de cada nação. Aprendamos hoje o que Deus deseja ardentemente nos ensinar: o seu amor. Diariamente escolha receber uma onda de novos conceitos dados por Ele. Enxergue as pessoas por uma nova ótica: a ótica de Deus, e tenha em sua vida as marcas do verdadeiro sentido do amor: compartilhar.</p>
<p>Vamos acordar enquanto é tempo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pensamentos esporádicos. Ou momento confessional nº 3]]></title>
<link>http://telhadotiago.wordpress.com/?p=68</link>
<pubDate>Sun, 25 May 2008 23:00:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiago Medina</dc:creator>
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<description><![CDATA[Juro! Queria escrever um texto pra tu leres, caro(a) leitor. Entretanto, às vezes por falta de temp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Juro! Queria escrever um texto pra tu leres, caro(a) leitor. Entretanto, às vezes por falta de tempo, às vezes por preguiça, não rolou. Então, decidi, colocar qualquer coisa aqui pra manter a periodicidade ocasional dos domingos de maio. Em tópicos, tu poderás ver o que eu andei pensando – e não escrevendo – essa semana.</em><br />
 <br />
<strong>Trânsito porto-alegrense</strong><br />
     “O trânsito de Porto Alegre está um caos” – é o que penso de segunda à sexta ao dirigir para a aula. Desde o começo do ano, as coisas degringolaram de tal maneira que foi estabelecido o absurdo. Hoje, não troco minha moto – e os furos nos engarrafamentos – por veículo algum.<br />
     Dizem por aí, são vendidos 508 carros por dia em Porto Alegre. Isso equivale a 3556 por semana, mais de 15 mil por mês. Ou, se preferir, um absurdo de carros!<br />
     O Lucas, ex-Grêmio, e o Tinga, ex-Inter, que vêm visitar a cidade nas férias comentaram isso na matéria de ZH deste dia 25. “O trânsito mudou para pior” e “Nunca vi tantos carros aqui”, afirmaram eles, respectivamente.<br />
     Concordo. Metrô e obras logo, por favor.</p>
<p><strong><br />
Cachorros</strong><br />
     Ainda publicarei um texto aqui sobre a Duda, a cadela mais legal do mundo que veio parar no <a href="http://telhadotiago.wordpress.com/2007/12/24/o-beco-dos-medinas/" target="_blank">meu Beco</a>. Pergunto-me volta e meia como alguém pode não gostar de cachorros.<br />
     Eu tenho duas – a Kuki e a Jade – que, pouco antes de escrever esse emaranhado de palavras, elas estavam deitadas comigo enquanto eu lia um livro. Apenas fazendo companhia, coisa que muita gente gasta bastante tempo procurando em outros. E não encontra.<br />
     Em troca de uns afagos na barriga e qualquer coisa que se possa comer, o bichano torna-se um companheiro fiel, ideal para momentos de solidão, como os que passei nesses últimos dias.<br />
     Enfim, como sacramentou o <a title="Vin�cius de Moraes" href="http://www.viniciusdemoraes.com.br" target="_blank">maior escritor/poeta/músico/tudo</a>, e fã de whisky, já nascido em território brasileiro: “Whisky é o cachorro engarrafado”.</p>
<p><strong><br />
Humanidade</strong><br />
     Diferentemente desses amáveis quadrúpedes, são os seres humanos. Ando meio indignado conosco. Já não gosto muito dessa raça e sou contra o título de ‘animal racional’.<br />
     Ora, que tipo de inteligência é essa onde se caga e suja a principal fonte do alimento? Fazer prédios, entender física, entrar na internet, pra ficar escravo de níqueis e papéis não significa inteligência. Além disso, nunca soube de um caso de algum animal brigar com o chefe, tomar cachaça e descontar na família depois.<br />
     Seres humanos são muito egocêntricos e isso é o que mais me irrita. Criticam os gafanhotos, os insetos. Chamam-lhes de pragas, quando não percebem que pragas são eles. Nós. Os acusados mal destroem uma lavoura, uma plantação, enquanto os ‘racionais’ detonam com um planeta inteiro.<br />
     <em>Ei, dá uma olhada </em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=oK2abk81TzY" target="_blank"><em>nesse vídeo</em></a><em> depois.</em></p>
<p><strong><br />
Astronomia</strong><br />
     Falando em planetas, essa semana vi e li algumas reportagens legais sobre o universo. Caralho, como é gigante. E lindo e fascinante. Além de ser mais um motivo para crer na pequeneza da raça humana, isso abalou um pouco a minha fé.<br />
     Sou – oficialmente – espírita. Acredito em Deus e até em anjos (lê <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&#38;local=1&#38;source=a1889649.xml&#38;template=3916.dwt&#38;edition=9924&#38;section=78" target="_blank">a crônica do Veríssimo desde dia 25</a> em ZH). Sei lá, cara. Com um universo tão grande e fabuloso, é justo eu reclamar ao Todo-Poderoso o meu problema? Será que ele não tem mais o que fazer?<br />
     E esse papo de sermos a único planeta com vida é meio esquisito. Por favor, há infinidades de estrelas por aí, com astros girando ao seu redor. Pura egocentria terráquea, isso, de se acharem únicos.<br />
     Pra citar alguém, fico com o <a title="Mario Quintana" href="http://www.pensador.info/autor/Mario_Quintana/" target="_blank">poetinha</a>. Certa feita, ele quintaneou: “E um dia os homens descobrirão que esses discos voadores estavam apenas estudando a vida dos insetos...”</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Serenidade]]></title>
<link>http://emrotadecolisao.wordpress.com/?p=15</link>
<pubDate>Fri, 23 May 2008 11:38:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Pinho</dc:creator>
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<description><![CDATA[.
Em Mr. Brooks, um competente thriller à  &#8220;Dexter&#8221; recheado de estrelas, Kevin Costner]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:0.5in;"><span lang="PT">Em <a href="http://www.imdb.com/title/tt0780571/" target="_blank">Mr. Brooks</a>, um competente <em>thriller</em> à  "Dexter" recheado de estrelas, Kevin Costner, um psicopata, recita várias vezes uma oração, que ao contrário da maioria, me parece bela:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:0.5in;"><span style="color:#ffffff;">.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:0.5in;"><span style="color:#ffffff;"><span lang="PT"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:0.5in;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-size:16pt;line-height:115%;">God grant me the serenity<br />
to accept the things I cannot change;<br />
courage to change the things I can;<br />
and <strong>wisdom to know the difference</strong>. (…)</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:0.5in;">Dita a<em> Serenity Prayer</em>, o psicopata continua a matar.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;text-indent:0.5in;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O maior espetáculo da Terra]]></title>
<link>http://telhadotiago.wordpress.com/?p=67</link>
<pubDate>Sun, 18 May 2008 19:25:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiago Medina</dc:creator>
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<description><![CDATA[Trilha sonora para esse texto: &#8220;O Circo Chegou&#8220;, de Jorge Ben Jor.
Leia-o, ouvindo a mú]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Trilha sonora para esse texto: "</em><a href="http://www.benjor.com.br/sec_discogra_letra.php?obra_id=7&#38;id=1&#38;id_faixa=6" target="_blank"><em>O Circo Chegou</em></a><em>", de Jorge Ben Jor.<br />
Leia-o, ouvindo a música, clicando </em><a href="http://www.sopadeletras.jor.br/o-circo_chegou.mp3"><em><strong>aqui</strong></em></a></p>
<p>     Poucas coisas são capazes de me remeter tanto à infância quanto um circo. Lembro-me bem, dessa época. Uma ou duas vezes por ano, vinha algum a Porto Alegre. Quase sempre ficavam no Parque Marinha do Brasil, perto do Beira-Rio. E eu ia.<br />
     Não era fã de circo, nem nunca quis ser um artista. Naquela época ainda sonhava em ser jogador de futebol e fazer muitos gols pelo meu time – que não era europeu. No entanto, gostava de ir naquele fantástico mundo iniciado ao se adentrar sob a gigantesca lona colorida.<br />
     Sentava em algum lugar da arquibancada improvisada feita de madeira e esperava ansiosamente algum gordinho bem arrumado bradar do palco: “Respeitável público, vai começar o maior espetáculo da Terra” – e os aplausos começavam. As palmas, na maioria, eram de gente simples, de crianças, de pessoas desejando se surpreenderem com o que assistiriam logo a seguir, bem como os habitantes de Macondo quando os ciganos chegavam no vilarejo criados por Gabriel García Márquez, em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cem_anos_de_solid%C3%A3o" target="_blank">Cem Anos de Solidão</a>.<br />
     Confesso que tinha um pouco de medo dos palhaços. Não deles, propriamente – muitos têm medo de palhaços, os acham assassinos. Eu não, gosto deles. Temia, simplesmente e não sei o porquê, o fato de ir a um espetáculo e não rir das palhaçadas. Ainda bem que isso nunca aconteceu e sempre me diverti um monte.<br />
     Nos circos nos quais fui, havia, além dos palhaços, bichos. Feras enjauladas perigosíssimas. Tigres, leões. Eles pulavam no meio de arcos ardendo em chamas. Um risco! Tinha também animais mais simpáticos, como os elefantes. Além, claro, de equilibristas, trapezistas e mais uma série de bizarrices só existentes naquele mundo fantástico sob a gigantesca lona.<br />
     Bem, como disse: nunca fui fã, mas eu gostava daquilo tudo.<br />
     Faz um tempinho já e reparei: os circos não vêm mais a Porto Alegre. No seu lugar – quando vinham – eram os parques de diversões com seus brinquedos capazes de deixar qualquer um tonto só de vê-los rodopiar. Porém, sem leões, trapezistas e outras excentricidades.<br />
     Onde será que eles estão? Talvez tenham se perdido no interior ou estejam fazendo algum tipo de boicote à capital. Não sei. Sabia que estavam em decadência, tornando-se boas pautas para jornalismo literário. Nessas reportagens, certamente o repórter escreveria sobre o fatídico dia em que o anão começou a crescer, os pêlos da mulher barbada caíram e os palhaços entraram em depressão.<br />
     Quem perde com isso são as crianças de hoje. Quando penso nisso, me pergunto: será que meu sobrinho de dois anos não vai fazer a mesma cara que outrora fiz ao chegar para alguém e dizer espantado e maravilhado: “Eu vi um leão hoje!!!”? É uma parte da minha infância que ele não terá. Uma parte onde ele se socializaria. Entraria numa fila onde estariam ricos, pobres e ricos levando suas crianças conhecerem um novo mundo.<br />
     Aquele novo mundo não acabou. Contudo, já não é mais o mesmo. Dia desses, estreou, depois de muitos anos, um circo em Porto Alegre. Só que, diferentemente dos meus, esse não é brasileiro e sequer fala português. "<a href="http://www.cirquedusoleil.com" target="_blank">Cirque du Soleil</a>". Glamourizado, globalizado, chique, arrumado e não duvido que seja até cheiroso, totalmente alterado dos que eu ia. Tão dessemelhante que fica até difícil de chamá-lo de circo.<br />
     Os ingressos para ver as 'bizarrices' foram colocados à venda meses atrás. Houve filas enormes, inclusive na chuva, para adquirir as entradas. Os preços, na casa dos três dígitos, exorbitantes se comparados aos que meus pais pagaram há anos, perto do Beira-Rio.<br />
     Não que isso seja melhor ou pior e sim, como falei, diferente. No entanto, dessa forma, com esse circo de adultos, quem se afasta da apresentação são as crianças. E isso é triste, pois justamente elas que eram há pouco tempo a razão de ser e existir do "maior espetáculo da Terra".</p>
<p><a href="http://www.sopadeletras.jor.br/o-circo_chegou.mp3"><em><strong></strong></em></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["How do we keep love alive?"]]></title>
<link>http://emrotadecolisao.wordpress.com/?p=5</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 07:30:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Pinho</dc:creator>
<guid>http://emrotadecolisao.wordpress.com/?p=5</guid>
<description><![CDATA[.
Uma das maiores recompensas de um amor longo e sólido é o fim do medo de perder o outro. É tamb]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:12pt;">Uma das maiores recompensas de um amor longo e sólido é o fim do medo de perder o outro. É também o maior perigo de amar. É bom não ter que conquistar alguém todos os dias, simplesmente acordar ao lado e não ter vontade de esconder as olheiras. No entanto, este comodismo abre a porta à água mole da preguiça, à erosão do tempo. O tédio está à espreita, o peso do mundo instala-se em todos os ombros, a tentação continua a pedir-te que a trinques. Todos, mas todos passarão por isso, um dia. Quase todos vamos falhar, porque "às vezes amar não chega". Aqueles que conseguirem vão mordiscar o maior prazer do mundo: um amor que está vivo e em paz.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:12pt;">Eu queria que este blog começasse sob o signo do amor.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>

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