Entre a folha branca e o gume do olhar a boca envelhece. Sobre a palavra a noite aproxima-se da chama. Assim se morre dizias tu. Assim se morre dizia o vento acariciando-te a cintura. Na porosa … mais →
O Sal da LínguaRaquel Agra wrote 2 months ago: Entre a folha branca e o gume do olhar a boca envelhece. Sobre a palavra a noite aproxima-se da ch … more →
Raquel Agra wrote 5 months ago: Havia ainda outro jardim o da minha vida exíguo é certo mas o do meu olhar são talvez dois pássaros … more →
Raquel Agra wrote 6 months ago: Sobre o teu corpo caio daquele modo que o verão tem de espalhar os cabelos na água espar … more →
Raquel Agra wrote 8 months ago: As fontes regressam de que incêndio cativas? … more →
Raquel Agra wrote 8 months ago: Sobre o teu corpo caio daquele modo que o verão tem de espalhar os cabelos na água espar … more →
Raquel Agra wrote 9 months ago: Eis sílaba a sílaba de uma cor perversa o tempo quase nu para levar à boca. Como se fora minha a r … more →
Raquel Agra wrote 10 months ago: Nada. Nem o branco fogo do trigo nem as agulhas cravadas na pupila dos pássaros te dirã … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Obstruído o caminho da transparência só me resta reunir os fragmentos do sol nos espelhos e com eles … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Que soldado tão triste esta chuva sobre as sílabas escuras do outono sobre o Tejo as últimas barcas … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Caminhas devagar entre muros e muros que se repetem na chama extenuada dos espelhos. Ninguém te se … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Ao Inverno chega-se pela ausência das gaivotas nos lábios ou nas dunas: não há outra estrada. Isto … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Neste país onde se morre de coração inacabado deixarei apenas três ou quatro sílabas de cal viva jun … more →